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Slump test e Flow Table Test - SIKA




Abaixo os videos da SIKA que servem para orientar o modo correto de ensaio:





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Softwares e projetos gratuitos da ArcelorMittal



Por sua gama de produtos e soluções de aço, a ArcelorMittal desenvolveu inúmeras ferramentas gratuitas de pré-design para apoiar engenheiros e arquitetos no plano e cálculo de seus projetos. Estes programas cobrem vários aspectos de design de aço e estruturas compostas com diferentes padrões, bem como soluções especiais de acordo com os códigos de Design Europeu - os Eurocódigos.

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O uso do design assistido por computador é uma ferramenta indispensável para arquitetos, engenheiros e designers de projetos e tornou-se um imperativo estratégico no negócio de construção. A ArcelorMittal fornece arquivos CAD gratuitos da sua gama de produtos nos formatos universal dwg e dfx, para que possam ser facilmente incorporados em projetos arquitetônicos e estruturais já nos estágios iniciais do projeto.

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Como Usar a Curva ABC na Sua Empresa

uso da curva ABC é essencial para que qualquer empresa possa identificar quais são os seus pontos falhos, trabalhar para corrigi-los e melhorar o seu desempenho interno e externo.
curva abc

Aprenda como criar a curva ABC no excel e a usar para a sua empresa, descobrindo erros e correções

Muitos negócios teriam potencial para chegar a um patamar muito acima do que estão, mas acabam não o atingindo porque cometem pequenos erros que atrapalham o seu crescimento, como a falta de controle do estoque.
Quando uma empresa não está atingindo os seus objetivos é porque está falhando em algum aspecto e o primeiro passo para resolver este problema é usar a curva ABC para identificar qual erro está sendo cometido, que é um método criado especialmente para esta função. Confira abaixo mais informações e como usar a curva ABC.

O Que é a Curva ABC

A curva ABC também pode ser chamada de diagrama de Pareto ou Regra 80/20. É um estudo realizado por Joseph Moses Juran, um famoso consultor da área de qualidade que verificou que 80% dos problemas empresariais normalmente são causados por 20% dos fatores.
O nome “Pareto” é uma homenagem ao economista italiano, Vilfredo Pareto, que em seu estudo constatou que 80% da riqueza da Itália estava nas mãos de 20% da população, e a maior parte do entendimento da curva ABC se deve a esta pesquisa.
O nome da curva ABC se dá pelo fato de a metodologia ser dividida em três classes. A primeira classe é a A, que tem maior importância, valor ou quantidade, que corresponde a 20% do total. A classe B tem importância, quantidade ou valor intermediário, correspondendo a 30% total. Enquanto que a classe C tem menor importância, valor ou quantidade, correspondendo a 50% do total.
Portanto, a curva ABC é uma ferramenta que permite a análise dos setores de uma empresa para identificar onde estão os seus problemas, visto que na maioria das vezes uma pequena porcentagem pode ser responsável por um grande prejuízo. A curva ABC pode ser usada em diferentes situações, mas o seu uso mais comum é para a administração do estoque.
Aprender a aplicação da curva ABC pode facilitar, e muito, a administração de um negócio e, acima de tudo, encontrar os problemas para corrigir antes de trazerem prejuízos elevados para a empresa.

Qual é a Utilização da Curva ABC

A curva ABC é muito utilizada para gerenciar estoques, tendo como objetivo promover um controle mais apurado dos produtos que estão disponíveis em estoque, visando reduzir os custos, mas sem que haja o comprometimento de atendimento ao cliente.
A curva ABC ajuda a classificar os itens do estoque considerando a sua importância relativa.
Além disso, a curva ABC pode ser usada para identificar as causas e efeitos dentro da gestão de qualidade, buscando fazer um levantamento de quais são as causas que geram o maior número de efeitos. O uso dessa ferramenta também se aplica na identificação dos fornecedores mais importantes, melhores clientes e quais os problemas ocorrentes com maior frequência na sua empresa.

Como Usar a Curva ABC

A princípio, a curva ABC pode ter uma aplicação complexa, mas para torná-la mais fácil pode-se dividi-la em etapas e dispor os seus dados em uma planilha do Excel, que funciona tanto para controlar o estoque quanto para identificar os problemas de gestão de qualidade, basta substituir os fatores. Veja a seguir como usar a curva ABC:
1- Construa a Tabela Para Análise da Curva ABC
O primeiro passo para usar a curva ABC é construir uma tabela no Excel, o que permite ter mais organização e praticidade na análise dos dados. Os aspectos que devem estar presentes na tabela para a análise da curva ABC são os tipos de itens disponíveis em estoque, o custo unitário, o custo total e a classificação ABC, ou seja, o nível de importância dos produtos para o funcionamento da empresa.curva abc construir tabela
Procure deixar esta planilha bem organizada, pois sempre estará acrescentando novos dados. Além disso, utilizar de cores e gráficos pode facilitar o entendimento e análise dos dados.
2- Faça a Classificação da Tabela
Após digitar os dados na tabela da análise da curva ABC é necessário classificá-los. Esta classificação deve ser feita em ordem decrescente. Primeiramente, some todos os valores unitários dos produtos, o que permite obter o custo total disponível em estoque. Em seguida, calcula-se a porcentagem para saber a relevância do valor do estoque por item.
3- Aprimore a Classificação ABC
Depois de realizar o cálculo da porcentagem dos valores dos produtos do estoque colocados na tabela, você deve fazer a classificação ABC. Nesta etapa, é preciso criar uma nova lista na tabela, disponibilizando os produtos pela importância que possuem dentro do estoque da empresa. Por exemplo, os produtos que existem em maior quantidade e possuem mais valor são os mais importantes para empresa, e assim por diante. Lembrando que a classificação é feita de forma decrescente.
4- Faça Um Gráfico da Classificação ABC
Feita a classificação ABC é recomendado fazer um gráfico para obter mais facilidade na análise dos dados. No gráfico, os dados também são distribuídos de acordo com a porcentagem e nível de importância da curva ABC, proporcionando uma análise de custeio dos produtos.
O Excel permite fazer basicamente dois tipos de gráficos: candles e pizza, os dois são bons, simples e visuais, o que facilita a avaliação.

O Que Fazer Com os Dados da Curva ABC

Após a construção da tabela para classificar os produtos do estoque por meio da curva ABC é necessário estudar as informações para melhorar o desempenho da empresa. Por exemplo, se o estoque da empresa tem um produto com um preço muito alto e em grande quantidade, mas que não está tendo saída junto ao público consumidor, a empresa pode estudar a substituição deste item por outro que tenha mais demanda ou a exclusão da lista de estoque.
No caso da curva ABC ser usada para analisar os problemas de gestão de qualidade da empresa, é preciso verificar por escala quais são as causas que geram mais efeitos. A partir daí, faz-se um planejamento estratégico para solucionar os problemas por ordem de importância, ou seja, aqueles mais prejudiciais devem ser resolvidos em menor tempo.
Lembre-se de sempre criar um plano de ação para a correção de cada problema da empresa, caso contrário poderá desorganizar outras áreas e vir a piorar ainda mais.

http://casadaconsultoria.com.br/curva-abc/
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Gerenciamento de Custos – Aprenda Como Fazer




Gerenciamento de custos
Gerenciamento de custos

A falta de gerenciamento de custos é apontada como uma das principais causas da interrupção de grandes projetos! Por isso, aprenda agora mesmo como fazer gerenciamento de custos.
Você começou um novo projeto, deu os primeiros passos para colocá-lo em prática, mas no meio do caminho teve que pará-lo devido à falta de dinheiro? Sabe por que isso aconteceu? A resposta é muito simples, trata-se da falta de planejamento orçamentário e gerenciamento de custos. Parece uma questão óbvia, pois está presente diariamente nas empresas, mas ainda é algo que se encontra dificuldade para realizar.
Ter um bom gerenciamento de custos para os seus projetos é essencial para que a instituição obtenha planos bem sucedidos, não tenha desfalques no seu orçamento, otimize de maneira proveitosa o uso do seu dinheiro e até mesmo promova economia. O gerenciamento de custos prevê todos os gastos que terão de ser feitos ao longo da execução de um projeto.
É importante lembrar que o planejamento torna possível vislumbrar antes mesmo de iniciar os custos, assim, torna-se possível saber antecipadamente se irá ou não valer a pena por em prática o projeto, por isso, não deixe de fazê-lo.
O gerenciamento de custo tem que ser feito por um profissional capacitado para lidar com o dinheiro, que saiba aplicá-lo da maneira correta, evitando desperdícios e demais transtornos. De nada adiantará você pedir para que uma pessoa “qualquer” elabore um gerenciamento de custos, é preciso que seja um contabilista ou, no mínimo, alguém que trabalhe com o setor financeiro da empresa, que esteja inteirado da situação financeira atual.
Além de gerenciar, é interessante aprender como reduzir os custos. Por isso, aconselho ler nosso texto sobre estratégias de redução de custos.
Para você que trabalha com a gestão de projetos e consequentemente necessita de recursos financeiros, nós iremos trazer aqui mais informações sobre o gerenciamento de custos e como praticá-lo no seu cotidiano. Vamos lá?

O que é gerenciamento de custos?

Quando você ou a sua empresa elabora um projeto, tem-se que fazer um planejamento para concretizá-lo. Dentro deste planejamento deve estar estimada a quantia em dinheiro que será utilizada para que o plano de ações não seja interrompido.
É justamente aí que entra o gerenciamento de custos, que consiste em montar um orçamento detalhado de todos os gastos que são necessários para executar a atividade. Mas cuidado, os gastos precisam ser realmente reais, não “diminua” valores para conseguir “fechar” no orçamento, isso é muito comum e, posteriormente, acaba inviabilizando a conclusão do planejamento, servindo apenas para gastar dinheiro.
Para facilitar no gerenciamento de custos, uma boa dica é estudar concomitantemente agestão de processos, já que um engloba o outro.
O gerenciamento de custos é uma tarefa relativamente complexa de se fazer, pois é dividido em um conjunto de processos, em que a eficiência na execução de cada um deles é essencial para obter um resultado preciso e seguro. Afinal de contas, qualquer erro pode causar impactos na capacitação de recursos, podendo fazer com que haja desperdício ou falta de dinheiro, o que causa o mesmo grau de problemas.

Qual é a importância do gerenciamento de custos?

Passar por um prejuízo financeiro ou ter que parar um projeto antes mesmo de acaba-lo, estes são apenas alguns dos riscos que você e a sua empresa estão sujeitos a correr quando não elaboram um gerenciamento de custos apropriado. Levando isso em consideração, é de se concordar que fazer este planejamento de gerenciamento de custos é essencial em todas as situações que envolvem dinheiro.
Ao elaborar o gerenciamento de custos, a empresa terá tempo de se preparar para obter o dinheiro necessário para colocar o projeto em prática, irá gastar o valor que está no relatório e dentro do plano financeiro, nem a mais nem a menos, o que traz muita praticidade e despreocupação, permitindo que a atenção seja voltada para aquilo que realmente interessa, ou seja, a concretização do projeto.

Como aplicar o gerenciamento de custos?

O plano de gerenciamento de custos é divido em categorias fundamentais para chegar a um resultado total correto. Portanto, vamos estudar cada passo para conseguir criar o seu gerenciamento de custos, não pule nenhum dos “passos”, porque poderá comprometer todo o seu gerenciamento!

 1 – Faça uma estimativa de custos

Tudo começa com a estimativa de custos, ou seja, o valor que o gestor supõe que a execução do projeto vai custar, obviamente, esta etapa não é feita de forma aleatória, ela envolve um estudo mais raso, em que é determinado o valor de todas as atividades que serão realizadas, bem como o material físico e humano que devem ser usados.
Como você estará analisando a questão de mão-de-obra também, sugiro dar uma olhada no nosso texto sobre a importância do recrutamento e seleção interna.
O ideal é fazer uma pesquisa de preços, analisando o custo benefício, ou seja, se as opções disponíveis estão de acordo com as necessidades da empresa e possuem um valor razoável, pois para começar, recomenda-se montar um planejamento que não extrapole os limites financeiros usados comumente pela empresa.  Todas as estimativas de gastos tem que ser registradas de forma detalhada em um relatório.

2 – Realiza um orçamento de custos

Apesar de soar como parecido, o orçamento de custos se diferencia da estimativa de custos, pois ele consiste em reunir os gastos que foram estimados em cada atividade ou pacotes que fazem parte do projeto. Portanto, esta etapa é mais apurada e assertiva, já que apresenta os valores concretos, é o relatório pronto, que será utilizado durante procedimento.
Conheça mais sobre a questão administrativa em nosso texto sobre teoria geral da administração.
Para montar o orçamento de custos, o gestor deve ter estudado todas as possibilidades e preços, conforme foi explicado na etapa anterior, devendo escolher aquelas que realmente condizem com as suas necessidades. A partir daí, os valores devem ser agrupados novamente em um relatório, apresentando a soma total, que é apresentado ao setor financeiro da empresa para ser submetido à aprovação.

3 – Determine uma margem de erro do gerenciamento de custos

Quando nós estamos executando um projeto, por mais organizados que sejamos, estamos sujeitos a enfrentar transtornos externos como, por exemplo, acidentes de percurso que impactam sobre a realização das atividades, sendo necessário fazer novos gastos para dar continuidade. Quando isso acontece, é necessário contarmos com uma reserva financeira, evitando que tudo seja parado pela metade. Essa reserva financeira deve fazer parte do gerenciamento de custos.
Por isso é essencial determinar uma margem de erro durante a finalização do orçamento e gerenciamento de custos. Recomenda-se guardar uma reserva de valor médio, que possa ser rapidamente usada durante uma emergência. Para chegar à quantia do total da reserva, o ideal é fazer uma estimativa dos riscos que o projeto está exposto, desde variações na economia até aumentar a contratação de mão-de-obra.
Neste caso, o dinheiro precisa estar disponível até o final do projeto, se não houver a necessidade de usá-lo, ele poderá ser empregado em outra atividade. Porém, é importante que ele esteja sob a proteção de um profissional responsável e honesto. Além disso, é interessante que a pessoa compreenda bem as rotinas administrativas da empresa.

4 – Promova o controle de custos

Montado o escopo e relatório final do orçamento e gerenciamento de custos, é o momento de promover o controle dos custos. Afinal de contas, não basta apenas descrever todos os gastos e deixá-los na gaveta, eles são elaborados justamente para orientar todo o processo de aplicação dos recursos financeiros.
O gestor deve se incumbir de acompanhar pessoalmente todos os custos, desde a compra dos materiais ate o pagamento das pessoas responsáveis pela mão-de-obra, certificando-se de que o dinheiro realmente está sendo utilizado para a finalidade proposta, a fim de evitar desperdícios, que podem vir a gerar mais custos.
Nesse momento, o gestor também necessitará ter um bom ‘controle’ de gestão de pessoas, porque trabalhará com todos os setores, distribuindo valores e efetuando o pagamento.
Eventualmente, podem surgir novos fatores que requeiram uma mudança no orçamento. Nestes casos, o gestor tem que estar preparado para evitar que os impactos gerados sejam muito grandes a ponto de exigir a reestruturação do projeto, o que causaria atrasos e demais transtornos.

5 – Estude o resultado final do gerenciamento de custos

Não é porque o projeto foi concluído com sucesso que o gerenciamento de custos deve ser abandonado, muito pelo contrário, ele ocupa um papel fundamental no final de todo o processo. Primeiramente, recomenda-se elaborar um novo relatório, no qual seja indicado o valor que realmente custou a realização de cada atividade.
Muitas vezes você perceberá que os custos ficaram dentro do planejamento e gerenciamento de custos, mas não porque cada área em si teve o custo estipulado, mas sim porque algumas gastaram mais e outras, em contrapartida, tiveram um custo menor, o que não é o correto.
Feito isso, é necessário confrontar este relatório com os gastos que foram indicados no orçamento de custos, fazendo uma comparação para analisar se os valores estão batendo. A partir daí, é possível constatar se o gerenciamento de custos foi bem sucedido, qual o seu nível de erro e acertos, o que pode ser ampliado ou consertado nos projetos futuros.
Lembre-se, é sempre bom estudar cada vez mais o planejamento e controle de custos, principalmente durante a obra! Pequenos detalhes podem ser alterados e, com certeza, farão toda a diferença.

 Pronto para trabalhar o gerenciamento de custos no seu negócio?

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Consultoria em Pré-fabricados de Concreto

Fazer uma empresa crescer para que ela não seja simplesmente mais um digito  em alguma estatística  por fechamento, pode ser um trabalho muito difícil mas com certeza é possível se orientar para a empresa tomar o rumo certo desde que se procure ajuda externa com CONSULTORIAS especificas para cada tipo de problema encontrado em um prévio DIAGNÓSTICO da empresa.

Nesse ambiente de intensa competição que hoje vivemos não há lugar para erros  com as tomadas  de decisões, ir para um rumo de crescimento com  vantagens competitivas podem e devem ser adquiridas muito rapidamente fora da empresa com os conhecimentos de terceiros através de CONSULTORIAS.

Administrar a produção com um planejamento eficaz é um dos itens básicos para que o custo do produto seja realmente otimizado em todas as suas etapas. Lembrando que na produção encontra-se o uso de matérias primas que em uma  curva ABC (diagrama de Pareto)  de uma atividade fabril é o item A da regra 80/20 ( 80% de seu custo representam 20% de seus itens). Dar valor ao que tenha valor, não adianta fazer outros caminhos que normalmente  perturbam os colaboradores da empresa. Itens  de pouco valor (item C de Pareto) devem ser colocados no final de qualquer lista de estudos para cortes.....

Não é simplesmente se buscar uma diferenciação, como muitos citam  e sim se obter uma base de uma ótima administração da produção onde os CLIENTES sintam de verdade que essa base exista, veja as bases:
1-com a qualidade do produto, 
2-com o prazo de entrega fielmente cumprido e
3-tudo isso aliado a um preço que justifique ao CLIENTE uma ótima relação CUSTO/BENEFÍCIO.

Claro que não basta ter uma ótima administração da produção. Deve-se saber também tratar com a mesma estratégia o setor financeiro da empresa assim como o setor administrativo e o comercial  todos os 4 devem caminhar com sabedoria guiada pelo PRESIDENTE ou SUPERINTENDENTE da empresa e claro com CONSULTORES.

Creio mesmo que eu possa vir a ajudar a você que está lendo essa publicação, possuo hoje diversas empresas que presto ASSESSORIA, que tal a sua empresa fazer parte de meu trabalho e encaramos juntos esse desafio?

Esse mês foram reavaliadas e aprovadas duas fabricas de postes para o órgão CELPE em que presto Acessória Técnica, uma fabrica a CARPOSTE em Carpina e a outra a LUZ POSTES em Caruaru.

Meu Contato 

Eng Ruy Serafim de Teixeira Guerra

 Clubedoconcreto@gmail.com






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Estratégias de redução de custos

Estratégias de redução de custos
A redução de custos é um processo quase natural para a sobrevivência e crescimento das empresas, mas cortar custos não é tão simples assim exige planejamento, dedicação e abrangência para que os resultados sejam satisfatórios.



Cortar custos sempre requer tomada de decisões acertadas para que a redução de custos não implique na perda de qualidade ou a transformação do clima organizacional em um clima mais tenso.
Por isso, a redução de custos deve acompanhar um planejamento eficaz e uma vantagem a mais para a empresa como implantação de tecnologias, melhoria em processos e outros.
Redução de custos não deve ser um sacrifício, mas um benefício conjunto para toda a empresa, exigindo envolvimento e um trabalho de conscientização de toda a equipe.
Para reduzir os custos é necessário que as empresas estruturem um planejamento para corte de custos nos departamentos críticos, ou seja, que exigem maior atenção em corte de custos para que se obtenha assim um melhor desempenho de custos benefícios.
Muitas empresas consideram que o corte de custos é um processo complexo e que exige medidas drásticas como demissões ou perda de qualidade em produção e atendimentos, mas os cortes de gastos nem sempre exigem um processo complexo, medidas simples podem resultar em redução de custos de maneira eficiente, basta que a empresa tenha planejamento e criatividade suficientes para isso.
Vamos á algumas dicas para redução de custos:
-Custos de contratos e de terceirizações: os contratos de serviços e as terceirizações exigem custos e para isso planejamento de custos e despesas.
Os contratos são responsáveis pela maioria dos custos da empresa, os contratos podem ser de locação de máquinas, serviços como departamento pessoal, refeições, limpeza e outros. Assim, a empresa  deve pesar a razão custo-benefício dos contratos antes de serem realizados.
Para organizar os orçamentos de custos com contratos, é necessário pesar quais serviços realmente são imprescindíveis para a empresa e quais serviços são mais caros do que os benefícios gerados e ainda, quais serviços precisam ser realmente terceirizados.
-Custos com compras e fornecimentos: o departamento de compras e fornecimentos é um dos departamentos que mais gastam e não só por conta do custo das mercadorias, mas também com custos de transações administrativas, custos de transportes e outros.
Como nenhuma empresa funciona sem estoques ou se materiais de escritório, então a solução é planejar para reduzir custos com estoques.
Para reduzir os custos com estoques é preciso administração de estoques, com o uso do lote econômico de compras que visa comprar a quantidade certa no momento certo.
Outros mecanismos são utilizados para redução de custos administrativos gerados pelos pedidos de mercadorias, esses custos podem ser diminuídos com o uso de tecnologias de integração de dados como o EDI, ERP e outros softwares que têm a função crucial de estabelecer integração de dados para entregas mais eficientes e que reduzem custos intermediários e de transação.
-Corte de custos operacionais: os custos por menores que sejam não devem ser negligenciados, pois são estes custos que pesam no orçamento geral da empresa e fazem com que as metas de redução de custos fiquem bem abaixo do ideal.
Então a palavra de ordem é economizar com medidas simples, para isso conscientize toda a equipe sobre a importância em reduzir o número de papéis impressos e outras medidas como uso de copos de vidro ao invés de copos descartáveis. A diminuição de descartávies além de economizar é uma medida sustentável para o meio ambiente.
Utilize a educação, pois essa é a arma mais propícia para a economia geral de gastos e para educar a equipe  realize cursos, palestras, workshops e outros.
-Redução de custos com mão de obra: a mão de obra tem custos diretos e indiretos. Os custos diretos são com admissão de colaboradores, salários e demissões, já os indiretos são com pagamentos de água, luz e telefone e os custos variáveis são com horas extras.
Para economizar com custos de admissão a solução não é rápida nem fácil, mas envolve soluções de gestão como diminuição de turn over, ou seja, é necessário atrair bons colaboradores e retê-los.
Outro custo representativo para a empresa é o custo com demissões, pois a empresa paga todos os direitos e ainda indenizações caso houver, isso dá a empresa custos extras com a folha de pagamento. As demissões não devem ser um processo frequente, antes de demitir, a empresa pode encontrar soluções como programas de disciplina, coaching e mentoring, motivação e outros.
Para diminuir custos indiretos a solução é tornar a jornada de trabalho mais flexível, diminuir jornadas de 12 horas e plantões, pois assim a economia será com água, luz, telefone e horas extras. Uma solução é permitir que alguns colaboradores trabalhem em casa ou ainda a diminuição de prazos para entregas como relatórios com o objetivo de se reduzir a jornada de trabalho.
Férias coletivas é também uma solução para diminuir os custos indiretos com água, luz e telefone, se não for temporada de intenso fluxo de trabalho, então dê férias coletivas.
-Terceirize: funções que não sejam de atividades-fim e assim contrate pessoal de forma esporádica ou quando o fluxo de trabalho for maior, contrate por temporada.
Implante um programa de melhoria de processos e assim cada departamento fará o melhor com menos, diminuindo tempo e custos.
Adote também uma estrutura enxuta com poucos níveis hierárquicos, desta forma a empresa focará mais o trabalho em equipe e terá menos gastos com cargos de chefia.
E por fim, envolva todos os colaboradores na missão de cortas custos e sobre os benefícios que essa resolução traz.

Redução de custos com a  área comercial

Uma empresa não vive sem marketing e para realizar um programa de marketing eficiente, a empresa tem custos e investimentos de curto e longo prazo.

Custos financeiros

Muitas empresas tem altos custos com os serviços financeiros como custos com seguros para compra de máquinas e equipamentos mas para solucionar o problema, o ideal é realizar o leasing para compra de máquinas e equipamentos.
A vantagem do leasing é que a operação é rápida, os juros são mais baixo com financiamento de até 100%, além de benefícios fiscais concedidos para operações de leasing para pequenas e microempresas.
Para diminuir custos financeiros uma opção é buscar os incentivos de financiamentos de órgãos competentes e assim se beneficiar com formas de financiamento por leasing, por bens de capital e outros.

Diminuições com despesas administrativas

Quando for necessário a viagem de negócios seja estratégico e controle de despesas com passagens não deixando a compra  para a última hora, evite adiantamentos de dinheiro e controle todos os recibos de diários, táxi e outros.
Além disso, se tornar cliente de uma agência de viagens pode ser vantajoso e assim haverá  participação em  promoções, programas de milhagem e outros benefícios.
Muitas empresas não controlam os custos com viagens, transportes e despesas com deslocações, estadias e acabam tendo custos maiores com viagens do que os benefícios que elas proporcionam.
redução de custos deve ser estratégica, ou seja, agregar valor e trazer benefícios para a empresa a longo prazo e para isso se faz necessário a conscientização e esforços de toda a equipe.

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Custo Benefício – Aprenda a Utilizar a Seu Favor



Custo benefício
Custo benefício

Dificuldades para tomar as decisões certas? Aprenda a utilizar o famoso custo benefício!
Você pretende fazer um novo investimento, mas está na dúvida se ele realmente irá sanar as suas necessidades? Este é um problema que muitas pessoas físicas e jurídicas enfrentam, pois acabam investindo em projetos que custam caro, mas quando ficam prontos acabam não correspondendo às expectativas e até mesmo gerando prejuízos.
Para evitar que a sua empresa faça uma investimento que não traga um retorno satisfatório, é necessário analisá-lo antes mesmo de colocá-lo em prática, mensurando o custo benefício, que nada mais é do que a comparação do valor que será gasto com um projeto e o que ele vai trazer de bom.
Não podemos deixar de referir que o custo benefício não serve apenas para a elaboração de projetos, bem como, também não é visto como benefício somente o retorno financeiro, existe uma série de custos e benefícios.
Este processo de custo benefício tem sido cada vez mais adotado pelas empresas, principalmente de médio e grande porte, devido ao fato de promover melhorias em todos os setores, dentre eles o financeiro.
A questão financeira é sua área? Veja nosso texto sobre gestão financeira e melhore ainda mais seus conhecimentos.
Se a sua empresa quer mensurar o custo benefício será necessário compreender inicialmente que o procedimento é composto pela análise de uma série de aspectos. Para você, que necessita estudar este processo a finco, juntamos para você as melhores informações sobre o tema, veja agora mesmo o que é custo benefício e como verificá-lo.

O que é custo benefício?

O custo benefício pode ser definido como uma análise comparativa entre o “preço e custo amplo” da execução de um projeto ou compra de um determinado produto e os reais benefícios que este investimento pode lhe trazer. O processo pode ser utilizado na administração de empresas e também na vida pessoal.
Falar de custo benefício não é algo fácil, principalmente para quem não é empresário e passou pela situação de ter de analisar esse fator. Pense da seguinte forma:
Custo = Qualquer coisa que exige algo, pode ser dinheiro, tempo, atenção, redistribuição de funcionários, entre outras coisas.
Benefício = Não é, necessariamente, dinheiro, pode ser, por exemplo, uma melhora da imagem da empresa perante a sociedade, como é o caso da utilização de investimentos em reflorestamento e práticas sociais.
A análise do custo benefício é realizada em etapas e a partir de aspectos diferentes. Alguns dos fatores analisados neste processo é o tipo de investimento que se pretende fazer, a quantia em dinheiro que será empregada no projeto ou produto e como isso vai impactar na empresa, bem como os pontos positivos e os negativos.

Por que analisar o custo benefício na sua empresa?

A sua empresa fez um investimento que pensava ser vantajoso, mas agora só está tendo dores de cabeça por causa dele? Pois bem, se o custo benefício tivesse sido analisado, muito provavelmente, esta situação não estaria ocorrendo. Primeiramente, compreenda que o estudo do custo benefício serve para que as empresas tenham mais segurança, sabendo que está investindo em algo que lhe trará retorno positivo.
A análise do custo benefício também desempenha o papel de evitar o retrabalho. Sabe quando você investe em um serviço mais barato, mas depois percebe que o resultado final é insatisfatório e tem que contratar outra empresa para executar a tarefa? Então, este é o famoso retrabalho, que faz com que haja a perda de tempo e de dinheiro.

Como analisar o custo benefício?

Como se vê, a relação custo benefício só tem vantagens para acrescentar no seu negócio ou na vida pessoal.
Devido à impossibilidade de trazer tudo que deve ser analisado quando tratamos de custo benefícios, vamos focar no fator que costuma ser o mais importante, o dinheiro!
Se você não quer ter mais nenhum prejuízo, acompanhe abaixo como analisar o custo benefício:

1 – A empresa precisa desse investimento?

Pergunte-se, a empresa precisa desse investimento que pretende fazer? Esse é um ponto crucial para evitar problemas e mensurar o custo benefício. Muitas pessoas poderiam se livrar do endividamento e demais transtornos apenas se fizessem a pergunta: – “Eu realmente preciso disso?”. Afinal de contas, há muitos casos em que as compras são realizadas por impulso e acabam ficando sem utilidade.
Portanto, antes de qualquer coisa, a sua missão é checar se o investimento projetado realmente está de acordo com as necessidades da empresa na atualidade. Para saber esta resposta com precisão, uma boa dica é estudar e fazer uma lista das carências da empresa, elencando-as por caráter de urgência. Dessa maneira, não existem riscos de gastar com coisas supérfluas ou, caso exista, será reduzida.
Conheça um pouco sobre controle de custos.

2 – Mensure o total a ser pago pelo investimento para ver o custo benefício

Já tem certeza do investimento que será feito? Agora é o momento de mensurar o total a ser pago pelo novo projeto, neste ponto se inicia a parte de análise de custo benefício. Neste caso, é preciso fazer uma lista de todas as atividades que serão necessárias para que o investimento seja concluído com sucesso e os seus respectivos valores.
O ideal é que você não tenha apenas uma opção de fornecedor, o mais recomendado é levantar, pelo menos, três alternativas que disponibilizam os mesmo produtos ou serviços, mas que possuam preços diferenciados. Não faça a sua pesquisa apenas com as empresas com valores baixos, pois como diz o velho ditado, o barato pode sair caro. Há casos em que pagar mais é garantia de qualidade, mas isso não é uma regra.
É interessante ter uma planilha de gastos para essa etapa, afinal, você não terá uma conta apenas, serão várias, por isso é bom ter tudo “na ponta do lápis”.

3 – Analise a disponibilidade de verba da empresa

Muito bem, você já tem em mãos o valor total que será gasto para colocar em prática um determinado projeto ou realizar uma compra? Mas e agora? Será que a sua empresa pode arcar com este custo? Saber responder esta última pergunta com clareza é essencial para que a empresa não contraia uma dívida maior do que os seus rendimentos e acabe comprometendo o seu orçamento.
Sendo assim, analise a disponibilidade de verba da empresa para executar tal investimento. Faça um estudo no setor financeiro para checar o quanto de dinheiro a empresa possui em seu caixa e o quanto poderá investir/gastar nos próximos meses. Também é importante avaliar se a retirada feita para colocar o projeto em prática pode vir a desestruturar as suas finanças.

4 – Verifique os benefícios que os investimentos trarão

Bom, finalmente chegamos a um dos principais pontos da análise de custo benefício, que é justamente a verificação dos benefícios que o investimento trará. Por isso, com base na lista de carências da empresa, é necessário averiguar se o investimento realmente está de acordo com as suas necessidades e quais são todos os pontos que ele irá atender efetivamente.
Lembramos que os benefícios não precisam ser retorno financeiro, como já frisamos e citamos exemplos!
É comum vermos empresas que fazem um investimento diferente para sanar cada problema, quando na verdade seria possível elaborar um projeto que fosse capaz de atender a todas as demandas. Se existir esta possibilidade no seu negócio, não deixe de estudá-la e checar a sua viabilidade.
Claro, sempre observando um planejamento estratégico, não faça algo por fazer, acredite, o prejuízo será grande o suficiente para você nunca mais cometer esse erro, mas, por que cometer um erro se você já sabe que estará errando?

5- Cheque as desvantagens do investimento para compor o custo benefício

Nem tudo são flores, ainda mais quando estamos falando de dinheiro e empresa. Portanto, depois de verificar as vantagens do investimento é indicado realizar uma análise das suas desvantagens. Faça uma lista de possíveis transtornos que a aquisição do produto ou serviço pode causar.
Procure fazer um levantamento de todas as desvantagens, até mesmo aquelas mais banais, que parecem não ter importância nenhuma, pois elas também podem ser decisivas durante o processo de conclusão da análise de custo benefício, ainda mais quando “somadas” a outras pequenas desvantagens.

6- Estude a duração dos impactos do investimento

Ao chegar nesta etapa, você já sabe quais são os benefícios e desvantagens que o investimento que se pretende fazer vai trazer para a sua empresa, certo? Então é necessário estudar a duração destes impactos, tanto os positivos quanto os negativos. Perceba que a duração do impacto é algo realmente importante, pois um impacto a curto prazo não representa um dano na empresa que não possa ser suportado, porém, o contrário ocorre se pensar em um impacto que perdure por meses ou talvez anos, passivo até mesmo de “quebrar” a empresa.
Novamente, faça uma lista separando os benefícios e as desvantagens, indicando os respectivos períodos de duração. Este procedimento serve para que você não faça um investimento altíssimo em algo que terá uma vantagem curta. Além disso, há casos em que a execução do projeto pode ser desvantajosa, mas o que acontece depois da sua conclusão é extremamente vantajoso.

7- Decida através do custo benefício

Se você seguiu à risca todas as etapas citadas anteriormente já possui informações suficientes para servir como embasamento para tomar a sua decisão, ou seja, investir ou não investir. Por isso, com base no custo benefício, é recomendado optar pela alternativa que possui um valor que esteja de acordo com o seu orçamento e que traga um retorno satisfatório.

Pronto para utilizar o custo benefício nos seus investimentos e tomadas de decisão?


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Passos do Dpcon (5)

5- Agregados 


Ao se dosar um concreto é complicado se dosar sem uma tabela de agregados para que se possa escolher qual usar. Imagine se tivermos 23 granulometrias de diversos materiais como arquivar isso? O DPCON faz exatamente isso, em uma aba se pode guardar 23 materiais diferentes. Se informa também as suas densidades, e  ao se lançar temos o cálculo do SS de Kenday. Quem foi Kenday ??  E o que é SS ??


Kenday falecido um  grande tecnólogo de concreto, publiquei muitas descobertas que ele fez e como ele dosa o concreto.



Falar dele seria um livro, que até ele tem diversos.....



Mas veja as teorias de Kenday que publiquei em 2 partes, tem muita coisa de Ken no site...





- O que é SS Kenday ?


SS é superficie especifica (Specific Surface) ...cada grão tem um peso e se multiplicando os % retidos por estes seus pesos e dividindo por 100 teremos o SS .

Kenday dosa concretos utilizando essa teoria:

Essa teoria ao se dosar não leva em consideração a granulometria dos agregados,certamente um erro, Abrams fez 50.000 ensaios e foi comprovado isso, não se deve nunca fazer dosagens sem esta consideração até que tenhamos aditivos ou novos tipos de vibração).

Mas como escolher o agregado no meio de tanta informação, simplesmente escolhemos 4 agregados (repete-se o último,se for utilizado menos de 4 agregados) para se fazer a mistura, e se analisa a dispersão e o seu custo depois de apertar o botão de DOSAR  na aba de proporcionamento. 

Ao se escolher somente 2 agregados certamente não estaremos empacotando bem a mistura, empacotar bem significa diminuir o volume de vazios com agregados e não com aglomerantes !!! tenho visto muito isso, fazer um concreto é ter critérios não o fazer não temos como resultado um CONCRETO  e sim teremos um NOCRETO.


Exemplo ao se utilizar menos do que 4 agregados:


-com dois tipos seria assim >> areia +brita19+brita19 +brita19
sempre se repetindo o ultimo agregado

-com três tipos>>>areia + brita12+brita19+brita19



Até a parte 6....e que tal adquirir o Dpcon e ir acompanhando o que vai sendo publicado? 


FAÇA UM CONCRETO E NÃO UM NOCRETO !!! rsrsr...espalhe isso...


Valor : R$150,00 (cento e cinquenta reais) a titulo de doação.


Faça seu pedido e torne-se um usuário participando do desenvolvimento desta planilha que vem sendo utilizada na dosagem de concretos para blocos, pavers, tubos, lajes alveolares e em concreteiras.

Envie um e-mail para clubedoconcreto@gmail.com para receber as instruções para aquisição da planilha.


Eng Ruy Serafim de Teixeira Guerra


http://www.clubedoconcreto.com.br/2017/07/passos-do-dpcon-1.html

http://www.clubedoconcreto.com.br/2017/07/passos-do-dpcon-2.html

http://www.clubedoconcreto.com.br/2017/07/passos-do-dpcon-3.html

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