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Assentamento Automático de Pavimentos de Blocos


A colocação de pavimentos de blocos é na maioria das vezes uma tarefa morosa, de difícil execução e que nem sempre alcança os padrões de qualidade estéticos e funcionais desejados. De forma a ultrapassar todos estes inconvenientes a empresa Holandesa Vanku criou a máquina Tiger Stone, que permite o assentamento automático e quase autónomo de vários tipos de pavimentos de blocos. Esta máquina necessita entre um a três operadores e consegue alcançar um nível de perfeição e em especial uma velocidade de assentamento nunca antes vistos.
O funcionamento é bastante simples, os blocos são introduzidos num receptáculo localizado na parte anterior do dispositivo que depois são alternadamente alinhados de forma a constituir a teia de elementos entrelaçados, típica deste tipo de pavimentos.
Por dia, uma só máquina Tiger Stone consegue assentar 300 metros quadrados de pavimento e claro que é sempre possível ter várias a funcionar em paralelo, em empreendimentos de uma certa dimensão. O custo de uma Tiger Stone varia entre os 60 mil e os 100 mil euros, o que as torna bastante suportáveis para um médio empreiteiro ou empresa de obras públicas.
http://www.engenhariaportugal.com/assentamento-automatico-pavimentos-blocos
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Concreto ecológico de geopolímeros



POR PATRÍCIA LEMOS



Cerca de 9% do dióxido de carbono gerado pela atividade humana resulta direta ou indiretamente da produção de betão. A componente mais gravosa em termos de emissões é sem dúvida o fabrico do cimento, em especial do cimento Portland Normal que é o ligante mais usado da atualidade em betões.
A produção de cimento Portland normal chega a três biliões de toneladas anualmente, a nível mundial e tem crescido de ano para ano.
Para por travão a este descontrolo ambiental, tem sido preocupação dos centros de investigação de materiais, a busca de materiais cimentícios mais sustentáveis.
O Departamento de Engenharia Civil da Universidade do Louisiana nos Estados Unidos, criou um novo material baseado em geopolímeros, que tem um grande potencial ecológico. Este material tem como principal componente as cinzas volantes, que constituem um dos subprodutos industriais em maior abundância.
O betão de geopolímeros tem grandes vantagens sobre o betão de cimento Portland normal, nomeadamente no que diz respeito à quantidade de emissões de CO2 na sua produção, resistência à compressão e tracção, durabilidade, comportamento à corrosão e fogo e utilização de subprodutos na sua constituição.

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Concreto fletindo como uma borracha




Um novo tipo de betão flexível, desenvolvido pela Universidade de Michigan, pode ser dobrado sem perder propriedades resistentes. Este novo betão é muito mais resistente à fissuração do que o betão tradicional, tem metade do peso e maior durabilidade. Além disso tem um comportamento muito superior aos ciclos gelo-degelo.

A utilização de reforço com microfibras e menor quantidade de agregado estão por detrás da flexibilidade deste betão. Estas pequenas fibras formam uma matriz de coesão que impede que a peça de betão fissure ou fracture quando sujeita a flexões elevadas.

Este betão tem o mesmo aspecto exterior que o betão tradicional e pode ser aplicado no mesmo tipo de obras de Engenharia Civil.

Este betão que é uma evolução do muito falado ECC (Engineered Cement Composites) já foi aplicado com sucesso em algumas obras no EUA e Japão, nomeadamente na construção de pontes.

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Concreto que Purifica o Ar (6)

    
Depois da tinta que purifica o ar, chegou a vez do próprio pavimento por onde passam os carros ser um novo aliado para combater a poluição. Chamada de “a rua mais verde dos Estado Unidos”, o trecho de 3,2 km da Estrada Cermak até a Avenida Blue Island, em Chicago, passou por uma transformação para ficar mais amigável a pedestres e ciclistas e recebeu um pavimento diferente que é capaz de filtrar o ar. Chamado de cimento fotocatalítico, o material consegue remover gases de dióxido de nitrogênio do ar sobre ele, graças à presença de pequenas partículas de dióxido de titânio em sua composição.
Em outras palavras, o cimento é capaz de “comer” a poluição, ajudando a melhorar a qualidade do ar na região. O local escolhido é estratégico, já que a Estrada Cermak é uma rota de caminhões pesados e se estende por uma área quase toda industrial. Além disso, o material também funciona como um filtro permeável quando chove, facilitando o escoamento.

Por enquanto o uso do cimento fotocatalítico está apenas em fase experimental, mas o plano é utilizá-lo em larga escala, caso o potencial do material seja, de fato, comprovado. Comprovada a eficiência, a tecnologia vai ajudar a diminuir os níveis de emissões causadas pelos veículos. Porém, à medida que o número de automóveis particulares só cresce nos Estados Unidos, vale lembrar que o cimento ainda “come” apenas poluição e não outros carros. Enquanto isso, o problema de qualidade do ar e de congestionamento continuam.


Fonte: Inhabitat

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Holanda cria ciclovias inteligentes que não congelam e ‘acendem’ no escuro





Faixas ‘acendem’ para garantir visibilidade ao ciclista. (Foto: BBC)
Não é de se espantar que as principais inovações para as bikes nasçam em um país em que o número de magrelas é maior, até mesmo, do que o número de pessoas. Na Holanda há, aproximadamente, 18 milhões de bikes enquanto sua população é de 16,5 milhões. Mesmo com um alto número de pessoas que usam a bicicleta, segundo reportagem da BBC, nos próximos 20 anos, o governo holandês quer aumentar em 20% o uso deste meio de transporte no caminho de casa até o trabalho.
Sendo assim, muitos pesquisadores vão para o país para desenvolver novas ideias e projetos que estimulem e qualifiquem o uso da bike localmente e mundo afora. As mais novas invenções, que ainda estão em teste, são as ciclovias que não acumulam gelo no inverno intenso e outras que acendem quando a noite chega.  Essas tecnologias garantem a saída com a bike independente do clima e da hora.
Uma das empresas criativas usa tubos de plástico, abaixo do concreto, por onde passa água aquecida do solo. Isto impede que o gelo se forme na ciclovia. Já outra desenvolvedora está testando uma tinta sensível à luz para ser usada na sinalização do chão, que acumula energia como uma bateria e faz as faixas brilharem no escuro! Saiba mais no vídeo abaixo:
Boas ideias! O país da bicicleta está provando que também é o país da criatividade, não é mesmo?!
Fonte: BBC


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Concreto com bactérias que reparam rachadura


Competição de máquinas geneticamente projetadas juntou equipes de todo o mundo.


Aylons Hazzud

Engenharia genética não serve somente para agronegócio ou medicina: ela também pode ter aplicações em engenharia civil, elétrica e computação. É o que mostra o concurso iGEM (International Genetically Engineered Machine), em que estudantes devem projetar máquinas biológicas para as mais criativas tarefas. Para isso, geralmente se alteram bactérias para alterar o seu comportamento convenientemente, com resultados surpreendentes.


Gráfico da equipe mostra como age a bactéria que remenda concreto.

Um dos projetos da edição 2010 foi uma bactéria capaz de remendar rachaduras em concreto. A chamada BacillaFilla entra nas rachaduras e então as preenche com uma espécie de cola resistente. E a aplicação não poderia ser mais simples, bastando jogar um spray sobre a estrutura danificada, como um Merthiolate para prédios e pontes “machucados”. A fim de evitar que ela se multiplicasse e concretasse o mundo inteiro, a BacillaFilla ainda é programada com um mecanismo de auto-destruição acionado quando está longe do concreto.

Também participam do concurso bactérias da área da eletrônica (j.mp/9snkcp), que ajudam na construção de circuitos, e outras capazes de criptografar dados (j.mp/cR9pv9). Os saudosistas vão se divertir com a E. lemming (j.mp/9LoChd), que como os personagens do antigo game vão na direção em que você apontar – o menor robô biológico do mundo, segundo os seus criadores.

A lista completa dos concorrentes pode ser vista no site j.mp/cCmVJQ. Os vencedores já foram escolhidos, e o grande vencedor é metalinguístico: um sistema biológico sintético que auxilia a criação de sistemas biológicos sintéticos, ou algo análogo a um bio-compilador.

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