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Galpões Pré-fabricados Industriais (4)

Vou repetir que as  vantagens em soluções pré-moldadas são somente obtidas quando no estágio da concepção do projeto, sendo a regra básica: Modular e Padronizar Sempre

Adequar os projetos arquitetônicos as vezes pode ser desgastante mas é necessário para se alcançar um projeto de pré-fabricado viável e claro que deixará feliz o proprietário da obra assim como o fabricante da estrutura. Uma obra Modulada é uma obra agradável aos olhos de todos.

As terças é quem padronizam as modulações dos galpões industriais, fornecem também um contraventamento das vigas de coberta que podem ser consideradas (ou não) no cálculo estrutural.




5- Vigas Terças

Estas vigas terças podem ser produzidas em concreto armado ou em concreto protendido. O seu tamanho é quem determina a modulação do galpão, veja :



 Em pré fabricação  leve em concreto armado é usual terças com tamanhos de 5,00 ou 6,00 metros. Para grandes vãos se utiliza o concreto protendido se utilizando terças com 10,00 a 14,00 metros.

Seções diversas são encontradas:


As seções usuais em concreto armado são utilizadas nas suas extremidades com ligações (apoios) tipo Gerber. Já nas terças protendidas as ligações podem  ser utilizadas de vários modos:

                                                       

                                                               Apoios tipo Gerber            
             


Apoios com inserts metálicos



Apoios com bases 



6- Vigas Baldrames

 A imagem abaixo mostra um correto posicionamento das vigas Baldrames:


Não se deve fazer encaixes nos Cálices de fundação para se posicionar as vigas baldrames. A armadura do Cálice de fundação é mais densa no seu terço superior e recortes nesse local são estruturalmente comprometidas.

Uma segunda opção é apoiar as vigas baldrames por consolos nos pilares,sendo que esta solução onera o custo da obra pelo aumento do comprimento de todos os pilares.


Até a próxima publicação, 

Eng Ruy Serafim de Teixeira Guerra

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Galpões Pré-fabricados Industriais (3)

Continuando a série de galpões industriais vejamos o  elemento VIGAS que é  utilizado na pré-fabricação sob diversas formas:

-Vigas de coberta
-Vigas para apoio de lajes
-Vigas de contraventamento
-Vigas secundárias
-Vigas terças
-Vigas baldrame
-Vigas calhas
-Vigas gerber

Estas vigas podem ser produzidas em concreto armado ou em concreto protendido. Para grandes vãos se utiliza o concreto protendido chegando até a 40 m ou mais.

Normalmente existe a necessidade na maioria das construções se utilizar cada vez mais grandes vãos livres e também aumentar cada vez mais as modulações dos pórticos. As vigas protendidas nesses casos  veem a realizar este objetivo.

Vale lembrar que sempre é interessante conseguir padronização e repetição de soluções no sentido de se conseguir uma maior economia na construção tornando o projeto exequível. 

As maiores vantagens em soluções pré-moldadas são somente obtidas quando no estágio da concepção do projeto e portanto é regra básica: Modular e Padronizar sempre.

1- Vigas  de Coberta

São encontrados várias tipologias para as vigas de coberta:










Vigas Tesouras com duas águas, vigas tipo Shed, vigas tesouras treliçadas, vigas tesouras em arco, vigas planas ....

2- Vigas para apoio de Lajes



Estas vigas que chamaremos de vigas de piso podem ter várias formas, vigas I, vigas retangulares, vigas vaso, vigas T, vigas T invertidas, são as mais comumente utilizadas em obras de pré-fabricados de concreto.



Abaixo a geometria de vigas do Manual Munte de Pré-fabricados:



3- Vigas de contraventamento



 Contraventamento é um termo utilizado em construção civil para se referir a um sistema de proteção contra a ação do vento em edificações de grande porte. 

Nas construções em concreto, os próprios elementos estruturais, pilares,vigas, lajes e paredes agem como estruturas de contraventamento.


As seções destas vigas são normalmente de seção retangular.

Estas vigas de contraventamento são utilizadas para travar os pilares quando da montagem das vigas de coberta e das vigas terças, evitando no sentido longitudinal carregamentos nos topos dos pilares.

4- Vigas secundárias

Estas vigas secundárias são posicionadas para apoiar as vigas de coberta onde se tiram os pilares, veja abaixo:

Continuo em outra publicação (numero 4)

Eng Ruy Serafim de Teixeira Guerra
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Pedreiro por dia ou empreitada?


Qualquer um dos dois tipos de serviço pode atender muito bem às suas necessidades. Contratando uma construtora, que geralmente é um contrato fechado, geralmente toda essa dor de cabeça de cálculo de variáveis e possíveis alterações no valor do contrato não serão necessárias. Quando o projeto está sob sua responsabilidade e de um arquiteto/engenheiro, a decisão pode ser mais delicada.

Ao contratar um pedreiro, você tem duas duas opções de pagamento para o serviço: por empreitada ou por dia de serviço. Cada tipo de contrato tem vantagens e desvantagens para o consumidor e para o pedreiro. Enquanto você, como consumidor está, obviamente, interessado nos prós e contras para si mesmo, a compreensão de como o contrato funciona e a natureza do serviço vai te dar uma vantagem na economia.

Pedreiro por empreitada ou por dia: o contrato por empreitada

Uma empreitada ou contrato de preço fixo são modalidades de contratos com pedreiro. Para projetos pequenos e simples, esse tipo de contrato vai funcionar muito bem. Agora projetos mais complexos e maiores, o custo final pode acabar mais elevado, podendo sofrer alterações no contrato, com os custos saindo um pouco do planejado. Principalmente se você está pretendendo fazer alterações no projeto no meio do caminho, a empreitada pode sair bem mais cara do que inicialmente planejada.


Problemas no meio do caminho também podem resultar em aumento nos custos da empreitada. Por exemplo, uma casa ou apartamento mais antigo que está passando por uma reforma pode encontrar mais problemas do que um imóvel novo ou construção do zero, o que resulta em um aumento nos custos da empreitada. Pode ser um cano furado, uma parede que revela algumas gambiarras de pedreiros anteriores, etc.
Geralmente o contrato tem uma cláusula sobre possíveis alterações. E o pedreiro não é obrigado a fazer o serviço que não estava no acordo original. Ou seja: ou você aceita pagar a mais ou o projeto não vai pra frente. Pode ficar acordado uma porcentagem ou um valor fixo pelo serviço quando há algum imprevisto. Melhor estabelecer essas regras do que no meio do projeto ser surpreendido com custos bem acima do que planejado.
Pedreiro por empreitada ou por dia: o contrato por dia
O contrato por dia pode parecer sair mais caro, mas quando você toma consciência de que o pedreiro não é obrigado a fazer serviços que não estavam discriminados no contrato inicial, se ele se deparar com problemas ou situações inesperadas durante a obra ou reforma. Nisso, há uma clara vantagem para o contrato por dia.
No contrato por dia, o pedreiro vai ter que lidar com todos os problemas que aparecerem durante a obra, sem poder cobrar a mais por isso. Em obras maiores, de longo prazo, quando o projeto é menos complexo, esse tipo de contrato por dia pode ser a melhor opção.
Profissionais que não tem muita qualidade podem enrolar o serviço, e acabar resultando em custos bem mais altos para seu projeto de reforma.
Qual o melhor para seu projeto: contratar o pedreiro por dia ou por empreitada?
Casas e apartamentos antigos, em obras emergenciais, podem ter que lidar com obras e reformas pagas por dia ao pedreiro, não por opção, mas por necessidade.
Uma obra ou reforma em casa nova de longo prazo pode ter um valor fechado, com critérios para alterações no preço para possíveis imprevistos.
Obras e reformas pequenas, planejadas, podem ser combinadas com o pedreiros e definidas um valor por dia de trabalho.
Um bom engenheiro, arquiteto, ou mestre de obras, sentando com você e analisando seu projeto, conseguirá te dizer bem qual o melhor tipo de contrato de pedreiro é melhor para seu projeto. E nem sempre o mais barato é o melhor: você tem que usar o que for mais eficiente (custo e benefício, juntos), e não o mais barato.
Recibo e como pagar autônomo
Quando você for pagar o pedreiro, peça o recibo, com discriminação dos serviços prestados pelo pedreiro, seja por dia ou por empreitada. Você tem que fazer essa exigência do pedreiro. É necessário pagar o pedreiro e não apenas ele, e você precisa pagar também o INSS do mesmo, a não ser que pague ele por um CNPJ de MEI, Microempresário, ou CNPJ individual. Esse recibo é também a forma de você garantir que o contrato será respeitado, e que qualquer problema depois que o projeto for terminado poderá ser consertado, exigindo dos profissionais envolvidos a correção dos problemas. Sem o recibo, fica muito mais difícil.
Qual tipo de contrato você acha melhor com pedreiros? Por dia ou por empreitada? Por que?
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ART – Anotação de Responsabilidade Técnica

A Anotação de Responsabilidade Técnica, conhecida também como ART, é um documento que deve ser emitido por profissionais das áreas de Engenharia, Agronomia, Geologia, Geografia ou Meteorologia, em todos os contratos de execução de serviços ou obras. O documento deve ser protocolado e emitido através do CREA da região onde o profissional está inscrito.
O que é ART na Engenharia, Agronomia, Arquitetura…?
A ART tem a função principal de identificar e responsabilizar um profissional ou empresa diretamente por obras ou serviços prestados. Sua emissão garante às partes envolvidas (tanto o executor quando o beneficiário do serviço) a segurança de que o trabalho está sendo realizado por um profissional devidamente formado e qualificado.
Através da ART, o profissional que projeta, executa, e acompanha um dado serviço pode ser responsabilizado ao agir contra a ética profissional, bem como os erros cometidos. É uma segurança para quem contrata esses profissionais, e também para os profissionais, que deixaram ainda mais claros os serviços que estão prestando em contrato, e estabelecendo limites legais à possíveis responsabilizações injustas por parte de quem recebe o serviço.
A Anotação de Responsabilidade Técnica é um documento que protege profissionais e clientes durante o projeto, execução, e acompanhamento de obras e serviços que exigem conhecimento técnico específico e regulamentado no país. (Foto: crbio08.gov.br)
Importância do ART

Tipos de ART
Existem 3 tipos de ART:
  • ART de obra ou serviço: execução de obras ou prestação de serviços inerentes às profissões abrangidas pelo Sistema Confea/Crea
  • ART de obra ou serviço de rotina (ART múltipla): especifica vários contratos referentes à execução de obras ou à prestação de serviços em determinado período
  • ART de cargo ou função: vínculo com pessoa jurídica para desempenho de cargo ou função técnica.
Valor cobrado pela ART? Onde ela é emitida?
A ART é emitida pelo CREA da região do profissional que está prestando o serviço ou executando a obra. O valor é tabelado pelo CONFEA, e todos os CREA devem respeitar os valores estabelecidos na tabela.
Anotação de responsabilidade técnica: segurança para todos
Para o beneficiário de um serviço ou obra que demanda conhecimentos técnicos, a apresentação do ART pela empresa ou profissional responsável dá uma segurança jurídica e técnica maior ao serviço. Fica muito mais fácil, por exemplo, responsabilizar a empresa ou profissional por possíveis erros e falhas na execução do projeto, quando elas ocorrerem. Quando não há a ART, há casos em que a justiça não considera a causa, e é difícil (ou impossível) responsabilizar alguém pelos erros.
Para o profissional que emite a ART, a emissão do documento cria um portfólio profissional, que pode ser obtido através do CREA, com todos os ARTs já emitidos, e trabalhos já realizados. É também usado para a comprovação de capacidade técnico profissional, necessária para licitações. Por fim, a ART cria um suporte legal para proteger o profissional de possíveis problemas legais com seus clientes. Por exemplo, se ele executou uma obra X, realizando parte de uma obra, e o cliente realizou outra parte da obra sem consultar um profissional, caso ocorra alguma falha estrutural ou na parte da obra que o engenheiro foi responsável, ele pode se proteger mostrando que a segunda parte da obra não teve o ART para sua execução, o que afetou a parte da obra executada com o devido ART.
fonte: https://www.2quartos.com/art-anotacao-responsabilidade-tecnica-quem-pode-emitir/
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Galpões Pré-fabricados Industriais (2)

Vejamos os principais elementos que compõe um galpão de concreto pré-fabricado para depois irmos mais além ou seja ver seus moldes, seu cálculo estrutural, sua fabricação e montagem.

Pilares, vigas, sapatas são os principais elementos a serem utilizados em um galpão pré-fabricado de concreto, observe que são poucas as peças que compõe a estrutura de um galpão.

1- Pilares

Vamos começar pelos pilares...ops mas se diz pilar ou se diz coluna??? Qual é a diferença entre um pilar e uma coluna ? Esclarecemos essa dúvida para você. Comecemos pelo dicionário:

Pilar (do castelhano Pilar):

 Simples coluna que sustenta a construção.

Coluna (do latim Columna):

Pilar cilíndrico que sustenta abóbada, estátua, etc., constante, em geral de base, fuste e capitel.


Consultando a internet temos o site Meia Colher que assim define a diferença:

O que é uma Coluna?

São elementos dispostos verticalmente, importantíssimos na sustentação, principalmente, das vigas. Historicamente, as colunas assumiram diversas formas, sendo inclusive elemento decorativo, por apresentar ornamentos.

Hoje, elas ganharam formas limpas e, geralmente, ficam “escondidas” junto com as paredes, o que pode levar leigos a se equivocarem em uma reforma, desestruturando uma obra.

Embora tenha a mesma função de um pilar, este é geralmente mais robusto.


O que é um Pilar?

É quase igual a coluna, no entanto, o pilar é uma coluna mais simples.

É um elemento estrutural vertical usado normalmente para receber os esforços diagonais de uma edificação e transferi-los para outros elementos, como as fundações.

Uma coluna sustenta paredes e tetos, um pilar sustenta estruturas inteiras...
Um ex. em um prédio, temos as colunas que começa no subsolo e vai até o último andar, mas também temos nas garagens os pilares.

Tratemos daqui para frente como pilares. Estes normalmente em estruturas de galpões industriais tem a forma retangular ou quadrada. Podem possuir consolos ou podem ser Pluripianos

Pilares com consolos:
Podemos ter consolos para a sustentação de vigas retangulares ou vigas do tipo Gerber ou mesmo de outra peças (vigas calha, paredes de arrimo, etc).

  Resultado de imagem para consolos de concreto


PIlares Pluripianos:

Os pilares pluripianos têm sido desenvolvidos especificamente para permitir a redução do tempo de assentamento. A análise estrutural do elemento pré-fabricado, neste caso, também envolve a análise do pilar-viga nó.O pilar-viga de secção de ligação, na fase da colocação do elemento vertical, é constituída pela única armadura vertical do pilar

Não se vê este tipo de pilar no Brasil. O cálculo estrutural é feito por Euler....

      

Na próxima publicação falarei do elemento Vigas,

Eng Ruy Serafim de Teixeira Guerra
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SISTEMA DE PAVIMENTAÇÃO INDUSTRIAL E SEUS COMPONENTES

Definição

Pavimentos Industriais são elementos estruturais, que têm a finalidade de resistir e distribuir os esforços verticais resultantes do carregamento ao sub-leito. São considerados como elementos de grande importância para a lógica de operações de unidades de produção industrial, visto que é sobre os pavimentos industriais que as atividades produtivas se realizam.

Essa classificação também estende-se para outros tipos de pisos como sendo os desportivos etc.

Composição

Os pavimentos industriais são geralmente composta por cinco camadas principais super postas com funções especificas dentro do sistema construtivo.
Na figura a seguir pode ver o esquema de estratificação dos pavimentos:


De seguida passamos a fazer a descrição das camadas, na tabela abaixo:


Classificação

A classificação dos pisos industriais pode ser feita de acordo com as caraterísticas das diversas tipologias de pisos industriais, levando em consideração os aspectos tecnológicos e comportamento dos materiais empregues, métodos de dimensionamento adequados para cada caso, e sobretudo a logística de execução dos pavimentos (processos construtivos e equipamentos). Isso pode ser considerado de extrema importância para que os profissionais envolvidos possam equacionar com exito todas as questões de definição do sistema mais adequado a utilização em cada caso específico, levando em consideração aspectos de qualidade, durabilidade e a economia desejada.

Classificação Quanto ao Reforço Estrutural

A classificação quanto ao reforço estrutural é baseada no agrupamento das classes de pisos de acordo com o sistema adotado para a estruturação das placas de concreto. Neste tipo de classificação podemos encontrar:
  1. Pisos Industriais de Concreto simples - Sistema em que os esforços atuantes (tração e compressão) são resistidos apenas pelo concreto, sem presença de armadura. Resultam em pavimentos de espessura elevada como correção da deficiência do concreto a baixa resistividade para os esforços de tração. São pavimentos compostos por placas de concreto de pequenas dimensões, apoiadas sobre a fundação ou sub-leito. As áreas pavimentadas recebem juntas serradas ou moldadas na betonagem para a indução de fissuração em pontos específicos, combatendo a retração, dilatação térmica e empenamento das placas. Um aspeto interessante, é a utilização de barras de transferência entre placas, para a melhoria do desempenho do pavimento evita patologias nas áreas das juntas e não descarateriza o pavimento como um sistema de pavimentação de concreto simples, pois as barras de aço, não trabalham como armadura, sendo apenas utilizadas para transferir os esforços entre as placas. As figuras a seguir mostram respetivamente o sistema de piso de concreto simples, sem utilização de barras de transferência e com utilização de barra de transferência:





Para o bom desempenho do concreto nesse tipo de pavimento, é muito importante que a quantidade de cimento seja em elevada quantidade para combater os esforços de compressão e flexão. Por isso o factor água/cimento deve ser reduzido edeve-se adoptar o processo de cura adequada, para combater as fissuras por retração hidráulica.

      2.  Piso Industriais de Concreto com Armadura Distribuída - São compostas por placas de concreto e uma malha posicionada no terço superior destas com o objectivo de controlar a fissuração causada pela retração por secagem do concreto, às variações de temperatura (dilatação higro-térmica). 
Tendo em foco várias experiências práticas pode-se dizer que a presença da malha no pavimento controla a pavimentação, como também apresenta uma resposta estrutural ao sistema de pavimentação.
A utilização das malhas pode reduzir consideravelmente o número de juntas necessárias, permitindo a construção de placas de até 30m de comprimento e 6m de largura, embora o comprimento usual seja de até 15m.

A titulo de Informação seguem ainda ilustrações de diversos tipos de aplicação em pavimentos que pode ser encontrados:

Concreto Estruturalmente Armado


Concreto Pro-tendido



Piso Com concreto reforçado com Fibra





Fonte:
Monografia de Pavimento Industriais de Concreto
Rafael Cristelli
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Galpões Pré-fabricados Industriais (1)





Inicio agora uma primeira postagem de uma série onde agora explicarei com detalhes nesta publicação os conceitos de elementos pré-fabricados, elementos pré-moldados, o significado de galpão, as características necessárias para um galpão.

As demais publicações tratarei de cada elemento pré-fabricado básico que compõe um galpão industrial, piso industrial, como fazer o seu dimensionamento estrutural, o que compõe o seu projeto estrutural entre outros. Moldes e processos também serão descritos.

Em suma, tudo o que for necessário para se entender o trabalho de um calculista de obras industriais... Essa é hoje a minha principal atividade trabalhando em uma grande empresa para pré-fabricados de obras industriais e dando consultoria a diversas empresas do ramos de pré-fabricados. 

Se você se interessar em conversar comigo sobre projetos, layout, processos produtivos, concreto e até sobre a área comercial e financeira é só passar um e-mail para: 

 Clubedoconcreto@gmail.com


Que tal agora se distinguir um elemento pré-fabricado e um elemento pré-moldado:


- Elemento Pré-fabricado é um elemento pré-moldado produzido em escala industrial, mesmo em instalações temporárias em canteiros de obra, obedecendo a manuais e especificações técnicas, por pessoal treinado e qualificado, sob condições rigorosas de controle de qualidade, inclusive em laboratório, identificados individualmente ou por lote.

- Elemento Pré-moldado é um elemento executado fora do local de utilização definitiva na estrutura, produzido em condições menos rigorosas de controle de qualidade, mas sujeito à inspeção do próprio construtor.

Qualquer dúvida que ainda tenha é só consultar a norma da Associação Brasileira de Normas Tecnicas ABNT de numero NBR9062. 


Significado de Galpão – Wikipédia, a enciclopédia livre:



Galpão ou barracão é um espaço amplo sob a mesma cobertura, geralmente utilizado como depósito de carros, materiais e outros produtos industriais. Os galpões podem ter estrutura de madeira, metálica, concreto, cantaria, alvenaria etc.

Segundo o site http://galpaoeficiente.parquetorino.com.br/  são 7 as características essenciais de um galpão de armazenamento, estas são logo abaixo descritas.


O bom andamento da logística de uma empresa, na maioria das vezes, acaba sendo muito dependente da estrutura do local onde ficam armazenados seus estoques. Dentro de um depósito de armazenamento, para se controlar tanto o acervo quanto as circulações necessárias para preparar e empilhar as mercadorias, muitas coisas devem ser consideradas, com o objetivo de se otimizar processos, evitar trabalhos supérfluos e contornar as perdas de materiais. Quer descobrir agora mesmo algumas dessas características essenciais para que se tenha um galpão de alta qualidade? Então confira:

Pé-direito alto

A medida chamada de pé-direito corresponde à distância entre o pavimento inferior, o piso, até o teto. Se um galpão tem um pé-direito alto, terá boa ventilação, já se o local for mais baixo, oferecerá uma dispersão térmica muito fraca, tornando-se muito abafado e quente.

O ideal é que um galpão para armazenamento tenha um pé-direito de 10 a 15 metros livres, de modo que atenda bem à acomodação das mercadorias empilhadas. Uma altura desse porte possibilita a boa disposição dos porta-pallets, permitindo uma boa verticalização do espaço para armazenar vários tipos de carga, facilitando o rápido acesso por parte dos funcionários e das empilhadeiras.

Boa resistência do piso

O nível de carga envolvido nas circulações exige que o piso do galpão suporte as mercadorias armazenadas sem rachar ou correr risco de desmoronamento. O ideal é que o piso industrial apresente a capacidade mínima de suportar 6 toneladas por metro quadrado, aguentando bem não só a carga distribuída, mas também a movimentação das empilhadeiras, de outras máquinas e, obviamente, das pessoas.

Excelente iluminação

O galpão precisa ter uma iluminação bem estruturada, que possibilite a melhor visualização de todas as mercadorias armazenadas e atividades a serem realizadas no ambiente. Melhor ainda se for possível aproveitar a luz natural, com a aplicação pontual de telhas translúcidas na cobertura, que deixam passar a claridade solar.

Possibilidade de cross-docking

O sistema de cross-docking admite um abastecimento facilitado e uma maior rapidez na expedição dos produtos de dentro do galpão, já que o sistema cross-docking permite que as mercadorias cheguem por um lado e sejam retiradas pelo outro flanco, diminuindo o tempo de circulação dos itens dentro do processo logístico implementado.

Extensa área de pátio

O volume de estocagem é diretamente influenciado pelo pé-direito e pelo tamanho disponível no galpão, considerando-se sua largura e seu comprimento. Maiores dimensões acomodam uma maior quantidade de itens, permitem um melhor controle do estoque e possibilitam uma circulação otimizada, mais dinâmica.

A área aproveitável do galpão é relacionada, ainda, com o número de docas instaladas e o acesso para as carretas, entre outras facilidades possíveis. Vale ressaltar que a área de pátio ideal varia de acordo com a demanda, existindo no mercado extensões que vão de 4 mil metros quadrados até algumas dezenas de milhares de metros quadrados.

Sistema de combate a incêndio

Um galpão bem planejado deve, obrigatoriamente, comportar um sistema de combate a incêndios, para oferecer uma maior proteção dos produtos e maquinários ali estocados. Tal precaução oferece maior garantia às mercadorias e reduz eventuais prejuízos materiais.

Os galpões que possuem grandes vãos livres são legalmente obrigados a contar com um sistema desses, com o uso de dispositivos como sprinklers, além da boa sinalização do ambiente e da colocação de extintores de incêndio em locais estratégicos.

Estacionamento suficiente

Os serviços de um galpão de alto nível não se resumem ao que ocorre apenas em seu interior. Assim, eles devem apresentar, por exemplo, um estacionamento adequado para comportar veículos de pequeno e de grande porte, incluindo rampas de acesso para o piso da área de depósito.

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