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Método de dosagem de CONCRETO

Chamar todos os concretos de CONCRETO não é justo para os Engenheiros e Técnologistas que estudam e dosam com princípios de Engenharia.

Sempre ao se  misturar o cimento com agregados pondo alguma água e se colocar algum aditivo  obtêm-se   CONCRETO.......errado não...por isso  houve a ideia de se mudar  alguma coisa e surgiu o nome NOCRETO. Muitos já falam esse nome que diz tudo "NOCRETO não é Concreto" 

Para se DOSAR um CONCRETO é preciso ter parâmetros para o obtenção de um traço. Parametrizar significa ser um processo matemático que envolve um conjunto de dados para a obtenção de um modelo. 

Ter um modelo para a obtenção de resultados que possam ser ditos como MATEMÁTICOS isso sim é REAL.  

DOSAR um CONCRETO significa que  não existiu :

-Nada de empirismo achando que os grãos tem a a mesma forma desde o ano de 1984....
-Nada de se obter teores de argamassa com uma colher de pedreiro se esquecendo que vai haver vibração no concreto e que os grãos se ajustarão.!!!
-Nada de se utilizar uma mistura somente com dois agregados e depois dizer que para o terceiro use X% para cada um, e ai aonde fica a curva desta mistura???
-Nada de se dosar com coeficientes de certeza normativos e depois dizer ao cliente que seu resultado se encontra nos 5% das incertezas.....
-Nada de se usar aditivos sem a obtenção de uma curva de Abrams CORRETA !!!
-Nada de se usar teores de eu água de tabelados para o traço final, isso é realmente....deixa a desejar os métodos que utilizam essa forma, acreditando que o teor de água será o da tabelinha !!!
-Nada de se usar adições do mesmo modo que o aditivo, sem ter as curvas de resistência para as diversas idades...
-Nada de se utilizar percentuais retidos fixos para se utilizar curvas padronizadas.
-Nada de se utilizar papel quadriculado ou pontos de uma  curva para se obter percentuais da mistura que se quer encontrar....
-Nada de não se ter um NUMERO para se julgar se a mistura está indo bem ou não !!! (dispersão)
-Nada de não se poder trocar os agregados e fazer uma nova mistura imediatamente 
-Nada de não se saber se a Superfície Especifica SS está em que níveis (Kenday)
-Nada de não saber o MSF (Kenday) para a mistura, será adequada ao uso que foi solicitado?

 É meio estarrecedor mas vários métodos de se DOSAR um CONCRETO  fazem exatamente o CONTRARIO disso tudo !!! 

Dosagem Paramétrica do Concreto - o DPCON quem o possui na sua última versão sabe o que eu quis dizer com isso tudo, com esses NADAS.....e chega de ser ver por aí  NOCRETO.

E se for de seu interesse em DOSAR CONCRETO envie um e-mail para    clubedoconcreto@gmail.com    para receber as instruções para aquisição 


Eng Ruy Serafim de Teixeira Guerra






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Método de Dosagem da ABCP (1)

Primeiramente publicarei sobre como se realiza uma dosagem pelo método da ABCP e em uma segunda publicação  as considerações e comentários sobre este método de dosagem.

Método de dosagem de concreto da ABCP-Associação Brasileira de Cimento Portland / ACI – American Concrete Institute


Esta metodologia de dosagem publicada pela Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) inicialmente em 1984 por meio do Estudo Técnico (ET-67), sob o título “Parâmetros de Dosagem de Concreto”  da autoria do Eng. Públio Penna Firme Rodrigues (revisado em 1995) apresenta característica eminentemente experimental.

Sendo uma adaptação do método americano proposto pela ACI 211.1-81 (Standart Practice for Selecting Proportion for Normal, Heavyweight, and Mass Concrete - 1985), considera tabelas e gráficos elaborados a partir de informações experimentais, que permitem a utilização dos agregados que se enquadram nos limites propostos pela norma NBR 7211/83- Agregados para Concreto, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

Rodrigues (1998) recomenda o uso desta metodologia para concretos semi-plásticos à fluído, argumentando que “...este método de dosagem foi desenvolvido de maneira a fornecer para misturas plásticas, o mais baixo teor de areia”. Um dos princípios básicos deste método apontados por Boggio (2000), reside no fato de que o procedimento vincula as granulometrias do agregado miúdo e do graúdo um valor máximo do agregado total compactado por metro cúbico do concreto.

Um outro princípio está vinculado à plasticidade da mistura. Esta propriedade segundo Prudêncio (1999), está relacionada ao teor de argamassa (cimento:areia) que preenche os vazios e envolvem os grãos do agregado graúdo, agindo neste caso, como um agente lubrificante.

A figura 2.15 apresenta o fluxograma proposto por Boggio (2000) com as principais etapas experimentais do método.

O desenvolvimento do método, segundo Rodrigues (1998) obedece as seguintes etapas:

a) Fixação da relação água/cimento (a/c)

A fixação deste parâmetro é feita tomando como referência os critérios de durabilidade e a resistência mecânica requerida pelo concreto nas idades de interesse. Recomenda-se os valores da relação água/cimento propostos pela norma NBR 6118/2003 (ouve uma revisão) apresentados na tabela 2.8 ou mesmo os valores propostos pelo American Concrete Institute (ACI) transcritos na tabela 2.16.

A resistência à compressão é o principal parâmetro da resistência mecânica a ser considerado. O valor da relação água/cimento é estimado com base na curva de Abrams, que por sua vez, deve ser determinado em função do tipo de cimento. Quando não se dispõe da Curva de Abrams e não houver restrições quanto à durabilidade, é possível utilizar-se das Curvas de Walz (em 1998 por Rodrigues), mostradas na figura 2.14.

b) Estimativa do Consumo de Água do Concreto (Cag)

A quantidade de água necessária para que a mistura fresca adquira uma determinada consistência, medida pelo abatimento do tronco de cone, segundo Rodrigues (1998), depende basicamente da granulometria, da forma e textura dos grãos, mais especificamente, da área específica do agregado total da mistura.

Considerando a dificuldade em expressar o consumo de água na mistura por meio de uma lei matemática, este autor apresenta como estimativa inicial do consumo de água por metro cúbico de concreto, os valores constantes na tabela 2.12.
O método recomenda a verificação experimental do consumo de água, utilizando-se do ensaio de abatimento. Além da tabela 2.12, pode-se utilizar a equação (14) como um ponto de partida para a estimativa do consumo de água por metro cúbico de concreto.


c) Estimativa do Consumo de Cimento (C)

Feita a estimativa do consumo de água por metro cúbico de concreto e adotada a relação água/cimento, a estimativa do consumo de cimento pode ser obtida pela equação (15).

d) Estimativa do Consumo de Agregados

O método permite a obtenção de misturas com uma determinada consistência aliada ao menor volume de vazios inter-grãos possíveis. Assim, determina-se um teor ótimo do agregado graúdo na mistura por meio de proporcionamento adequado de relação agregado graúdo/agregado miúdo, partindo-se do princípio de colocar na mistura o máximo volume de agregado compactado seco por metro cúbico de concreto.

A tabela 2.13, cujos valores foram determinados experimentalmente pela Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP), apresenta os volumes compactados a seco de agregado graúdo, por metro cúbico de concreto, em função do Diâmetro Máximo característico do agregado graúdo (φmáx.) e do Módulo de Finura (MF) do agregado miúdo.


A estimativa do Consumo do agregado graúdo por metro cúbico de concreto é dada pela equação (16).


No caso de misturas que utilizem dois ou mais agregado graúdo, Rodrigues (1998) recomenda que adote um proporcionamento entre os agregados graúdos que permita o menor volume de vazios. Isso é obtido quando os agregados são compactados em um proporcionamento tal que se obtenha a máxima massa unitária na condição compactada dos agregados. A tabela 2.14 apresenta os proporcionamento entre britas que permitiram o menor volume de vazios, segundo experimentos desenvolvidos na ABCP.


A estimativa do consumo do agregado miúdo (Ca), quando já determinados os consumos do cimento, água e agregado graúdo, é imediata. Isso se deve ao fato que por princípio, o volume de concreto é formado pela soma dos volumes absolutos dos materiais que o constituem.

Assim, para 1,0 metro cúbico de concreto, o volume do agregado graúdo é dado pela equação (17).
O consumo de areia por metro cúbico de concreto será o obtido pela equação (18).

e) Apresentação do traço de Concreto

A representação do traço, com relação ao unitário do cimento, é apresentada segundo a expressão (19).


Veja a segunda parte onde está o final deste assunto, nesta segunda parte contém os comentários a cerca deste método, o que foi considerado e em que época !!! 

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Método de Dosagem da ABCP - (2)

Considerações sobre o método da ABCP

a) O método da ABCP/ACI, que pode ser considerado com um método essencialmente empírico, está baseado em quadros e tabelas, de valores médios, que possibilitam o desenvolvimento de um roteiro simples e rápido de entender, com uma seqüência de passos, num único sentido, que evitam a entrada em processos iterativos ou tentativos. Além disso, os passos indicados podem ser seguidos facilmente por técnicos não muito experientes ou engenheiros de obra, pouco acostumados às práticas e ensaios de laboratório.

b) O método leva em conta, de forma clara e direta, os mais importantes fatores que condicionam as exigências e as características que devem satisfazer os concretos, para moldagem de estruturas in  loco.

c) Teoricamente é possível fazer toda a dosagem, determinando um traço inicial, a partir de certas informações básicas de caracterização dos materiais componentes. Esses ensaios de caracterização dos agregados, como as composições granulométricas, os Módulos de finura e as Massas Unitárias e Específicas, são rápidos e simples de realizar, com um mínimo de equipamentos de laboratório.

 Opcionalmente, as características dos materiais podem ser obtidas a partir de dados regionais. Cabe destacar que, a faixa de valores dos Módulos de finura das areias, consideradas pelo método da ABCP, varia entre 1,8 e 3,6 e adapta-se aos limites das quatro zonas granulométricas estabelecidas pela NBR 7211/83, para os agregados miúdos, enquanto que a faixa dos Módulos de finura das areias, consideradas pelo método do ACI, varia entre 2,4 e 3,0 o que as enquadra, basicamente, na faixa de areias médias.

d) Embora o ensaio de abatimento, que determina uma medida relativa da consistência do concreto, seja um procedimento aproximado e incompleto para avaliar a trabalhabilidade, ele tem a virtude de ser aplicável, tanto em obra como em laboratório, sem necessitar de equipamentos sofisticados e de pessoal muito qualificado para sua execução. A grande praticidade do método reside em que os procedimentos de controle e ajuste sugeridos, nas diferentes etapas do processo de dosagem, adotam como parâmetro de referência da trabalhabilidade, o valor do abatimento.

e) O método fornece estimativas próprias para as quantidades de água de amassamento (dependentes apenas da Dimensão máxima característica do agregado total e da quantidade de ar incorporado) e valores médios de resistência para as diferentes relações água/cimento x. Observa-se que, dada a grande variedade e variabilidade dos tipos de cimentos e dos agregados disponíveis nas diferentes regiões do Brasil, resulta muito difícil aceitar o uso indiscriminado das curvas de valores médios da resistência do concreto (função apenas das relações água/cimento) apresentadas pelo método. Em relação ao aglomerante pode-se observar que a variação, ao longo do tempo, da resistência de um tipo de cimento normalizado não se evidencia apenas para regiões e marcas diferentes, mas acontece também para cimentos produzidos dentro de uma mesma fábrica.

Portanto, parece prudente seguir as recomendações do método no sentido de adotar os valores da água de amassamento e das resistências médias obtidos experimentalmente para os agregados e os tipos de cimentos a serem empregados efetivamente na dosagem.

f) Pode-se dizer que o método da ABCP/ACI fornece critérios bem definidos de ajuste das misturas experimentais obtidas a partir do traço básico inicial. Quanto ao ajuste das quantidades de água necessárias para o amassamento das misturas de concreto, o método fornece uma fórmula de ajuste do consumo de água em função dos abatimentos inicial e requerido.

g) A norma ACI 211.1-81, usada por Rodrigues (1990) para o estabelecimento do método da ABCP, prevê procedimentos de substituição em massa ou em volume de parte do cimento por pozolana e fornece as fórmulas e as equações para tais substituições. No método simplificado da ABCP, não são feitos comentários e também não são apresentadas orientações quanto à substituição parcial de parte da massa de cimento Portland por algum tipo de material pozolânico.

h) O método da ABCP/ACI considera a relação existente entre o volume de agregado graúdo compactado seco e o volume de concreto produzido com esse agregado. Através de uma tabela obtida experimentalmente são apresentados valores do volume total do agregado graúdo compactado seco, em função da Dimensão máxima característica do agregado graúdo e do módulo de finura da areia.

i) Observa-se que o método de dosagem da ABCP/ACI procura fornecer misturas plásticas com baixos teores de areia e menores consumos de pasta. Este princípio do método levaria à obtenção de traços iniciais mais econômicos e simplificaria seu ajuste, já que parece mais fácil reconhecer e corrigir misturas com menor quantidade de argamassa do que misturas argamassadas em excesso (RODRIGUES, 1990; VERÇOZA, 1986). 

Na aplicação prática do método, foi possível constatar que as proporções iniciais entre os materiais constituintes do concreto determinavam teores de argamassa não muito baixos se comparados com os obtidos inicialmente através dos outros métodos de dosagem. Entretanto, as correções do traço, tentando aumentar a consistência, através do aumento da quantidade de água e conservando constante a relação água/cimento, leva naturalmente a aumentos no consumo do aglomerante, o que produz um aumento do volume de pasta e do teor de argamassa e constitui um dos fatores de encarecimento do traço, que será “seguro”, mais levemente anti-econômico. 

Quando, no processo de ajuste da mistura inicial, opta-se por colocar toda a água, inicialmente prevista pelo traço, de forma a manter constante a relação água/cimento e a quantidade de brita de partida, torna-se necessário aumentar o conteúdo de areia o que pode ocasionar um aumento excessivo do teor de argamassa, muito acima do teor ideal necessário para o concreto. Esta observação pode ser confirmada através da aplicação do método, no qual constata-se que, uma vez fixadas as características dos materiais a serem usados no proporcionamento dos concretos, quanto maior seja a relação água/cimento imposta, maior será a proporção de areia acrescida e maiores serão os teores de argamassa resultantes.


j) Um dos inconvenientes mais importantes do método do ACI é a dependência de tabelas elaboradas a partir de valores médios de materiais, que muitas vezes podem não se adequar àqueles disponíveis localmente. Além disso, o uso desacautelado das tabelas pode levar a perder de vista os fundamentos e os conceitos básicos envolvidos assim como as restrições de uso e aplicação consideradas no método. Quando as características dos materiais efetivamente empregados para a execução da dosagem diferem daquelas médias dos materiais usados pelo método, pode acontecer que o traço, determinado teoricamente através das tabelas propostas, apresente no momento de ser executado pela primeira vez características muito diferentes das inicialmente procuradas. 

A conseqüente necessidade de efetuar os ajustes necessários pode levar a concretos um tanto inadequados e/ou anti-econômicos se comparados com os traços otimizados que são obtidos por outros métodos que envolvem ensaios prévios de trabalhabilidade sobre misturas experimentais, produzidas com os materiais que serão efetivamente usados.

k) As consistências de trabalho estabelecidas pelo método estão, em princípio, limitadas a variações do abatimento compreendidas entre 40 e 100 mm, e os consumos de cimento devem permanecer em torno de 325 kg/m3 de concreto. Entretanto, as quantidades de água de amassamento sugeridas permitem obter concretos com abatimentos compreendidos entre 25 e 175 mm. A restrição do abatimento dos concretos entre 40 e 100 mm justifica-se na medida que o ensaio de abatimento do tronco de cone apresenta uma boa confiabilidade, para consistências do concreto que variam de plásticas a fluídas, numa faixa de valores compreendida entre 25 mm e 150 mm. 

Observa-se também que para atingir um mesmo valor do abatimento, os consumos de água estimados pelo método da ABCP, em função da Dimensão máxima característica do agregado graúdo, apresentam-se um pouco maiores que os sugeridos pelo método da norma ACI 211.1 – 81.

l) Quando os agregados disponíveis são britas e areias naturais, como as disponíveis na região de Porto Alegre, o método possibilita a obtenção rápida e direta de traços com abatimentos e relações água/cimento prefixadas, que apresentam teores de argamassa adequados e consumos de cimento não muito elevados se comparados com outros métodos mais trabalhosos e demorados.

m) Por último, existem limitações do método quanto a sua adequação para o uso de aditivos plastificantes e superplastificantes, pois a tabela da ABCP, que fornece as quantidades de água aproximadas para atingir o abatimento, em função da Dimensão máxima característica do agregado, está elaborada para concretos sem aditivos. Este fato evidencia a necessidade de atualizar ou complementar o método de maneira a considerar a possibilidade de uso de aditivos e ter referências de como agir nestes casos.

De qualquer forma, a utilização de aditivos pode ser considerada, depois de realizada a determinação do traço básico no laboratório, ajustando-se a consistência, em função das necessidades de trabalhabilidade específicas da obra. Alguns aditivos, dependendo de seu tipo, qualidade e da proporção em que sejam incorporados, podem causar efeitos indesejados como exsudação ou segregação das misturas de concreto. Portanto a incorporação de aditivos pode requerer novos ajustes nas proporções dos traços básicos determinados pelo método

Ajustes experimentais ao traço

O método recomenda a realização da mistura experimental para a verificação e adequação, se necessário, dos requisitos de trabalhabilidade e desempenhos exigidos para o concreto.

Rodrigues (1998) com relação a possíveis ajustes da mistura recomenda:

- Sempre que possível utilizar equipamentos similares entre os usados nos laboratórios
e no canteiro;

- Quando a quantidade de água prevista for a necessária para alcançar o abatimento necessário, mas a mistura apresentar-se pouca argamassada, deve-se acrescentar areia e diminuir a quantidade de brita, de tal forma a manter-se constante a relação de agregado total (m) da mistura.

- Para as situações onde a mistura apresenta excesso de argamassa, deve-se acrescentar agregado graúdo, além de quantidades proporcionais de água e cimento.

- Nas situações onde a água prevista for insuficiente para se obter o abatimento especificado, deverão ser aumentadas as quantidades de água e cimento, desde que mantida a relação água/cimento e o teor de argamassa, e diminuir a relação agregado total (m) do traço.

- Para casos onde a água estimada for maior que a necessária para se atingir o abatimento, recomenda-se aumentar as quantidades de areia e brita, mantendo-se constantes a relação água/cimento e o teor de argamassa adotado para a mistura.

- Moldar corpos-de-prova e observar nas primeiras horas, a presença de exsudação acentuada demonstrando, nesse caso, deficiência de finos na mistura.






Quem tem acompanhado (e adquiriu) sabe que o Método de Dosagem Paramétrica do Concreto - DPCON vem resolvendo estes problemas e outros que aqui não foram mencionados. 

A dosagem pelo DPCON relaciona e confirma os muitos parâmetros para uma dosagem de um concreto econômico e MUITO trabalhável, já existem vários relatos em diversos locais do mundo, não importa qual o seu agregado/aglomerante/adição a dosagem é feita utilizando qualquer os seus agregados e aglomerantes e adições e aditivos.    

Extraído de :

http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/12575/000628682.pdf?...1
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Até porta ovos em concreto !!

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As imagens dizem tudo, peças de concreto muito práticas com design moderno

Egg tray


Eggs holder. "The eggs" CONKRTchalk design grey concrete egg cup set of 2

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Até Saleiros de Concreto

Resultado de imagem para Concrete Salt Cellar

Veja o vídeo abaixo de como fazer um saleiro utilizando como  forma as peças LEGO.....(isso mesmo...LEGO !!!)






Diversas imagens pelo mundo:




Concrete Salt Cellar and Spice Jarsalt pot by kreteware via etsy


concrete spice jars with numbered lids from kretewarestacking concrete pots from kreteware


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Culinarium Salt Cellar via The Fancy


It's literally the most important ingredient in your kitchen. Doesn't it deserves a stylish container?

Eng Ruy Serafim de Teixeira Guerra
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Projetos Padronizados de Pré-fabricados

Em breve irei lançar projetos PADRONIZADOS de pré-fabricados. Uma ampla gama de projetos será colocado para comercialização na LOJA do CLUBE DO CONCRETO. 

Atualmente está disponibilizado na Loja o método de dosagem do concreto o DPCON  - Dosagem Paramétrica do Concreto e um pacote de vigas onde tem o brinde o Módulo 1 da Pallet Sistemas (a empresa foi encerrada). Querendo saber mais sobre as disponibilizações clique nesse LINK

Os projetos Padronizados serão inicialmente os seguintes:


1-Postes de concreto Duplo T com as seguintes características
Projeto de diversos tipos de postes Duplo T (a lista será divulgada)
Tabela resumo de armaduras

2- Pedestais para caixas d'água de polietileno ou fibra de vidro
Para reservatórios de 5 / 10 /15 e 20 mil litros
Pés direito de metro em metro de 6 a 8 mts

3-Galpões industriais em concreto armado com as seguintes características:
Vãos de metro em metro de 10 a 20 mts
Pé direito de metro em metro de 6 a 10 metros
Modulações de 5 e 6 metros
Fundações diretas para terrenos com taxa de até 1,50kg/cm2

Se for do seu interesse faça a sua reserva porque nos itens 2 e 3 só disponibilizarei UM projeto para cada região (para cada cidade).

Projetos especiais estou a disposição para ser consultado,

Contato:  clubedoconcreto@gmail.com

Eng Ruy Serafim de Teixeira Guerra






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Eflorescência do Concreto (Revisado)



Eflorescência:

Em química, eflorescência (francês, "bloom out"), é a perda de água (ou solvente), por cristalização da atmosfera na exposição ao ar formando sal hidratado. 


Eflorescência
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Eflorescências são depósitos cristalinos de cor branca que surgem na superfície do revestimento, como pisos (cerâmicos ou não), paredes e tetos, resultantes da migração e posterior evaporação de soluções aquosas salinizadas. Os depósitos acontecem quando os sais solúveis nos componentes das alvenarias, nas argamassas de emboço, de fixação, de rejuntamento ou nas placas cerâmicas são transportados pela água utilizada na construção, na limpeza ou vinda de infiltrações, através dos poros dos componentes de revestimento. 

Esses sais em contato com o ar se solidificam, causando depósitos. Em situações com ambientes constantemente molhados e com algum tipo de sais de difícil secagem, estes depósitos apresentam-se com uma “exsudação” na superfície, aparentando então a cor branca nas áreas revestidas, comprometendo os aspectos relacionados à estética. Vale ressaltar que as placas cerâmicas e a argamassa possuem vazios em seu interior, como cavidades, bolhas, poros abertos e fechados, e uma enorme rede de microcanais. A água então pode passar para o seu interior por capilaridade ou mesmo por força do gradiente hidráulico





Eflorescência no concreto é um fenômeno muito comum, mas certamente menos compreendido. É um resíduo pulverulento de sais com giz branco e pode ser formado sobre a superfície de qualquer produto que contenha o cimento. Este fenômeno ocorre quando a umidade dissolve os sais de cálcio no concreto e migra para a superfície através da ação capilar. Quando estes sais  atingem a superfície, eles reagem com o gás carbônico CO 2  e evaporam deixando um depósito mineral que nada mais é que o carbonato de cálcio. 

Este resíduo de sal branco pode aparecer em poucos ou muitos lugares, ele também pode ser formado tanto lentamente ou mesmo muito rapidamente; dependendo da quantidade de umidade que tenha para o concreto. 

A eflorescência pode ser induzida a ser iniciada pela chuva, pela a água em pé de paredes, aspersores, por baixas temperaturas, por condensação, pelo orvalho, a água é adicionada à superfície do concreto fresco para a cura, em suma qualquer umidade na superfície porque a água provoca a reação para produzir eflorescência.


A eflorescência não causa problemas estruturais, mas pode ser esteticamente desagradável particularmente em concreto. Este fenômeno não é tão evidente  com  o cimento branco e pode passar despercebido por ter quase a mesma cor da eflorescência. Mas em outras cores específicas, somente um pouco de eflorescência pode ser o pior pesadelo para o empreiteiro e para o dono da obra. 

Em cores escuras específicas, o depósito desses sais pode ter o efeito de evidenciar o seu tom ou descolorir, a eflorescência faz com que pareça rosa, a cor preta pode ser vista como cinza ou até mesmo o branco. A boa notícia é que este fenômeno desaparece com o tempo por conta própria, quando o cálcio livre está esgotado no concreto e a má notícia é que isso pode levar até 15 anos, e, certamente, o proprietário não vai querer esperar tanto tempo.



Fotos onde vários níveis em uma superfície eflorescência onde a cor castanho escuro  é observada.



Remover eflorescência. 

O mais fácil maneira de remover a eflorescência é uma limpeza com o hidróxido de cálcio que se combina com dióxido de carbono. Dissolvido com água suficiente para  ser dissolvido para efetuar uma lavagem, se enxaguando bem a superfície e é claro deverá ser verificado se secou bem, lembrando que a umidade pode causar uma nova formação de eflorescência......rsrsrs


Quando é eflorescência está na fase de formar o carbonato de cálcio, ele torna-se insolúvel e é mais difícil de remover ou mesmo impossível se  usando somente a água. Para removê-lo, nesta fase a primeira coisa que recomendamos é usar soluções ácidas suaves ou um produto comercial para remover eflorescência, você também pode usar uma escova de cerdas bem duras (eles não vai arranhar a superfície) para ajudar a remover estes sais que foram solidificados. Em seguida, é importante enxaguar a superfície para remover qualquer ácido residual ou solução usada para a remoção da eflorescência.



Evite eflorescência

A maneira de evitar a eflorescência ocorra em superfícies de concreto está protegendo a superfície de umidades e isso requer vedação

Uma outra maneira para reduzir e prevenir a formação de eflorescência é a utilização de cimentos pozolânicos para fazer o concreto, porque irá reduzir uma quantidade considerável de hidróxido de cálcio presente no concreto. 

Como foi explicado acima, é simplesmente necessário somente selar o concreto que certamente irá evitar a umidade que pode causar eflorescência.











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Fabricas pelo Mundo (3) - Momenta

A empresa chilena MOMENTA ® desenvolveu um sistema que permite a construção de edifícios de melhor qualidade, 50% do tempo em comparação com os sistemas tradicionais.
Sem dúvida, o grande desenvolvimento alcançado pelo setor imobiliário. Existem centenas de edifícios construídos em todo o país e todas as semanas vemos novos edifícios que são incorporados na paisagem. O que é mais difícil de notar é que cada edifício é um trabalho de artesanato em si, onde é necessário um nível de trabalho importante no campo, cada dia mais escasso no setor, e vários meses para a construção. Para um grupo de empresários chilenos, a antiga  forma de construção deve permanecer no passado.

Edifício Chacay - um sinal do potencial do sistema de construção de Momenta

Em agosto deste ano, a Momenta® construiu o primeiro prédio com isolamento sísmico em Temuco. O sistema inovador usado por Momenta, permitiu levantar o espesso trabalho do Edifício Chacay em apenas 12 dias.




Veja o vídeo abaixo  realizado em um seminário explicando seus novos conceitos:




Várias são as inovações da empresa Momenta. A união de vigas pilares julgo ser a principal, veja a sequencia de fotos abaixo:









Olha a outra novidade a emenda de pilares !!!


Veja outras inovações visite seu sitehttps://www.momenta.cl/noticias-

Até a próxima, 
Eng Ruy Serafim de Teixeira Guerra






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Fabricas pelo Mundo (2) - TENSOCRET

Essa fabrica fica no Chile. os produtos tem como seu principal foco a solidarização de vigas e pilares e também em lajes com as vigas nesse caso criando regiões maiores de concreto. Veja as fotos e o vídeos abaixo as solidarizações que foram motivadas por terem sismos (terremotos), e para se ter deslocamentos quase nulos as idéias são realmente geniais.


Planta Papel Tissue FPC CONCEPCION



Veja os tipos de solidarizações adotados:











O catálogo do sistema TENSOCRET ® explica a base conceitual do sistema de construção pré-fabricado e contém exemplos de seus diferentes tipos, elementos, dimensões, seções, juntas e conexões que fazem parte deste sistema de construção aberto e flexível. Inclui também exemplos de sistemas de proteção sísmica para edifícios industriais e pré-fabricados transformando-se em uma ferramenta fundamental para designers.


Foi executado obras com pilar de uma altura de 26 mts com peso de 59 toneladas sendo  adotado uma solução  em ´postender os pilares com o intuito de reduzir sua seção e reduzir seu deslocamento, este pilar foi executado em três partes,  veja as fotos abaixo:





Veja o vídeo explicando sobre como isso foi executado:



Agora resta navegar no seu site:  https://www.tensocret.cl/

Eng Ruy Serafim de Teixeira Guerra
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