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PAVIMENTOS INDUSTRIAIS -CONSIDERAÇÕES

Piso Industrial de Concreto: o que define um piso durável, plano e pronto para operação pesada
Pisos industriais em concreto

Piso Industrial de Concreto: o que define um piso durável, plano e pronto para operação pesada

Um bom piso industrial não depende apenas da resistência do concreto. Ele nasce do projeto certo, da base bem preparada, da execução cuidadosa e de decisões que evitam fissuras, desgaste precoce e dor de cabeça na operação.

Fábricas, centros de distribuição, galpões logísticos e áreas de tráfego intenso exigem mais do que um piso “forte”. Exigem um piso funcional, estável, com acabamento compatível com o uso e capaz de manter desempenho ao longo do tempo. Quando isso não é bem pensado, os problemas aparecem rápido: poeira, esborcinamento de juntas, fissuras fora de controle, desconforto na operação e manutenção constante.

Resumo direto: um piso industrial de qualidade é resultado de alinhamento entre proprietário, projetista, executor e fornecedor do concreto. Quando cada etapa é tratada com seriedade, o piso responde melhor às cargas, ao tráfego e ao desgaste diário.

Por que o piso industrial merece tanta atenção?

Em muitas obras, o piso ainda é tratado como uma etapa simples. Só que, na prática, ele interfere diretamente na produtividade da operação. Em galpões logísticos, por exemplo, a regularidade da superfície influencia o deslocamento de empilhadeiras, o conforto de rodagem, a segurança e o próprio desempenho do armazém.

Além disso, o piso industrial costuma ser uma das superfícies mais exigidas da obra. Ele recebe cargas repetidas, abrasão, movimentação intensa, impactos localizados, agentes agressivos e, em muitos casos, exigências estéticas maiores do que as pessoas imaginam.

Preparo de piso de concreto em galpão industrial
Preparo de piso de concreto em galpão industrial. Imagem para ilustrar a importância da base e do planejamento executivo.

O que define um bom piso industrial de concreto?

Um bom piso industrial é aquele que atende ao uso previsto, suporta as cargas de serviço, aceita o acabamento necessário e entrega durabilidade real. Isso parece óbvio, mas muita obra falha justamente por não transformar essas exigências em projeto, especificação e controle de execução.

Antes da concretagem

  • Definir uso real do piso e intensidade do tráfego
  • Conhecer as cargas distribuídas e concentradas
  • Estabelecer exigência de planicidade e nivelamento
  • Definir juntas, reforços e tratamentos superficiais

Durante a execução

  • Controlar base, espessura e lançamento
  • Garantir adensamento e acabamento adequados
  • Executar cortes no momento correto
  • Fazer cura eficiente para evitar perdas precoces

Etapas que mais influenciam o desempenho do piso

1. Base bem preparada

Não existe piso excelente apoiado sobre uma base ruim. A regularização, compactação e uniformidade da base são decisivas. Quando essa etapa falha, o concreto acaba pagando a conta depois, mesmo que o traço seja bom.

2. Concreto compatível com a execução

O concreto precisa atender ao desempenho final, mas também precisa “trabalhar bem” no estado fresco. Não adianta um concreto com boa resistência no papel e comportamento ruim na obra, dificultando lançamento, adensamento, nivelamento e acabamento.

3. Acabamento no tempo certo

O acabamento superficial é uma fase crítica. Ele depende da janela correta de intervenção, de mão de obra experiente e de equipamentos compatíveis com o porte da obra. Aqui entram desempenadeiras mecânicas, acabadoras e o controle do fechamento superficial conforme o tipo de uso do piso.

Power trowel usado no acabamento de concreto
Equipamento de acabamento superficial do concreto (“power trowel” ou “helicóptero”).

4. Juntas bem planejadas

Muita patologia em piso industrial começa nas juntas. Quando elas são mal posicionadas, mal cortadas ou mal seladas, surgem fissuras aleatórias, esborcinamento de bordas e desconforto de tráfego. Junta não é detalhe: é parte do sistema.

Junta serrada em piso de concreto
Exemplo de junta serrada em piso de concreto, importante para controlar a retração e induzir o local da fissuração.

5. Cura e proteção superficial

Cura mal feita ainda é um dos erros mais caros em pisos de concreto. A perda prematura de umidade compromete a superfície, favorece retração e prejudica o desempenho do piso. Dependendo do uso, também pode ser interessante empregar endurecedores, densificadores ou vitrificadores para elevar a resistência superficial e reduzir poeira.

Máquina para polimento e tratamento de piso de concreto
Equipamento utilizado em tratamento e polimento de pisos de concreto, útil em acabamentos com exigência maior de desempenho superficial.

Erros que custam caro em pisos industriais

  • Subestimar a importância da base e do subleito
  • Especificar concreto sem pensar no método executivo
  • Ignorar tolerâncias de planicidade e nivelamento
  • Tratar junta como simples corte, sem planejamento
  • Atrasar a cura ou executar cura deficiente
  • Escolher acabamento incompatível com o uso real do galpão
Na prática: o piso industrial começa a dar problema muito antes da primeira fissura aparecer. Ele dá problema quando decisões importantes são empurradas para a obra, em vez de serem resolvidas no projeto e na especificação.

Conclusão

Piso industrial de concreto não deve ser analisado apenas pela resistência do material. O desempenho real depende de uma sequência técnica bem coordenada: planejamento, base, concreto, execução, juntas, acabamento e cura. Quando isso é tratado com seriedade, o resultado aparece na operação, na durabilidade e no custo de manutenção ao longo da vida útil.

Em resumo, um bom piso industrial não nasce por acaso. Ele é construído com decisões corretas desde o primeiro dia.

“Muita gente acha que piso industrial é só lançar concreto e acabar bem. Não é. Base, juntas, acabamento e cura mudam tudo. Veja os pontos que realmente definem um piso de alto desempenho.”
Créditos das imagens
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CONCRETAGEM DE PISO INDUSTRIAL: O PLANEJAMENTO DA EXECUÇÃO

Piso industrial de concreto: os erros que causam fissuras, desgaste e retrabalho na obra — e como evitar

Do projeto ao corte das juntas, veja os cuidados que realmente fazem diferença no desempenho, na durabilidade e na qualidade final de um piso industrial.

A execução de um piso industrial de concreto exige muito mais do que apenas lançar e acabar o concreto. Para que o piso tenha boa durabilidade, suporte cargas elevadas, permita tráfego seguro de equipamentos e apresente bom desempenho ao longo do tempo, é indispensável que exista planejamento, compatibilização entre os envolvidos e controle rigoroso da execução.

Em pisos industriais, qualquer falha costuma aparecer cedo: fissuras fora de controle, empenamentos, recalques, desgaste superficial, problemas de nivelamento e manutenção prematura. Por isso, um bom resultado começa muito antes da concretagem.

1. O bom piso industrial começa no projeto

O projeto de um piso industrial precisa considerar, de forma objetiva, os pontos que realmente definem o desempenho da estrutura:

  • controle da fissuração;
  • prevenção de empenamentos e recalques;
  • tolerâncias superficiais;
  • resistência à abrasão e a agentes químicos;
  • custo de manutenção ao longo da vida útil.

Em outras palavras, um piso industrial bem executado nasce de um projeto bem pensado.

Composição típica do piso industrial Placa de concreto Barreira de vapor Sub-base compactada Subleito regularizado

Composição típica de um piso industrial: placa de concreto, barreira de vapor, sub-base compactada e subleito regularizado.

2. Reunião técnica reduz improvisos e retrabalho

Antes do início dos serviços, vale a pena reunir todos os envolvidos: projetista, executor, gerenciador, concreteira, controle tecnológico e demais responsáveis.

Essa etapa é decisiva porque alinha o entendimento sobre:

  • o que será executado;
  • como será executado;
  • em que sequência será executado;
  • quais controles serão adotados.

Quando isso é bem definido logo no começo, a obra tende a fluir com menos improvisos, menos conflitos e menos retrabalho.

3. A placa-teste ajuda a evitar prejuízos

Uma prática muito interessante é executar uma placa-teste antes da produção definitiva. Ela funciona como um ensaio geral da obra.

Com isso, a equipe consegue validar na prática:

  • o desempenho do concreto;
  • a sequência de lançamento e acabamento;
  • a qualidade do nivelamento;
  • o comportamento do acabamento superficial;
  • o ritmo correto de corte das juntas.

Além disso, a placa-teste passa a ser uma referência visual e técnica para a execução do restante do piso.

4. O subleito é a base do desempenho

Não existe piso industrial de qualidade sobre uma base mal preparada.

O subleito precisa apresentar resistência adequada, boa compactação e nivelamento compatível com as espessuras previstas em projeto. Quando essa etapa é negligenciada, aumentam muito os riscos de recalques diferenciais, perda de desempenho e patologias futuras.

Por isso, o controle dessa fase deve verificar, no mínimo:

  • resistência do subleito;
  • grau de compactação;
  • regularidade da superfície;
  • cotas para recebimento da sub-base.

5. A sub-base precisa ser executada com rigor

Depois do subleito, vem a sub-base, normalmente executada com material granular, brita, cascalho laterítico ou solo-cimento, conforme a solução adotada em projeto.

Nesta fase, três pontos merecem atenção especial:

  • espessura executada;
  • compactação;
  • nivelamento.

Uma sub-base mal executada compromete diretamente a uniformidade de apoio da placa de concreto.

6. Barreira de vapor e camada deslizante não devem ser improvisadas

Em muitos casos, a umidade ascendente pode comprometer o comportamento do piso e reduzir sua vida útil. Por isso, a adoção de barreira de vapor ou camada deslizante deve seguir rigorosamente o que foi definido pelo projetista.

A solução mais comum costuma ser a utilização de lona de polietileno sob a placa, mas esse item não deve ser alterado em obra sem aprovação formal do projeto.

7. Formas e nivelamento precisam ser levados a sério

Com a base pronta, entra a etapa de assentamento das formas. Aqui, improviso custa caro.

Formas desalinhadas, deformadas ou mal niveladas prejudicam o acabamento e podem comprometer tolerâncias do piso. Em obras com exigência elevada de planicidade e nivelamento, o controle com equipamento ótico ou nivelamento a laser é altamente recomendável.

Plano de nivelamento Equipamento Régua / cabeçote Exemplo esquemático de nivelamento do piso

O controle do nivelamento é um dos fatores mais importantes para o desempenho funcional do piso industrial.

8. O posicionamento das armaduras exige atenção

Quando o piso utiliza armaduras convencionais, o seu posicionamento correto é essencial. O uso de espaçadores adequados ajuda a manter a armadura na cota prevista e evita perda de eficiência do sistema.

Na prática, isso vale tanto para armaduras inferiores quanto para armaduras superiores.

Em muitos casos, também se adota concreto reforçado com fibras, especialmente quando se busca maior produtividade e redução das etapas de armação. É uma solução que pode trazer vantagens executivas importantes, desde que esteja prevista e dimensionada adequadamente.

9. Concretagem: lançamento, adensamento, nivelamento e acabamento

Chegada a concretagem, a execução deve seguir uma sequência bem controlada.

Lançamento

O lançamento precisa ocorrer de modo compatível com o plano de execução, evitando segregação e excesso de movimentação do concreto.

Adensamento

Nos pisos industriais, o adensamento costuma ser feito preferencialmente por vibração superficial, complementado por vibradores de imersão quando necessário.

Nivelamento

O nivelamento tem a função de retirar excessos e deixar a superfície na cota prevista. Dependendo do padrão exigido, podem ser utilizadas réguas vibratórias, réguas de alumínio ou sistemas mecanizados, como o Laser Screed.

Acabamento

O acabamento normalmente é feito com acabadoras simples ou duplas, passando pelas fases de flotação e espelhamento, até se obter uma superfície densa e regular.

Existe aqui um cuidado fundamental: não se deve aspergir água sobre a superfície durante o acabamento. Esse procedimento costuma mascarar o ponto correto da operação e pode prejudicar a qualidade final do piso.

Acabamento mecânico do piso Acabadora / alisadora Manete Superfície em acabamento

O acabamento deve ocorrer no momento certo, sem improvisos e sem aspersão de água sobre a superfície.

10. Cura: etapa simples, mas decisiva

A cura é uma das etapas mais negligenciadas em obra e uma das mais importantes.

Ela pode ser úmida ou química, dependendo da solução adotada, e o tempo necessário varia conforme fatores como relação água/cimento, tipo de cimento e condições ambientais.

De modo geral, adota-se um período mínimo de 7 dias, mantendo o piso isolado, sem cargas e com a proteção necessária para o desenvolvimento adequado do concreto.

Sem cura adequada, aumentam os riscos de retração excessiva, fissuração e perda de desempenho superficial.

11. Juntas: o detalhe que evita muitas patologias

O corte das juntas é a etapa final, mas está longe de ser detalhe secundário. O objetivo é induzir a fissuração em locais previamente definidos, reduzindo a ocorrência de trincas aleatórias.

O corte deve ser feito o mais cedo possível, desde que o concreto já tenha resistência suficiente para evitar esborcinamento das bordas. Quando esse esborcinamento aparece, o procedimento correto é aguardar mais um pouco e retomar o corte depois.

Depois do corte, o tratamento e a selagem das juntas ajudam a proteger as bordas e aumentam a vida útil do piso, sobretudo em áreas com tráfego intenso.

Corte de juntas para controle de fissuração Painéis definidos pelas juntas Juntas serradas

O corte das juntas no momento correto ajuda a controlar a fissuração e reduzir patologias futuras.

Conclusão

Um piso industrial de qualidade não depende apenas de um bom concreto. Ele depende de um conjunto de decisões corretas, desde o projeto até o tratamento das juntas.

Quando há estudo preliminar, alinhamento técnico entre os envolvidos, preparo adequado da base, controle de concretagem, cura bem executada e atenção às juntas, o resultado tende a ser um piso mais durável, mais seguro e com menor custo de manutenção.

Em outras palavras: no piso industrial, planejamento e execução caminham juntos.


Leia também: 3 soluções para pisos industriais de alto desempenho.

Marcador sugerido: Pisos Industriais

Tags: pisos industriais, piso de concreto, concretagem, juntas de piso, cura do concreto, sub-base, laser screed, fibras de aço, piso industrial de concreto

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Como fazer para amarrar o arame?

Temos abaixo seis tipos de amarrações com arame recozido. Seu uso varia de acordo com o tipo de produto que está sendo fabricado.


1. Laço Rápido: Trata-se de passar na diagonal de arame em torno dos dois ferros, com os dois pontos para cima, para, em seguida, torcê-los com uma torques até que eles são apertados, cortando as pontas sobras ou curvá-los para dentro. Este tipo de laço é o mais comum em lajes e peças planas.

2. Duplo fio de amarração: é uma versão semelhante à anterior, mas neste caso, o arame é dobrado utilizado para suportar os ferros de maior diâmetros , os mais pesados

3. Amarre de abraçadeira: este de um tipo muito eficaz, mas relativamente complicado, mas não tem o mesmo efeito de torque nas travessas, é utilizado em armaduras de tubos de concreto e em vigas para pontes. Neste tipo de amarração, o fio é passado em torno do meio de um dos ferros, causando uma abraçadeira com meia volta para ambos os lados, em seguida, ambas as extremidades suportar no outro ferro, puxando-os para a frente e abraçar o primeiro ferro, onde as extremidades são torcidas para cortar o excesso.

4. Amarre de Paredes : É um laço em que você passar o fio ao redor da barra vertical do cruzamento, dando-lhe voltas e meia, passando diagonalmente em torno da interseção e torcendo as duas extremidades juntos, até que a união fique firme para depois fazer o corte.

5. Amarra torcido: Uma variedade do amarre de abraçadeira, mas mais firme e é usado, geralmente em grades ou grelhas pesados onde devem ser levantados por uma grua ou de outro equipamento. Neste caso, o fio faz uma volta completa em torno de uma barra, em seguida, proceder a rodear o cabo de amarração e que deve passar sobre a outra barra, em paralelo ou em diagonal e torcendo as duas extremidades para dar o corte.

6.Laço transversal: Este laço em forma de 8, tem a vantagem de causar pouco ou nenhum escorregamento das barras.

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Control-CA Versão basica

 

Chegamos agora à fase final do lançamento do Control-CA , o aplicativo de blog para gerenciamento de controles de aceitação de materiais estruturais .

Antes de encerrar esta apresentação, quero dar a vocês a oportunidade de experimentar o aplicativo em primeira mão , sem qualquer compromisso.

A partir de hoje, você pode baixar a versão BÁSICA gratuitamente.

Disponibilizei uma versão BASIC gratuita do Control-CA , projetada para:

  • Explore a interface do aplicativo;
  • Compreender a lógica de funcionamento ;
  • Avalie se a ferramenta é adequada à sua forma de trabalhar.
A versão BASE pode ser baixada gratuitamente e usada como ambiente de avaliação. Você pode acessar o download gratuito e direto através do seguinte link :

Baixe a versão BASE do Control-CA (clique aqui) >>


Control-CA Base vs. Premium: Eis as diferenças

A versão Básica inclui recursos limitados em comparação com a versão Premium . A versão Premium, objeto da oferta introdutória, inclui:

  • Gestão completa dos controles de aceitação em concreto e aço;
  • Geração automática de relatórios em formato PDF;
  • geração de modelos de relatórios de amostragem ;
  • Gestão avançada do arquivo de controle e dos resultados dos testes laboratoriais ;
  • Sistema de licenciamento com transferência autônoma entre dispositivos;
  • Todas as funcionalidades que mostrei nas newsletters dos últimos dias (você pode encontrá-las listadas na página oficial do aplicativo ).
A versão BÁSICA é para avaliação , a versão Premium é para uso real .

Últimos dias antes do término da oferta de lançamento

Estamos realmente ficando sem tempo . Lembro que a oferta de lançamento da Control-CA é válida somente até 5 de janeiro . Você pode aproveitá-la no seguinte link:

Baixe o Control-CA (clique aqui) >>

Se você está pensando em usar o aplicativo, agora é um bom momento para experimentá-lo e tomar uma decisão informada.
No meu próximo e-mail, na segunda-feira, 5 de janeiro, encerrarei oficialmente a fase de lançamento.

Até breve,
Marco
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Control-CA : o novo aplicativo

 

Faltam apenas alguns dias para o lançamento do Control-CA , o novo aplicativo para gerenciar as verificações de aceitação de materiais estruturais em canteiros de obras.

Antes de revelar outros recursos da mais recente adição ao blog, neste e-mail quero abordar um tópico relacionado a testes de aceitação concretos, especificamente os testes do tipo B. Analisaremos em detalhes quando eles são necessários e como realizá-los.

Boa leitura!

Controles do tipo B em concreto: o elemento discriminante

Os controles de aceitação em concreto estrutural são divididos em dois tipos: tipo A e tipo B. A característica distintiva que permite identificar o tipo de controle a ser realizado é o volume de mistura homogênea de concreto necessário para a construção de toda a obra .

O Regulamento Técnico estabelece o volume limite que permite identificar o tipo de controle em 1500 m³ . Em resumo:
  • Se a construção de toda a obra exigir um volume de mistura de concreto homogêneo menor ou igual a 1500 m³ , serão realizadas várias verificações do tipo A , cada uma realizada em um máximo de 300 m³ ;
  • Caso a construção de toda a obra exija um volume superior a 1500 m³ , serão adotados controles do tipo B.
Um volume de concreto igual ou superior a 1500 m³ é geralmente alcançado em obras estruturais de grande escala , não se aplicando à construção comum .

Vou dar alguns exemplos de obras que podem ser caracterizadas por volumes de concreto desse tamanho:
  • Infraestrutura ( pontes, metrô, túneis, etc. )
  • Obras hidráulicas ( barragens, bacias de retenção, tanques industriais, docas portuárias, etc. )
  • Obras industriais ( usinas de energia, estações de tratamento de água ou de resíduos, etc. )
  • grandes edifícios de vários andares ( arranha-céus de média a alta altura, hospitais, centros comerciais, etc. )

Controles de aceitação do tipo B: como usar a abordagem estatística

Na construção de obras estruturais que requerem o uso de mais de 1500 m³ de mistura homogênea de concreto. O controle estatístico de aceitação é obrigatório.

Os resultados experimentais podem ser interpretados utilizando métodos abrangentes de análise estatística , assumindo a lei de distribuição mais apropriada. Normalmente, adota-se uma distribuição probabilística normal (ou gaussiana) — o clássico gráfico em forma de sino , por assim dizer.

A partir dos valores de resistência à compressão obtidos nos ensaios de compressão dos corpos de prova de concreto, são calculados o valor médio , o desvio padrão , o coeficiente de variação ( razão entre o desvio padrão e o valor médio ) e os valores de resistência correspondentes aos percentis de 5% e 1% da distribuição normal.

Verificações do tipo B: execute-as rapidamente no Control-CA

Graças ao aplicativo Control-CA , você pode realizar testes estatísticos de aceitação automaticamente , fornecendo como entrada os resultados dos testes de resistência realizados nos corpos de prova de concreto.

Você receberá um relatório detalhado sobre o controle de volume, a adequação de cada retirada e o resultado geral da verificação de aceitação.

Você também poderá visualizar o gráfico da distribuição normal ( ou gaussiana ) calculado com base nos resultados dos seus testes e os histogramas das distribuições de densidade de probabilidade reais.

Faltam poucos dias: Control-CA está chegando!

Estamos quase lá. Faltam apenas 4 dias para o lançamento do novo aplicativo Control-CA. O download estará disponível em breve. A partir de segunda-feira, 22 de dezembro . Reserve a data!

Graças ao Control CA, você pode gerenciar verificações de aceitação tanto para concreto do tipo A quanto do tipo B.

Você poderá arquivar os resultados dos testes de resistência para cada verificação realizada e analisar os resultados utilizando a abordagem estatística para verificações do tipo B.

Um assistente irá orientá-lo no processo de determinação do número de testes e verificações a serem realizados de acordo com as normas técnicas vigentes, evitando assim erros .

Na segunda-feira, 22 de dezembro, você receberá um e-mail com um link exclusivo para download e poderá aproveitar a oferta de lançamento, válida por apenas alguns dias.

Como sempre, fique de olho na sua caixa de entrada.

Falaremos novamente em breve.
Marco
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Control-CA

 

Bom dia Ruy Guerra,

Esta semana, vamos discutir os testes de concreto fresco na obra. Especificamente, abordaremos um teste simples e rápido: o teste de abatimento . Descobriremos o que é, como realizá-lo e por que ele pode ser muito útil para avaliar a adequação do concreto na obra.

Antes de abordarmos o tema desta semana, vou dar uma breve prévia de uma novidade que estará disponível em breve.

Simplifique suas tarefas de gerenciamento de construção: Control-CA estará disponível em breve!

Tenho o prazer de anunciar que o Control-CA , o novo aplicativo para gerenciar verificações de aceitação de concreto e aço em canteiros de obras, registrar resultados de testes de resistência e gerar relatórios de amostragem e outros relatórios , será lançado em breve.

A gestão das verificações de aceitação pela Gestão de Construção é um tema que me é particularmente caro. Nos últimos meses, tenho trabalhado num novo recurso concebido para simplificar o trabalho dos técnicos que gerem a Gestão de Construção e são responsáveis ​​por garantir a correta execução das verificações de aceitação dos materiais estruturais na obra. Darei mais detalhes no final deste e-mail.

Teste de abatimento: a consistência do concreto medida em alguns passos simples.

ensaio de abatimento é um teste rápido , simples e barato que pode revelar a consistência do concreto fresco. Ele permite determinar se o concreto que chega à obra está de acordo com o traço especificado e se é adequado para os elementos estruturais a serem construídos.

Para realizar o ensaio de abatimento , utiliza-se o cone de Abrams . Cone metálico truncado padronizado com 30 cm de altura, diâmetro da base de 20 cm e diâmetro do topo de 10 cm.

Para realizar o teste o cone está preenchido três camadas sucessivas , compactando cada camada com 25 tiros do pilão.

Em seguida, o cone é removido verticalmente e mede-se o abatimento do concreto, ou seja, a diferença de altura entre o cone e o ponto mais alto do concreto desmoronado, para avaliar sua consistência e trabalhabilidade .

A subsidência medida permite identificar a classe de consistência do concreto. Abaixo estão as possíveis classes de consistência e as faixas de subsidência relativas no cone que as definem:
  • S1 (Úmido) : 0-40 mm
  • S2 (Plástico) : 50-90 mm
  • S3 (Semifluido) : 100-150 mm
  • S4 (Fluido) : 160-210 mm
  • S5 (Superfluido) : >220 mm
Identificar a classe de consistência do concreto fresco permite determinar se ele é adequado para uma aplicação específica. Por exemplo, a concretagem de rampas inclinadas ou telhados exigirá um concreto de consistência semifluida (S3), enquanto a concretagem de vigas com armadura de baixa folga ou juntas viga-pilar com altos níveis de armadura exigirá um concreto de consistência superfluida (S5).

Control-CA: o novo aplicativo para gerenciar verificações de aceitação em materiais estruturais.

O novo aplicativo Control-CA estará disponível para download na segunda-feira, 22 de dezembro .

Na newsletter da próxima semana, contarei em detalhes todas as novidades, mas já posso adiantar que será possível:
  • Registrar testes no local de forma rápida e organizada;
  • Arquiva automaticamente os cheques e baixa relatórios claros;
  • Tenha sempre à mão os valores de referência e os requisitos regulamentares .
Chega de folhas espalhadas , planilhas desorganizadas ou dados perdidos em alguma pasta do seu computador. Você terá todas as suas informações organizadas e armazenadas de forma orgânica e sistemática.

Um assistente irá orientá-lo no processo de determinação do número de testes e verificações a serem realizados de acordo com as normas técnicas vigentes, evitando assim erros .

Por enquanto, não vou revelar mais nada, mas se você trabalha com verificações de aceitação em canteiros de obras, garanto que o Control-CA será muito útil.

Até segunda-feira que vem. Revelarei mais detalhes.
Tenha uma boa semana!

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