1 2 3 4

Pavimento permeável - video


Estacionamento em Barueri recebe 22 mil m² de pavimento permeável. Blocos intertravados têm maior espaçamento entre si e base do piso, sem compactação, é formada por materiais granulares que permitem a passagem da água. Leia reportagem em http://www.piniweb.com.br/construcao/.


Segundo o Gerente de Projetos de Inovação da ABCP, Cláudio Oliveira Silva, a principal diferença com relação aos pavimentos comuns é que a base não é compactada. "No caso do pavimento permeável, diferentemente do pavimento intertravado convencional, a camada de assentamento é composta por um material um pouco mais grosso que a areia, para proporcionar os vazios que permitem a passagem da água", diz.

Os blocos intertravados são espaçados em 6 mm, que depois serão rejuntados com um tipo de brita mais grossa, que permanece estável no solo. O material fino seria levado pela água e acabaria se assentando, deixando espaços indesejados na parte superior e causando movimentação ou afundamento dos blocos. O pavimento permeável não pode, no entanto, ser utilizado em locais de tráfego pesado. No caso da obra em Barueri, os caminhões passarão por uma via com piso intertravado comum.

O engenheiro explica que em locais onde o solo é mais compacto, dificultando a absorção da água, é possível instalar um sistema de drenagem. Nesses casos, o piso também proporciona o retardo da chegada da água ao sistema de drenagem, impedindo sua saturação em caso de grandes chuvas. Isso porque a água tem de passar por uma camada de quase 1 m de brita até chegar ao cano. Além disso, essa demora faz também com que a temperatura do piso diminua, reduzindo a quantidade de ilhas de calor.

O processo de instalação é relativamente rápido. Segundo Silva, os 22 mil m² de pavimento permeável foram instalados em aproximadamente 40 dias.

Com relação ao custo, o engenheiro afirma que não há muita diferença de preço, já que em um sistema de pavimento comum seria necessário criar canaletas e bueiros, aumentando o custo da obra.

Para verificar a permeabilidade do pavimento, é realizado um ensaio onde o piso é inicialmente saturado. Depois disso, é medido o tempo que a água leva para ser absorvida pelo pavimento. Com base em um cálculo de coeficiente de infiltração, o pavimento é classificado como de alta, média ou baixa permeabilidade.

Ler Mais

Concreto em móveis na Holanda





Da redação


Os designers holandeses Tejo Remy e Rene Veenhuizen criaram peças de mobília que parecem feitas com tecido inflável mas são, na realidade, feitas em concreto. Para conseguir o resultado, a dupla fez moldes em PVP e plástico. Depois de prontos, o molde é virado de cabeça para baixo e o concreto é despejado pelos pés do móvel. As pernas são reforçadas com uma haste de ferro e o próprio concreto contém pequenas fibras de metal para dar maisestabilidade. Em mais ou menos dois dias a liga de concreto já está sólida o suficiente e o molde é cortado. Em duas semanas, os móveis estão completamente secos. 

Os designers tiveram a intenção de dar a impressão de leveza e maciez pela imagem, para ilustrar que nem sempre essa noção vem do material. A ideia inicial era usar moldes de madeira, mas não deu muito certo. O trabalho será exposto na Industrial Gallery, em Washington DC, capital dos Estados Unidos

http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI127669-17180,00-MOVEIS+PARECEM+INFLAVEIS+MAS+SAO+FEITOS+DE+CONCRETO.html


Ler Mais

Bancada de Pias



Designer cria pia que utiliza água desperdiçada para regar planta




“Feita de concreto polido, a Pia batizada de Jardim Zen possui um canal que aproveita a água utilizada na lavagem das mãos para molhar uma planta. Criado pelo jovem designer Jean-Michel Montreal Gauvreau, a pia vem em bacia dupla ou modelo simples. Se você está preocupado eu ensaboar toda a sua plantinha, relaxe. Uma peça no início do canal drena o liquido e só deixa água sem sabão escorrer até a planta.”

Ler Mais

Concreto arquitetônico



Com beleza, praticidade e sustentabilidade



Concreto arquitetônico
A Aliança Francesa no mundo inaugurou em maio, no bairro de Botafogo, no Rio de Janeiro, o seu primeiro prédio sustentável no mundo. A nova instalação do tradicional curso de idiomas atende à certificação ambiental brasileira AQUA (Alta Qualidade Ambiental) por utilizar um processo sustentável de gestão da construção, que privilegia o consumo racional de energia. 

Como parte do projeto, foi usado 85m² de aplicação do HydromediaTM, concreto arquitetônico com alta capacidade de drenagem de águas da chuva e de superfície, em duas áreas bem visíveis: entrada principal e acessos laterais. Com 20% de espaços vazios, o produto da Lafarge permite que a água atravesse o concreto criando um sistema de drenagem rápido e eficiente. A permeabilidade do concreto por m² é de 150 a 500 litros por minuto. A solução foi desenvolvida para aplicações externas, visando a drenagem rápida das águas de chuvas e tempestades. É ideal para ciclovias e passarelas para pedestres, pátios, quadras, decks de piscinas, calçadas, ralos e bueiros de calçamentos e jardins. O produto pode ser aplicado em várias cores, em harmonia com os mais diferentes materiais e especificidades de projeto, e permite a aplicação de pintura, como sinalização de piso, por exemplo.

Conheça mais sobre o produto e seu conceito na entrevista abaixo com o gerente de marketing de Concretos e Agregados da Lafarge Brasil, Rodrigo Kinsch.

Obra24Horas: O que é o Hydromedia?

Rodrigo Kinsch: O Hydromedia é um concreto de alta tecnologia que permite que a água ou outros líquidos fluam por meio dele a uma altíssima vazão, representando assim uma solução para questões ambientais e de engenharia. Além da questão tecnológica, o produto oferece uma alternativa estética bastante interessante, sobretudo para pisos.

Obra24Horas: Qual o diferencial desse produto e em quais lugares ele pode ser usado?

Rodrigo Kinsch: São várias as vantagens se aplicado em pisos, como ausência de poças e armazenagem de água. Ele ainda permite que ar e água alcancem as raízes da vegetação e dá um aspecto arquitetônico rústico, colorido e texturizado. Além de ser antiderrapante, ter um custo acessível, conforto térmico (não esquenta) e mitigação de 90% dos poluentes da presentes em pavimentos.

Ele pode ser usado em calçamentos, praças e pátios; áreas de jardins; decks de piscinas; quadras de tênis; canaletas de drenagem em pátios e estacionamentos, e pequenos estacionamentos.

Obra24Horas: Como é o acabamento do produto? E como é a sua aplicação?

Rodrigo Kinsch: O acabamento é rústico, mas extremamente agradável para caminhar. Andar de salto alto não é um problema. Para cadeirantes é uma solução antiderrapante que facilita a acessibilidade. 

O produto é aplicado por uma equipe própria, o que é fundamental para garantir a qualidade do produto final. 

Obra24Horas: Ele foi usado recentemente no primeiro prédio sustentável da Aliança Francesa, construído no Rio de Janeiro/RJ, que foi inaugurado no bairro de Botafogo, na capital carioca. Porque a Aliança Francesa optou pelo Hydromedia e como ele se encaixa em um produto sustentável?

Rodrigo Kinsch: Além de funcional e esteticamente bonito, o Hydromedia se adequa bem aos projetos arquitetônicos por ser moldado in loco, nos formatos e cores definidas. Em tempos em que as metrópoles sofrem com alagamentos devido à grande porcentagem de impermeabilização do solonosso produto apresenta uma grande alternativa. Além de permeável, o Hydromedia tem 20% de espaços vazios, que permite armazenar água nos locais onde o solo tem absorção mais lenta.

Obra24Horas: A Lafarge é uma empresa que preza pela sustentabilidade e destaca isso em seus produtos. Porque esse assunto é tão relevante para vocês?

Rodrigo Kinsch: A Lafarge está comprometida há vários anos com uma abordagem para o desenvolvimento sustentável. Toda a cadeia produtiva nas suas três linhas de produtos – Cimento, Concreto e Agregados, acontece sob o conceito de sustentabilidade e 50% de nossas pesquisas atualmente são dedicadas a temas relacionados à construção sustentável, como as emissões de CO2, eficiência energética, preservação de recursos naturais, proteção e segurança, conforto e qualidade de vida e custo de construção.

Com seus produtos e serviços, a Lafarge vem contribuindo para a construção de cidades melhores e mais sustentáveis para se viver em todo o mundo, há 180 anos. Cidades sustentáveis não são apenas aquelas que têm parques e jardins, ou que protegem o meio ambiente. São também locais duráveis, que resistem tanto à passagem do tempo, quanto aos desastres naturais. No caso de construções em locais propensos a terremotos, ciclones ou expostos à corrosão pela água do mar, podemos aumentar ainda mais a força e resistência do concreto com nossos produtos especiais de alto desempenho. 

Obra24Horas: Como você analisa a preocupação com o meio ambiente por parte das empresas de construção civil nos últimos anos? É algo que está crescendo a cada dia?

Rodrigo Kinsch: Sem dúvida, a questão da responsabilidade socioambiental é uma questão que vem ganhando cada vez mais atenção da indústria de construção civil no País. No caso da Lafarge, nossos compromissos para o futuro e nossa contribuição para uma sociedade sustentável estão explícitos nas Ambições de Sustentabilidade 2020, divulgadas em 2012, que incluem nove metas a serem alcançadas. Segue abaixo:

1. Reduzir em 33% as emissões de CO² por tonelada de cimento produzido comparado aos níveis de 1990;

2. Usar 50% de combustíveis não fósseis nas fábricas de cimento até 2020 (incluindo biomassa);

3. Ter 20% do concreto contendo materiais reutilizados e reciclados;

4. Chegar a zero fatalidade e praticamente eliminar os acidentes com perda de tempo com nossos empregados e contratados;

5. Ter 35% dos cargos de chefia ocupados por mulheres;

6. Dedicar 1 milhão de horas de trabalho voluntário por ano para projetos locais selecionados;

7. Desenvolver um plano para geração de empregos locais em 75% dos países onde a empresa está presente;

8. Facilitar o acesso a moradias sustentáveis e a preços acessíveis para 2 milhões de pessoas;

9. Gerar faturamento de € 3 bilhões por ano em novas soluções, produtos e serviços sustentáveis.

Obra24Horas: Na visão da empresa, essa preocupação tende a crescer e se tornar parte do dia a dia dessas empresas?

Rodrigo Kinsch: Entendemos que sim. Cabe a nós e outras empresas de porte liderar esse movimento, como fazemos há alguns anos com a divulgação pública das nossas Ambições de Sustentabilidade.

Obra24Horas: A Lafarge está investindo em algum novo produto sustentável? Qual é e quando deverá ser lançado no mercado?

Rodrigo Kinsch: No momento estamos investindo na sedimentação do Hydromedia, ainda uma novidade na maioria dos mercados, e na linha de concretos arquitetônicos Artevia. Este ano já lançamos a linha de argamassas estabilizadas, que oferecem como vantagem a redução do desperdício nos canteiros de obras, sem dúvida uma contribuição para a sustentabilidade das construções. 
Ler Mais

Concreto em decoração

262013
Post's featued image.
Sempre em evidência no design, na arquitetura e na decoração, a madeira tem seu lugar de destaque em um sem número de possibilidades de criação. Contando com as novas e variadas possibilidades do concreto, este começa a “dar as caras”, tanto em objetos grandes quando minúsculos.
Mini adega, vaso, possibilidades dos módulos "Litos".
O designer Alberto Villarreal criou “Litos”: um sistema modular de blocos feitos em concreto e madeira. Os pequenos módulos se encaixam para formar pequenas estantes, adegas, plantinhas, enfim, o que couber em seu escaninho exíguo. Pequeno e bonito, muito apropriado à modernidade destes materiais.
Fonte: Contemporist
Ler Mais

Escultura (1)

Gente “concreta”!

0 Comentários
AGO152013
Post's featued image.
Três pequenas figuras na neve: concreto que vira gente!
Isaac Cordal é um artista plástico que vive em Londres e cria pequenas peças em concreto. Pequenas mesmo, com cerca de 15 centímetros de altura. Só que seu diferencial é que são feitas de concreto e no formato de… gente!
Um grupo de humanos em concreto pintado, "afundando" numa poça d´água...
O artista pensa inclusive nos cenários onde suas delicadas pecinhas serão colocadas: normalmente em situações que provocam uma reflexão, elas podem ser encontradas em diversas cidades europeias nas ruas, sentadas em telhados, balançando em algum cano exposto, em lagos e fontes com coletes salva vidas(!) ou simplesmente na neve. Curioso e provocador, sempre…
Figura sentada à beira rio.
As peças são feitas em argila, depois um molde de silicone é feito para modelar o concreto. Algumas pinturas são pintadas, ficando coloridas, enquanto outras ficam no cinza do material mesmo. Uma arte das mais especiais!
Ler Mais
 
Clube do Concreto . | by TNB ©2010