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Consequencias negativas da exudação


Forma particular de segregação ascensão da água de amassamento à superfície do concreto.

Exsudação por canais localizados sempre prejudicial;

- heterogeneidade;
- da permeabilidade;
- da resistência.
- típica de misturas pobres em agregados finos.

Exsudação normal ocorre uniformemente em toda a superfície do concreto.



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Como aprender em uma fábrica de pré-fabricados?

Pode parecer estranho algumas publicações que tenho feito nos marcadores de Gestão, "A Fabrica",
mas o aprendizado se começa de algum ponto e então como fazer um estudo? Que tal traçar um plano de ação ?

Vamos começar assim:

Para cada contra medida constante do plano de ação, deverá ser definido o “5W2H”. 

O QUE (“WHAT”) será feito, 
QUANDO (“WHEN”) será feito, 
QUEM (“WHO”) fará, 
ONDE (“WHERE”) será feito, 
POR QUE (“WHY”) será feito e 
COMO (“HOW”) será feito e 
qual será o CUSTO (“HOW MUCH”).

Para se iniciar um estudo dentro de uma indústria de pré-fabricados de concreto e se deseja obter sucesso deve-se partir para o PLANEJAMENTO. Este planejamento deve fazer parte da prática diária de a indústria . Pois através de sua prática é que poderá atingir níveis de qualidade de gestão de processos que farão sua indústria verdadeiramente competitiva.
 
a. o quê? (What?)
b. onde? (Where?)
c. quando? (When?)
d. quem? (Who?)
e. por quê? (Why?)
f. como? (How?)
g. quanto? (How much?)

Para gerenciar um planejamento de uma indústria de artefatos de cimento então teremos como perguntas:

a. O que deve ser feito?
b. Onde a solução será implantada?
c. Quando será feito? Com o cronograma das ações.
d. Quem será o responsável pela sua implantação?
e. Por que foi definida esta solução? Definindo o resultado a ser esperado
f. Como vai ser implantada a ação? Defina as etapas com suas descrições.
g. Quanto vai custar?

Que tal dar um passo e responder estas perguntas?

Mas como fazer isso tudo? 
Resposta: OBSERVANDO

O texto abaixo pode parecer que não tem nada com este assunto mas siga estas instruções: 

leiao texto abaixo e reflita e depois,
leia esta publicação do inicio mais uma vez e 
releia o texto abaixo e pense dessa vez em como seria uma observar dentro de sua fábrica

Veja tudo em volta analise cada pessoa e o ambiente. 
Veja os movimentos de cada um, pode ser melhorado?
Os tempos podem ser cronometrado? 
Pode ser feito mais trabalhando menos
As ferramentas estão no lugar que deveriam estar? 
Pode-se fazer novas ferramentas e diminuir o trabalho? 
Será preciso fazer este movimento que ele está fazendo? ou pode fazer outro movimento melhor que este? 
A betoneira está trabalhando? Porque não? o que está errado? 
O que precisa ser feito para a betoneira não parar? 

Sempre lembrar:
Volume de concreto = Faturamento 
e pensando como Engenheiro se volume de concreto é igual a zero teremos zero de faturamento
Isso diz TUDO

É assim que eu entro em uma fabrica e começo a ver tudo é a regra um: OBSERVAR!!!

Depois iremos para outro passo, ou mesmo um exemplo.

Eng Ruy Serafim de Teixeira Guerra 



Não basta estar atento a tudo. É preciso saber analisar e encontrar necessidades não atendidas

Por Marcos Hashimoto*
 Divulgação
Não ia demorar muito para surgir empresas que perceberam as oportunidades trazidas pela nova lei da empregada doméstica. Bastou ver alguns depoimentos de donas de casas confusas e desorientadas que logo apareceram bons modelos de negócios com propostas para resolver esses problemas, todos com a mesma lógica: “Não se preocupe com essa nova lei; nós nos preocupamos por você.”
Para identificar boas oportunidades de negócio como essa, o empreendedor ou futuro empreendedor precisa sempre estar atento ao que acontece à sua volta, ao noticiário, ao bate-papo de corredor, ao que é disseminado nas redes sociais. Isso tudo já é meio óbvio; consta da cartilha de qualquer um que está aprendendo a identificar oportunidades.
Mas vou falar hoje sobre uma técnica que muitos reconhecem que é necessária, embora poucos saibam praticar de forma sistemática e estruturada – a observação. Existem vários tipos de observação, mas vou me ater aos dois mais básicos: de pessoas e de ambientes.
Observar pessoas é uma arte que só se adquire e se refina com a prática. Comece observando pessoas em lugares públicos. Sente-se em uma praça ou em um café e veja as pessoas, como se vestem, como se movimentam. Não tenha pressa. A observação nada mais é do que a prática do olhar, mas de forma sistemática e buscando atingir um objetivo específico – neste caso, aprender sobre as pessoas.
Aos poucos você começa a perceber alguns padrões de comportamento, de movimentação e gestos e de códigos de vestimenta. Ao juntar esses padrões você começa a classificar e rotular grupos de pessoas. Assim, os “velhos” tendem a ser mais lentos, mais meticulosos e austeros. Os gays se movimentam mais, têm mais trejeitos e se vestem de forma mais moderna. Crianças são espontâneas, ativas e impacientes.
Comece a mudar os contextos e veja as diferenças. Vá a um restaurante fino, mude para uma fila de supermercado, repare em que tipo de pessoa vai a estádios de futebol. Com o tempo você começa a perceber outros sinais mais particulares e descobrirá, por exemplo, que corintianos são diferentes de palmeirenses (obviamente não só vendo a cor da camisa!) ou que classe B e classe C têm hábitos de compra diferentes.
Se puder, avance mais um passo no seu aprendizado e repare a riqueza das expressões faciais. Você aprenderá a lê-las e descobrirá que nem sempre as palavras ditas correspondem ao que os rostos revelam. Isso levará mais tempo, mas é possível aprender a ficar bom nesse exercício.
Antes de aprender a observar expressões faciais, talvez seja mais relevante aprender a observar ambientes. Em cada lugar que você for, preste atenção nos detalhes, sobretudo naqueles que você nunca havia reparado antes. Assim, em um consultório, veja se existe um relógio e onde fica. Na casa de um amigo, repare na decoração, o que ele escolhe para deixar exposto publicamente ao receber visitas e procure imaginar o que você pode dizer sobre a pessoa a partir desses objetos. Em um restaurante, procure saber onde ficam as saídas de emergência e se há extintores de incêndio.
Com o tempo, você vai aprender a entender o ambiente de forma integrada, pelo seu conjunto, pela forma como as coisas (objetos, móveis etc.) estão dispostas para um determinado fim. Nesse momento, você estará pronto para o passo mais importante: descobrir as interações entre as pessoas e o ambiente. E é aí que você começará a perceber as oportunidades.
Comece a observar essas relações, sempre de forma descompromissada, inconsequente, desinteressada. Procure se ater à forma como as pessoas interagem com o meio. Uma criança colocando o cachorro para fora de casa, um pai ensinando o filho a empinar a pipa, um policial revistando um torcedor na entrada do estádio, um barman servindo uma bebida a um cliente no balcão. Todas as situações são muito interessantes. Em todas elas, os móveis, os objetos, os espaços foram construídos para facilitar a execução de uma função.
Passe então a fazer analogias. Uma pessoa acende uma lareira do mesmo jeito que acende uma churrasqueira? A sala de espera de um consultório tem a mesma dinâmica que uma sala de embarque de aeroporto? A cozinha do McDonald’s se parece com a linha de produção de uma fábrica?
E então a imaginação começa a trabalhar instintivamente: 
Uma cama no topo de uma árvore tornaria mais divertida a tarefa de mandar as crianças dormir? 
Eu teria mais chances de vender alhos nos semáforos se entregasse junto uma flor para o marido dar à sua esposa? 
Ter um animal de estimação força as pessoas a praticarem mais exercícios? 

E assim por diante. Novas ideias, novos produtos, novos modelos de negócios começam a aflorar quando ensinamos nosso cérebro a ligar os pontos entre as várias coisas que fomos observando. A grande maioria não dá em nada mesmo, talvez algumas risadas apenas, mas o importante é o mecanismo mental que se cria. Conectar pontos é a chave! 

Assim, as oportunidades estão em todo o lugar. Boas ideias podem surgir da dificuldade de uma senhora idosa para pegar um produto na prateleira mais alta de um supermercado, da impaciência do motoboy na fila do banco, da menina desastrada tentando manusear um abridor de latas, da confusão de um estrangeiro dirigindo um carro alugado no centro de São Paulo, da insegurança de uma dona de casa para compreender as novas leis que regulam a relação trabalhista com seus empregados.

Não basta estar atento a tudo. É preciso saber analisar de uma forma holística e integrada, buscando as conexões, ligando os pontos, procurando os “buracos” que não se encaixam. As melhores oportunidades estão nesses “buracos”, pois há grandes indícios de ser uma necessidade não atendida. Tenha paciência para que os resultados venham e torne a observação uma prática exercitada constantemente, em qualquer circunstância. Ah! E, por último, cultive o hábito de carregar sempre um caderninho de anotações com você (o celular pode servir também). Anote lá todos os insights que tiver, mesmo os que não derem em nada, pois esses ainda podem inspirá-lo a ter aquela grande ideia amanhã!
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Vídeos da nova laje treliçada

Veja os vídeos com montagem.

Em obra e numa uma fabrica o novo tipo de treliça.

Vendas o contato é com Paulo Cézar da Premoldados PC : tel (81)-91077878







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Obrigado aos Engenheiros do "BAR DA ENGENHARIA"

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Participe deste compartilhamento com trocas de ideias com os Engenheiros Italianos.

Entre e se inscreva no Fórum "BAR DA ENGENHARIA" :

http://bar-ingegneria.forumfree.it/?f=921323

Os engenheiros Italianos deste Fórum participam ativamente e fornecem uma visão de como se faz construções no seu país.Veja você mesmo no Fórum entre e participe.

O assunto que discuto já teve mais de 1000 acessos em poucos dias..

Estamos muito atrasados, construindo no local de obra, e se o custo final é mais baixo com pré-fabricados?? A tecnologia que adquiriram acredito que foi COMPARTILHANDO.

Quero agradecer aqui aos Engenheiros Italianos, fui bem muito recebido e estou sendo muito bem tratado por todos. O dialogo entre todos é muito produtivo. 

E como diz o Eng Afazio :    Compartilhar é poderoso

Eng Ruy Serafim de Teixeira GuerraElemento strutturale prefabbricato in cemento armato SISTEMA PLURIPIANO IPERSTATICO - APE
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Que novidade em laje treliçada !!!

Por enquanto mostro umas fotos e em outra publicação mostro um vídeo deste novo sistema.

Vendas o contato é com  Paulo Cézar da Premoldados PC :  tel (81)-91077878

Muitas vantagens só é pensar um pouquinho. As formas são de plástico.















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Casa feita com bactérias





Casas do futuro poderia ser parcialmente construído com bactérias. Parece ficção científica, mas pesquisadores espanhóis estão trabalhando para tornar isso uma realidade concreta. . Ela começa com um tipo comum de bactéria do solo que está sendo revitalizada em uma mistura de uréia e nutrientes a uma temperatura constante, de cerca de 30 graus Celsius Piero Tiano disse euronews Como funciona: "Dentro desta mistura, bactérias começa a se desenvolver, pois elas basicamente crescem em grande número. 

A bactéria tem de chegar a uma determinada quantidade para fazer cimento. Depois de cerca de três horas de fermentação, o nosso mix está pronto para o uso ". Os cientistas, em seguida, adicione as bactérias revitalizadas para uma mistura de areia, resíduos de cimento industrial ea cinza de casca de arroz. Cement contas de fabricação de cerca de cinco por cento das emissões globais de carbono, dizem os pesquisadores. 

Este projecto pretende provar que, um cimento ecológico mais verde é possível. O que quer que as aplicações finais, os pesquisadores esperam que o novo material poderia ser uma realidade em canteiros de obras europeias em menos de uma década. 

Leia mais: http: //www.euronews. com / 2014/10/20 / bu ... euronews conhecimento traz-lhe um novo mix de mais interessantes know-how do mundo, diretamente do espaço e sci-tech especialistas. 

Inscreva-se para a sua dose de espaço e sci-tech: http: //www.youtube.com/subscription_c ... 

Feito pela euronews, o canal de notícias mais visto na Europa.

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Bio-Concreto



Apesar de ser o material de construção mais usado do planeta, há humanidade tenta há alguns milênios encontrar formas de tornar o concreto mais durável. Mesmo quando misturado com outros compostos ou é reforçado, todo concreto racha. E, em alguns casos, as rachaduras fazem a estrutura entrar em colápso.
Mas pesquisadores da Universidade de Tecnologia de Delft, na Holanda, afirmam ter encontrado a solução para esse problema na biologia. Uma equipe de cientistas, liderada pelo professor Henk Jonkers, criou o que batizaram de bioconcreto, uma espécie de concreto que se conserta sozinho utilizando bactérias.
O bioconcreto é misturado como o concreto convencional, mas com um ingrediente adicional chamado pelos pesquisadores de "agente de cura". Esse agente fica intacto durante a mistura, sendo ativado apenas se o concreto racha e sofre infiltrações.
O microbiólogo Jonkers começou a trabalhar no bioconcreto em 2006, quando um engenheiro perguntou a ele se era possível usar bactérias para criar um concreto que se autopreenchesse.
Demorou três anos para que Jonkers resolvesse o problema. "Precisávamos de bactérias que sobrevivessem às condições extremas do concreto, muito secas", afirma Jonkers. O concreto é um material extremamente alcalino e a bactéria precisa ficar em hibernação por anos antes que seja ativada pela água.
bioconcreto
Jonkers escolheu bacilos para o trabalho, pois eles conseguem se reproduzir em condições alcalinas, produzindo esporos que sobrevivem por décadas sem comida ou oxigênio.
"O próximo desafio não era apenas fazer a bactéria permanecer viva, mas também fazê-las produzirem calcário, o material de reparo para o concreto", explica o cientista. 
Para produzir calcário, os bacilos precisam de uma fonte de alimento. Açúcar foi uma das opções consideradas, mas ele faria o concreto ficar mole e fraco. Jonkers escolheu lactato de cálcio, colocando-o ao lado das bactérias dentro de cápsulas feitas com plástico biodegradável que eram misturadas no concreto ainda molhado.
Quando as rachaduras começam a se formar no concreto, a água entra pelas infiltrações e abre as cápsulas. Então, a bactéria germina e se alimenta com o lactato. Ao fazer isso, elas combinam o cálcio com íons de carbonato para formar o calcário que irá preencher as rachaduras.
Jonkers espera que o biocontreto marque o começo de uma nova era de prédios biológicos. "A natureza fornece muitas coisas úteis e de graça. Esse é um bom exemplo."
Fonte: CNN
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Planilha de como validar um software

Esta é uma publicação que tem uma planilha em Excel para se validar um software e até mesmo uma planilha com um programa, publicada pela Imasters 

Recentemente, no meu trabalho, surgiu a necessidade de definir uma validação formal de requisitos de software. Atualmente no nosso processo, após o levantamento de requisitos, é elaborada uma especificação de requisitos e após a conclusão da mesma, o documento é submetido para avaliação e consenso da área técnica (desenvolvimento) e do cliente.

O objetivo da avaliação da especificação, além de obter o consenso da área técnica e do cliente, também visa uma avaliação da qualidade da especificação, através da atribuição de uma nota. Para o cliente é enviado um formulário por e-mail e na área técnica este formulário é preenchido no próprio Sistema de Workflow da Análise.

O que percebemos é que estava faltando um padrão de validação dos requisitos que servisse de base principalmente para a área técnica. Por conta dessa necessidade efetuei uma pesquisa de métodos de validação de requisitos e estou compartilhando a compilação dos resultados encontrados através desse artigo.

O objetivo da validação de requisitos é descobrir erros nos requisitos documentados. Exemplos típicos de erros são ambiguidades, incompletudes e contradições. Documentos de requisitos são documentos de referência para todas as demais atividades de desenvolvimento.

Consequentemente, erros afetam negativamente todas as atividades posteriores de desenvolvimento. Um erro de requisito descoberto quando o sistema já está implementado e operando exige a revisão de todos os artefatos pelo erro, tais como, código fonte, artefatos de testes e descrições de arquitetura. A correção de erros nos requisitos, quando o sistema já está em produção, implica custos significativos.

Um contrato entre o cliente e o contratado baseia-se frequentemente em documentos de requisitos. Erros críticos em requisitos podem levar ao cumprimento de acordos contratuais, como por exemplo, o escopo de suprimentos e serviços de qualidade esperada ou prazos de conclusão.
Revalidação de requisitos de software

A validação ocorre em um momento específico durante o processo de desenvolvimento, apoiando-se no nível de conhecimento dos avaliadores naquele momento. Durante a engenharia de requisitos, os stakeholders adquirem conhecimentos adicionais sobre o sistema em planejamento.

Consequentemente, uma validação positiva de requisitos não garante que os requisitos ainda continuem válidos em um momento posterior.

Avaliação de requisitos deveria ser realizada várias vezes nos seguintes casos:
  1. Grande quantidade de ideias e tecnologias inovadoras usada no sistema;
  2. Acréscimo significativo de conhecimento durante a engenharia de requisitos;
  3. Projeto de longa duração;
  4. Validação de requisitos realizada muito cedo;
  5. Domínio desconhecido;
  6. Reutilização de requisitos.
  7. Utilização de checklist para a validação

Checklist (ou lista de verificação) é um conjunto de perguntas e/ou afirmações sobre determinada circunstância. O checklist pode ser aplicado sempre que muitos aspectos precisam ser considerados em um ambiente complexo e que nenhum aspecto possa ser omitido.

Uma lista de verificação para a validação de requisitos contém perguntas que facilitam a identificação de erros. O uso de checklists para a validação de requisitos é muito comum na prática. Ele pode especificar uma lista de perguntas a ser estritamente seguida. Essas perguntas devem obrigatoriamente ser respondidas pelo avaliador. A lista de verificação serve como um meio para abordar a validação de forma estruturada.

Aplicar o checklist para a validação de requisitos de maneira bem sucedida depende da maleabilidade e complexidade da lista de verificação. Um grande número de perguntas pode dificultar o uso da lista, pois o avaliador não possui uma visão aprofundada das perguntas, sendo forçado a consultá-la frequentemente.

Recomenda-se, portanto, elaborar uma lista de verificação de tal forma que ela seja mais longa do que uma página. Além disso, perguntas formuladas de forma demasiadamente genérica ou abstrata podem dificultar o uso. Sendo assim, as perguntas devem ser da forma mais precisa possível.
Checklist de requisitos de software

Checklist é uma técnica usada durante Revisões Técnicas Formais (RTF), atividade que garante a qualidade do software. Seus objetivos são:
  1. Descobrir erros de função, de lógica ou de implementação para qualquer representação do software;
  2. Verificar que o software em questão atende aos requisitos especificados;
  3. Garantir que o software foi representado de acordo com padrões pré-definidos;
  4. Garantir que o software seja desenvolvido de maneira uniforme;
  5. Desenvolver projetos mais gerenciáveis.
O checklist ajuda o gerente a coordenar a reunião de RTF e ajuda cada revisor a focar nas características importantes. Os checklists devem ser aplicados a documentos de análise, projeto, codificação, e teste, focando os aspectos e defeitos comuns da fase correspondente. Por exemplo, as questões no checklist para a fase de requisitos devem apontar os problemas e defeitos que podem aparecer nos documentos de especificação de requisitos e correlatos.

Tabela 1 – Características de uma boa especificação de requisitos:
Fonte: Norma IEEE 830-1998.

Tabela 2 – Princípios por trás do manifesto ágil:
Fonte [Agile Manifesto 2011]

Analisando as informações acima e com base nos processo de Analise de Sistema, decidiu-se escolher as características “Não ambíguo”, “Completo” e “Consistente”, pois estas características estão totalmente envolvidas no processo de Análise. As demais características não foram consideradas por estarem relacionadas aos processos de Qualidade e Homologação de Software e neste primeiro momento estes processos não são o foco do estudo.

Segue o modelo de Checklist elaborado com base na análise e compilação de vários modelos encontrados e de acordo com as características elencadas como necessárias para validação da especificação de requisitos, considerando como premissa o cenário de visão do cliente, que visa a validação funcional dos requisitos.

Tabela 3 – Modelo de Checklist de Validação de Requisitos:

Referências:

Padrão IEEE de Especificação de Requisitos de Software – IEEE830
Livro: Fundamentos Da Engenharia De Requisitos

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Literatura da ABCP - Associação Brasileira de Cimento Portland

Cadastre-se no portal da ABCP para ter acesso, clicar no link em azul.  

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Bar da Engenharia



Recebi um e-mail de agradecimento pelo compartilhamento da planilha de protendidos (Ci.A.Pi)  vindo este e-mail da Itália do fórum "Bar de Engenharia" isto é muito gratificante uma vez que tenho sofrido criticas por divulgar conhecimentos e planilhas/programas.


---Mas o que é o Bar da Engenharia? O Engenheiro Afazio da Itália responde:

No fórum você também pode falar sobre outras coisas que não necessariamente afetam nossa profissão, desde que haja respeito para todos. É como em um bar frequentado por engenheiros, mas também por outras pessoas e onde você pode "falar de futebol ou misturas-design, enquanto toma uma bebida confortavelmente.

---O Engenheiro Afazio comenta que compartilhar é  "Colocar TODOS sob a mesma condição de conhecimento" muito nobre e todos do fórum o fazem assim.

---A planilha que divulguei de protendidos (Ci.A.Pi) houve contribuição de diversos engenheiros que "Compartilharam seus Conhecimentos" e pelo histórico começou em janeiro de 2014 e ainda a alteram se houver consenso. Os usuários foram os seguintes:

Zax2013 : designer de algoritmo geral para calcular uma secção complexa. Zax tem adotado o algoritmo em seus programas de cálculo privado e, em seguida, decidiu não compartilhar o seu programa, mas sim a coisa mais importante: Sua ideia 

Afazio  que depois de hesitar por um longo tempo, um dia decidiu tateou traduzida em código VBA ilustrado por Zax 

Giaria : usuário que infelizmente se transformou longe deste fórum, causando perda grave, que acompanhou o processo de traduzir o código, corrigir e adicionando mais recursos para a planilha que estava em desenvolvimento; 

TexItaliano :. Outro usuário do fórum que olhar para a forma de resolver um precopressa seção rede viu uma oportunidade de mudar o papel e trazê-lo para o caso de pré-esforçado 

Cita também que os comentários dos usuários serviu como papel de desenvolvimento desta planilha.Então vejam que houve uma sinergia do grupo de usuários para chegar a um resultado.

--Vamos a alguma explicações do Fórum do Bar da Engenharia:

Todos podem participar deste fórum, e são bem vindos sem nenhuma restrição, podendo inclusive escrever em nossa língua (isto foi liberado pelo Eng Afazio).

Pode-se utilizar um cod-nome e um avatar de foto (eu mesmo utilizo o meu nome e como o avatar o logotipo do Clube do Concreto" o que quer dizer que ninguém sabe quem é a pessoa, é como um encontro em um Bar sem saber os nomes e sim os APELIDOS. Isto torna a pessoa invisível se assim o desejar.

--Eng Afazio diz: para abrir também uma discussão, escolha a seção: 

Frigidarium para temas de engenharia estrutural e mecânica,
Calidarium para agormenti de energia,
Oporothecae se quer propor alguma planilha ou programa,
Simpósio tópicos para se divertir

Agora mesmo estão estudando a norma NBR6118/2014 em diversas questões e comparam com outras normas, um trabalho que merece elogios, também estou tentando entender como é feito os pilares Plupuriano, é o inicio.Veja o que são estes pilares logo abaixo, vou fazer algumas obras (no Brasil é claro) neste estilo e publicarei sobre o assunto.

Resta você participar e ir neste Fórum se inscrever e participar. 


Obrigado a estes engenheiros Italianos por compartilhar seus conhecimentos com todos sem nenhuma restrição, 

Eng Ruy Serafim de Teixeira Guerra







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COMPARTILHAMENTO

O texto que está logo abaixo mostra claramente o meu pensamento sobre “Compartilhamento”. Tento fazer a minha parte, criei o Site do Clube do Concreto para mostrar o que desenvolvi  ao longo de minha carreira e também mostrar o que está sendo desenvolvido em todo o mundo, mas é claro que não deixado de lado o como deve ser feito certo em cada atividade ligada ao concreto e aos pré-fabricados de concreto.

Planilhas devem ser divulgadas com o caráter de aprendizado, as formulas devem ser seguidas e devidamente validadas este é o principio de qualquer bom Engenheiro, pode até ser um erro meu em não explicar de como fazer, mas publicarei  brevemente este assunto de uma forma bem fácil.

Faço a minha parte, atualmente temos aqui na empresa cinco estagiários e ensino tudo que aprendi, quem já trabalhou comigo sabe disso. Ah!! Se cada um fizesse isto!! Seria o mercado formiguinha, no futuro iriamos colher o que plantamos. Tem gente ainda que não pratica o “Compartilhamento” com medo,  porque pode se tornar desastroso se cair o conhecimento em mãos erradas, puxa a que ponto chegamos...

Quando existe uma ocorrência procuro aprender com estes erros, mas não deixo de me sentir corresponsável pelo fato de que poderiam ter ensinado melhor.  Só fico meio desconcertado porque não existe AINDA o dialogo entre os leitores, esta é uma das melhores formas de aprender (aprender todo dia).

Faça uma boa leitura e não deixe de refletir em cada palavra do texto e comece fazendo a sua parte e seja “O ENGENHEIRO” e não “UM ENGENHEIRO”.

Engenheiro Ruy Serafim de Teixeira Guerra
Brasil – Pernambuco - Caruaru



O Princípio de Compartilhar

Geralmente é aceito, entre os pensadores, que um dos maiores problemas que enfrenta hoje o planeta, é o de compartilhar corretamente os recursos da Terra. A gravidade do tema, mais a inexperiência da humanidade ao tratar os problemas globais, conspiram até o ponto de nos deprimir quando nos enfrentamos com as horrendas necessidades que persistem no mundo: o alimento, o combustível, a moradia, a educação, a liberdade de expressão, entre outras.

Às vezes ajuda a clarear nossa compreensão individual sobre as necessidades e as soluções, o olhar este assunto de um ponto de vista mais elevado do que o óbvio nível físico.

Talvez, compreender que o princípio de “compartilhar” tem uma implicação muito mais profunda, pode dar uma dimensão nova à nossa visão. Um aspecto do significado do compartilhar é o de participar, utilizar, experimentar ou desfrutar com os outros sem nenhuma implicação particular de propriedade, simplesmente uso mútuo. Não há nenhuma sugestão de caridade ou de dar algo da nossa propriedade a outro, onde a gratidão está implícita. Existe a firme suposição de que tudo o que é compartilhado não é propriedade de ninguém, mas que pertence a todos. Nenhum dar, nem receber (simplesmente compartilhar aquilo que o planeta nos oferece para o bem-estar de toda a humanidade). Este é um conceito particularmente falso devido ao hábito da propriedade que nós estabelecemos com firmeza. Quando for compreendido pelos homens e mulheres de visão, de todo o mundo, que a meta do correto compartilhar é o maior passo para as corretas relações humanas, este aspecto da vida será mais conscientizado e seriamente estudado.

Pitágoras ensinou a seus discípulos a melhor forma de transmitir certos valores e princípios elevados. Explicou que a raiz da justiça era “aquela através da qual todos os homens poderiam chamar uma mesma coisa de: minha e tua”. Obviamente isto seria possível através da alma, “a alma Una”, ou através de um ponto de vista espiritual ou planetário. Raramente se compreende que compartilhar é, em essência, uma manifestação de síntese e o efeito natural da justiça na sua forma mais clara.

Do ponto de vista global, todos os recursos, todas as terras e toda fonte de energia pertencem à humanidade. Falamos aqui da justiça e do realismo, de um ponto de vista inclusivo. A nova ordem mundial reconhecerá que os produtos do mundo, os recursos naturais do planeta e suas riquezas, não pertencem a nenhuma nação e devem ser compartilhados por todos. Uma próspera e correta distribuição organizada dos produtos da terra: grãos, óleos, etc., assim como os produtos minerais, serão desenvolvidos quando a vida humana se basear na necessidade de cada nação, e sobre seus próprios recursos internos e nas necessidades dos povos. Tudo isso será conseguido quando se tomar consciência da totalidade.

As Nações Unidas instituíram um plano para assegurar um estoque de grãos para assegurar ao mundo o alimento necessário para tempos de más colheitas, ou de desastres naturais. O plano exorta a cento e vinte e sete países a manterem um mínimo de segurança nos estoques de grãos, de acordo com suas circunstâncias, para poder socorrer as áreas golpeadas pela emergência.

O Dr. A H Boerma, primeiro Diretor Geral da Organização Mundial de Agricultura e Alimentação disse: “até que o mundo não formar um estoque suficientemente bem distribuído para prevenir-se em caso de uma grande adversidade”, a humanidade enfrentará a ameaça de um déficit mundial de alimentos, “e este é um processo que poderia levar dois ou mais anos, dependendo da vontade dos países”. É melhor que este plano dependa das Nações Unidas, para que ela possa ter um inventário global das possíveis provisões, do que intentar fazer um estoque central em um só lugar. Quando a rede mundial de computadores for colocada a serviço da realização de um inventário dos possíveis recursos, veremos um uso mais amoroso da tecnologia por parte da humanidade. Planos similares, tais como a Lei da Conferência Oceânica sobre as plataformas marítimas e os planos para a utilização pacífica do espaço exterior, estão sendo desenvolvidos para a distribuição e utilização dos recursos ainda não explorados.

Talvez, o compartilhar como oposto do dar e receber possam ser compreendidos com maior clareza, à luz do velho ditado Sufi, que diz: “que o homem possua somente aquelas coisas que não podem ser perdidas, nem sequer num naufrágio”. Isto elimina quase tudo. Ao levá-lo em conta faz com que cada um deve reexaminar a prática e até a ideia da propriedade.

Como o conceito “aqueles que têm” e “aqueles que não têm” pode ser purificado de forma prática num conceito mais inclusivo, mais iluminado, o de compartilhar para o benefício de todos?

Dentro da família de nações, aliviar a carga de um só mundo como um todo, deve ser realizado como o fim e objetivo de cada nação. Os recursos de todo o planeta devem ser compartilhados, e deve ser compreendido, cada vez mais, que os produtos da terra, as dádivas dos mares e a herança cultural e intelectual das nações, pertencem a toda a humanidade, e não são exclusividade de uma nação. Este conceito não implica um Estado mundial, mas sim o desenvolvimento de uma consciência pública universal, que realiza a unidade do todo. Isso inclui, por exemplo, o desenvolvimento apropriado e o correto governo de cada unidade nacional, de modo que possa realizar adequadamente seus deveres internacionais, e assim formar parte de uma fraternidade mundial de nações. Quando o sentido de segurança nacional estiver adequadamente baseado nas corretas relações e não na força, então será possível enfrentar este assunto com profundidade e coragem.

Os velhos ritos estão tão profundamente inculcados, tão fortemente alinhados com as antigas miragens e ilusões de cobiça e temor, com a dualidade de desejos contra as necessidades, que uma abordagem abstrata é necessária para começar a clarificar pessoalmente, nosso pensamento.

As atitudes de possuir começaram no momento em que fomos educados a compartilhar “nossos” brinquedos com as outras crianças. Diziam-nos: “dividam seus brinquedos”, e ainda hoje é raro ensinar a uma criança que um brinquedo apenas está em sua custódia para ser usado no tempo que necessitar. Não é necessário que ele renuncie ao brinquedo, somente há que ensiná-lo que renuncie ao seu desejo de possui-lo, ao seu apego à ideia de que é seu e que pode fazer com ele o que quiser, para sempre. Raramente é ensinada à criança a responsabilidade de custodiar as coisas, como algo oposto a possui-las. Ao educar às nossas crianças na necessidade de compartilhar, para uma livre circulação de todas as utilidades essenciais, fazemos um verdadeiro começo para estabelecer uma nova ordem de valores.

Raras vezes é compreendido que não é tanto a atual posse de muitos objetos e coisas o que nos retém em nossos esforços para a inclusividade, mas a nossa imagem mental “que fazemos da nossa propriedade”. Se mentalmente entregamos tudo à corrente planetária, ainda que fisicamente os retenhamos em custódia, ao mesmo tempo estaremos livres do peso da posse. É a ideia de “ter e guardar” a que não está em linha com o fluxo e ritmo naturais. Na medida em que começamos a examinar e reajustar nossas atitudes daquela posse e da propriedade com relação à da confiança e da custódia, seremos úteis para a solução deste impedimento planetário. Quando nos dermos conta de que todos os recursos pertencem temporariamente àqueles que têm a necessidade num momento dado, o fluxo circulatório da natureza começará a distribuir as riquezas mais imparcialmente entre toda a família humana.

Do ponto de vista de um planeta, de uma humanidade e de uma Alma, a justiça de compartilhar a riqueza e os recursos viventes da terra é a prática mais razoável das ideias. Como a energia segue o pensamento, cada um de nós pode começar no trabalho de reorientar a atitude egoísta da humanidade, eliminando estas atitudes da nossa própria vida. Da mesma maneira que um homem pensando claramente e com boa vontade pode transformar o clima mental em seu torno, assim, milhares de homens e mulheres de boa vontade, pensando em termos de justiça, de compartilhar e de corretas relações humanas, e indicando os novos ideais e valores, podem ter o efeito cumulativo de irradiar Luz e Amor ao redor de todo o planeta.

No futuro, o fator de contribuição na vida deve ser enfatizado e desenvolvido, e o bem de toda família de nações deve ser interpretado como o é o bem de uma nação ou de um grupo de nações. A educação da opinião pública, neste sentido, pode ser realmente melhorar a identidade nacional e a cultura individual de um país. A justiça de compartilhar sobre uma base planetária não é somente um ideal para o qual há que caminhar, mas que é uma necessidade para a instauração de uma nova era.

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Super Planilha para Protendidos (Ci.A.Pi) - Itália

Compartilhar é poderoso. 

No tópico Verificações seções complexas em ca com SLE e SLU eu queria traduzir em código VBA que o usuário Zax tinha gentilmente compartilhada e ilustrado no fórum ingegneria forum para ser capaz de ter o mesmo Zax tinha feito em C ++ mesmo na mais popular ferramenta Excel disponível para todos.

Minha esperança era para ser capaz de envolver tantas pessoas quanto possível e acima de tudo para obtê-los interessados ​​e pôr em marcha também a sua criatividade. O que de fato aconteceu. Se ele não tivesse compartilhado Zax seu código, mas mais do que o código, se ele não tivesse partilhado a sua ideia sobre a forma de resolver a questão das secções genéricas, eu não teria tido a chance de fazer qualquer coisa. E mesmo aqueles que mais tarde adicionado ou mudado nada. 

Além de mim, como eu esperava, eles estão interessados ​​e têm ajudado a realizar o que era o propósito original e que está a escrever um conjunto de rotinas e funções que ler dados de um excel resultados de retorno em forma útil pode rastrear o domínio de quebrar qualquer seção. Em seguida, outros questionaram se era possível para tirar proveito desses procedimentos e aplicá-los às seções em concreto protendido. 

O usuário deste fórum Texitaliano depois de uma A sugestão de Francis Coppola (porque este usuário não compartilhou algumas de seu conhecimento sob a forma de uma dica?) conseguiu compor uma peça com base em procedimentos desenvolvidos que resolve uma seção no PAC. Neste tópico eu pretendo restaurar o que ele fez Texitaliano, mas a partir da última versão do trabalho publicado no tópico a que me refiro. 

E, finalmente, tenho a intenção de tornar público e disponível gratuitamente para qualquer pessoa do resultado final. Claro que eu não posso fazer sem o / contribuição do mesmo Texitaliano participação está aberta a todos os que partilham o poderoso princípio de compartilhada, mas aqueles que não compartilham de partilha, como publicado aqui pode 'fazer com ele privadamente, mas o que é mais como tomar perceber que, se publicar aqui algo de sua própria, este estaria sujeito ao princípio da partilha livre. Meus agradecimentos também para Zax, autor e criador do original, é também Texitaliano.

Link para baixar a planilha:


Link do Fórum que discute o problema com muita nobreza:




CAP
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Extração de estacas

A extração de estacas geralmente é realizada apenas nos casos em que tenham sido colocados temporariamente, ser capaz de fazer isso com um pedaço de vara (fig. 148), como o leitor verá, para uma extremidade é providenciado alicate, agarre um anel ou cadeia, como indicado na figura acima. 


Figura 148




Figura 148


Outro processo, que para as estacas muito longos é mais eficaz, é a utilização de uma prensa hidráulica (Fig. 149) que o desenvolvimento fixamente colocado permite uma maior força de extração que é fácil de manusear. 


Além disso, em certas ocasiões, são utilizados EXPLOSIVOS

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Estacas de concreto armado pré-fabricado.

As estacas de concreto fabricadas fora do local e, em seguida, transportadas para o local e colocadas no lugar, são as mais amplamente utilizadas.

Entre as vantagens que elas têm são:

a) A sua duração é praticamente ilimitada e que não foi afetada pela presença do lençol freático.

b) Pode ser construído com as dimensões desejadas e adaptar armaduras resistentes para resistir a flexão e corte enquanto forem manuseados e transportadas para o local de trabalho

c ) Elas podem trabalhar por ponta e ou fricção, e também são usados ​​como âncoras terrestres ou marítimas trabalha com a inclinação necessária.

d) Eles podem ultrapassar camadas de solo firmes e compactas  sem perigo de quebrar


Estacas de concreto pré-moldados têm geralmente uma seção quadrada ou poligonal, embora de vez em quando que pode ser circular ou em forma de anel. Estes últimos são construídos com a técnica de rotação e tem a vantagem de inspeção fácil  e tem elevado momento de inércia. O seu diâmetro pode atingir 1,5 m com suporte para até 300 t.com um comprimento de 60 m.

As estcas de concreto são montadas de um modo semelhante às colunas. Estas estacas são fabricados despejando concreto horizontalmente, onde anteriormente o reforço de aço é colocado. Devem aplicar meticulosa cura, e quando o concreto endurecido e deve ser definida a o momento em que são retirada as formas sendo feita a desmoldagem e transportadas para o local de construção. Em qualquer caso, não se deve conduzir as estacas antes de 28 dias da concretagem.

Para o içamento é colocado em dois ou mais pontos, horizontalmente, em arame dobrado em um gancho que para esta finalidade que são deixados antes da concretagem. Um maior número de pontos é - faz com que menos dobragem da estaca pelo próprio peso, prevenindo assim a formação de fendas - de revestimento. Em relação a este fato, as estacas pré-esforçado têm vantagens sobre o concreto armado, uma vez que a compressão imposta torna-os mais resistentes às tensões produzidas. Veja a Figura 12.11 



Como as estacas de madeira, as de concreto tem cabeça, o eixo e a ponta, o - o que pode ser forma de cone truncado, piramidal ou em linha reta, como visto na Figura 12.12. Quando a ponta é para melhor penetrar no solo em forma de cunha, ele deve ser protegido com um aço, em várias formas, algumas das quais estão representados graficamente na Figura abaixo



Para cravar as estacas no solo, uma equipe de guindastes e bate-estacas que é, basicamente, uma plataforma que é deixado cair repetidas vezes na estaca até que penetra até a profundidade desejada de projeto. A estaca é colocada entre as guias, sob o martelo e sua cabeça é protegida por uma tampa ou cabeçote madeira dura ou resistentes concreto para evitar quebrar o topo da estaca pelos golpes. Veja a Figura 12.13.

O empilhamento é suspenso quando a rejeição do martelo alcança uma certa altura. Há também martelo de duplo efeito, accionado por pressão de ar ou de vapor de água, para acelerar a queda da plataforma, para aumentar a velocidade de impacto e de aumentar o número de tacadas para atingir 60 por minuto. Em casos especiais, equipamento vibratório pode ser usado para estacas de condução, que consistem de um par de pesos excêntricos rotativos que produzem pulsos de frequência variável verticais. Geralmente estacas verticais são as mais utilizadas, mas podem ter inclinação  até 25 ° a partir dessa direção.



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Suporte para Caixas D'agua

Existem diversas opções para suportes de caixas d'agua no mercado. Estas são fabricadas com diversas alturas, chegando até 10 mts de altura. São produzidos por diversas fabricas para muitas capacidades indo até 20.000 litros.

Existem diversos vídeos na internet de como fazer. Estes procedimentos divulgados na internet para a fabricação destes suportes deviam atender as normas de estruturas NBR6118 a norma de pré-fabricados de concreto NBR9062 e a norma de forças devido ao vento NBR6123 mas estes vídeos "CASEIROS" que tenho visto não atendem a nenhuma destas normas.

Procure fazer O CERTO procure um profissional que seja habilitado para fazer seu projeto.

veja:


As fotos abaixo são de alguns projetos que tenho realizado.

Eng Ruy Serafim de Teixeira Guerra

















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