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"A" Fabrica (3)- Organograma

Entremos na terceira parte de "A" Fabrica, para onde todos deveríamos ir (pelo menos ir visitar). Vejamos a foto abaixo:




Cada macaco no seu galho é o que está ocorrendo na foto acima, durante o Planejamento por Objetivos deve-se montar o Organograma ou seja por cada macaco no seu galho, cabe ao Presidente da empresa esta árdua tarefa.

Foi publicado um organograma completo de uma super-empresa, para outras empresas existe a sobreposição de cargos.
Link desta publicação: http://www.clubedoconcreto.com.br/2013/06/organograma.html

Mas, "A" Fabrica deve ser SUPER em todos os seus setores e com o menor custo possível. Vejamos pequenos exemplos que  parecem ser absurdos mas é claro que podemos tornar-los viáveis:

1- Que tal não existir "Setor de Contas à Pagar"?
2- Que tal não existir "Presença de Almoxarife"?
3- Que tal não existir "Portaria"?
4- Que tal não existir "Encarregados de Fábrica"?
5- Que...

Então temos que na fase de Planejamento estudar o que pode ser DESFEITO no organograma. o IMPOSSÍVEL sempre é POSSÍVEL desde que seja PLANEJADO e seja firmado como um OBJETIVO.

Os custo de INDIRETOS dentro de "A" Fabrica devem ser RADICALMENTE ZERADOS.

Parece absurdo ou irracional, mas é possível.

Como não existir "Contas à Pagar"? Tudo sendo à vista ou comprado com pagamento programado.
Como não existir um responsável no Almoxarifado? Trabalhando com fichas para controle nas próprias prateleiras.

E assim por diante...é só PLANEJAR....

PLANEJAR : http://www.clubedoconcreto.com.br/2013/05/planejamento.html

Eng Ruy Serafim de Teixeira Guerra




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COMO EXECUTAR AS ESCADAS NA OBRA (1)

 A marcação de escadas na obra deve seguir o projeto, no entanto na maioria  das vezes, na execução da obra muda-se as cotas e com isso cabe ao profissional adaptar a escada as novas medidas. Deixando bem claro que as variações de medidas devem ficar na ordem de centímetros, caso contrário devemos recalcular a escada.


Para marcar a escada na  obra devemos ter um anteparo, que pode ser uma parede (nas escadas enclausuradas) ou mesmo uma tábua (fôrma lateral), onde possamos riscar a escada nas medidas reais. E a fazemos da seguinte forma (Figuras 12.14 e 12.15) :

1º  - Medir na horizontal a somatória do nº de degraus. Ex.: 10 degraus de p=30 cm = 3,00m.(Figura 12.14)
 - Esticar uma linha do nível inferior ao superior. (Figura 12.15)
 - Com o auxílio de um prumo verificar a verticalidade do ponto de chegada (nível superior). (Figura 12.15)
 - Com o auxílio de uma galga com dimensão do piso e um nível de bolha, marca-se a escada


OBS: O cimbramento será feito da mesma maneira do executado nas lajes pré-moldadas.  A concretagem das escadas é feita com concreto estrutural, "seco" e de baixo para cima.

 

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ESCADAS: CONSIDERAÇÕES GERAIS, NORMAS E TERMINOLOGIA

 As escadas servem para unir, por degraus sucessivos, os diferentes níveis de uma construção. Para isso deveremos seguir algumas normas:


a)  A proporção cômoda entre o plano horizontal e o plano vertical dos degraus é definida pela expressão:


Sendo: e = plano vertical, altura ou espelho.
            p = plano horizontal, largura ou piso.

As alturas máximas e larguras mínimas admitidas são:

 - Quando de uso privativo:
a) altura máxima 0.19 m
b) largura mínima 0.25 m

 - Quando de uso comum ou coletivo:
a) altura máxima 0.18 m
b) largura mínima 0.27 m

Os pisos dos degraus poderão apresentar saliências até de 0,02m, que não será computada na dimensão mínima exigida (Figura 12.1).

Figura 12.1 - Detalhe dos degraus de uma escada
Temos nas escadas a linha de plano horizontal ou linha de piso que é a projeção sobre um plano horizontal do trajeto seguido por uma pessoa que transita por uma escada. Em geral esta linha ideal se situa na parte central dos degraus, quando a largura da escada for inferior ou igual a 1,10m. Quando exceder a essa grandeza a linha de planos horizontais se traça a 50 ou 55cm da borda interior (Figura 12.2). Esta é a distância a que circula uma pessoa que com a mão se apoia no corrimão lateral e é a que se conserva nas curvas.

Sobre a linha de planos horizontais tomam-se exatamente os valores da largura do degrau,  que deverão ser constantes ao longo da mesma.  O conjunto dos degraus compreendidos entre dois níveis, ou entre dois patamares chama-se lanço ou lance.


Um  lance não deve ter mais de que 16 degraus ou ainda não exceder a 2,90 m de altura a  vencer. Se o número exceder aos valores será preciso intercalar um descanso intermediário  (patamar). A largura deste deverá ser no mínimo três pisos (plano horizontal), nunca inferior à  largura da escada. Em cada piso a escada desemboca em um descanso que se chama patamar ou  descanso de chegada.

Figura 12.2 - Posição da linha do plano horizontal

As portas que abrem sobre o patamar não devem ocupar a superfície útil do mesmo.
As escadas ainda deverão ser dispostas, de tal forma que assegurem a passagem com altura livre igual ou superior a 2,00 m.

Figura 12.3 - Altura livre mínima de passagem
b)  A largura da escada de uso comum ou coletivo, ou a soma das larguras, no caso de mais de uma,  deverá ser suficiente para proporcionar o escoamento do nº de pessoas que dela dependem no  sentido da saída. Para determinação desse número toma-se- á a lotação do andar que apresente  maior população mais a metade de lotação do andar vizinho, inverso a saída.

O cálculo da lotação dos edíficios poderá ser feito em função da área bruta do andar por pessoa, descontando os recintos sem permanência humana.





Consideramos a "unidade de saída" aquela largura igual a 0,60m, que é a mínima em  condições normais,  permitindo o escoamento de 45 pesssoas da população calculada do edifício,  correspondente a uma fila.

Com os dados apresentados fica mais fácil adotarmos uma largura de escada satisfatória, mas  nunca inferior ao que segue:.

A largura mínima das escadas de  uso privativo será de 0,90 quando no caso especial de  acesso giraus, adegas e similares 0,60 m, e a de uso coletivo será:

·  de 1,50m nas edificações para hospitais, clínicas e similares, locais de reuniões  esportivas, recreativas, etc.
·  de 1,20 m para as demais edificações.

Em casos de escadas de uso comum, a capacidade dos elevadores e escadas rolantes não será  levada em conta para efeito do cálculo do escoamento da população de edifício.

A largura máxima permitida para uma escada será de 3,00m.

Arranjos possíveis (Tabela 12.1) (Figura12.4):

As escadas em curva só são permitidas quando excepcionalmente justificáveis, desde que a  curvatura externa tenha raio de 6,00 metros, no mínimo, e os degraus tenham largura mínima de  0,28m, medida na linha do plano horizontal, desenvolvida a distância de 1,00m.

As escadas de uso comum ou coletivo terão obrigatoriamente:

·  Corrimãos de ambos os lados, obedecidos os requisitos seguintes:

a) Altura constante, situada entre 0,75 m e 0,85 m, acima do nível da borda do piso dos  degraus.
b) Serão fixados pela sua face inferior. 
c) Estarão afastados das paredes no mínimo 4 cm.
         d) Largura máxima de 6 cm

OBS:   - Se a soma da largura e do afastamento do corrimão não ultrapassar 10 cm, a medida da  largura da escada não precisa ser alterada, garantindo o escomento.

A altura do guarda corpo exigida é entre 90 a 120cm, sendo recomendado 110cm, que nestes  casos devemos acrescentar o corrimão.

Quando a largura da escada for superior a 1,80 m , deverá ser instalado também corrimão  intermediário.
  
Se dá o nome de CAIXA ao espaço ou local em cujo interior se acha a escada. A forma da caixa e da  escada é citada pelas condições locais de altura e espaço, que podem ser por exemplo (Figura 12.5):

Figura 12.5 - Exemplo de caixa de escada
As escadas deverão ter a inclinação sempre constante em um mesmo lance. O valor do plano  horizontal e da altura (plano vertical) não devem variar jamais de um patamar a outro (Figura 12.6), contudo é aceitável uma exceção quando  se trata de degraus de saída, este pode ter um plano  horizontal de 2 à 5 mm superior aos dos outros degraus.

A inclinação mais favorável é de 30° para as escadas internas.

Portanto devemos tomar a cautela no instante do cálculo da escada, no seu desenho e  marcação na obra, para que não haja a mudança de inclinação, fazendo com isso o seu perfeito  desenvolvimento.

Figura 12.6 - Inclinação das escadas


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CÁLCULOS E DESENHOS PRÁTICOS DE ESCADAS

 Na realidade uma escada não se calcula com máquina de calcular e sim, com um "compasso",  que, ao invés de traçar círculos, divide suas alturas e larguras estabelecendo o seu desenvolvimento  (G.Baud, 1976).


No entanto sabemos que um degrau com 14 centímetros de altura é fácil de subir e que  depois dos 18, torna-se muito cansativo, portanto para base de cálculo poderemos adotar um espelho entre 14 a 18cm. A sua largura deve ser suficiente para receber, se possível no centro da  linha do plano horizontal ou de piso, um pé inteiro, sem que o mesmo esbarre no espelho (Figura 12.7), com isso podemos estabelecer um limite de um mínimo de 25 cm e um máximo de 35 cm.


Para se calcular uma escada devemos:

1º  - Medir com precisão a distância entre o piso e o nível a ser atingido, isto é, do piso inferior ao piso superior, e dividi-la por uma altura entre 14 a 18 cm, até obter um número exato de degraus.

2º  - Calcular o desenvolvimento das escadas: que é elemento útil para fixação das  dimensões da caixa, quando ainda não está definida, e quando já se tem, verificar se a  escada encaixa-se no vão existente.

O desenvolvimento é obtido com facilidade uma vez conhecido o comprimento dos lances, visto já ter calculado a largura dos pisos, e o comprimento dos patamares.

Assim para calcularmos o comprimento do lance faremos:

sendo:  C = Comprimento do lance.
 
  N = Nº de degraus.
  p = piso ( plano horizontal).
  s =  saliência ou pingadeiras

Portanto o desenvolvimento será:
sendo: C = Comprimento do lance.
    P = Dimensão do patamar

Exemplos:


  - Tendo uma altura a vencer de 2,70 m, e a escada em um lance com piso  de 30cm teremos: distância = 2,70m
  Adotando um espelho de 15cm teremos: 2,70m + 0,15= 18 degraus
  C = ( 18 - 1). 0,30 = 5,10m
  D = 5,10 + 0,0 = 5,10 m

2º - Tendo a altura a vencer de 2,90m, e a escada em um lance com piso de 30 cm teremos: distância = 2,90 m
  Mantendo os mesmos 18 degraus teremos:2,90 +18=0,1611 de espelho
  C = (18-1).0,30 = 5,10m
  D = 5,10 + 0,0 = 5,10 m

COMENTÁRIOS:

Como visto nos exemplos podemos, para calcular uma escada, adotar o espelho, como no 1º exemplo, e verificar quantos degraus teremos na escada ou adotar o nº de degraus, como no 2º  exemplo, e determinarmos o espelho. Em ambos os casos ficamos restritos apenas a verificar se a  escada irá se encaixar no vão que temos ou não, por esse motivo é que se calcula o desenvolvimento  da mesma. Caso não se encaixe devemos procurar uma solução para vencermos a altura.

Como podemos observar no 2º exemplo, este rigor na divisão não pode ser adotado, na  prática, por isso mesmo é que os carpinteiros traçam a escada em tamanho natural, utilizando um nivelamento ou galga. 






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Passo a Passo Completo para Construir uma Escada de Concreto Perfeita!

 



Como Construir uma Escada de Concreto Passo a Passo

As escadas de concreto são essenciais em muitas construções, proporcionando durabilidade e segurança. Para garantir um resultado perfeito, é fundamental seguir boas práticas de projeto e execução. Neste post, você aprenderá como construir uma escada de concreto corretamente, evitando erros comuns.

1. Planejamento e Cálculo das Dimensões 📏

Antes de iniciar a execução, é essencial definir as dimensões da escada, garantindo conforto e acessibilidade. O ideal é seguir a seguinte fórmula:

📐 2H + P = 63 cm

  • H (altura do espelho): entre 16 cm e 18 cm
  • P (profundidade do piso): entre 27 cm e 32 cm

💡 Exemplo: Se o espelho tiver 17 cm, o piso deve ter aproximadamente 29 cm.

2. Construção da Forma e Estrutura 🛠️

1️⃣ Marque no local as dimensões da escada.
2️⃣ Monte a fôrma com tábuas bem alinhadas e resistentes.
3️⃣ Instale a armadura, garantindo que os vergalhões estejam bem ancorados.

Dica: Utilize espaçadores para manter a armadura afastada da madeira e evitar corrosão.

3. Concretagem da Escada 🏗️

1️⃣ Utilize um concreto com traço adequado, como 1:2:3 (cimento, areia e brita).
2️⃣ Despeje o concreto do degrau mais baixo para o mais alto.
3️⃣ Utilize um vibrador de imersão para evitar bolhas e falhas.

Dica: Para um melhor acabamento, nivele bem cada degrau antes que o concreto comece a endurecer.

4. Cura e Acabamento 🌊

1️⃣ Mantenha a escada úmida por pelo menos 7 dias, cobrindo com lona ou molhando periodicamente.
2️⃣ Após a cura, faça o acabamento desejado, como piso cerâmico ou polimento do concreto.

💡 Lembre-se: A escada só deve ser utilizada após atingir resistência mínima, geralmente em 14 a 28 dias.


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5 Erros que Podem Comprometer a Resistência do Concreto (E Como Evitá-los!)

 O concreto é a base de qualquer construção, mas pequenos erros na sua preparação e aplicação podem comprometer a estrutura e gerar altos custos de reparo. Para evitar problemas, confira os 5 erros mais comuns na execução do concreto e como corrigi-los!

1. Uso de água em excesso 🚱

Mais água na mistura pode facilitar o manuseio, mas também reduz a resistência e aumenta a chance de fissuras. O ideal é seguir a relação água/cimento adequada, conforme as normas técnicas.

2. Escolha errada dos agregados 🏗️

A qualidade da brita e da areia interfere diretamente na durabilidade do concreto. Materiais contaminados com argila, mica ou impurezas podem enfraquecer a estrutura. Sempre utilize agregados dentro das especificações da NBR 7211.

3. Falta de cura adequada ⏳

A cura do concreto é fundamental para o ganho de resistência. Evite a evaporação rápida da água, utilizando lonas plásticas, mantas úmidas ou aplicação de agentes de cura química.

4. Dosagem inadequada dos materiais ⚖️

Misturar os insumos "no olho" pode comprometer a qualidade final. O ideal é utilizar um traço de concreto bem calculado, garantindo resistência e durabilidade.

5. Falha na vibração do concreto 🔊

Uma vibração inadequada pode gerar bolhas de ar e falhas internas, reduzindo a resistência estrutural. Sempre utilize vibradores de imersão e aplique a técnica correta para evitar segregação da mistura.

💡 Evite esses erros e garanta um concreto mais resistente e durável!

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