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DMT de onde surgiu a dimensão máxima teórica?

Vamos entender primeiro o que cada um significa (já publicado anteriormente):

Dimensão máxima teórica (DMT) é a medida exata na qual o agregado apresenta uma porcentagem retida acumulada exatamente igual a 5% em massa ou de outro valor a que se venha adotar.

A dimensão máxima caraterística (DMC) de um agregado, corresponde à abertura nominal, em milímetros, da malha da peneira da série normal ou intermediária, na qual o agregado apresenta uma porcentagem retida acumulada igual ou imediatamente inferior a 5% em massa ou outro valor a que se venha adotar.

Logo a diferença é que para o DMT é a medida exata da dimensão no valor retido e o DMC é o valor imediatamente igual ou inferior.




São representadas pela equação desenvolvida por Fuller:

P = 100 (d/DMC)^n

Onde:
P - porcentagem em peso do material que passa pela peneira em questão;

d - abertura da peneira

DMC - máxima dimensão característica do agregado

n - expoente variável, em função da máxima densidade


O expoente é geralmente considerado igual a 0,5. Expoente reproduz à porcentagem de finos.

Sendo que para:

ƒ n < 0,4: excesso de finos

ƒ n entre 0,4 e 0,6: agregados de graduação contínua densa (diâmetros abrangendo praticamente todas as frações granulométricas). São misturas estáveis granulometricamente

ƒ n > 0,6: agregados de graduação aberta contínua: falta de finos

Mas vamos entender que procuramos uma curva granulométrica ideal ou seja uma solução de compromisso porque se é o fator a/c que determina a resistência do concreto a mistura não terá influencia nesta resistência, só que esta mistura deve ser compacta para não afetar a trabalhabilidade e também fazendo com que seja alterada a resistência por aumento de vazios. Com a curva de Fuller se encontra este compromisso matematicamente com uma parábola.

Só que devemos alterar a dimensão máxima característica DMC para o valor que seja exatamente igual a a uma porcentagem retida acumulada de 5% em massa ou de outro valor a que se venha adotar, isto para se ajustar a dimensão ideal para o % adotado.

Logo não é o expoente que se deve alterar e sim o denominador DMC para o DMT.
(Apesar que diversos estudiosos fizeram estudos alterando o expoente da fórmula). 

O valor para DMT deve ser calculado sabendo-se que existe uma escala logarítmica, para facilitar a planilha Excel que publico para o calculo do DMT, veja também pelo gráfico abaixo de onde veem os valores.


Link da planilha: http://pt.scribd.com/doc/153149456/DOSAGEM-CONCRETO-HORMIGON-CONCRETE-xlsx

Eng Ruy Serafim de Teixeira Guerra
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Pedido de concreto

Dimensões da fôrma permitem estimar o número de caminhões que vão entregar o concreto

Reportagem: Jamila Venturini
Marcelo Scandaroli
Ao se trabalhar com concreto dosado em central é importante detalhar bem o pedido para o fornecedor. Um cuidado fundamental é informar à empresa o volume exato de concreto que será utilizado.
Com um bom planejamento no momento de pedir o concreto industrializado, a obra diminui seus resíduos e economiza na compra e no descarte dos materiais. Além do fator econômico, uma empresa que está alerta a esses detalhes também colabora com o meio ambiente.
A quantidade de concreto que será utilizado em determinado serviço pode ser calculada a partir do volume das fôrmas, uma vez que elas serão totalmente preenchidas.
Veja abaixo como calcular o volume de concreto necessário para executar um radier de 15 cm de espessura e 300 m² de área sobre o qual será construído um edifício de três pavimentos.
Atenção

Apesar dos cuidados para evitar o desperdício de concreto, é importante prever eventuais perdas durante a concretagem. O cálculo das perdas pode variar de obra para obra e depende de fatores como equipe, equipamentos utilizados, entre outros. No geral, as construtoras trabalham com perdas de concreto da ordem de 3% a 5% do volume das fôrmas. Consulte sua empresa para saber o fator adotado e calcule o volume de perda. Esse valor deve ser acrescentado no total de concreto que será solicitado à central.
1) Antes de calcular o volume da fôrma do radier, primeiro iguale as unidades de medida: 15 cm = 0,15 m
2)Agora, calcule o volume da fôrma:
Volume da fôrma = Área x Altura
Volume da fôrma = 300 m² x 0,15 m
Volume da fôrma = 45 m³
3) São necessários, portanto, 45 m³ de concreto para fazer o radier. Como parte do material pode se perder no processo, recomenda-se pedir um pouco mais de concreto à central (neste exemplo, 3%):
Volume total de concreto = Volume da fôrma x 1,03
Volume total de concreto = 45 m³ x 1,03
Volume total de concreto = 46,35 m³
4) Considerando que um caminhão-betoneira transporta cerca de 7,5 m³ de concreto, calcule quantos caminhões são necessários para a concretagem.
Quantidade de caminhões = Volume de concreto/Capacidade do caminhão
Quantidade de caminhões = 46,35 m³/7,5 m³
Quantidade de caminhões = 6,18
Seriam necessários sete caminhões-betoneira: seis deles cheios e um com apenas 18% da capacidade, ou seja, 1,35 m3.
5) Para que o último caminhão não chegue à obra com tão pouco concreto, o volume dos dois últimos caminhões é distribuído igualmente: (7,5 m³ + 1,35 m³)/2 = 4,425 m³ = 4,5 m³
6) O pedido será de cinco caminhões de 7,5 m³ e dois caminhões com 4,5 m³.

Dica

Sabendo a capacidade de concretagem de sua equipe, planeje também o intervalo de chegada dos caminhões-betoneira, assim eles não ficarão parados por muito tempo até a entrega do concreto e não há risco de atrasos e do vencimento do material, que deve ser aplicado nas fôrmas em no máximo 150 minutos após ter recebido sua primeira adição de água na Central.

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O Conceito do Sistema Just in Time

O conceito do sistema Just in Time é uma nova maneira de ver o modo com que uma empresa produz. Dentro dos conceitos da Engenharia de Produção e da Administração de Empresas, o sistema Just in Time em linhas gerais determina que nada deve ser fabricado, montado, comprado ou transportado antes da hora certa. Mas …
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O conceito do sistema Just in Time é uma nova maneira de ver o modo com que uma empresa produz.
Dentro dos conceitos da Engenharia de Produção e da Administração de Empresas, o sistema Just in Time em linhas gerais determina que nada deve ser fabricado, montado, comprado ou transportado antes da hora certa.
Mas quem determina a hora certa?
O mercado determina: nas empresas onde é aplicado este conceito de engenharia de produção, primeiro os produtos são vendidos e depois eles são fabricados.
Nas fábricas onde é adotada a política de produção Just in Time o estoque de mercadorias e matérias primas é o mínimo possível, basicamente só o suficiente para 24 horas de trabalho.
Para que uma empresa consiga funcionar de um modo tão eficiente, deve ser pensada uma estratégia precisa de engenharia de produção e todos os imprevistos devem estar muito bem identificados e catalogados.
Nem todo tipo de fábrica pode ser ajustado para o sistema Just in Time, segundo a teoria da engenharia de produção este sistema é ideal para indústrias do tipo montadora, onde os produtos chegam semi-prontos ou em forma de peças desmontadas.
O Profissional que Trabalha com o Sistema Just in Time
O profissional de engenharia de produção que trabalha implementando e mantendo o sistema Just in Time em uma empresa deve ser extremamente organizado e cauteloso.
O tempo e um fator crucial no sistema Just in Time, os processos de produção industrial devem ter a eficiência maximizada.
Suas principais funções são:
Redução do Desperdício: Como há poucas peças disponíveis, o refugo e desperdício deve ser minimizado (se possível zerado).
Implantação de Processos de Produção mais Eficientes: Como os prazos são curtos, o tempo médio de produção dos produtos também deve ser minimizado pelo profissional de Engenharia de Produção.
Para que o sistema de produção Just in Time funcione corretamente e a empresa não perca credibilidade no mercado, tanto a redução de desperdício quanto a maximização da eficiência devem estar implantados.
Vantagens e Desvantagens do Sistema Just in Time
Como todo sistema de produção, o sistema Just in Time apresenta vantagens e desvantagens.
Vantagens do Sistema Just in Time
Os estoques menores reduzem os custos de produção e também diminuem a necessidade de instalações físicas, como armazéns.
A menor circulação de produtos e matérias primas pela fábrica permite um controle melhor e mais centralizado da produção.
Custos menores implicam em preços finais mais baratos, fazendo com que a empresa ganhe mercado.
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Desvantagens do Sistema Just in Time
Pequenos imprevistos podem causar grandes estragos: como não há estoques, o atraso de um fornecedor pode deixar a fábrica parada por horas ou até dias.
Como há poucos produtos prontos estocados, a empresa nunca está pronta para fazer uma grande entrega imediata.
Se a empresa ficar um tempo longo sem vender, a linha de produção fica parada, com as máquinas e funcionários ociosos.
A Especialização no Sistema de Produção Just in Time dentro da Engenharia de Produção.
Para poder trabalhar com o sistema Just in Time de produção o aluno graduado no Curso de Engenharia de Produção deve fazer um curso de especialização na área e também nas ferramentas e softwares necessários. Estas especializações duram entre 6 meses e 1 ano, dependendo do conteúdo e carga horária do curso.
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Como fazer uma muro com blocos de concreto? (2)










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Jean Prouvé

Um gênio que revolucionou o uso de materiais na arquitetura moderna.

Seu amigo e parceiro de arquitetura de Le Corbusierchamado de "arquiteto-engenheiro". Si é definido como um "construtor". Esses títulos resumem a capacidade Jean Prouvé teve de experimentar e desenvolver os recursos da tecnologia a serviço da arquitetura. Jean Prouvé (1901-1984) cresceu no início do florescimento pleno século XX, de Art Nouveau , um movimento de seu pai, pintor, Victor Prouvé, era um membro proeminente. Em si é um membro fundador da União des Artistes Modernes em 1930. Ter um ferro de aprendizagem, vai criar o uso de metal em design e arquitetura. Jean Prouvé inventado muitos processos técnicos e fundou sua própria companhia, Les Ateliers Jean Prouvé, Nancy para industrializar suas produções edifícios "nômades", quadros e paredes de metal, mas também mobiliário (cadeiras). O sucesso financeiro não está a par, ele será expulso da empresa em 1953, mas suas realizações com base em armações de metal e luz fachadas marco, assim como casas individuais em edifícios públicos.



Até o final dos anos 70, Jean Prouvé continua a desenvolver os seus processos técnicos, para projetar novos sistemas que serão utilizados em edifícios como emblemático como o CNIT La Défense (cortina Walling, 1958) ou IBDP, Palais Omnisports de Paris Bercy ( armação de metal com geometria irregular, 1979-1983), uma das suas últimas criações. Anteriormente, ele também contribuiu para a criação do Centro Pompidou em Beaubourg presidente do júri em 1971, ele passou a proposta por Renzo Piano e Richard Rodgers, cuja arquitetura é totalmente coerente com os seus princípios. A exposição Beleza industrial é realizada em Madrid até 12 de novembro de 2011 por galeria de Ivorypress com, entre outros, o apoio do arquiteto Norman Foster. Ele toma emprestado do Centre Georges Pompidou, os Arquivos Departamentais de Meurthe-et-Moselle (Nancy) e Galerie Patrick Seguin número de desenhos e objetos (cadeiras, modelos), mostrando a singularidade e diversidade das criações de Jean Prouvé em dez seções tempo. A peça central da exposição: a casa pré-fabricada 6x6 para a transferência de refugiados da última guerra. Nesta ocasião, a editora Arquitectura Viva publica uma monografia Espanhol-Inglês bilíngüe em Jean Prouvé, liderado pelos arquitetos Norman Foster e Luis Fernández-Galiano, com contribuições de muitos especialistas, incluindo a filha de Jean Prouvé, Catherine Drouin comprovada. Clementine Gaspard, outubro 2011







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Máquina transforma lixo em materiais de construção no Paraná



O professor aposentado Eudaldo Oliveira, de 64 anos, criou em Londrina, no norte do Paraná, uma máquina que pode transformar lixo em materiais de construção. O projeto, ainda em testes, pretende ajudar a solucionar o problema dos aterros sanitários na cidade.
Ex-professor de geografia, ele conta que o projeto nasceu há 20 anos. Primeiramente, Eudaldo diz que conseguiu produzir uma cola, através da quebra de polietileno, que é capaz de grudar a terra. Para que o projeto desse certo, ele utilizou materiais como pneus velhos, isopor e plástico não reciclável. Depois, construiu um modelo da máquina que está sendo testada no centro de tratamento de resíduos de Londrina.
De acordo com o ex-professor, com cinco toneladas de lixo é possível fazer 5.000 tijolos. O objetivo do projeto é criar um Sistema Integrado de Resíduos (SIR) que deve, no prazo de três anos, dar destino correto para todo o lixo produzido no município. A cidade produz uma média diária de 600 toneladas de lixo.
Funcionamento
O processo passa por quatro etapas. Primeiro, o lixo é colocado em uma esteira, onde são separados os materiais que podem ser reciclados de outra forma (como plástico, metal, papel), daqueles que não poderiam ser reaproveitados com os métodos tradicionais. Depois, o lixo não reciclável é triturado, podendo ser ainda misturado a restos de materiais de construção.
Após essa etapa, é acrescentada a cola, que faz a mistura virar uma massa homogênea. Por fim, a massa passa por um molde, onde é transformada em tijolos, telhas, pisos, vigas e outros materiais, que ficam prontos para utilização após passar por um tempo de secagem ao sol.
“Esses produtos são mais resistentes e duráveis que os convencionais feitos de barro e madeira, pois aguentam melhor o sol e a chuva”, afirma Oliveira.
Os testes foram realizados no laboratório da Universidade Estadual de Londrina (UEL) e em outros laboratórios credenciados pela Embrapa Soja.  Segundo o professor, a cola já está patenteada, mas ainda não tem um nome.
Projeto em prática
Eudaldo informou que empresas e prefeituras de outras cidades já mostraram interesse na cola e no projeto da máquina. Porém, ele explica que sua intenção é apenas mostrar a possibilidade de acabar com o problema do lixo. “Se for um bom exemplo, já vale muito a pena. É preciso que as pessoas se conscientizem. Temos que achar meios de acabar com a contaminação através dos aterros”.
Segundo estudos da Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU) de Londrina, responsável também pelo tratamento de resíduos da cidade, o investimento indicado pelo professor para utilização da máquina em definitivo pode ser de aproximadamente de R$ 6 milhões. A prefeitura ainda busca uma parceria com a iniciativa privada para implantar a novidade e fazer parte do projeto chamado Lixo Zero, apresentado no dia 9 na Câmara Municipal.
Fonte: G1
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