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Cimento omo receber e armazenar - Por cimento Itambé

a) Recebimento do cimento adquirido
No recebimento do cimento na obra, antes da descarga do caminhão, devem ser observados os seguintes itens: * nota fiscal: local de entrega, empresa, quantidade, tipo de cimento, data;
* se a carga está devidamente protegida;
* condições dos sacos: se não estão rasgados e/ou molhados;
* condições do cimento: se não está empedrado ou apresenta sinais de que entrou em contato com a umidade.
Caso ocorra alguma irregularidade, deve-se registrar no verso do conhecimento de frete, solicitar ao motorista que assine a mesma e comunicar a Cia. de Cimento Itambé para que as providências sejam tomadas.
b)- Armazenamento do cimento
O cimento ensacado deve ser armazenado sobre estrados de madeira, mantendo as pilhas de cimento afastadas das paredes e do piso. O empilhamento máximo de sacos é de 10 (dez) unidades (figura 09). Poderão ser empilhados 15 (quinze) sacos, se o período de estocagem não ultrapassar quinze dias. O local de estocagem deve ser coberto e protegido das intempéries, sem umidade excessiva e outros fatores que prejudiquem a qualidade do cimento. As pilhas deverão ser formadas de maneira que permita com que os sacos de cimento mais velhos sejam utilizados primeiro.
Figura 09 – Armazenagem

c)- Prazo de validade
Observar o prazo de validade do cimento. Segundo as normas brasileiras, o cimento armazenado a granel ou contêiner por mais de seis meses, ou armazenados em sacos por mais de três meses, deve ser reensaiado. A Itambé recomenda o consumo dentro do prazo de sessenta dias, atendendo às condições climáticas da região.
d)- Utilização

O cimento não poderá sofrer contaminação, mesmo que seja com os agregados e outro material que venha a ser utilizado para obtenção do concreto e da argamassa. Se o cimento ensacado entrar em contato com a umidade, este se hidratará e perderá resistência, o que comprometerá o seu uso.
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Como armazenar o cimento em saco? (2)

Esta é uma publicação da http://civilgeeks.com:

Somente quando o cimento está bem protegido pode manter suas qualidades e assegurar a utilização máxima da sua qualidade.


Conservação dos Sacos de Cimento
  • Os depósitos devem ser ventilados para evitar o acúmulo de umidade. Ao nível do teto é aconselhável se ter janelas para circulação do ar (uma boa prática é usar exaustores).
  • Radier do piso deve ser em concreto, azulejos ou rebocados. Se este depósito é de madeira, as placas onde ficam o cimento devem ser de 10 cm. solo. O afastamento das paredes deve permitir que os sacos de fiquem afastados em pelo menos 50cm.
  • Não se deve estocar mais do que 12 sacos por fiada para evitar a compactação do concreto e facilitar o manuseamento.
  • Você deve manter o controle de recepção e despachar os sacos antigos para evitar que estes antigos fiquem para trás. Recomendamos a utilização do método FIFO (PEP).(primeiro que entra é o primeiro que sai)
  • Não guarde cimento durante o inverno por mais de 30 dias.
  • Não guarde mais do que 3 paletes em altura.
  • Em caso de estocagem de longa duração no depósito, uma recomendação é feita para as medidas acima, rode periodicamente a posição dos sacos.
  •  Cobrir os sacos com uma folha de polietileno no nível do chão.
http://civilgeeks.com/2010/11/12/%C2%BFcomo-proceder-para-un-efectivo-almacenamiento-del-cemento/
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Cimento em saco como armazenar?


O cimento é um produto perecível, portanto é preciso estar atento com os cuidados necessários durante o seu transporte e armazenamento, para conservação de suas propriedades, pelo maior tempo possível, no depósito ou no canteiro de obras. Por esse motivo, a Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) preparou algumas dicas sobre o tema.
Durante o transporte, os sacos devem ser protegidos, por meio de lonas de cobertura e bem acondicionados para evitar rasgos, mas é na armazenagem que a atenção deve ser redobrada. “A estocagem correta do produto é fundamental não só para impedir a perda do produto, mas, principalmente, para evitar alterações das características e propriedades do produto (pega e perda de resistência), o que pode afetar as estruturas e levar a acidentes”, afirma Arnaldo Battagin, técnico responsável pelos laboratórios da ABCP.

O cimento é embalado em sacos de papel kraft de múltiplas folhas. Trata-se de uma embalagem usada no mundo inteiro, sendo adequada para o transporte e para aplicação rápida. Além disso, o saco de papel é o único que permite o preenchimento com o material ainda bastante aquecido, por ensacadeiras automáticas imprescindíveis ao atendimento do fluxo de produção (ao contrário de outros tipos de embalagem já testados, como a de plástico). Mas o saco de papel, apesar de todo o cuidado e adequação da embalagem, não impede a ação direta da água.
“Se o cimento entrar em contato com a água durante o transporte inadequado, sem proteção da chuva, por exemplo, ou durante a estocagem, ele vai empedrar ou endurecer antes do tempo, inviabilizando sua utilização na obra, fábricas de pré-moldados e artefatos de cimento, etc”, explica Arnaldo.
A água é o maior aliado do cimento na hora de elaborar as argamassas e os concretos e depois da obra pronta por ocasião das operações de cura. Mas é o seu maior inimigo antes da aplicação. Portanto, é preciso evitar a todo custo que o cimento estocado entre em contato com a água. A água não vem só da chuva, de uma torneira ou de um cano furado; também se encontra, sob forma de umidade, no ar, na terra, no chão e nas paredes.
Por esse motivo, o cimento deve ser estocado em local seco, coberto e fechado, bem como afastado do chão, do piso e das paredes externas ou úmidas, longe de tanques, torneiras e encanamentos, ou pelo menos separado deles.

Dica – Recomenda-se iniciar a pilha de cimento sobre um tablado de madeira, montado a pelo menos 30 cm do chão ou piso e não formar pilhas maiores do que 10 sacos. Quanto maior a pilha, maior o peso sobre os primeiros sacos da pilha. Isso faz com que seus grãos sejam de tal forma comprimidos que o cimento contido nesses sacos fique quase endurecido, sendo necessário afofá-lo de novo, antes do uso, o que pode acabar levando ao rompimento do saco e à perda de boa parte do material. A pilha recomendada de 10 sacos também facilita a contagem, na hora da entrega e no controle dos estoques ou na aplicação final e está prescrita pelas normas da ABNT (Associação Brasileira de Norma Técnicas).
É recomendável utilizar primeiro o cimento estocado há mais tempo, o que evita que um lote fique estocado por tempo excessivo, já que o cimento, bem estocado, é próprio para uso por três meses, no máximo, a partir da data de sua fabricação Toda sacaria estampa a data de fabricação, de acordo com o Código de Defesa do Consumidor.
Nas regiões de clima frio, a temperatura ambiente pode ser tão baixa que ocasionará um retardamento do início de pega. Para que isso não ocorra, convém estocar o cimento em locais protegidos de temperaturas abaixo de 12ºC.
Fabricação – A fabricação do cimento processa-se rapidamente. O clinquer de cimento Portland sai do forno a cerca de 80ºC, indo diretamente à moagem, ao ensacamento e à expedição, podendo, portanto, chegar à obra ou depósito com temperatura de até 60 ºC. Não é recomendável usar o cimento quente, pois isso poderá afetar a trabalhabilidade da argamassa ou do concreto com ele confeccionados. Deve-se deixá-lo descansar até atingir a temperatura ambiente e, para isso, recomenda-se estocá-lo em pilhas menores, de cinco sacos, deixando um espaço entre elas para favorecer a circulação de ar, o que fará com que eles se resfriem mais rapidamente.
Cimento comprometido – Tomados todos os cuidados na estocagem adequada do cimento para alongar ao máximo sua vida útil, ainda assim alguns sacos de cimento podem estragar. Às vezes, o empedramento é apenas superficial. Se esses sacos forem tombados sobre uma superfície dura e voltarem a se afofar, ou se for possível esfarelar os torrões neles contidos entre os dedos, o cimento desses sacos ainda se prestará ao uso normal.
Caso contrário, ainda se pode tentar aproveitar parte do cimento, peneirando. O pó que passa numa peneira de malha de 5 mm (peneira de feijão) pode ser utilizado em aplicações de menor responsabilidade, tais como pisos, contrapisos e calçadas, mas não deve ser utilizado em peças estruturais, já que sua resistência pode ter ficado comprometida.

Link desta publicação:http://www.abcp.org.br/conteudo/imprensa/como-armazenar-cimento

No outro link abaixo um fasciculo da ABCP de armazenagem de cimento com uma planta baixa de um depósito:


Link deste fascículo: http://www.ebah.com.br/content/ABAAAgFdwAH/deposito-cimento
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Concreto como manter a qualidade no controle tecnológico?


 O que construtores, concreteiras, projetistas e laboratórios podem fazer para manter a qualidade no controle tecnológico dos concretos?
 A conscientização do meio técnico sobre as prescrições normativas e a melhor comunicação entre os diversos intervenientes no processo construtivo são os primeiros (e acredito que mais importantes) passos para manter a qualidade desejada do concreto em suas diversas aplicações.

Mundialmente o controle tecnológico do concreto é estabelecido por normas técnicas. No Brasil, a ABNT NBR 12655 estabelece o procedimento para preparo, controle e recebimento do concreto e referencia normas específicas para a retirada de amostras do material e para os ensaios a serem realizados de forma a se comprovar sua qualidade.





A atual complexidade das construções modernas, função do avanço tecnológico e das inúmeras solicitações da sociedade dos nossos dias, impossibilita que todos os profissionais conheçam a fundo todas as áreas do conhecimento. Assim, é fato que projetistas estruturais sejam mais afeitos à norma de projeto de estruturas de concreto (ABNT NBR 6118), construtores tenham como base para seu trabalho a norma de execução de estruturas (ABNT NBR 14931), empresas de serviços de concretagem tenham como principal instrumento de trabalho a norma de especificação de concreto dosado em central (ABNT NBR 7212) e tecnologistas de concreto conheçam a fundo a ABNT NBR 12655 e suas referências normativas.

No entanto, todas essas Normas Brasileiras foram elaboradas focando as melhores práticas e as peculiaridades de cada elo da cadeia construtiva e inter-relacionando suas atribuições, deixando claros os aspectos a serem observados para se chegar ao melhor resultado em cada caso.

As normas de projeto e execução, por exemplo, estabelecem explicitamente a necessidade de atendimento à norma de preparação e controle do concreto, tendo-se na primeira (ABNT NBR 6118) a base para os parâmetros de qualidade que são mais profundamente avaliados na outra (ABNT NBR 12655).

Com base nesses documentos, constata-se que cabe aos projetistas decidirem sobre a classe de agressividade ambiental em que se insere a estrutura a ser projetada, de comum acordo com seus contratantes, ponto inicial para se tomar decisões sobre o concreto a ser usado na obra. A partir dessa decisão, cabe a esse profissional a escolha da resistência característica à compressão do concreto (fck) em função da classe de agressividade ambiental e do tipo de concreto (armado ou protendido) a ser usado. O projetista deve registrar o fck em todos os documentos do projeto estrutural e, a partir desse parâmetro, obter a resistência de projeto com que irá trabalhar (fcd = fck/c).

A ABNT NBR 6118 estabelece adicionalmente a relação água/cimento máxima para cada classe de resistência do concreto e classe de agressividade ambiental, tendo em vista cumprir com as exigências de durabilidade da estrutura. Muitos projetistas estruturais já registram essa informação, dada pela Norma, nos documentos emitidos, assim como a dimensão máxima característica do agregado graúdo, considerando o espaçamento mínimo das barras da armadura. Seria desejável que todos adotassem essa prática, que reforça o compromisso do profissional de projeto com as questões de qualidade e durabilidade da estrutura projetada e homogeneíza as informações entre partes, facilitando o trabalho de construtores e tecnologistas de concreto.

Às construtoras cabe tornar real o projeto elaborado pelo projetista, a partir das informações recebidas. Assim, é fundamental que os profissionais envolvidos em cada uma dessas tarefas mantenham uma estreita comunicação e que o máximo de detalhes seja fornecido aos construtores, para que tenham êxito nesse trabalho. A compra de materiais e a contratação de empresas para participarem do processo construtivo é também papel das construtoras, que devem ter em mente os preceitos da ABNT NBR 14931, que aborda algumas questões relacionadas ao projeto e outras do campo da tecnologia de materiais, referenciando sempre as normas usadas em cada caso e dando as diretrizes para que as etapas construtivas sejam executadas buscando tirar o máximo proveito do material concreto.

A Norma de execução de estruturas citada (ABNT NBR 14931) é contemporânea das normas brasileiras desenvolvidas focando a durabilidade e traz em seu bojo cuidados que visam o melhor desempenho da estrutura e sua execução respeitando as propriedades do concreto. A referência aos padrões estabelecidos para o recebimento do concreto está objetivamente definida nessa Norma e o atendimento aos procedimentos prescritos pela ABNT NBR 12655 é item obrigatório.  

Simples à primeira vista, de uso difundido e custo acessível pela disponibilidade de seus materiais constituintes, o concreto guarda grande complexidade no desenvolvimento de suas inúmeras propriedades, muito importantes para a construção civil, o que tem garantido seu lugar como material de construção mais usado em todo o planeta.

A partir do conhecimento dos materiais e do resultado de diversas misturas elaboradas e testadas previamente, o responsável pela dosagem do concreto deve preparar o traço (proporcionamento de materiais) e inferir sobre seu desempenho mecânico após 28 dias, atendendo a todas as disposições normativas das ABNT NBR 7212 e ABNT NBR 12655.

No entanto, pela diversidade de materiais que podem entrar em sua composição, as propriedades e a inter-relação entre esses materiais em função do proporcionamento escolhido, o concreto pode ter características e propriedades distintas. Considerando as inúmeras variáveis que entram nessa complexa equação, apenas ensaios de desempenho atestam de forma definitiva o desempenho do concreto.

Para o recebimento do concreto na obra, as diretrizes normativas que registram as boas práticas experimentadas e comprovadas ao longo dos anos, estabelecem dois ensaios:

  • Consistência, para assegurar a possibilidade de lançamento do concreto (preenchimento das formas)
  • Resistência à compressão axial aos 28 dias, para comprovar o atendimento às premissas de projeto relativas à segurança estrutural.




São esses os parâmetros que devem ser medidos e avaliados para liberação da estrutura. Para sua determinação os documentos normativos trazem uma série de prescrições, que visam a obtenção de resultados confiáveis, sendo imprescindível a realização dos ensaios por laboratório capacitado, dotado de equipamentos calibrados, pessoal treinado, controles das condições ambientais (temperatura e umidade relativa) e outras tantas exigências que garantam a rastreabilidade de todo o processo.



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Artista ensina como esculpir em concreto





(A peça acima é em cimento)

Geralmente você não esculpe em cimento ou concreto, e sim faz um processo que chamamos de MOLDE PERDIDO: 

Você produz uma peça em argila e tira um molde de gesso (este molde é em algumas partes, pelo menos duas), é o que chamamos molde perdido (argila e gesso trabalham bem juntos), pois provavelmente você não se preocupará que tudo no molde tenha "saída", então conforme você tira o original (seu modelo) do molde, a argila vai quebrando. Eu gosto de fazer este molde antes da argila secar totalmente.

Depois você limpa o molde, fecha ele e enche de cimento (cimento e gesso também trabalham muito bem juntos). A mistura do cimento é mais forte que a utilizada em construção, podendo chegar em até 1 de cimento para 1 de areia. Recomendo utilizar o mínimo de agua possível e bater, vibrar a forma para o cimento assentar.

Depois de seco você quebra o gesso, por isso "molde perdido"

A peça de cimento ainda deverá ter um acabamento, sugiro uma nata de cimento = cimento + cola branca, e por último um verniz, existem vernizes especiais para cimento em lojas de construção.

O resultado final fica lindo, é uma excelente forma de finalizar uma escultura com custos muito baixos e inclusive é uma obra que pode ficar no tempo, como um jardim por exemplo.


http://fcardoso.blogspot.com.br/2010/03/como-esculpir-em-cimento-ou-concreto.html
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