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Ferramenta- Extrator de testemunhos

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O extrator de testemunhos retira, através de uma serra copo, testemunhos cilíndricos de vigas, pilares e estruturas de concreto, estes corpos de prova são levados a uma prensa hidráulica para conferir se a resistência do concreto está conforme o projeto ou atende à norma NBR 6118 – Projeto de estruturas de concreto.
A retirada segue a norma NBR7680 - Extração, preparo, ensaio e análise de testemunhos de estruturas de concreto.
O Ensaio de Compressão de Corpos de Prova Cilíndricos de Concreto é feito segundo a norma NBR 05739 – 1994.
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Ferramenta- Fissurômetro



FissurometroFissurômetro sem lupa
Jogo de réguas para medir largura de fissuras em estruturas de concreto. Indicação de 0,05 à 1,2mm e larguras de 1,4 / 1,8 / 2,0 / 2,5 / 3,0 / 3,5 / 4,0 / 5,0mm.
Lupa para fissuras
Acessório para iluminação e ampliação 10x das escalas dos monitores de fissuras, muito eficaz como um comparador simples e preciso.
Microscópio com iluminação para detecção de fissuras.
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Concreto aparente como conservar?

Robustez com elegância do concreto aparente chama a atenção de engenheiros e arquitetos. Mas precisamos protegê-lo
Por: Engª. Giovana Medeiros – Assessora Técnico Comercial Itambé
concreto aparente tem sido utilizado pelos engenheiros e arquitetos para realçar a beleza de grandes construções. Ele tem como característica deixar à vista sua coloração e textura naturais e, no Brasil, não faltam exemplos marcantes que tiram bastante proveito da beleza plástica deste material.
Em São Paulo, encontram-se os edifícios da IBM, o Masp e o Hotel Unique, que utilizam três cores de concreto aparente. Em Curitiba, o Teatro Guaíra e a estátua do Homem Nu são obras que se tornaram ícones e exploraram a beleza do concreto aparente. 

Teatro Guaíra - Curitiba (PR)
O sucesso ou não da execução de estruturas de concreto aparente depende de alguns cuidados, começando pelo projeto. Tanto o projeto arquitetônico como o estrutural devem considerar as condições de exposição.
Outros aspectos que devem ser levados em consideração são: a utilização do mesmo tipo decimento e agregados, os cuidados na execução das fôrmas, a aplicação uniforme de desmoldantes, os cuidados de lançamento, adensamento do concreto e o cumprimento do tempo de cura adequado, vão definir a qualidade final da obra.
O próprio concreto deve ser especificado para ficar aparente, ou seja, deve ter bom teor de argamassa e trabalhabilidade que permita uma concretagem sem bolhas e vazios. O uso de fungicidas e bactericidas para evitar o ataque de fungos, também deve ser considerado.

Hotel Unique - São Paulo (SP)
O concreto aparente, principalmente nos grandes centros, sofre a ação de diversos agentes agressivos. Fuligem, CO2, sulfatos e cloretos são alguns exemplos. Mas, as próprias condições climáticas com sol e chuva, ao longo do tempo, deterioram as estruturas e o aspecto fica bem prejudicado. Por este motivo é necessário tomar precauções para manter o concreto aparente conservado.
Para proteger superficialmente o concreto aparente comumente são utilizados os vernizes e hidrofugantes. Os vernizes formam filme contínuo e são mais eficientes na proteção de agentes agressivos. Os vernizes foscos têm a vantagem sobre os brilhantes, pois não alteram o aspecto original do concreto e não evidenciam as imperfeições do material bruto. Já os hidrofugantes são capazes de penetrar alguns milímetros nos poros do concreto, impedindo a penetração de água e de substâncias agressivas nela dissolvidas.
Outras formas de conservar o concreto, sendo ele aparente ou não, são as inspeções periódicas, além da limpeza adequada e reaplicação de eventuais sistemas de proteção superficial existentes.
Jornalista responsável: Silvia Elmor – MTB 4417/18/57 – Vogg Branded Content
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Pavimentos a junta fria

Interrupções planejadas ou imprevistas em concretagem promovem o aparecimento da junta fria
Por: Engª. Giovana Medeiros – Assessora Técnico Comercial Itambé
A junta fria é formada pela interrupção do lançamento do concreto, além do tempo de início de pega. Requer precauções especiais para garantir, ao reiniciar-se o lançamento, a suficiente ligação do concreto pré-endurecidocom o da nova concretagem.
NBR 6118:2007, em seu Item 21.6 – Juntas de concretagem, estabelece:
“O projeto de execução de uma junta de concretagem deve indicar de forma precisa o local e a configuração de sua superfície”.
“Sempre que não for assegurada a aderência e a rugosidade entre o concreto novo e o existente, devem ser previstas armaduras de costura, devidamente ancoradas em regiões capazes de resistir a esforços de tração”.
As suspensões que ocorrem do lançamento do concreto podem ser programadas conforme o projeto, mas também podem ocorrer por uma situação imprevista mediante fatores como: quebra de equipamentos, acidentes, falta de energia, entre outros. As juntas podem ser feitas na vertical ou inclinadas, preferencialmente a 45º.


Junta Vertical
As juntas verticais sempre ocorrem em interrupções planejadas, existindo uma fôrma no local exato onde deve ocorrer asuspensão da concretagem. As interrupções planejadas devem ser coincidentes com as juntas de dilatação (NBR 6118:2007). Este tipo de junta tem a vantagem de facilitar o adensamento do concreto, e por ficar na posição vertical não há o aparecimento de matérias, como a nata, que possam prejudicar a aderência do concreto novo.
Os aditivos estabilizadores de hidratação do concreto são, hoje, uma boa ajuda para se evitar a formação de juntas frias planejadas. A concretagem pode ser interrompida e retomada no dia seguinte sem a formação da junta.

Junta inclinada
Já as juntas inclinadas podem tanto ser planejadas ou não, sendo que nesta segunda opção é importante que sua posição e situação sejam analisadas pelo projetista para indicação do melhor tratamento e prosseguimento dos serviços.
Para uma perfeita aderência entre a superfície do concreto já endurecido e o concreto novo, faz-se necessário tomar algumas precauções como:
1. As superfícies das juntas devem receber tratamento com escova de aço, jateamento de areia ou qualquer outro processo que proporcione a formação de dentes, ranhuras ou saliências;
2. A superfície da junta concretada anteriormente deve passar por uma limpeza (lavagem com água) dos materiais pulverulentosnata de cimento, graxa ou quaisquer outros prejudiciais à aderência, obtida com os mesmos tratamentos citados no item 1;
3. Especial cuidado deve ser dado ao adensamento junto à interface entre o concreto já endurecido e o recém lançado, a fim de se garantir a perfeita ligação das partes;
4. No lançamento de concreto novo sobre superfície antiga pode ser exigido, a critério da Fiscalização, o emprego de adesivos estruturais.
Jornalista responsável: Silvia Elmor – MTB 4417/18/57 – Vogg Branded Content
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Concreto seu transporte requer cuidados especiais



19 de abril de 2013
Serviço prestado por caminhão betoneira precisa cumprir série de requisitos para que CDC preserve características ao ser descarregado
Por: Altair santos
Um caminhão betoneira, de acordo com a ABNT NBR 7212:2012 – Execução de concreto dosado em central – Procedimento -, precisa, independentemente das condições de tráfego e da distância entre a central e o local da obra que contratou o serviço, entregar o material que carrega no tempo máximo de 150 minutos (item 4.5.3, letra b). São 90 minutos para o transporte até a obra (item 4.5.2, letra b) 30 minutos para o inicio da descarga do concreto (item 4.5.3, letra a) e mais 30 minutos aplicar (lançar e adensar) o concreto. É o que diz a norma, que para ser cumprida exige logística apurada e tecnologia embarcada nos veículos que transportam o concreto.

Arcindo Vaquero y Mayor coordenou a revisão da norma ABNT NBR 7212.
Segundo Arcindo Vaquero y Mayor, que coordenou a revisão da ABNT NBR 7212:2012 e atualmente é consultor técnico da ABESC (Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Concretagem) as concreteiras que atuam em grandes cidades, onde o trânsito é cada vez mais caótico, têm agido em duas frentes para conseguir cumprir a norma. “Uma delas é modificar o concreto com aditivos, para que ele permaneça com a trabalhabilidade adequada e tenha retardado o tempo de início de pega. Outra frente é solicitar permissões específicas aos organismos de trânsito para que os caminhões possam circular com menos restrições”, explica.
O consultor da ABESC alerta ainda que os caminhões betoneira precisam ter tecnologia embarcada para preservar a trabalhabilidade do concreto ao longo do percurso. Por isso, a recomendação da própria associação é que um veículo seja usado no máximo por dez anos, sob risco de, mesmo bem conservado, tornar-se obsoleto. “Atualmente, os caminhões dispõem de vários equipamentos voltados para medir o abatimento do concreto (slump) e, em função da força que a bomba hidráulica faz para movimentar a betoneira, é possível realizar a leitura e injetar pequenas quantidades de água ou aditivo para corrigir essa trabalhabilidade”, diz.
Além das qualificações do veículo e do cumprimento das normas, os motoristas-operadores de betoneira desempenham função estratégica para que o concreto preserve suas características ao longo do transporte entre a central e o canteiro de obras. “A recomendação da ABESC é que ele entregue o concreto com as características acordadas com o cliente, seguindo as normas da ABNT, em especial a NBR 7212:2012″, ressalta Arcindo Vaquero y Mayor. Significa que o motorista precisa obedecer as orientações estabelecidas pelo laboratório da central, sob risco de reduzir a resistência do concreto e vir a causar problemas estruturais na obra.
Caso o cliente solicite que seja acrescentada mais água ou aditivo na betoneira, antes da descarga do concreto, o motorista-operador deve fazer o pedido constar no corpo do documento de entrega. Este deve ter um campo onde o responsável pela obra assina a autorização para modificar a especificidade do material. Neste caso, recomenda-se que, além da NBR 7212:2012, sejam obedecidas também as seguintes normas: ABNT NBR 12654:2000 – Controle tecnológico de materiais componentes do concreto; NBR 12655:2006 - Concreto de cimento Portland – Preparo, controle e recebimento – Procedimento, e NBR 6118:2007 – Projeto de estruturas de concreto - Procedimento.
Logística

Aditivos reduzem a velocidade de endurecimento do concreto.
Como o concreto dosado em central é uma carga perecível, o planejamento da concretagem é decisivo para ela seja realizada com sucesso. Por isso, o descarregamento não pode coincidir com a chegada de outras cargas na obra. Da mesma forma, a central de concreto deve estar preparada para atender pedidos de socorro mecânico aos caminhões betoneira para não atrasar a entrega e prejudicar o concreto. Muitas vezes, um simples pneu furado pode causar o descarte total da carga, por ter ultrapassado o tempo limite de aplicação. Vale frisar que os caminhões betoneira, quando carregados, tornam-se muito pesados – 32 toneladas, em média, quando transportam 8 m³ de concreto dosado em central. “Além de todos esses cuidados, existem softwares de gestão de frota e de logística que ajudam significativamente no transporte do concreto“, destaca Arcindo Vaquero y Mayor, orientando que quem quiser maiores informações basta procurar a ABESC.
Entrevistado
Arcindo Vaquero y Mayor, ex-presidente e atualmente consultor técnico da ABESC (Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Concretagem)
Currículo
- Arcindo Vaquero y Mayor é graduado em engenharia civil pela Universidade Mackenzie (1976), com mais de 30 anos de experiência em concreto
- É responsável pela aplicação de mais de 15 milhões de m³ de concreto, com cursos de aperfeiçoamento nos EUA e na Suíça
- Após presidir a ABESC (Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Concretagem), atua como consultor na área de tecnologia e meio-ambiente, concreto dosado em central, desenvolvendo trabalhos para a própria ABESC e a FIPH (Federación Ibero-americana de Hormigón Premezclado)
- Participa de várias comissões de normas da ABNT
Créditos foto: Divulgação

Jornalista responsável: Altair santos – MTB 2330

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Alvenaria estrutural: saiba como evitar patologias


Área TécnicaArtigos técnicosConstruindo MelhorSobre CimentoSobre Concreto10 de maio de 2013
Mão de obra qualificada, blocos em conformidade com as normas e projeto bem especificado são fundamentais para o sucesso deste tipo de obra
Por: Altair Santos
Na história da construção civil brasileira há relatos de que na década de 1960 surgiram os primeiros prédios emalvenaria estrutural. A tecnologia intensificou-se nos anos 1970, recrudesceu, mas a partir de 2009, quando foi lançado o Minha Casa, Minha Vida, praticamente transformou-se no sistema construtivo oficial do programa. Hoje, aalvenaria estrutural que utiliza blocos de concreto é a que predomina nas obras do MCMV. A intensidade de uso do sistema levou a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) a se debruçar, entre 2010 e 2011, na revisão das normas de blocos cerâmicos e blocos de concreto, assim como dos métodos de construção. As medidas focaram no combate às patologias.
Construção em alvenaria estrutural: fase de planejamento é que garante a operacionalidade do sistema.
Segundo as diretoras do CDTEC (Centro de Desenvolvimento Tecnológico S/A) Tayana Bianco Garcez Castellano Cunico e Lidia Krefer, as patologias que mais afetam a alvenaria estrutural são as fissuras, decorrentes dos seguintes problemas: variação de temperatura, principalmente nos pavimentos mais altos; cargas atuantes que excedam a capacidade resistente da estrutura solicitada; recalques nas fundações e o assentamento inadequado das aberturas, como portas e janelas. “Para que uma obra não venha a sofrer com patologias é sempre importante respeitar o sistema construtivo, ou seja, cada etapa deve ser realizada atendendo as particularidades de cada item”, ressalta Lidia Krefer.
A afirmação da tecnóloga é corroborada pelo gerente de desenvolvimento de produtos da ABCP (Associação Brasileira de Cimento Portland) Cláudio Oliveira Silva. “No último pavimento é preciso um cuidado especial com a movimentação da laje, caso contrário surgirão fissuras entre a laje e o respaldo da parede”, frisa. Ele alerta ainda que a alvenaria estrutural é o sistema construtivo que mais requer cumprimento das normas. “Os projetistas têm um guia normativo para ser cumprido. A partir do momento que o projeto segue as normas, o risco de patologias é muito pequeno”, diz.
As especialistas destacam ainda que na concepção dos projetos arquitetônicos em alvenaria estrutural deve-se estar atento a critérios como modulações, tipos de blocos, argamassa e graute. “A mão de obra também deve ser treinada para entender as particularidades do sistema construtivo, bem como ter ferramentas adequadas. A fiscalização eficiente das etapas executadas é outro fator decisivo no sucesso desta tecnologia”, diz Tayana Bianco, sem esquecer que a manutenção também é componente relevante para a alvenaria estrutural. “A conservação preventiva está prevista em norma, assim como são vetadas alterações arquitetônicas sem autorização do projetista da obra”, complementa.
Blocos de concreto
Tayana Bianco: mão de obra deve estar bem treinada.
É preciso observar ainda a conformidade dos blocos de concreto. A não obediência das características físicas em relação à análise dimensional, como largura, altura e comprimento, pode acarretar falhas na modulação, tanto horizontal quanto vertical, assim como na precisão geométrica do conjunto – fundamental para a segurança das paredes que serão elevadas. Já quanto à absorção dos blocos, se a porcentagem recomendada for superior ao especificado as paredes ficam porosas e podem rapidamente absorver umidade e causar infiltrações, manchas e bolor no revestimento interno. “Se essas especificações forem insatisfatórias, tendem a prejudicar a integridade e a segurança de toda a estrutura”, destaca Tayana Bianco.
Neste item, mais uma vez Cláudio Oliveira Silva confirma o que diz a engenheira. “Como estamos falando de um sistema que vai receber o carregamento da estrutura, construir com um bloco que não atenda a resistência mecânica especificada no projeto traz um risco muito grande para essa estrutura. Então, eu diria que usar blocos em conformidade, aliada a uma mão de obra bem treinada, assim como o cumprimento das normas, permite que uma edificação em alvenaria estrutural gere uma economia de até 30% em relação à alvenaria convencional, em se tratando de um edifício de até quatro pavimentos”, compara.
Lidia Krefer: alvenaria estrutural requer cumprimento das normas.
Outro elemento importante para o sucesso da alvenaria estrutural é a argamassa de assentamento. Ela possui as funções básicas de solidarizar os blocos de concreto, transmitir e uniformizar as tensões entre as unidades de alvenaria, absorver as deformações naturais a que a alvenaria estiver sujeita e selar as juntas contra a penetração da água da chuva. “Por isso, devem ser aplicadas as espessuras de juntas horizontais e verticais dentro dos limites das superfícies estabelecidas e tolerâncias de norma, pois é através deste material que podem ser detectados os primeiros sinais de falhas de todo o conjunto da estrutura”, lembra Lidia Krefer, citando as normas que regulamentam a alvenaria estrutural:
- ABNT NBR 15961- Alvenaria Estrutural – Blocos de concreto – Parte 1: Projeto.
- ABNT NBR 15961- Alvenaria Estrutural – Blocos de concreto – Parte 2: Execução e controle de obras.
- ABNT NBR 6136 – Blocos vazados de concreto simples para alvenaria – Requisitos.
- ABNT NBR 12118 – Blocos vazados de concreto simples para alvenaria – Métodos de ensaio.
- ABNT NBR 15812 – Alvenaria Estrutural – Blocos Cerâmicos – Parte 1: Projeto.
- ABNT NBR 15812 – Alvenaria Estrutural – Blocos Cerâmicos – Parte 2: Execução e Controle de obras.
- ABNT NBR 5738 e 5739 – Moldagem e ensaio de resistência à compressão do graute.

Entrevistados
Tayana Bianco Garcez Castellano Cunico e Lidia Krefer, diretoras do CDTEC (Centro de Desenvolvimento Tecnológico S/A), e Cláudio Oliveira Silva, gerente de desenvolvimento de produtos da ABCP (Associação Brasileira de Cimento Portland)
Currículos
- Tayana Bianco Garcez Castellano Cunico é graduada em engenharia civil pela UTP (Universidade Tuiuti do Paraná) com pós-graduação em gestão da qualidade pela FAE (Faculdade de Administração e Economia)
- Atua como Diretora Técnica do CDTEC desde 2002
- Lidia Krefer é graduada em tecnologia da construção civil pela UTFPR, e especialista em concreto pelo IDD
- Atua como gerente técnica do CDTEC desde 2006
- Localizado em Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, o CDTEC atua no controle tecnológico do concreto e da alvenaria estrutural, prestando assessoria quanto aos ensaios necessários dentro das recomendações das normas que englobam todo sistema, bem como os especificados no projeto estrutural
- Cláudio Oliveira Silva é graduado em engenharia civil pela Universidade de Guarulhos (1993) com mestrado em materiais de construção e administração industrial pela USP (Universidade de São Paulo), além de marketing pela ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing)
Créditos fotos: Chico Rivers / ABCP / Divulgação

Jornalista responsável: Altair Santos – MTB 2330
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