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Como operar um caminhão betoneira

Batedeira gigante




O crescimento econômico e imobiliário tem feito com que o número de betoneiras nas ruas aumente muito. Como é um equipamento de uso específico, normalmente estão nas mãos de empresas especializadas. A Polimix Concreto é uma delas. Com 160 filiais em todo Brasil e em outros países, a empresa possui, apenas em uma pequena unidade de Cotia, SP, 11 equipamentos. Mas apesar de ser a betoneira que mais aparece por ser móvel, ela não trabalha sozinha. Ela apenas faz o transporte. Quem lança o concreto até as lajes são os caminhões-bomba, que ficam parados nas obras. “Por isso são as betoneiras as mais vistas nas ruas”, explica João Evaldo Claro, líder de Filial da Polimix. “Um caminhão-bomba tem que ser abastecido por várias betoneiras e de maneira ininterrupta”.
Além de transportar concreto, elas são responsáveis pela sua preparação. “Em nossa base existem silos de areia, e cimento”, afirma Claro. “Cada cliente pede uma formulação específica para o concreto, que varia de acordo com a utilização. Com as especificações, nossos técnicos adicionam areia, cimento e água na proporção correspondente que vai entrando no balão, depois que as esteiras são ligadas. Com o movimento, a mistura vai acontecendo dentro do balão”.
O balão tem duas roscas que ao girarem no sentido horário, empurram a mistura para o fundo. Na hora de descarregar, a rotação é ao contrário. Por isso, o balão não pode parar de girar. Se isso acontecer, o concreto endurece. O motorista recebe ordem para estacionar em baixo do silo e começa a receber os elementos que formarão o concreto. Depois disso, o caminhão vai até o dosador para colocar água para corrigir a umidade do concreto que pode ser 5, 8 ou 10. Quanto maior a graduação, mais úmido é o concreto. “O concreto mais fl uido, é indicado para laje, fundações. A bomba só lança o slump (formulação) 8 e 10. Se for mais seco, ela não consegue empurrar”, explica João Claro.
A menor betoneira tem 7 m3 e a maior 8 m3. Esses volumes se devem à dificuldade de sair de algumas construções que têm acesso complicado. “Uma saída é utilizar uma betoneira com 8 m3 e não colocar toda sua capacidade”, explica o líder de Filial.
Outra situação na qual as betoneiras andam com menos carga do que podem, é em trajetos com subidas muito íngremes, onde o concreto pode sair da betoneira, caso ela esteja muito cheia. “O transportador consciente anda com carga menor do que pode para preservar o caminhão e o piso por onde passa”, afirma João Claro, explicando que para esse tipo de serviço, o caminhão tem que ser 6×4 porque a maioria das obras é de difícil acesso, terraplanagem, garagem subterrânea. “Apenas um diferencial não conseguiria puxar o peso, principalmente com chuva. A embreagem e o câmbio são os mais exigidos. Tem mestre de obra que manda o motorista entrar e se ele é consciente pensa, pede para o mestre de obra verificar e acaba não entrando. Mas tem uns que entram de qualquer jeito e acabam danificando o caminhão, embreagem, etc”.
Funcionando
O motor do caminhão faz funcionar uma bomba hidráulica que gira o balão. Na parte traseira tem uma alavanca que aciona a rotação do balão, para depois, outra alavanca dar o giro.
Quando o balão está girando no sentido horário é porque está sendo carregando. Depois, outra alavanca controla a velocidade. Durante o percurso, a velocidade é menor. Quando ele chega à obra, o sentido de giro é invertido e as lâminas que estão dentro do balão fazem o processo de descarregamento.
Para ser motorista de betoneira é necessário ter carteira de motorista categoria D e passar por um treinamento de um mês com outro motorista. Primeiro o candidato leva o caminhão sem carga, para se habituar com ele vazio. Depois de quinze dias, começa a transportar com carga. O treinamento é de um mês. Na volta o motorista traz o caminhão vazio. Depois de 15 dias começa a transportar pequenas cargas.
Dependendo da carga, o caminhão tem que transportar bem devagar, no máximo a 60 km/h. O pior para betoneiras são as curvas e entrada de obra. “Já houve caso de caminhoneiro perder o controle, cair no barranco e capotar”, diz Claro.
As curvas também são perigosas porque no meio da curva, toda a carga de concreto se desloca para o lado podendo até causar o tombamento.
O caminhoneiro não pode passar da velocidade, apenas entrar na obra depois de verificar o terreno e nas ladeiras tomar cuidado porque o caminhão tem motor, mas não tem peso na frente. Em uma subida, o material pode ir todo pra trás e quando o motorista percebe, a frente começa a subir. Já teve caso de que a carga foi toda para trás e a cabine do caminhão ergue, saindo com as rodas da frente. O caminhão tem que ter um bom sistema de suspensão, com molas grossas e chassi bem reforçado.
O balão para carregar gira com 14 rpm. Durante o transporte, cai para 3 rpm. Ao chegar na obra, volta a ser acelerado para 14 rpm e suas pás internas fazem o concreto ser descarregado. Vazio, o balão recebe um jato de água e com a rotação acaba ficando limpo. Depois é voltar para a base e carregar de novo. Enquanto houver obras, as “batedeiras gigantes” não param.
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Como influenciar de baixo para cima

Influenciar as pessoas pode as vezes ser entendido como manipular mas na verdade é uma maneira eficiente de atingir seus objetivos conhecendo melhor as pessoas…
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Influenciar as pessoas pode as vezes ser entendido como manipular mas na verdade é uma maneira eficiente de atingir seus objetivos conhecendo melhor as pessoas, principalmente em negociações que envolvem tempo, dinheiro e prestigio.
Conhecer as pessoas é a questão mais complexa no ambiente corporativo e, por que não, no pessoal.
Primeiro que conhecer as pessoas passa por um processo de não pré-julgamento, coisa que fazemos constantemente e via de regra dificulta o processo de negociação e influenciação.
No mundo corporativo, por exemplo, temos que apresentar projetos, influenciar e convencer. Muitas vezes apenas ter um projeto muito bem elaborado pode ser apenas 50% do caminho andado.
Saber expectativas da audiencia, conhecer os gostos, aversões, o que gostam de ouvir e ver bem como o que não gostam, pode trazer as chances de aprovação de um projeto para quase certeza.
Apesar de existirem 6 bilhões de individuos no mundo podemos classificar e 5 estilos básicos de liderança em nossas corporações.
Carismático 
Mostra entusiasmo, Cativa publico,  Falador, Excitado por novas idéias, Toma decisão baseado em varias informações.
Apresente com entusiasmo,  destaque os pontos positivos, Providencie um local apropriado para falar, Reserve bastante tempo para ele falar, Destaque o que tem novo nas suas idéias e proponha maneiras de realiza-las, Descreva vários pontos de vista e fontes de informação utilizados para desenvolver sua recomendação.
Pensador 
Impressionado por argumentos suportados por dados, Pensamento processado por lógica, Inteligente, Quer entender varias perspectivas,
Forneça toda informação relevante, Apresente de maneira lógica, Teste a lógica com outros antes de apresentar.
Respeite as idéias que a pessoa já tem, Encoraje-o a ajustar a percepção durante a apresentação e o que pode ser deixado de lado, Discuta pontos de vista diferentes e maneiras de agira para depois apresentar o seu ponto de vista.
Cético
Suspeita dos dados apresentados, Nao gosta de ser desafiado, Tem estilo combativo e agressivo, Pode ser reconhecido como pessoa que assume a liderança.
Deixe claro quais pontos podem ser verificados para confirmar a informação, Nao desafie em publico, Nao trate de maneira pessoal, Discuta apenas o profissional, Mostre confiança quando apresentar algo , Nao se mostre intimidado, Faca sua recomendação logo no inicio para que ele possa lhe falar o que ele/ela quer fazer
Seguidor 
Avesso a risco, Toma decisões baseado em situações do passado, Confia em pessoas de seu conhecimento/confiança.
Apresente um plano detalhado de redução de risco incluindo redução de riscos e plano de contingência, Destaque sucessos que atingiu no passado, Cite referencias de sucesso, Influencie as pessoas de confiança antes de influencia-lo.
Controlador 
Implementa apenas suas idéias,  Acredita apenas em fatos e analises de um argumento, Pode ser descrito como ‘orientado por detalhes’, Quer detalhes fornecidos por especialistas, Nao tolera incerteza e ambigüidade.
De o máximo de credito possível para decisões que inspiraram suas idéias, Apresente dados suficientes , Utilize ferramentas de analise, Cite informações com bases confiáveis, Fale sobre sua experiência, Tire o máximo de incerteza colocando palavras assertivas, Coloque palavras de controle para reduzir duvidas sobre riscos.
Com estas dicas pode-se melhorar e muito as chances em uma negociação, ou proposta de algum projeto.
É para mim mais uma evidencia de que conhecer a si mesmo e aos anseios do outro pode facilitar muito a vida profissional e pessoal.

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Tipos de cimento

O Cimento é o composto aglomerante do Concreto e que a Água é a responsável por ativar a sua reação, mas é muito importante entender também que existem diferenciações entre os Cimentos e que estas são decorrentes da sua composição.

Para ficar mais fácil compreender, o Cimento é composto principalmente de CLÍNQUER (calcário, argila e componentes químicos) e diferenciado conforme a adição dos seguintes materiais:

GESSO: Necessário para aumentar o tempo de pega do cimento;
ESCÓRIA: Aumenta a durabilidade na presença de sulfato mas em grandes quantidades pode diminuir a resistência;
ARGILA POZOLÂNICA: Confere maior impermeabilidade ao concreto;
CALCÁRIO: Utilizado para reduzir o custo do cimento, desde que não prejudique a ação dos outros materiais.

Logo, existem diferentes TIPOS DE CIMENTO, com diferentes composições, que conferem ao Concreto maior resistência, trabalhabilidade, durabilidade, impermeabilidade...

A disponibilidade destes Tipos de Cimento podem ser de acordo com características Regionais (fabricados conforme as jazidas existentes na região onde está a Fábrica), mediante as demandas de mercado ou seguindo as estratégias e diretrizes de cada fabricante.  


São eles: 



CP II-E - Cimento Portland Composto com Escória

CP II-Z - Cimento Portland Composto com Pozolana

CP II-F - Cimento Portland Composto com Fíler

CP III - Cimento Portland de Alto-Forno

CP IV - Cimento Portland Pozolânico


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Passo a passo - Ferramenta paquímetro

O que é um paquímetro?

Para quem deseja saber o que é um paquímetro, esse instrumento é usado por muitos profissionais que trabalham com peças e precisam conhecer a sua medida exata.
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Para quem deseja saber o que é um paquímetro, esse instrumento é usado por muitos profissionais que trabalham com peças e precisam conhecer a sua medida exata. É uma ferramenta que trabalha com precisão e serve para medir a distância entre dois lados simetricamente opostos de um objeto. Em geral, o paquímetro é usado quanto se trata de dimensões de pequenas peças, como tubos, parafusos, porcas, etc.
O seu formato é uma régua graduada, com encosto fixo, para que o cursor possa deslizar. O paquímetro também conta com dois bicos de medição, sendo um ligado à escala e o outro ao cursor. Assim, ele é ajustado entre dois pontos, a medição é lida em sua régua e, por fim, retirado do local. A escala de medição usada é o nónio ou vernier, ambas permitem uma precisão decimal de leitura através do alinhamento desta escala com uma medida da régua. O mais comum é que os paquímetros sejam de plástico, com haste metálica, ou inteiramente de aço inoxidável. Suas graduações são calibradas a 20 °C.
Ao pesquisar sobre o que é um paquímetro, você descobrirá também que o nônio foi inventado pelo matemático português Pedro Nunes, sendo que era normalmente usado para planear a navegação com uma margem de erro da ordem da dezena de quilômetros. Na França, foi usado na construção de instrumentos de metrologia com escalas de medição muito precisas. Atualmente, as partes de um paquímetro são encostos, orelhas, haste de profundidade, escala inferior (graduada em mm), escala superior (graduada em polegadas), nônio ou vernier inferior (mm), nônio ou vernier superior (polegada) e trava.
O que é um paquímetro e quais os tipos que existem
Embora seja um instrumento relativamente simples, existem muito modelos de paquímetros no mercado. Conheça abaixo os principais:
Paquímetro universal: é o mais usado, uma vez que o seu uso é amplo, podendo realizar medições internas, externas, de profundidade e de ressaltos.
O que e um paquimetroPaquímetro universal com relógio: a diferença do modelo anterior é que conta com um relógio acoplado ao cursor para agilizar o trabalho de medição.
Paquímetro com bico móvel: também chamado de basculante, é mais utilizado na medição de peças cônicas ou peças com rebaixos de diâmetros diferentes.
Paquímetro de profundidade: esse modelo serve para medir exclusivamente a profundidade de furos não vazados, rasgos, rebaixos e outros. Pode ter uma haste simples ou gancho.
Paquímetro duplo: é usado especificamente para medir dentes de engrenagens.
paquimetro-digitalPaquímetro digital: é bastante simples e rápido de usar, pois se chega facilmente ao resultado, também é livre de erro de paralaxe (ângulo de visão) e o seu uso é ideal para controle estatístico de processo.

Cuidados com o paquímetro

Para ter resultados corretos e preciso, exigem-se alguns cuidados com o paquímetro, entre eles, manter o cursor e o encosto limpos. Já a peça que será medida deve estar bem posicionada entre seus bicos. O instrumento não deve ser exposto à luz solar diretamente, não deve ser desmontado e o seu usuário deve evitar choques ou movimentos bruscos, além de não apertar forte os bicos sobre o objeto que será medido.
É necessário que, ao utilizar o paquímetro, utilize-se uma pressão apropriada e constante, fazendo a leitura sem retirar o instrumento da peça. Para tanto, abre-se o paquímetro antes de retirá-lo da peça medida, sempre que possível. Outra recomendação é guardar o instrumento no seu estojo e colocá-lo em lugar seco e sem influência direta de calor ou sol.
Exemplo de como usar o paquímetro
O que e um paquimetroEntenda como usar o instrumento com o passo a passo a seguir:
1º passo: observar se o zero do nônio ultrapassou alguma polegada inteira. Se ultrapassou, sabe-se que tem mais de uma polegada.
2º passo: verificar quantos traços na escala fixa o zero no nônio ultrapassou na escala principal. Se, por exemplo, o zero do nônio ultrapassou três traços(cada traço da escala principal vale 1/16″), significa que ultrapassou 3/16″.
3º passo: identificar qual traço do nônio coincide com algum traço da escala principal. Se o quinto traço do nônio coincide com um traço da escala principal(cada traço do nônio equivale a 1/128″) significa 5/128″.
4º passo: somar as medidas encontradas no nônio e na escala principal. Assim, 3/16″+5/128″(tem que tirar MMC, neste caso vai ser 128)=24/128″+5/128″=29/128″. Nesse exemplo, a medida é uma polegada e vinte e nove avós de polegada (1 29/128″).
Por Vivian Fiorio e Fábio Henrique
http://www.industriahoje.com.br/o-que-e-um-paquimetro
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Passo a passo de vergas e contra vergas

Para evitar atuação de cargas sobre esquadrias e trincas na alvenaria, é preciso prever esses elementos em vãos de parede. Veja reportagem na edição 56 da revista Equipe de Obra

http://www.equipedeobra.com.br/constr...

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Como você identifica um bom profissional?

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Numa recente palestra, uma pergunta feita por uma jovem foi direto ao ponto. Como identifico um bom profissional nas organizações?
Certamente a jovem queria saber como um gestor percebe que um determinado profissional é bom e que merece uma atenção especial. Imagino que esta indicação deva orientar o sua atenção e a sua postura para melhorar a sua possibilidade de sucesso profissional.
Um ponto importante é que para diferentes estágios, observo diferentes aspectos ou características.
Diferentes gestores estabelecem diferentes conjuntos de fatores que correspondem às suas preferências pessoais e muitas vezes confundem seus subordinados. Nas empresas mais estruturadas, existem processos formais de revisão de performance e desempenho, mas na grande maioria das empresa menores, prevalece o feeling pessoal, as preferências pessoais e afinidades informais.
Pode parecer demasiadamente pessoal, mas assim é o mundo e você precisa lidar com estes fatos.
Em primeiro lugar, a identificação de um bom profissional não é como “amor à primeira vista”, embora não se deva menosprezar a “primeira Impressão”. Mas performance ao longo do tempo é essencial!
Performance é um termo mais abrangente que puro resultado, remetendo a um composto que reúne bom resultado, postura adequada e senso de oportunismo.
Mas para os mais jovens, em fase inicial de carreira na profissão, o fatores mais determinantes são relacionados com o próprio resultado do seu trabalho que de alguma forma é “solucionar problemas” ou “processar atividades”.
Os fatores são quantitativos e qualitativos. Em primeiro lugar, espera-se um trabalho com qualidade elevada e consistente.  Um trabalho muito bem feito de vez em quando, alternado com outros com qualidade questionável não constitui uma boa performance. Mas se o trabalho é sempre realizado com boa qualidade, estabelece a tão desejada confiabilidade profissional.
No aspecto quantitativo, espera-se que com a familiaridade e prática, o volume realizado seja cada vez maior. Em algumas atividades, há um monitoramento ou registro do volume realizado e que aponta com claridade a produtividade do profissional. Mas o fundamental é que o profissional tenha consciência do seu próprio desempenho.
O que você diria se um diretor (chefe mediato) te perguntasse como vai o seu trabalho? Dizer que você se sente bem é uma coisa, citar quantitativamente a sua melhora de desempenho é outra, bem como citar as diferentes atividades aprendidas e desenvolvidas num determinado tempo.
Já se você estiver iniciando suas experiências de coordenação de equipes e projetos, a sua habilidade em se relacionar com outras pessoas e manter o bom andamento dos trabalhos será o ponto de medição do seu desempenho. Neste caso, a sua postura e maturidade em lidar com as pessoas trazem respostas através da percepção delas. Entenda que se você tiver uma postura arrogante, as pessoas indicarão isso mesmo!
Os indicadores mais importantes que observo nos profissionais nesta etapa da carreira são justamente a capacidade de estabelecer um relacionamento produtivo com a equipe e a sua capacidade de compreensão do trabalho a ser realizado. Lembro-me de algumas situações em que o membro da equipe entendia melhor que o líder o que deveria ser feito. Se a compreensão do problema a ser resolvido ou objetivo do projeto não for adequada, a insegurança que se cria em torno da equipe é fatal.
Nos níveis de gestão, todos itens anteriores são válidos como parte da capacidade necessária, mas o seu papel como uma importante referência técnica e gerencial passam a ser considerada como fundamental. Trata-se de avaliar sua visão sistêmica. Um gerente preocupado apenas com o seu departamento não alcança a expectativa de alguém que poderia servir de referência para outras áreas e pessoas de outras divisões.
As pessoas buscam as melhores referências dentro da empresa para os diferentes atributos. Impossível um único chefe ou líder reunir todos atributos referenciais para o grupo todo. Assim, um bom gestor é referência para todos funcionários em algum atributo em que ele é o melhor do grupo. Estes são os que destacam neste nível.
Outro papel importante neste nível é o de comunicador. É fundamental numa organização que os gestores sejam fontes emissoras de informação. Dirigir uma empresa com gestores que não mantém a organização informada e como pilotar um avião indicadores defeituosos no painel. Que tal pilotar um avião que não tem indicador de combustível, ou o GPS?
Muitos gerentes acham que são pagos para cuidar o seu departamento e do seu pessoal, sem entender que não são proprietários das informações da sua área. Se não mantiverem a organização informada, será causa de falhas de outras áreas e de decisões equivocadas dos outros profissionais.
Quando pensamos no nível de diretores da empresa, um dos aspectos essenciais que diferenciam os bons profissionais é o desprendimento para identificar o que é melhor para a empresa toda. Sejam práticas inovadoras, sejam formas de organizar e reorganizar a empresa, sejam re-distribuição de recursos e pessoas.
Um outro aspecto essencial de um líder diretor é a criação de valor total. Se não for consciente do seu papel, pode estar apenas promovendo uma troca de “soma zero”. Verdadeiros gestores de negócios, produzem valor para todas as partes envolvidas através de processos colaborativos. Ser apenas mais esperto que o seu parceiro de negócios e transferir valor de um bolso ao outro não identifica um bom profissional (sustentável) neste nível.
Outras pessoas podem ter critérios com focos muito diferentes destes acima. Mas certamente é possível identificá-los através das suas mensagens, conversas, atitudes, etc. Vale a pena prestar atenção e perceber também se são consistentes.
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