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Paredes de Concreto - Abesc

Com a tecnologia de Paredes de Concreto os construtores e os arquitetos têm à disposição um método construtivo ágil, e indicado para obras de todos os portes.

Rapidez de execução, diminuição de custos, redução de acidentes de trabalho, aumento de qualidade e produtividade, com alto índice de valor agregado, são algumas das vantagens que as paredes de concreto oferecem.
Importantes construtoras investem cada vez mais nas paredes de concreto, porque entre tantas vantagens o sistema permite eliminar problemas sérios de patologias da alvenaria e fachadas, além de reduzir o prazo de conclusão de obra.  É um sistema que oferece versatilidade, flexibilidade arquitetônica, permite ampliações, baixa manutenção e facilidade de implantação em lugares distantes e com pouca infra-estrutura.

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Concreto pré moldado in loco - Abesc

http://www.abesc.org.br/tecnologias/tec-pre-moldado-in-loco.html

Rapidez de execução, diminuição de custos,  redução de acidentes de trabalho, aumento de qualidade  e produtividade, com alto índice de valor agregado. Essas e outras  vantagens do sistema de paredes de concreto moldadas in loco vêm  chamando atenção dos empresários de construção  civil.

A Construtora InPar é uma das que vem apostando cada vez mais  nessa tecnologia para melhorar sua privacidade. Em vários de  seus empreendimentos, a empresa está utilizado um sistema que  consiste em paredes externas estruturais de concreto moldados in loco,  lajes planas nervuradas com fôrmas plásticas, esquadrias  de PVC e instalações acessíveis em shafts e entre  forros. A parede é concretada em gabaritos, que posteriormente  são substituídos por caixilhos, parafusos e fixados com  espuma de poliuretana. O slump do concreto dosado em central utilizado  varia de 10 a 12, com brita1.

1O “Projeto Viver” conjunto residencial de 48 edifícios  que está sendo construído em São Paulo, foi o primeiro empreendimento da InPar a utilizar esse sistema construtivo.Com seu  desenvolvimento, os técnico e acústico, permite eliminar  problemas sérios de patologias da alvenaria e fachadas, além  de reduzir o prazo de conclusão de obra.

Com tantos pontos positivos, a empresa passou a utilizar esse método  construtivo na maioria de suas obras. No empreendimento de alto padrão  denominado “Grands Jardins de France”, localizado no bairro  de Campo Belo, em São Paulo, o sistema está sendo utilizado  para construir quatro torres com 50 unidades e duas torres com 104,  num total de 408 apartamentos que têm um cronograma previsto de  24 meses para sua execução, e 100.000 m² de área  construída.

O engenheiro responsável pela obra, Ricardo Toscani, explica  que um dos fatores que tem que ser levado em consideração  para se utilizar um sistema de paredes moldadas in loco é o número  de repetições. Quanto maior o índice de utilização  de um conjunto de fôrmas, mais significativos tornam-se os benefícios.  Assim, quanto mais alto for o edifício, mais vantajoso torna-se  o sistema.

No caso do “Grands Jardins de France”, essa vantagem ainda  é maior, pois concretagem está sendo realizada aos pares.  “Num dia, moldamos as partes de uma torre, enquanto concretamos  a laje na outra. Assim, utilizamos somente um único conjunto  de fôrmas e uma grua para cada duas torres” , explica o  engº Toscani. O ciclo é realizado em quatro dias,  levando em consideração a montagem das fôrmas,a  concretagem e a desforma.

“Além da rapidez de execução, esse sistema  é muito mais limpo do que o convencional, sem desperdício  de materiais” avalia. “E ele também proporciona uma  planicidade maior, que permite um acabamento perfeitamente liso, pronto  para pintura”.

A segurança é um outro quesito que chama a atenção  nesse sistema construtivo. As pessoas trabalham como se estivessem dentro  de um apartamento, pois a concretagem da laje é feita depois  que as paredes já foram moldadas. Desta forma, pode-se eliminar  a proteção de periferia, com conseqüente diminuição  dos custos.

Além das vantagens inerentes à própria tecnologia  construtiva, as paredes moldadas in loco agregam benefícios a  outros sistemas, como atesta o Engº Toscani: “Por não  ter variação de prumada, é o possível fixar  o caixilho com espuma. Assim, eliminam-se as etapas de fixação  e chumbamento de contramarco, pois todos eles têm a mesma dimensão,  é um gabarito único. Não há deslocamento,  nem de um centímetro. A qualidade do produto final é bem  maior”.
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Proporcionamento de britas - Teste das Latas

Otimizando o uso de brita no concreto: o Teste da Lata

Por Arq. Iberê M. Campos

 É muito simples e barato -- consiste em usar várias latas iguais, que serão preenchidas com diferentes dosagens de pedras número 1 e 2, (misturar muito bem) cada uma delas em uma lata diferente. Feita esta preparação, adiciona-se água a cada lata. A lata que transbordar com menos adição de água será a que contém a mistura com menor índice de vazios. Assim, por exemplo, em vez de se seguir uma fórmula de dosagem estabelece uma caixa de brita 1 e duas caixas de brita 2, alteramos essas proporções de acordo com a mistura que resultou mais densa (menor índice de vazios).



A qualidade do concreto feito na obra depende de uma série de fatores, conforme já vimos em outros artigos aqui mesmo neste site. Um dos principais fatores é a correta dosagem dos componentes, em especial dos componentes sólidos e da água. Em laboratório é fácil determinar com precisão a quantidade de cada tipo de brita, mas na prática da obra também é fácil chegar com relativa precisão à melhor proporção entre brita 1 e 2. 

Quando se usa concreto feito em obra, é interessante verificar se estamos dosando corretamente a brita (agregados graúdos). Nem sempre a proporção fornecida nos cálculos ou nas tabelas de traço de concreto deve ser seguida à risca, em função da variação de tamanho que se encontra na brita entre nas obras. A idéia é aumentar a resistência do concreto ao mesmo tempo em que diminuimos seu custo. Note que mesmo quando se tem numa obra britas classificadas pelo vendedor como sendo de nº 1 e nº 2, não podemos confiar cegamente nesta informação. 

Para nos certificarmos da classificação e também para otimizar o uso da brita podemos usar um método simples para saber como misturá-las de forma a obter uma mistura que resultará num concreto mais denso (com menos índice de vazios), menos poroso e mais resistente. Este método é chamado, popularmente, de“Teste das Latas”

http://www.forumdaconstrucao.com.br/conteudo.php?a=31&Cod=42
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Planilha Pilares de Concreto em "L"

Planilha da universidade do Peru para calculo de pilares em"L".

http://www.ebah.com.br/content/ABAAAgGMUAJ/colunas-l





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Casa portátil Blob VB3

http://www.i-decoracao.com/curiosidades/casa-portatil-blob-vb3

Fotos da casa portátil Blob VB3


Não é a primeira vez que vos falo de espaços deste tipo. Noutras vezes apresentei escritórios móveis como o OfficePod ou o Archipod, mas hoje trago não é um escritório, mas sim uma unidade de casa móvel! O modelo Blob VB3 dá um monte de possibilidades.


O projecto vem do estúdio de arquitectura dmvA. O Blob VB3 é apresentado como um espaço de paredes espessas que escondem várias zonas e, em geral, tem tudo que é necessário dentro de uma casa: uma casa de banho, uma cozinha, energia eléctrica, cama e múltiplas prateleiras para armazenamento.
Casa portátil Blob VB3
Para além disso, a casa também tem uma parte móvel (uma das extremidades), que podemos abrir para ventilar ou para se ligar mais com o exterior. A casa está construída principalmente em poliéster e tem cerca de 20 metros quadrados de superfície.


Se quiseres mais informações sobre a casa portátil Blob VB3 ou entrar em contacto com o estúdio, podes fazê-lo através da sua página web: dmvA.
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Como comprar - Concreto Usinado

As usinas de concreto precisam de alguns parâmetros para poderem orçar e futuramente fornecer o concreto. A característica mais importante é a resistência à compressão, representada pelo famoso “fck”. 
Em geral o fck ficará entre 25Mpa a 40Mpa, caso não tenha sido especificado um outro valor pelo projetista da estrutura nos desenhos ou no memorial descritivo. Fica por conta da usina definir o traço necessário para conseguir a resistência pedida. 

Além da resistência pode-se especificar também o tipo de pedra a usar, considerando o espaço entre as armaduras, ou seja, fixa-se o diãmetro máximo dos agregados e, se necessário o teor de cimento por m3. 

Outro parâmetro que pode ser especificado é o “abatimento” (também chamado de “slump test”). Aqui, abatimento não tem nada a ver com preço menor, na verdade refere-se a um dado que determina a plasticidade do concreto, sua capacidade de ser moldado. Quanto mais complexa for a forma maior deverá ser o abatimento ou “slump”. 


Ao comprar concreto usinado deve-se em mente que o tempo máximo aceitável no transporte do concreto no caminhão betoneira é de 90 minutos. Por isto, não adianta comprar concreto de usina muito afastada do local da obra e este fatos pode ser importantíssimo para obras afastadas dos grandes centros onde, neste caso, o concreto deverá ser feito em obra 




Quanto à descarga na obra, precisamos nos certificar de que no local de deposição do concreto não haverá obstáculos para a chegada do caminhão. Note que, no mínimo, a altura livre necessária é de 4 metros e a largura livre de 3 metros. 

Os caminhões utilizados pelas usinas costumam ter as seguintes capacidades: 5, 7, 8 e 10 m3. Se o pedido for menor do que 5 m3 a usina poderá cobrar um adicionar pelo transporte, e isto deve ser negociado antes de se fazer o pedido. Note que mesmo o menor caminhão (5 metros) trará um volume considerável de concreto para ser despejado em no máximo 90 minutos, assim é preciso nos certificarmos de que a obra está equipada com o pessoal e equipamentos recessários para receber, transportar e lançar todo esse concreto. 

Caso a concretagem seja especialmente difícil ou não tenhamos em obra os recursos para usar o concreto em 90 minutos, pode-se pedir para a usina colocar um aditivo retardador de pega. Ah, sim, não se esqueça de ter à mão vários vibradores, essenciais para compactar adequadamente o concreto no menor tempo possível. Tenha ao menos 2 vibradores pois se um deles quebrar durante a operação o outro pode substitui-lo, sob pena de se perder toda a carga de concreto e danificar-se a qualidade da estrutura. 

Na maior parte das vezes as usinas entregam exatamente o volume pedido, até porque este é dosado cuidadosamente durante o lançamento no caminhão. Entretanto, manda a boa norma de procedimentos do Engenheiro ou Mestre de Obras que, eventualmente, se realize a medição de um ou mais caminhões. A medição é feita usando uma caixa (“masseira”) devidamente construída para medir volume de concreto. A existência da masseira é um alerta para a usina (e os motoristas do caminhão) de que naquela obra existe um controle de recebimento. É claro que são casos raros (será mesmo?) mas já aconteceu de constatarmos que o maior inimigo da compra de concreto de usina pode ser "aquela pequena obra perto da sua obra". Como assim? Bem, podem existir motoristas, digamos, não tão honestos e que achem que “com tanto concreto neste caminhão, ninguém vai notar se eu descarregar meio metro naquela obra do meu amigo...”, compreende ? 

A resistência do concreto entregue e aplicado na obra deve ser aferido por testes em corpos de prova. Para tanto, a usina deve coletar corpos de prova de cada caminhão entregue ou, caso o engenheiro da obra estiver de acordo, de apenas alguns dos caminhões. Mas note que a usina só pode ser responsabilizada pela qualidade do concreto assim que este saiu do caminhão, cabendo ao responsável pela obra fazer o controle da qualidade do concreto efetivamente aplicado nas formas. Isto porque é possível receber um ótimo concreto na porta do canteiro mas que resulte em um péssimo concreto quando posto nas formas, por deficiência durante o transporte, lançamento ou cura. Assim, em obras de responsabilidade (como em lajes e colunas) aconselha-se controlar a qualidade do concreto nas formas, tirando corpos de prova do concreto efetivamente lançado nelas que deve receber o mesmo tratamento -– em termos de cura -– do que as peças de onde foram retirados. 

Um detalhezinho final -- mesmo comprando concreto de usina poderá ser necessário ter uma betoneira na obra para trabalhos miúdos de concretagem de pisos, pequenas obras e também para bater a massa usada nos revestimentos e assentamentos de alvenaria.

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