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As Melhores Frases das Leis de Murphy



1. Leis de Murphy: As variáveis variam menos que as constantes.

2. Leis de Murphy: Se você joga fora alguma coisa que tem há muito tempo, vai precisar dela logo, logo.

3. Leis de Murphy: Toda a ideia revolucionária provoca três estágios: 1º. 'é impossível - não perca meu tempo. ' 2º. 'é possível, mas não vale o esforço' 3º. 'eu sempre disse que era uma boa ideia'

4. Leis de Murphy: Não é possível alcançar o total exato de qualquer soma com mais de dez parcelas depois das cinco horas da tarde de sexta feira. O total exato será encontrado facilmente as 9:01 da manhã de segunda feira.

5. Leis de Murphy: Qualquer upgrade custa mais e leva mais tempo para aprender.

6. Leis de Murphy: As coisas podem piorar você é que não tem imaginação.

7. Leis de Murphy: Cada professor parte do pressuposto de que você não tem mais o que fazer, senão estudar a matéria dele.

8. Leis de Murphy: Qualquer coisa entre parênteses pode ser ignorada (com vantagem, como vê neste exemplo perfeitamente inútil).

9. Leis de Murphy: Em qualquer fórmula, as constantes (especialmente as registradas nos manuais de engenharia) deverão ser consideradas variáveis.

10. Leis de Murphy: Se você é capaz de distinguir entre o bom e o mal conselho, você não precisa de conselho.

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Pedreiro por dia ou empreitada?


Qualquer um dos dois tipos de serviço pode atender muito bem às suas necessidades. Contratando uma construtora, que geralmente é um contrato fechado, geralmente toda essa dor de cabeça de cálculo de variáveis e possíveis alterações no valor do contrato não serão necessárias. Quando o projeto está sob sua responsabilidade e de um arquiteto/engenheiro, a decisão pode ser mais delicada.

Ao contratar um pedreiro, você tem duas duas opções de pagamento para o serviço: por empreitada ou por dia de serviço. Cada tipo de contrato tem vantagens e desvantagens para o consumidor e para o pedreiro. Enquanto você, como consumidor está, obviamente, interessado nos prós e contras para si mesmo, a compreensão de como o contrato funciona e a natureza do serviço vai te dar uma vantagem na economia.

Pedreiro por empreitada ou por dia: o contrato por empreitada

Uma empreitada ou contrato de preço fixo são modalidades de contratos com pedreiro. Para projetos pequenos e simples, esse tipo de contrato vai funcionar muito bem. Agora projetos mais complexos e maiores, o custo final pode acabar mais elevado, podendo sofrer alterações no contrato, com os custos saindo um pouco do planejado. Principalmente se você está pretendendo fazer alterações no projeto no meio do caminho, a empreitada pode sair bem mais cara do que inicialmente planejada.


Problemas no meio do caminho também podem resultar em aumento nos custos da empreitada. Por exemplo, uma casa ou apartamento mais antigo que está passando por uma reforma pode encontrar mais problemas do que um imóvel novo ou construção do zero, o que resulta em um aumento nos custos da empreitada. Pode ser um cano furado, uma parede que revela algumas gambiarras de pedreiros anteriores, etc.
Geralmente o contrato tem uma cláusula sobre possíveis alterações. E o pedreiro não é obrigado a fazer o serviço que não estava no acordo original. Ou seja: ou você aceita pagar a mais ou o projeto não vai pra frente. Pode ficar acordado uma porcentagem ou um valor fixo pelo serviço quando há algum imprevisto. Melhor estabelecer essas regras do que no meio do projeto ser surpreendido com custos bem acima do que planejado.
Pedreiro por empreitada ou por dia: o contrato por dia
O contrato por dia pode parecer sair mais caro, mas quando você toma consciência de que o pedreiro não é obrigado a fazer serviços que não estavam discriminados no contrato inicial, se ele se deparar com problemas ou situações inesperadas durante a obra ou reforma. Nisso, há uma clara vantagem para o contrato por dia.
No contrato por dia, o pedreiro vai ter que lidar com todos os problemas que aparecerem durante a obra, sem poder cobrar a mais por isso. Em obras maiores, de longo prazo, quando o projeto é menos complexo, esse tipo de contrato por dia pode ser a melhor opção.
Profissionais que não tem muita qualidade podem enrolar o serviço, e acabar resultando em custos bem mais altos para seu projeto de reforma.
Qual o melhor para seu projeto: contratar o pedreiro por dia ou por empreitada?
Casas e apartamentos antigos, em obras emergenciais, podem ter que lidar com obras e reformas pagas por dia ao pedreiro, não por opção, mas por necessidade.
Uma obra ou reforma em casa nova de longo prazo pode ter um valor fechado, com critérios para alterações no preço para possíveis imprevistos.
Obras e reformas pequenas, planejadas, podem ser combinadas com o pedreiros e definidas um valor por dia de trabalho.
Um bom engenheiro, arquiteto, ou mestre de obras, sentando com você e analisando seu projeto, conseguirá te dizer bem qual o melhor tipo de contrato de pedreiro é melhor para seu projeto. E nem sempre o mais barato é o melhor: você tem que usar o que for mais eficiente (custo e benefício, juntos), e não o mais barato.
Recibo e como pagar autônomo
Quando você for pagar o pedreiro, peça o recibo, com discriminação dos serviços prestados pelo pedreiro, seja por dia ou por empreitada. Você tem que fazer essa exigência do pedreiro. É necessário pagar o pedreiro e não apenas ele, e você precisa pagar também o INSS do mesmo, a não ser que pague ele por um CNPJ de MEI, Microempresário, ou CNPJ individual. Esse recibo é também a forma de você garantir que o contrato será respeitado, e que qualquer problema depois que o projeto for terminado poderá ser consertado, exigindo dos profissionais envolvidos a correção dos problemas. Sem o recibo, fica muito mais difícil.
Qual tipo de contrato você acha melhor com pedreiros? Por dia ou por empreitada? Por que?
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Bateria de cimento promete armazenar energia no prédio inteiro

 Redação do Site Inovação Tecnológica - 19/05/2021

Bateria de cimento vai armazenar energia em edifícios inteiros
Imagine edifícios inteiros capazes de armazenar energia, como uma bateria gigante, no próprio concreto de que ele é feito.
[Imagem: Yen Strandqvist/Chalmers University of Technology]

Armazenar energia no concreto

Imagine usar a própria estrutura da sua casa, de prédios inteiros, e mesmo de construções como pontes e viadutos, para armazenar energia, transformando a construção toda em uma bateria gigantesca.

Essa visão começou a tomar forma, graças ao trabalho de Emma Zhang e Luping Tang, da Universidade Chalmers de Tecnologia, na Suécia.

Os dois pesquisadores estão construindo os primeiros protótipos de um tipo inédito de bateria: uma bateria recarregável de cimento.

Assim como em outra demonstração recente, na qual o cimento tornou-se capaz de conduzir eletricidade e gerar calor, a técnica começa com a adição de pequenas fibras de carbono ao cimento (0,5% em volume), para melhorar sua condutividade elétrica - com um ganho adicional de uma maior resistência à flexão.

Fazer uma bateria recarregável, contudo, exige mais do que simplesmente conduzir eletricidade. Para isso, a dupla incorporou ao cimento uma malha de fibra de carbono revestida de metal. Depois de uma série de experimentações, eles obtiveram os melhores resultados usando ferro para o anodo e níquel para o catodo.

Bateria de cimento
Protótipo da bateria de cimento construída pelos pesquisadores.
[Imagem: Chalmers University of Technology]

Bateria recarregável de cimento

Os primeiros protótipos da bateria recarregável à base de cimento alcançaram uma densidade de energia média de 7 watts por metro quadrado (Wh/m2), ou 0,8 watts por litro (Wh/L).

A densidade de energia ainda é baixa em comparação com as baterias comerciais, mas essa limitação pode ser superada graças ao grande volume no qual a bateria pode ser construída quando usada em edifícios - a densidade de energia é usada para expressar a capacidade de uma bateria, e uma estimativa conservadora indica que o desempenho da nova bateria pode ser mais de 10 vezes superior.

"Os resultados dos primeiros experimentos investigando a tecnologia de bateria de concreto mostraram um desempenho muito baixo, então percebemos que tínhamos que pensar fora da caixa, para chegar a outra maneira de produzir os eletrodos. Esta ideia particular que desenvolvemos - que também é recarregável - nunca foi explorada antes. Agora temos uma prova de conceito em escala de laboratório," contou Emma Zhang.

Mesmo que os desenvolvimentos futuros não atendam às expectativas dos pesquisadores, eles acreditam que já se pode pensar na tecnologia em aplicações como iluminação a LED, disponibilização de conexões sem fio ou mesmo na criação do que eles chamam de "concreto funcional", no qual a tecnologia de armazenamento de energia traria uma proteção catódica contra a corrosão.

"Também poderia ser acoplada a painéis de células solares, por exemplo, para fornecer eletricidade e se tornar a fonte de energia para sistemas de monitoramento em rodovias ou pontes, onde sensores operados por uma bateria de concreto poderiam detectar rachaduras ou corrosão," acrescentou Zhang.

Bateria de concreto
Esquema de funcionamento da bateria de cimento.
[Imagem: Zhang/Tang - 10.3390/buildings11030103]

Durabilidade

É preciso reconhecer, porém, que ideia ainda está em um estágio muito inicial. As questões técnicas que ainda precisam ser resolvidas antes de se pensar na comercialização das baterias de cimento incluem o aumento da vida útil da bateria, o aumento do número de ciclos de carga e descarga e o desenvolvimento de técnicas de reciclagem do concreto ao fim da vida útil.

"Como a infraestrutura de concreto geralmente é construída para durar cinquenta ou até cem anos, as baterias precisariam ser refinadas para corresponder a isso, ou para serem mais fáceis de trocar e reciclar quando sua vida útil terminar. Por agora, isso oferece um grande desafio do ponto de vista técnico," reconheceu Zhang.

Bibliografia:

Artigo: Rechargeable Concrete Battery
Autores: Emma Qingnan Zhang, Luping Tang
Revista: Buildings
Vol.: 11(3), 103
DOI: 10.3390/buildings11030103
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A consistência do concreto - Ensaio de abatimento - Slump Test


O PRINCÍPIO DO MÉTODO

O denominado teste de slump, também chamado de "ensaio de abatimento", é amplamente disseminada e a sua utilização tem sido utilizada para aceitar para caracterizar o comportamento do concreto fresco.

Este teste, desenvolvido pela Duft Abrams, foi adotada em 1921 pela ASTM e, finalmente foi revisto em 1978.

O ensaio consiste em preencher com uma amostra de concreto fresco em um molde de formato de tronco de cone, medindo o seu assentamento depois de desenformar (Fig. No. 1).
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O comportamento do concreto no ensaio indica a sua "consistência", isto é, a sua capacidade de se adaptar ao molde de cofragem ou facilidade, mantendo-se consistente com folgas mínimas.
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A consistência é modificada principalmente pela variação do teor de água da mistura. Sabe-se que  o teor de água necessário para produzir um abatimento depende de vários fatores: mais água é necessária para um  agregado angular e com textura áspera, reduz seu abatimento ou se aumentando o tamanho máximo do agregado.

Não confundir o conceito de consistência com trabalhabilidade, que expressa a aceitação mais ampla da propriedade do concreto a ser misturado com facilidade, proporcionando um material homogeneo, capaz de ser transportado, colocado num molde sem segregar com maior compacidade.

Atualmente não existe nenhum teste validado para se caracterizar a trabalhabilidade, rigorosamente definida como a quantidade de trabalho interno útil necessário para executar a consolidação completa do concreto. Ensaio do abatimento indica um dos fatores de viabilidade como na consistência.


MOLDE
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O molde tem a forma de um tronco de cone. Os dois círculos das bases são paralelas umas às medindo 10 cm e 20 cm respectivos diâmetros. Bases em ângulos retos em relação ao eixo do cone. A altura do molde é de 30 cm (] Fig.2).

O molde é construído a partir de chapa de aço galvanizado, com uma espessura mínima de 1,5 mm (Fig. 3). Estes são soldadas molde e tem aletas no pé para facilitar a operação.

A compactação do concreto se faz utilizando uma haste lisa de diâmetro de 16 mm e com 60 cm de comprimento e com ponta hemisférica.

SAMPLING

As amostras devem ser recolhidas ao acaso, por um método adequado, independentemente da qualidade do concreto aparente.

Eles devem obter uma amostra para cada 120 metros cúbicos de concreto área produzida ou preenchido de 500 m2 e em qualquer caso, não inferior a um por dia. O volume da amostra for igual ou superior a 30 litros do termo feita dentro de uma hora imediatamente após a sua preparação.

No caso em que a amostra é obtida na parte inferior do misturador, se o volume do concreto no tambor é menor do que 0,5 m3, o material é feita a partir do centro do canal de descarga.

Em caso de aumento do volume irá formar um material compósito de exemplo para o final do primeiro terço de descarga e o início do último terço.


Quando o conteúdo do recipiente de transporte ao longo de um metro cúbico trimestre, misturando as porções da amostra irá formar as diferentes partes dos recipientes.

Não deve demorar mais de 15 minutos entre as operações de amostragem 

PROCEDIMENTO DE ENSAIO

O molde é colocado sobre uma superfície plana, e umedecido, mantendo imóvel, aletas pisando. Em seguida, despeje uma camada de concreto de um terço do volume. O concreto é colocado em torno da lâmina de mover o topo do molde, para assegurar a homogeneidade. Prensado com a haste, utilizando 25 pancadas, uniformemente distribuída.

Colocado imediatamente duas outras camadas no mesmo procedimento para um terço do volume e consolidada, de modo a que a haste penetra na camada imediatamente inferior.


A primeira camada de 67 mm de altura e a segunda a 155 mm.

A terceira camada deve ser sobrecarregada e, em seguida para a consolidação final vazar. No caso de você perder o material concreto é adicionado arrasando se necessário, com haste ou espátula. Completo e enrasado do molde, o molde é levantada lentamente e cuidadosamente numa direção vertical. Estima-se que, desde o início da operação, para o fim não devem ter mais de dois minutos, de que o processo de extração não leva mais do que cinco segundos.

O assentamento do concreto é a medida com a aproximação de 5 mm, para sobre a diferença entre a altura do molde e a altura média da face livre do cone deformado.

É aconselhável que, no final do ensaio é aproveitado com a haste de êmbolo das geratrizes do cone, produzindo a queda do concreto. Com a experiência, observando o comportamento do concreto é de interesse. As misturas bem proporcionado resolver lentamente sem perder sua homogeneidade, mostrando boa consistência. Por outro lado, as misturas defeituosas desintegrar e se separadam (Figura N ° 4).
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OBSERVAÇÕES

Deve notar-se que o comportamento da coesão, durante o assentamento, permite inferir a qualidade do concreto. Estabeleceu três tipos de características do assento, como se segue: (Figura N ° 5).

As assim chamadas misturas ricas "normais" ou verdadeiro, adequadas com a dosagem correta de água, neste caso, o concreto não sofrer grandes deformações e seus elementos são separados devido à força de ligação da celulose que cobre os agregados.

No "corte", causada pelo aumento da quantidade de água, a massa perde potência e aumenta a qualidade do lubrificante para unir os agregados, em que os assentos são maiores e reduz o coeficiente de atrito. Ocasionalmente liquidação não é grande, mas o corte é significativa.

Quando o concreto é pobre em fluido fino é difícil permanecer um abatimento bem ligado e, em vez de ruptura e colapso ocorre às vezes pelo corte.

Quando os testes não têm uma forma verdadeira solução, ou seja, a força de deformação é excedido o "limite de plástico" do material, o teste é considerado desprezível.
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LIMITAÇÕES DA APLICAÇÃO


  • O teste Abrahams só se aplica, em especial plásticos, com liquidação real. Não estou interessado nas seguintes condições: 
  • No caso de concreto, sem sedimentação, de alta resistência. 
  • Quando o teor de água seja inferior a 160 litros por m3 de mistura. 
  • No concreto de cimento contendo menos de 250 kg/m3. 
  • Quando há um teor apreciável de grosso tamanho máximo do agregado que excede 2.5 polegadas.

APLICAÇÕES

O Projeto da Mistura

Dosagem métodos de misturas de concreto apropriados para definir certa resistência, a qual só é obtida, na prática, quando o concreto é mantida homogênea e tem capacidade para encher os moldes com um vácuo mínimo. Este ensaio tem se mostrado útil na determinação da capacidade de misturas para a consolidação em diferentes tipos de estruturas.


A ACI, em suas recomendações para o estabelecimento de valores de projeto de mistura para cada tipo de trabalho:

CONTROLE DE HOMOGENEIDADE

No processo de produção de concreto, o ensaio de queda é útil no controlo de variações nas matérias. Com efeito, uma modificação no conteúdo de areia ou variação módulo de finura de umidade são facilmente avisado no teste uma vez que influenciam o valor do assentamento.


FATORES EXTERNOS

A trabalhabilidade de concreto é modificado ao longo do tempo. O valor do abatimento medido na parte inferior do misturador é maior do que a obtida após 15 minutos, porque os agregados de absorvem água, por conseguinte, não contribuem para a plasticidade. Com efeito, o tempo, os materiais permanecerem no misturador, os agregados não esgotarem as suas capacidades de absorção (Figura N ° 6)

O resultado do assentamento do concreto é alterada com a temperatura da mistura e, indiretamente, pela temperatura. O aumento da temperatura diminui a liquidação.Portanto, para manter a solução, quando o tempo está quente, não será necessário um aumento da dosagem de água (Figura N ° 7).
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Fossa Séptica, filtro anaeróbico e Sumidouro - Cálculos, execução, normas e dicas



As fossas sépticas são unidades de tratamento primário de esgoto doméstico nas quais são feitas a separação e transformação da matéria sólida contida no esgoto. Existem vários tipos de de fossas, alguns já patenteados. Fisicamente consistem basicamente em uma caixa impermeável onde os esgotos domésticos se depositam. Pois, em grandes obras devemos ter sempre um controle 100% rigoroso, desta forma se sabemos da procedência e o controle de como a fossa tá sendo feita, então podemos adotar as mesma, caso contrário devemos sempre dimensionar e executar (construir) as mesmas na obra.

Nele, microrganismos existentes naturalmente nos esgotos, mineralizam parte da matéria orgânica, gerando lodo (que deve ser retirado, pelo menos, uma vez ao ano), gases, escuma e efluente.

Crédito da imagem:http://www.ufrrj.br

A fossa séptica de concreto é indicada para locais onde não há um saneamento básico com os mínimos padrões de qualidade, já que são unidades primárias de tratamento que garantem um ambiente mais saudável.



Crédito da imagem:http://www.arccol.com.br/fossa-septica-de-concreto.html


Observações Importantes


As fossas sépticas não devem ficar muito perto das moradias (para evitar mau cheiro) nem muito longe (para evitar tubulações muito longas). A distância recomendada é de 4 metros. 

Elas devem ser construídas do lado do banheiro, para evitar curvas nas canalizações. Também devem ficar num nível mais baixo do terreno e longe de poços ou de qualquer outra fonte de captação de água (no mínimo 30 metros de distância), para evitar contaminações, no caso de um eventual vazamento. O tamanho da fossa séptica depende do número de pessoas da moradia. Ela a dimensionada em função de um consumo media de 200 litros de água por pessoa, por dia. Porem a capacidade nunca deve ser inferior a 1000 litros. As fossas sépticas podem ser de dois tipos: 


-Pré-moldadas
-Feitas no local (Recomendada para Grandes Obras)






Execução

A execução fossa séptica feita na obra começa pela escavação do buraco onde a fossa vai ficar enterrada no terreno. 

O fundo do buraco deve ser compactado, nivelado e coberto com uma camada de 5 cm de concreto magro, (1 saco de cimento, 8 latas de areia, 11 latas de brita e 2 latas de água, a lata de medida a de 18 litros) sobre o concreto magro é feito uma laje de concreto armado de 6 cm de espessura (1 saco de cimento, 4 latas de areia, 6 latas de brita e 1,5 lata de água), malha de ferro 4.2 a cada 20 cm.

As paredes são feitas com tijolo maciço, ou cerâmico, ou com bloco e concreto. Durante a execução da alvenaria, já devem ser colocados os tubos de entrada e saída da fossa (tubos de 100 mm) e deixa ranhuras para encaixe das placas de separação das câmaras, caso de fossa retangular.

As paredes internas da fossa devem ser revestidas com argamassa a base de cimento (1 saco de cimento, 5 latas de areia e 2 latas de cal).

A fossa séptica circular, na qual apresenta maior estabilidade, utiliza-se para retentores de escuma na entrada e na saída, Tês de PVC de 90 graus com diâmetro de 100 mm.




Na fossa séptica retangular a separação das câmaras (chicanas) e a tampa da fossa são feitas com placas pré-moldados de concreto.

Para a separação das câmaras são necessárias cinco placas: duas de entrada e três de saída. Essas placas têm quatro centímetros de espessura e a armadura em forma de tela.







A tampa é subdividida em placas, para facilitar a sua execução e até a sua remoção placas com 5 cm de espessura e sua armação também é feita em forma de tela. 





O que é o Filtro Anaeróbio e como funciona


São estações de tratamento primário de esgotos sanitários, geralmente com forma prismática, seção quadrada ou retangular, com fundo falso em concreto armado, cheios de pedra britada graduada, nos quais os efluentes procedentes das fossas sépticas são distribuídos de maneira a sofrerem maior oxidação e, conseqüentemente, maior ação bacteriana. Os efluentes dos filtros são, geralmente, conduzidos a um curso d’água. Isto torna obrigatória a inspeção periódica da qualidade desses efluentes e a manutenção dos filtros, através da troca do material filtrante (brita graduada).


As principais limitações dos filtros anaeróbios decorrem do risco de obstrução do leito (entupimento ou colmatação dos interstícios) e do volume relativamente grande devido ao espaço ocupado pelo material inerte de enchimento.

As finalidades do material de enchimento são: permitir o acúmulo de grande quantidade de biomassa, com o conseqüente aumento do tempo de retenção celular; melhorar o contato entre os constituintes do despejo afluente e os sólidos biológicos contidos no reator; atuar como uma barreira física, evitando que os sólidos sejam carreados para fora do sistema de tratamento; e ajudar a promover a uniformização do escoamento no reator. (ANDRADE NETO et all ,1999b).

O material mais utilizado para enchimento de filtros anaeróbios no Brasil é a pedra britada Nº 4, que é um material muito pesado e relativamente caro, devido ao custo da classificação granulométrica.

Outros materiais já foram estudados e experimentados no enchimento de filtros anaeróbios no Brasil: gomos de bambu (COUTO e FIGUEIREDO, 1993; NOUR et all, 2000); escória de alto forno de siderúrgicas (CHERNICHARO, 1997); vários tipos e granulometria de pedras (ANDRADE NETO et all, 1999c); tijolos cerâmicos vazados comuns e anéis de Eletroduto corrugado de plástico (ANDRADE NETO et all, 2000). Estes estudos têm demonstrado que anéis de Eletroduto (conduíte cortado) é um bom material para enchimento de filtros anaeróbios. Os filtros anaeróbios mais usuais têm fluxo ascendente ou descendente. Nos filtros de fluxo ascendente o leito é necessariamente submerso (afogado). Os de fluxo descendente podem trabalhar afogados ou não. Aparentemente, os filtros com fluxo descendente afogado assemelham-se funcionalmente aos de fluxo ascendente, com algumas facilidades operacionais.

Atualmente há entendimento entre vários autores de que, em filtros anaeróbios com leito submerso (afogado), independentemente do sentido do fluxo, a estabilização da matéria orgânica deve-se principalmente aos sólidos acumulados nos interstícios do material de enchimento.

Filtros anaeróbios constituem uma tecnologia ainda em franco desenvolvimento. A busca de alternativas para o material de enchimento, que é responsável pela maior parcela dos custos e pelo volume, e o aperfeiçoamento de detalhes construtivos, incluindo o sentido do fluxo e a facilidade de remoção do lodo em excesso, são os aspectos que merecem maior atenção.

Apenas os filtros com fluxo ascendente têm sido significativamente aplicados ao tratamento de esgotos e pesquisados. Pouco se conhece sobre os filtros anaeróbios de fluxo descendente com leito afogado (submersos).


O que é o Sumidouro e como funciona

É um poço sem laje de fundo que permite a penetração do efluente da fossa séptica no solo. O diâmetro e a profundidade dos sumidouros dependem da quantidade de efluentes e do tipo de solo. Mas, não deve ter manos de 1m de diâmetro e mais de 3m de profundidade, para simplificar a construção. Os sumidouros podem ser feitos com tijolo maciço ou blocos de concreto ou ainda com anéis pré-moldados de concreto.

A construção de um sumidouro começa pela escavação do buraco, a cerca de 3m da fossa séptica e num nível um pouco mais baixo, para facilitar o escoamento dos efluentes por gravidade. A profundidade do buraco deve ser 70 cm maior que a altura finas do sumidouro. Isso permite a colocação de uma camada de pedra, no fundo do sumidouro, para infiltração mais rápida no solo, e de uma camada de terra, de 20cm, sobre a tampa do sumidouro.

Os tijolos ou blocos só devem ser assentados dom argamassa de cimento e areia nas juntas horizontais. As juntas verticais devem ter espaçamentos(no caso de tijolo maciço de um tijolo), e não devem receber pré-moldados, eles devem ser apenas colocados uns sobre os outros, sem nenhum rejuntamento, para permitir o escoamento dos efluentes.

A laje ou tampa do sumidouro pode ser feita com uma ou mais placas pré-moldadas de concreto, ou executada no próprio local, tendo o cuidado de armar em forma de tela.

Exemplo Prático

- Projetar o TQ, FA e Sumidouro para um edifício com 8 pavimentos tipo, térreo pilotis, com 4 apartamentos por pavimentos, padrão médio de acordo com os dados abaixo:
1. Profundidade do coletor na entrada do TQ e igual 0,70m
2. Distância mínima do fundo das unidades ao lençol d’’água e igual 1m.
3. Diâmetro do coletor Ф150mm, declividade 1%.
4. Desnível entre o NA do TQ e do FA é Δh = 0,20m.
5. Distancia média entre FA e Sumidouro 10m.
6. Coeficiente de percolação do solo K=0,08 m3 / m2.dia.
7. Período de limpeza de 4 anos.

1º Passo: Determinação do Numero de contribuintes (N)do Numero de contribuintes (N)

- Edifício com 8 Pavimentos tipo com 4 apartamentos por pavimentos, Padrão
Médio(2 Dormitórios sendo um de Casal, Sala, Cozinha, Banheiro, Área de Serviço),
Logo Admitindo 5 pessoa por apartamento e Mais 5 Pessoas da Administração
condominial e mais 1% de Visitas temos:

N = 8 x 4 x 5 + 5 + 0,01(8 x 4 x 5) = 166,6 = 167 Pessoas

2º Passo: Determinação das contribuições unitárias de esgoto(C) e de Lodo

Fresco (Lf)
- Tomando a Resistência com padrão Médio Temos Pela Tabela 1 NBR7229/1993
os seguintes valores:

C = 130 litros/dia x pessoa
Lf = 1 litros/dia x pessoa

3º Passo: Determinação do período de detenção (T)

- Para a determinação do período de detenção consulta-se a tabela 2
(NBR7229/1993). Porém, antes disso é preciso calcular a contribuição diária, obtida
a partir do produto entre a contribuição diária por pessoa vezes o número de
pessoas.

C(diária) = N x C = 167 x 130 = 21710 litros/dia

Tomando 21710 litros/dia como contribuição diária consulta-se a Tabela 2
(NBR7229/1993) e Obtemos:

T = 0,50 dias

4º Passo: Determinação da taxa de acumulação total de lodo(K), por intervalo
entre limpeza e temperatura de mês mais frio.

- Admitindo um valor de temperatura média para o mês mais frio do ano,
compreendendo t>200, para o caso de Belém – PA, e um intervalo entre limpeza da
fossa de 4 anos, consulta-se a tabela 3 (NBR7229/1993), obtém-se K = 177 dias

5ºPasso: Cálculo do volume útil (V)

V = 1000 + N (C x T + K x Lf) – NBR7229/1993
- Colocando os dados obtidos nos passos anteriores, temos:
V= 1000 + 167(130 x 0,50 + 177 x 1)
V = 41414 litros V = 41,414 m3

6º Passo: Determinação das dimensões

Conforme os dados acima Têm:

Profundidade Mínima(m)(NBR7229) (metros) = 1,80m
Profundidade Máxima(m)(NBR7229) (metros) = 2,80m

4,30 = 0,75 + h + 1,00 ► h = 2,55 m
h = 2,55m, está entre a profundidade mínima e profundidade máxima, então será o
adotado para o dimensionamento das dimensões da fossa.Em caso de h fosse
maior ou menor de que as dimensões especificada pela norma se adotaria as
especificações verificada acima.

2 ≤ L/B ≤ 4(NBR7229)

Solução Tipo Prismática

L = 2B                                                     L = 4B
L x B x 2,55 41,414                                L x B x 2,55 41,414
2B x B x 2,55 41,414                              4B x B x 2,55 41,414
B 8,12                                                       B 4,06
B 2,85m L 5,70m                                      B 2,01m L 8,04m
L 5,70m                                                    L 8,04m
B 2,85m                                                    B 2,01m
h 2,55m                                                     h 2,55m

Solução Tipo Cilíndrica

h = 2,55m

π.D2 .h/4== 41,414

D = 4,55m


LINK PARA DOWNLOAD:

DOWNLOAD APOSTILA
Tamanho: 1,25mb
Páginas:41
Fonte: P.P.E.A. - Projeto Permanente de Educação Ambiental


Para baixar Clique Aqui

Referências Bibliográficas

[1] CREDER, Hélio. Instalações Hidráulicas e Sanitárias. LTC .
6ª Edição.Rio de Janeiro.2006.

[2] JORDÃO, Eduardo Pacheco & PESSÔA, Constantino Arruda.
Tratamento de Esgotos Domésticos. ABES. 3ª Edição. Rio de Janeiro
1995.

[3] NBR 7229/1993- Projeto, construção e operação de sistemas de
Tanques sépticos.


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Fonte:pesquisa google
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Casa Maracanã - Blocos de concreto




PREMIADO | PRÊMIO ASBEA 2012


São Paulo. Nessa cidade, cuja contemporaneidade é capaz de nos colocar frente aos contrastes urbanos mais extraordinários, habitá-la pode se revelar uma condição alentadora. Em busca de um lugar onde isso possa ser vivenciado, a ideia da residência elementar adquire aqui o caráter de acontecimento. É assim, como se houvesse decidido postar-se silenciosa nos meandros oestes da metrópole, que a casa da Rua Maracanã se apresenta.

Os planos que definem sua geometria – opacos em sua materialidade acinzentada, transparentes em suas superfícies de vidro ou vibrante no mural de acesso - marcam a presença de um novo evento na vizinhança bucólica na qual pessoas curiosas se perguntam sobre o aparecimento dessa nova construção. Sua geometria dissonante em relação às tradicionais casas do bairro se mostra surpreendente a partir do momento em que oculta qualquer definição territorial, reconhecendo-se como um elemento que, bem como um acontecimento público, apodera-se da rua que lhe permite ser percebida. Por meio da ocupação de toda a propriedade que lhe é disponível, compartilha seus limites como se interiorizasse o entorno, e assim faz surgir seu lugar único.

Mais do que um espaço, seus planos vão configurando, paulatinamente, um caminho através do qual exterior e interior se fundem numa configuração própria e contínua. A casa descobre nova possibilidade para as limitações de um exíguo lote, cuja complexidade é superada pelos percursos horizontais e verticais que invariavelmente levam a uma nova experiência espacial, capaz de elucidar as singularidades da tipologia e da geografia do bairro.

Estar na casa da rua Maracanã é estar na Lapa; é conviver com suas peculiaridades, estampadas na expectativa de descobrir até aonde seus espaços podem nos conduzir e na possibilidade que nos oferece de contemplar o avermelhado dos telhados das construções vizinhas e das fachadas de alvenaria da igreja que coroa o bairro, enquanto o sol se põe no horizonte paulistano para o qual seu descortina sua fachada posterior.


Adentrar a casa não significa distanciar-se da cidade que nos leva até ela ou fechar-se num universo desconexo. Seu acesso tem de ser descoberto por detrás do mural de cerâmicas pintadas em composições pretas, brancas e vermelhas. Adentrar a casa significa, simplesmente, transpor uma sucessão de espaços, ora amplos, ora estreitos, ora iluminados, ora sombreados, que nos levam sempre a uma nova experiência.

A casa, chega-se pelo vazio, que é um mirante para o espaço da morada e também uma área de identificação dos seus setores funcionais: social e serviços embaixo, íntimo acima. Como nas ruas da cidade, a luz por entre seus espaços a invade por todas as direções, pelas grandes aberturas de vidro que se contrapõem à solidez da materialidade do concreto que a constrói.

Por onde se chega, por onde se passa, por onde se vai? Pelo espaço, pelo vazio. Circulando ou permanecendo, assim descobrimos toda sua extensão. Podemos nos encontrar imersos em seu nível inferior, definido pelos planos de concreto, pelos jardins e pelos pátios que configuram seus ambientes, ou podemos percorrê-la verticalmente até o plano deslizante de sua cobertura que descortina também o céu num instante espacial que nos coloca como observadores da cidade cujo ponto de vista é o topo da casa.

A casa é uma infraestrutura de morar. A sobreposição de lajes que se configura como uma sucessão de perspectivas é sutilmente protegida pela presença dos grandes caixilhos envidraçados. A manipulação da técnica e o uso da matéria mínima, como se fossem pedras sobre pedras em sua essência física, comprovam que a arquitetura pode despir-se das temporalidades superficiais da atualidade enaltecendo unicamente sua essência espacial.

O abrigo, a proteção para o elementar: compreendem a natureza daquilo a que se destina a casa e do sentido que assume para os que a presenciam. Nada mais é necessário para se viver na cidade contemporânea. Eis a morada fundamental, única e desvelada.

Texto de Daniel Corsi

SÃO PAULO, BRASIL
  • Área: 185 m²
  • Ano: 2009
  • Fotografias: Pedro Kok
  • Fabricantes: Glasser
  • Construção:Rafael Alves
  • Elétrica e Hidráulica:Minuano Engenharia
  • Estrutura:AVS
  • Paisagismo:Acatu – Atelie de Cultura Ambiental e Tratamento Urbano
  • Painel:Alexandre Mancini
  • Marcenaria:Alceu Terra
  • Serralheria:Edison Shigueno
  • Esquadrias de Alumínio:Metaltec Esquadrias
  • Impermeabilização:Kenzo Harada
  • Arquitetos Responsáveis:Danilo Terra, Pedro Tuma, Juliana Assali
  • Cidade:São Paulo
  • País:Brasil






CRÉDITOS

Arquitetura
Terra e Tuma Arquitetos
Danilo Terra, Pedro Tuma, Juliana Assali
Juliana Iha, Adriana Aoki

Estrutura
AVS
Carolina Ayres, Tomas Vieira

Elétrica|Hidráulica
Minuano Engenharia
Jasel Neme, Cibele Báez Neme, Roberto Abou Assali

Construção
RKF
Rafael Alves

Paisagismo
Gabriella Ornaghi Arquitetura da Paisagem
Gabriella Ornaghi, Rodrigo Bordigoni, Ricardo Tadashi

Painel
Alexandre Mancini

Fotografias
Pedro Kok

Marcenaria
Alceu Terra

Serralheria
Edison Shigueno
Texto de Daniel Corsi
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