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Como definir o Fck do concreto para sua obra


dicas práticas sobre fck do concreto


A definição do Fck do concreto é uma importante etapa no planejamento de uma obra. Ocorre justamente na elaboração do projeto estrutural, pois é uma das premissas mais importantes para o dimensionamento dos elementos estruturais como vigas, pilares, lajes e fundações.

Para ter tranquilidade e segurança em sua obra é fundamental que você desenvolva um projeto estrutural. Por mais simples que a edificação possa ser uma boa orientação técnica é capaz de aliar segurança e economia para sua construção.

Por isso, mesmo que você consiga definir o Fck do concreto para sua obra com as dicas a seguir, é indispensável contar com o auxílio de um engenheiro neste processo.

·        O que é Fck do concreto?
dicas práticas sobre fck do concreto


O melhor lugar para encontrar a definição do que é o Fck é na norma NBR 6118 – Projeto de Estruturas de Concreto. A norma diz que o Fck é a resistência característica à compressão do concreto aos 28 dias de idade.

Na maioria dos casos, a unidade utilizada para o Fck é o MPa (megapascal). De forma simplificada, dizer que o concreto possui Fck de 25 MPa é o mesmo que dizer que o concreto possui resistência à compressão próxima de 250 kfg/cm².

Com o passar dos anos foi possível desenvolver concretos com resistências altíssimas. Hoje em dia é comum trabalhar com valores próximos de 25 a 30 MPa em obras convencionais, enquanto que no passado a resistência à compressão mais adotada era de 18 MPa.

Com o desenvolvimento tecnológico e a seleção de materiais é possível produzir concretos de alto desempenho que chegam a uma resistência acima de 100 MPa.

Além do Fck é possível encontrar nos projetos de engenharia o Fckj, que é a resistência à compressão do concreto em determinada idade. Por exemplo, o Fck7 é a resistência à compressão do concreto na idade de 7 dias.

Em quais etapas de uma obra o Fck do concreto é utilizado?



O Fck do concreto é uma característica do concreto fundamental para toda obra.

Ele é definido no início da elaboração do projeto estrutural. Onde é levado em consideração as características da obra, as características da estrutura que será dimensionada, a disponibilidade de material no local onde a estrutura será executada e o custo-benefício de adotar valores cada vez mais altos de resistência.

Ter claro este valor também é essencial na hora de desenvolver um orçamento executivo da obra, pois o preço de um concreto varia conforme a resistência do mesmo.

O Fck também está presente no controle tecnológico de uma obra, pois para a estrutura ser atestada e aprovada é necessário que o concreto utilizado atinja o Fck definido pelo projeto. Esta verificação é feita com o rompimento de corpos de prova nas idades definidas pelo responsável técnico da obra.        

Ter o Fck especificado e bem definido também é importante para o futuro. Caso a edificação construída passe por alterações ou ampliações será necessário ter consciência destes valores para o desenvolvimento de possíveis projetos de reforço estrutural.

Como escolher o Fck do concreto para sua obra?



Apesar de ser uma tarefa relativamente simples esta escolha irá interferir diretamente em toda a obra. Por isso, exige certo conhecimento técnica e experiência com obras similares que serão construídas.

Muitas pessoas escolhem o Fck conforme experiências anteriores ou até mesmo utilizando a intuição. Mas, o melhor é seguir o que preconiza a NBR 6118 – Projeto de Estruturas de Concreto.

O primeiro passo é definir a classe de agressividade a qual o concreto estará submetido durante sua vida útil. Quanto mais agressivo o ambiente, maior será a resistência à compressão do concreto.

Na norma encontramos a indicação de quatro tipos de classe de agressividade ambiental (veja Tabela 6.1 na NBR 6118):
·        Fraca (I): ambiente rural ou submerso, onde o risco de deterioração do concreto é insignificante;
·        Moderada (II): ambiente urbano, onde o risco de deterioração do concreto é pequeno;
·        Forte (III): marinho e certos tipos de indústria, onde o risco de deterioração é grande;
·        Muito Forte (IV): estrutura que receba respingos de maré e certos tipos de indústria, onde o risco de deterioração é elevado.
Com a classe de agressividade definida é possível escolher a classe do concreto que será utilizado. Dizer que um concreto é da classe C30, é o mesmo que dizer que este concreto terá Fck de 30 MPa.
A tabela 7.1 da NBR 6118 indica uma relação entre a classe de agressividade e a classe do concreto. Existe uma relação diferente para o concreto armado (CA) e o concreto protendido (CP). Como você pode ver abaixo:





Por exemplo, para ambientes com classe de agressividade II (ambientes urbanos), é indicado pela norma a utilização de um concreto com resistência à compressão igual ou maior que 25 MPa.

Para edificações simples o Fck escolhido seria 25 MPa, mas ele poderia variar conforme outras características específicas da obra.

Na mesma tabela da NBR 6118 você também encontrará a especificação da relação a/c (água cimento). Que é a relação entre a quantidade de água na mistura do concreto com a quantidade de cimento.

Esta relação está diretamente ligada à resistência final do concreto e também deve ser observada durante a execução de uma estrutura de concreto.

·        Finalizando



Antes de encerrar este artigo é válido dizer que esta definição do Fck do concreto é específica para estruturas de concreto. Em serviços simples, como concretagem de passeios, o Fck é geralmente definido conforme a experiência do construtor.

Outro ponto a salientar é que a definição do concreto para obras mais complexas exige um conhecimento detalhado do material. Isso exige o acompanhamento de um profissional experiente e capacitado para a atividade.

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Eduardo Daldegan é formado em Engenharia Civil pela PUC-MG. É apaixonado por empreendedorismo e hoje trabalha em diversos projetos. É casado e seu maior empreendimento é a construção da sua família.
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Ábacos para cálculo de Pilares Retangulares

ESTRUTURAS DE CONCRETO: ÁBACOS PARA FLEXÃO OBLÍQUA 

Autores: 

Libânio Miranda Pinheiro 
Lívio Túlio Baraldi 
Marcelo Eduardo Porem 

Colaboradores:

Bruna Catoia Melina Benatti Ostini 
Thiago Catoia 
Walter Luiz Andrade de Oliveira



Ábacos para Flexão Normal : AQUI
Ábacos para Flexão Oblíqua : AQUI


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Fabricação de azulejos na India

Os artistas de Athangudi demonstram seus talentos criando várias peças de cimento usando técnicas seculares desenvolvidas na região de Chettinad, em Tamil Nadu, na Índia.

Para mais fotos e informações turísticas da única empresa de turismo de luxo que oferece itinerários exclusivos e imersivos para o sul da Índia, Chettinad Tour Information

Veja aqui mais informações deste lugar: https://www.easytours.travel/india/chettinad.htm

E logo abaixo dois vídeos demostrando esse trabalho:


Veja como é simples a fabricação, mas o trabalho final é desse grande artista:




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Fabricação de azulejos de cimento por Mtibaa Mourad



Como fabricar revestimentos de qualidade com moldes simples isto é o que faz Mtibaa Mourad, veja o video abaixo e que tal começar?

Só para explicar o fundo do molde é uma peça de revestimento cerâmico, o brilho que sai na peça fabricada é devido ao brilho desta cerâmica, 


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Case Fabrica Itinerante da WCH

WCH, atuante desde os anos 70 no setor de pré-fabricados, com inúmeras   fabricas implantadas no Brasil e na América Latina, fábrica máquinas de alta tecnologia e soluções completas para a indústria de pré-fabricados , oferecendo Moldadoras, Extruder, Centrais de Concreto, Fôrmas Metálicas, Equipamentos para a produção de Dormentes, Pontes e Pórticos Rolantes, Protensão/Desprotensão e Acessórios.

Desenvolve consultoria de acordo com a necessidade de cada cliente, desde a orientação do layout de fábrica até o início de produção, com assistência técnica permanente.
Os pré-fabricados produzidos são amplamente usados em edificações comerciais, industriais e residências.

A WCH em sintonia com o mercado especializou-se em montagem de FABRICAS ITINERANTES, flexíveis e adaptáveis às necessidades dos clientes.

A versatilidade, baixo custo, garantia de qualidade, cumprimento de prazos de entregas, são as principais vantagens que proporcionam o retorno do investimento nas aplicações de pré-fabricados em construções de grande, médio e pequeno porte.

Conceito  da fábrica itinerante:
Primeiramente estuda-se a aplicação e a produção prevista para determinado período, e define-se os equipamentos necessários para a fábrica conforme às necessidades da obra.  As instalações são desmontáveis e deslocáveis, podem ser simples, complexas e automatizadas.

Pistas com fundações e contrapesos adequados aos momentos para atender a obra, interligados através de pistas autoportantes, com montagem simplificada sobre blocos tipo sapata e piso entre pistas cascalhado, ou com piso pré-fabricado, permitindo ambos o reaproveitamento.

Estes projetos, orientam-se principalmente nas tarefas, quantidades a serem produzidas, cronogramas de entregas da obra para proporcionar um investimento reduzido e justificável, com retorno garantido.

O objetivo da fábrica itinerante é realizar obras distantes da fábrica matriz (sede) garantindo qualidade e redução de custos, pois, não paga lucros a terceiros (transporte), tendo a certeza do cumprimento de prazos acordados.  Dependem somente da própria ação, e em casos específicos um ganho sobre a diferença paga para matéria prima /serviços e peças pré-fabricadas transportadas e vendidas.

Da mesma maneira, pode-se rentabilizar o custo do terreno, a fábrica itinerante, pode ser instalada no terreno da área da própria obra ou temporariamente alugado, resultando em uma redução significativa de investimento inicial, e ao longo do tempo o capital fixo investido na fábrica.

Os projetos elaborados somente terão o necessário temporariamente e não terão previsões ou perspectivas de ampliações ou reservas, como as planejadas em fábricas fixas. Todos os equipamentos e instalações que se justificam para garantir a alta qualidade de uma produção em instalações fixas, podem e devem ser utilizadas da mesma maneira em fábricas itinerantes, avaliando-se uma terceirização local, com consequente lucro a mais, proporcionado uma economia. 

Fábricas Itinerantes: 

A WCH já realizou diversas implantações, aplicando os conceitos descritos, com equipamentos flexíveis: 

ü  Fôrmas que flexibilizam a produção de pilares e vigas em uma única pista de produção, reduzindo o tempo de setup.
ü  Fabricas de dormentes que acompanham a evolução da malha ferroviária.
ü  Produções de pré-fabricados em loco na obra, como lajes alveolares, vigotas, entre outros perfis e várias aplicações.

Obra Shopping MIDWAY MALL – Natal-RN/ Brasil:  Implantação da fábrica no terreno da obra, que posteriormente foi ocupado pelo SHOPPING com aproximadamente 220.000, possibilitando entregas diurnas de lajes, etc, originalmente com uma distância de ± 530 km da fábrica (sede) do cliente em Maracanaú (Fortaleza-CE).

A implantação estreitou as distancias e viabilizou a obra para o cliente, e a fábrica/equipamentos já foram reinstalados por cinco vezes no nordeste do Brasil, atendendo obras em loco.       






 Referente à fábrica itinerante o que devemos pensar é na redução de custo de operação com transporte, imposto e logística. Por outro lado, precisamos ter uma obra de uma área acima de 150.000m² para que justifique o investimento de aquisição, mobilização, implantação e desmobilização. Aquisição, na primeira implantação. O projeto deve prever que quando terminarmos a obra o terreno deve ser deixado sem obstáculos aparentes e enterrados e o lixo com desmonte perto de zero. Para isto, tudo deve ser desmontado de forma a ser reutilizado em outra obra. Bases de apoio para pórticos e fôrmas, pista para fabricação de lajes alveolares e vigas protendidas e o canteiro para fabricação de peças armadas.

                               Para que este projeto seja bem utilizado, precisamos detalhar com muita precisão todas as etapas de estudo do layout, compra dos equipamentos, estudo de como implanta-los no terreno disponível, prazo de utilização e por fim um estudo criterioso de desmobilização. Esta desmobilização pode ser total ou por etapas. Tudo depende de um bom planejamento executivo da obra.

                               Com certeza e pela nossa experiência de implantação de três fabricas móveis com o mesmo equipamento é um partido a ser seguido. Hoje nossa fábrica móvel está instalada em duas de nossas unidades como auxilio a produção e disponível para outro desafio.

Porto Alegre-RS/Brasil, obra do Estádio de Futebol (Arena Beira Rio) para a Copa do Mundo em 2014, uma empresa do interior do Rio Grande do Sul, possibilitou a implantação da fábrica itinerante na área do estádio de futebol, visando a redução de impostos, tempo de montagem e transporte, mas, já com previsão para uma instalação fixa ao fim da obra, na qual, todos os equipamentos foram reaproveitados




No final de 2015, veio o maior desafio, implantar uma fábrica itinerante na África do Sul, para o cliente Grupo MOTA ENGIL que foi responsável pela construção do Shopping FOURWAYS MALL em Johannesburgo, está obra teve um volume muito grande, com um tempo relativamente curto, sendo 170.000m² de laje em 10 meses. O prazo da construção/estrutura era de 16 meses.

O projeto foi uma ampliação de um centro comercial já existente, com 320.000m² dos quais 250.000m² foi de pré-fabricados.  






Segundo o Engº Nuno Lobo, a Mota Engil optou por uma fábrica itinerante, porque “ Dada a dimensão territorial da África do Sul e o fato de não haver tradição da construção em pré-fabricados, uma fábrica itinerante é a solução ideal para podermos cobrir nesta fase todo o território da África do Sul, para empreendimentos desta dimensão. ”

Na semana de 21 de setembro de 2016, foram produzidas as primeiras lajes. A WCH foi responsável por todo o processo de implantação da fábrica e treinamento do pessoal.

Alguns equipamentos, como Caldeira, Central de Concreto e Pórticos foram adquiridos no mercado sul-africano, sob a direção da WCH.

A WCH desenvolveu todo o projeto fabril, implantação e treinamento do pessoal. A obra foi executada por profissionais experientes e qualificados, que utilizaram equipamentos de última geração, sendo:

ü  1.200m de Pistas Autoportantes desmontáveis com cura térmica (8 pistas x 150m);
ü  Duas Moldadoras, por ser máquinas robustas facilmente ajustável a situações adversas;
ü  Duas Máquinas de Corte Standard, uma com Corte Longitudinal;
ü  Carro de Serviços DFVAU (Varredora, Aspiradora, Distribuidora de Fios e Untadora)
ü  Dois Carros Transportador de Caçambas, para o abastecimento de concreto nas pistas de produção.
ü  Sistema de Protensão e Desprotensão, com todos acessórios, sendo: cunhas, porta-cunhas, garras, etc;


A fábrica foi desmontada no final de 2018, o Grupo Mota-Engil Angola, S.A. é um dos principais construtores da África do Sul e uma referência no mercado. O foco crescente em outras áreas de negócios, como o meio ambiente, logística e indústria, também é relevante. Com um conhecimento aprofundado do mercado africano, reforçado através de uma jornada de expansão contínua, o Grupo Mota-Engil África está atualmente presente em outros nove mercados: Malaui, Moçambique, Cabo Verde, Gana, São Tomé e Príncipe, Uganda, Zâmbia e Zimbábue.

Se lembre que você pode tirar as suas dúvidas diretamente na WCH com Wagner:  wagner.soares@wch.com.br ou mesmo nos comentários ou até mesmo diretamente comigo com Ruy Guerraclubedoconcreto@gmail.com


Visite o site da WCH aqui: www.wch.com.br



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Como gerenciar uma obra? Veja 5 dicas e benefícios


Quando decidimos construir, é importante entender sobre como gerenciar uma obra, mesmo não sendo arquiteto ou engenheiro. Dessa forma, você terá o conhecimento dos pontos cruciais que envolvem uma obra para que os objetivos do seu projeto sejam cumpridos com qualidade, no prazo determinado e dentro do orçamento, evitando atrasos e aumento de custo.

No Brasil, o gerenciamento de obras é uma atribuição regulamentada por lei tanto de arquitetos quanto de engenheiros civis. Porém, na maioria das vezes, a tarefa é mais  abraçada pelos engenheiros. 

No entanto, essa realidade vem mudando, pois muitos arquitetos já enxergam uma série de vantagens associadas ao gerenciamento de obras, especialmente em se tratando da execução de seus próprios projetos. 

Até clientes leigos estão passando a se interessar mais em aprender como gerenciar uma obra, a fim de se sentirem mais próximos do processo. Afinal, assumir essa gestão é uma forma de garantir a execução do projeto à risca, beneficiando não apenas o arquiteto do projeto, mas também o seu contratante. Ou seja, você!

Quer aprender mais sobre como gerenciar uma obra e seus benefícios? Então vem com a gente!

O que é gerenciamento de obra?

O gerenciamento de obra consiste em administrar, simultaneamente, o cumprimento do cronograma do projeto e a previsão financeira, gerindo profissionais de formações e práticas diversas dentro do canteiro de obras. 

Esse é o papel do gestor da obra, que deve garantir a construção dentro do prazo estipulado, respeitando os custos previamente orçados, assim como os padrões de qualidade e desempenho exigidos pelo cliente. 

Ele assume essa função devendo ser organizado e dominando custos, contratos, prazos, além de saber gerir pessoas. Caso não seja feita a gestão ou esse profissional não cumpra o seu devido papel, podem ocorrer perdas financeiras e estresse emocional, comprometendo a qualidade do projeto.

Como gerenciar uma obra

Saber como gerenciar uma obra é fundamental para garantir a boa execução do projeto e a satisfação com o produto final, conforme previsto. O processo envolve alguns pontos cruciais para um bom gerenciamento. Veja abaixo.

Escalas de gerenciamento na obra

Há várias escalas de gestão de obra, sendo que o modelo mais adequado definido previamente com o contratante e acordado em contrato. 

Em geral, há duas opções: o gerenciamento total e o parcial. No gerenciamento total, inclui-se a contratação de materiais, serviços e mão de obra sendo gerenciados pelo contratado.

Já a gestão parcial, confere alguns itens gerenciados pelo arquiteto, enquanto outros (como a compra de material e insumos) ficam sendo se responsabilidade do cliente. Em ambos os casos, o gerenciamento deve incluir:

  • elaboração do planejamento físico-financeiro da obra;
  • programação de aquisição de materiais e contratação de serviços, incluindo cronograma de suprimentos;
  • planejamento operacional e logístico da obra, incluindo o planejamento do canteiro;
  • controle e acompanhamento das atividades, como gerir mão de obra e segurança;
  • retroalimentação do planejamento físico-financeiro.

Cronograma e Planejamento

O grande desafio em saber como gerenciar uma obra com eficiência é garantir o cumprimento do cronograma de prazos definidos pelo contratante com os seus fornecedores e prestadores de serviços. 

Normalmente, o gestor de obras é pressionado pelos clientes a concluir a obra em menos tempo possível. E para agravar, alguns prestadores de serviços nem sempre se comprometem com os prazos pré definidos.

A solução é substituir os fornecedores que não são capazes de atender nos prazos, assim como a mão de obra que não for capaz de atingir os resultados esperados. 

Mas não é só isso, o sucesso da gestão de obras também depende de um bom planejamento ao sincronizar as equipes que atuam na sua execução. Além de ter de contar com um cronograma físico-financeiro realista.

Ou seja, um planejamento produzido com total compreensão do projeto, das suas etapas, prazos de execução, processos construtivos e dos recursos disponíveis do cliente.

Ao preparar esse planejamento, é preciso dar atenção especial a todos os aspectos que possam impactar o cronograma, como feriados e férias de profissionais, tempo necessário para tomada de decisões junto ao cliente, atrasos, falta de material ou recursos, mau tempo etc.

Compatibilização de projetos

Além de um bom planejamento de cronograma, os projetos da obra devem ser o mais detalhados possíveis e compatíveis. Como por exemplo, falhas na logística da execução de projetos podem impactar a administração do canteiro.

Isto é, se a obra exigir uma escada pré-moldada que necessita de uma grua para sua instalação, e por algum motivo haja alguma restrição para a instalação do equipamento, não haverá como evitar os atrasos, aumento dos custos ou alteração do projeto. 

Por isso, tudo isso pode ser evitado com a compatibilização de projetos e o devido estudo pelo gestor antes de iniciar a construção.

Gestão de equipes

Por fim, a gestão das equipes e as diferentes atividades durante a obra também devem ser gerenciadas com atenção. Nesse caso, o gestor deve tentar trabalhar com pessoas em quem confie dentro de um respeito mútuo.

Para isso, o profissional precisa ter os conhecimentos técnicos e administrativos para a liderança necessária e o apoio da sua equipe ao executar o trabalho.

Ou seja, o gestor deve se cercar de todo o conhecimento sobre tudo que envolve o projeto para ter o devido entendimento de como as coisas devem funcionar dentro da obra, tomar as decisões certas, assim como passar instruções cabíveis.

Benefícios em saber como gerenciar uma obra

Listamos abaixo 5 benefícios que o bom gerenciamento de obras deve trazer à execução do projeto e a importância de saber como gerenciar uma obra para se obter sucesso:

1. Ajuda a reduzir os custos

Saber como gerenciar uma obra pode ajudar a gerar economia, pois muitas situações diferentes podem acarretar em aumento de custo. Como por exemplo, atrasos e riscos na contratação.

2. Garante atividades produtivas

Saber como gerenciar uma obra garante que a execução das atividades atendam todos os requisitos. Como por exemplo, o custo e a qualidade dos serviços e produtos de acordo com o cronograma planejado e em uma sequência lógica.

3. Antecipa problemas

Um cronograma de obra bem organizado por parte do gestor pode prever problemas e possíveis imprevistos e, assim resolvê-los de forma eficaz, caso aconteçam ou mesmo antes do início da construção.

4. Controla estoque de materiais

O gerenciamento de obras também auxilia no controle do estoque de material para a construção, resultando em economia. Afinal, isso evita o desperdício e ajuda a manter a obra dentro do orçamento

Basta manter uma lista de todos os produtos comprados e um acompanhamento do uso dos materiais. Indiretamente, esse benefício ajuda a controlar também a mão de obra contratada e a quantidade de material sendo utilizado.

5. Ajuda na execução dos projetos

Saber como gerenciar uma obra ajuda na contratação de mão de obra especializada e na sua coordenação durante as diferentes etapas da construção. Isso vai resultar no cumprimento das etapas dentro do cronograma e do orçamento, de acordo com a execução fiel dos projetos, mesmo que hajam alterações ao longo do percurso.

Tá vendo como saber gerenciar uma obra é importante? Agora siga as nossas dicas e volte para nos contar os resultados!



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Fabrica de calhas no Japão


Que tal agora ver um vídeo feito em uma fabrica de calhas no Japão?

Essa é uma continuação do primeiro artigo. >> http://www.clubedoconcreto.com.br/2019/06/solucao-de-drenagem-no-japao.html

Eis o vídeo:


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Solução de drenagem no Japão

Pode parecer estranho mas veja que nas ruas periféricas do Japão não se usam tubos de concreto enterrados (isso é raro), bocas de lobo,  mas sim canaletas de concreto, é só ver as obras de lá. Nada de galerias entupidas com ruas alagadas. Só basta um pouquinho de inteligencia para se resolver esse problema, tudo fica a vista, com tampas que facilitam a limpeza por qualquer pessoa e estas tampas são de diversos tipos, com rasgos, com furos, metálicas etc. 











Existem muitas fábricas que produzem em série linhas padronizadas, até canais são pré-fabricados com diversos modelos, veja só as calhas padronizadas de uma fabrica: 









https://www.kc-kokura.com/products/sokou/index.php
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