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Os prós e contras de 6 estilos de liderança

Postado por: Indústria Hoje em 5 de julho de 2013Coercitivo, dirigente ou treinador? Veja com qual estilo de liderança você se identifica (e as vantagens e desvantagens disso)





São Paulo – Uns mais amorosos, outros mais impositivos. Cada líder tem seu estilo bem particular de gerir pessoas. Na média, segundo pesquisa do Hay Group, os brasileiros tendem a ser mais coercitivos e democráticos na hora de coordenar seus subordinados.

Mas, afinal, existe o estilo perfeito de liderança? A resposta é, definitivamente, não. Para Caroline Marcon, gerente do Hay Group, o importante é a autenticidade. “Acima de tudo, o líder perfeito tem de ser autêntico”, diz.

O autoconhecimento é fundamental para que fragilidades e fortalezas sejam administradas de forma eficiente, sem perder o foco. “Você pode até ter tendência a um perfil específico, mas tem de ter flexibilidade suficiente para aprender e incorporar outros estilos em caso de necessidade”, afirma.

Veja, a seguir, os sete estilos de gestão mapeados pelo Hay Group.

Coercitivo

Vigilantes e críticos, são ácidos e duros em suas críticas. Os coercitivos provocam medo em seus funcionários, uma vez que lideram com as ferramentas de punição a postos.

Prós: Em situações críticas, o estilo coercitivo tende a funcionar bem em situações de emergência, onde “mandar fazer é mais fácil que discutir soluções com toda a base de empregados”.

Contras: “Quando você é pouco habilidoso, não tem consciência do seu papel como líder, não percebe o impacto de suas ações”, diz. “As pessoas não se sentem livres para agir. Esse estilo acaba com a criatividade dos funcionários.”

Dirigente

Com foco no longo prazo, o dirigente é o líder visionário, que dá direções claras para a sua equipe, dizendo exatamente o que espera de cada um. “É um estilo que exige experiência e preparação do chefe em questão”, diz Caroline. “É uma gestão baseada em diálogo e comunicação.”

Prós: Segundo a gerente do Hay Group, esse líder garante a motivação dos funcionários através da transparência. “Ele quer engajar as pessoas para que elas sintam vontade de seguir suas orientações”, diz Caroline.

Contras: Embora o impacto desse estilo de gestão seja majoritariamente positivo, ele não é o mais adequado para momentos de crise, uma vez que o diálogo tende a tomar tempo – e dificultar tomadas de decisões rápidas.

Afetivo

Quem dá mais atenção às pessoas que às tarefas é o chamado líder afetivo. Ele trata bem seus colaboradores e, não raro, são recompensados com lealdade e alto desempenho.

Prós: Por ter um interesse genuíno nas pessoas, ele cria harmonia e proximidade na equipe.

Contras: A linha entre o chefe afetivo e o “paizão” é tênue. Caroline sinaliza que é importante manter cada coisa em seu lugar. “Não pode mudar o padrão de exigência nem proteger ninguém”, afirma.

Democrático

Consenso é a palavra de ordem do líder democrático, que tira o melhor de sua equipe a partir da divisão de decisões e responsabilidades.

Prós: O democrático é o melhor líder para criação de ambientes de alta performance. Isso porque o compartilhamento das responsabilidades faz com os liderados se sintam corresponsáveis e parte de uma construção coletiva.

Contras: Uma equipe muito jovem e inexperiente tende a não desempenhar bem nas mãos de um líder democrático. “Ele é mais recomendado quando há uma certa senioridade no time”, diz Caroline. “O excesso de democracia em uma equipe inexperiente tende a prejudicar os resultados. Quanto mais sênior for o time, melhor é o aproveitamento da experiência coletiva.”

Modelador
As instruções detalhadas e a alta exigência são as marcas registradas do líder modelador – que acredita ter sempre o melhor caminho para realização de um trabalho.

Prós: Justamente pelo detalhamento das instruções, o líder modelador acelera a formação de pessoas e eleva os níveis de qualidade dos produtos.

Contra: “O modelador tende a fazer clones dele mesmo, por achar que está no centro da excelência”, diz Caroline. O resultado disso é um sufocamento da criatividade da equipe, que se sente sempre desvalorizada. “A medida que você se considera uma grande referência, você começa a ignorar a contribuição de terceiros”, afirma.

Treinador
Como um técnico de time de futebol, o treinador investe tempo e esforços na compreensão dos pontos fortes e fracos de cada membro da sua equipe. O objetivo é trabalhar com eles para que o desenvolvimento pessoal gere bons resultados.

Prós: Preocupado em conhecer sua equipe, o treinador conversa muito, se interessa em conhecer cada um, com foco sempre no longo prazo. É perfil ideal para a formação de novos líderes.

Contras: Esse é um tipo de chefe que assume grandes riscos para deixar que as pessoas evoluam naturalmente. São mais expostos, portanto, a erros.

Bárbara Ladeia, de Exame

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Qual é o seu valor, ‘native executive’?

Postado por: Redação Indústria Hoje


Já passados alguns anos de experiência de empresas multinacionais, vivendo poucos bons momentos e muitos momentos de apreensão, finalmente você chegou ao momento de ouro do Brasil! Voce é o “native executive” num país que está “bombando”, certo? Empresas de todas as partes do mundo dirigem os seue olhares para o mercado brasileiro …

Já passados alguns anos de experiência de empresas multinacionais, vivendo poucos bons momentos e muitos momentos de apreensão, finalmente você chegou ao momento de ouro do Brasil!

Voce é o “native executive” num país que está “bombando”, certo?

Empresas de todas as partes do mundo dirigem os seue olhares para o mercado brasileiro e para a subsidiária ou para a filial brasileira. Decidem se investem, se vendem, se compram, se expandem ou se fazem “merge” da operação na grande potência tropical que brilha nas capas das revistas econômicas mundiais.

Não seria normal imaginar que o executivo brasileiro estivesse vivendo seus dias de glória? Afinal hoje é quem paga muitas das contas da corporação, certo? Talvez somente aqueles que estão nas posições chaves destas unidades estejam vendo um cenário mais realista e menos glamuroso.

Ah! Mas como? Não são os heróis bem tratados? Como funciona a realidade das empresas multinacionais? Paradoxalmente, nem tudo são flores, ou melhor, nem são tantas flores assim.

Muitas empresas multinacionais literalmente “espremem” as suas unidades como parte da crise global (afinal a corporação passa por um momento crítico) e não entendem as oportunidades locais. Também pode haver um pouco de inveja e temor? Claro, imagine você se todos bateriam palmas para os “emergentes” que podem ameaçar o seu emprego ou suas posições! Aliás, a cada dia, mais executivos locais reclamam do aumento injustificado de pressão dentro das organizações.

No caso de Merge & Aquisition, empresas compradoras (e seus executivos) massacram os “comprados”. Claro, isso nunca foi novidade, mas hoje em dia as coisas andam mais selvagem, na medida em que qualquer redundância esbarra na impaciência de alguém que necessita mostrar serviço rapidamente.

OK, a vida é assim mesmo! Mas você já parou para pensar porque você está onde está? Porque te manteriam como executivo da empresa e não te substituem por um dos tantos ex-pat interessadíssimos em vir ao Brasil (pelo menos por enquanto)?

Hum… Não tem certeza? É uma situação perigosa, não acha? Se o seu valor agregado no processo não é sequer claro para você, imagine para o pessoal “lá de fora”! Pode ser que seja mais claro para eles do que para você? Pode! Mas é melhor refletir um pouco sobre a expectativa de valor agregado pelo ”native executive”.

Sabe porque você existe como executivo? Não é porque você conhece os mistérios de se fazer negócios e ganhar dinheiro num país complicado, com uma legislação confusa e difícil de interpretar? E o conhecimento do comportamento dos clientes locais, sempre com reações fortemente afetadas pelos seus valores culturais e éticos não é importante? Mais ainda, não seriam importantes o seu conhecimento e a sua experiência de negócios locais que asseguram que a empresa não se meta em confusões legais, éticas, morais, ambientais, econômicas, políticas, etc?

Pelo menos, pense porque você não poderia ser substituído por um executivo do Head Quarter tão facilmente, ou como fazer para que não possam…

É no conhecimento territorial que reside o principal valor do “native executive” das empresas multinacionais. É claro que há empresas tão grandes e globalizadas que não são tão dependentes de uma só pessoa. Neste caso, há outros executivos e profissionais que atendem estas necessidades. Há outras empresas cujo negócio está relacionado principalmente com outras empresas, muitas vezes do mesmo país de origem, com as quais fecham negócios “lá fora” e o valor do “native executive” está na capacidade de integração e representação local da estratégia corporativa.

Se você estiver chegando lá, qual deve ser o seu cuidado no desenvolvimento do seu “know-how” diferenciador? Um sólido conhecimento dos fatores peculiares do país e da região! Se você não for considerado um “expert” da região e do país onde você atua, seja na condição de “native” ou “ex-pat”, pode ser que você acbae sendo apenas um peão no tabuleiro de xadrez corporativo.

Há posições na empresa cujo principal valor é o domínio do conhecimento de tecnologia, processos, metodologias e procedimentos internos da empresa. Ainda ssim, você poderá ser um detentor de um conhecimento e de uma experiência única em tratar de relações trabalhistas ou ser detentor de uma relação de confiança com os empregados que propicie um rodar tranquilo da unidade local.

Mas as relações com o mercado em geral, seja com clientes, com fornecedores, com o sistema financeiro, com a força de trabalho, com os políticos, com as autoridades reguladoras, com os meios de comunicação, com as forças religiosas, com os ativistas, as ONG´s e até mesmo com as parcelas problemáticas da sociedade (outras forças) podem constituir um valor difícil de ser substituído nas empresas.

Não se trata de estabelecer relações obscuras para proteger o seu emprego, mas trata-se de adquirir um conhecimento verdadeiramente valioso para as empresas, que nem precisa ser para o seu atual empregador.

Certamente este “know-how” somente apresenta valor quando reconhecido pelo “pessoal de fora” ou pelo mercado em que você atua.

Tenho acompanhado alguns casos interessantíssimos de executivos em alguns países emergentes que simplesmente adquirem o staus de “guru” e mesmo após a aposentadoria, pemanecem como “advisor” para as organizações. Há os mais exitosos que mantém o título anterior (President, Managing Director, General Manager ou Country Manager), mesmo depois de deixar as responsabilidades diretas sobre as operações da empresa.

Claro que muitos destes se convertem em algum tipo de lenda na empresa por sobreviverem a todas crise e mudanças decorrentes. Não são raros os casos de executivos que sobem, descem, são criticados ou são reverenciados, em diferentes fases e sempre seguem entre as posições chaves na empresa. Você não conhece nenhum destes? Porque eles conseguem permanecer nestas posições?

O importante é compreender que o seu valor cresce e você se torna menos vulnerável às crises e mudanças corporativas na medida em que o seu mix de

conhecimento técnico, capacidade de liderança, reconhecimento do mercado e um conhecimento local/regional diferenciador se tornam mais evidentes para um número maior de pessoas dentro e fora da corporação.

Este valor serve para quando o ambiente é tão positivo como agora, mas também serve quando a credibilidade para explicar a situaçao indesejável passa a ser o fator mais importante. Já pensou no assunto?

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O que é Poka Yoke?

Postado por: Redação Indústria Hoje em 11 de junho de 2013


Você sabe o que é Poka Yoke? O nome pode parecer diferente, mas o Poka Yoke funciona como um ferramental nos processos industriais




Você sabe o que é Poka Yoke? O nome pode parecer diferente, mas o Poka Yoke funciona como um ferramental nos processos industriais que conta com diferentes aplicações e vantagens, porém, sempre voltados à ideia de prevenção de erros e, por consequência, a diminuição dos custos em uma linha de produção. Além disso, os preceitos do Poka Yoke não são novos, eles foram criados pelo japonês Shigeo Shingo para o Sistema Toyota de Produção durante a década de 1960.


Para funcionar, os conceitos de Poka Yoke devem ser usados do inicio ao final de um projeto e se baseia em dispositivos a prova de erros. Assim, quando os erros são identificados eles não se transformam em defeitos, e sim, as suas causas são eliminadas. O Poka Yoke torna-se econômico também porque uma empresa pode destinar menos investimento aos sistemas de avaliações e controles da qualidade. Ou seja, ao prever possíveis problemas que o produto pode ter, e antes mesmo dele sair para o mercado, é possível resolvê-los com mudanças no processo de fabricação.

Tipos de Poka Yoke em processos industriais

Existem duas maneiras de fazer uso do Poka Yoke: a de controle e de advertência. A de controle acontece quando a linha de produção para no momento em que a causa do erro é detectada. Já a de advertência emite um alarme ou sinalização para que os operadores possam tomar as devidas providências. Além disso, há também três tipos de Poka Yoke de controle: método de contato, método de conjunto e método de etapas.
O método de contato identifica os defeitos decorrentes da existência ou não de contato entre o dispositivo e alguma característica relacionada à forma ou dimensão do produto. Já o método de conjunto determina se certo número de atividades previstas é executado, enquanto o método de etapas averigua se os estágios ou operações estabelecidas pelo procedimento são seguidos.


Aplicações e exemplos práticos do uso do Poka Yoke


Existem muitas aplicações para ilustrar o que é o Poka Yoke na prática, desde implementações nos processos industriais bastante simples como mais complexas. Entre os exemplos de uso da Poka Yoke está o funcionamento da tomada de três pinos, onde não existe a possibilidade de invertê-la para utilizá-la, o que não permite ao usuário se machucar ou causar danos ao seu aparelho elétrico. O disquete também possui esse preceito, pois só entrava no computador na posição adequada.

Outro exemplo prático é a impossibilidade de remover a chave da ignição de um carro se a sua transmissão automática não estiver em “ponto morto”. Dessa forma, o condutor não corre o risco de sair do carro em condições inseguras. O check-list também é um processo baseado em Poka Yoke, pois uma embarcação, por exemplo, só vai zarpar depois que o comandante verificar todos os itens.

Na indústria, podemos exemplificar o uso do Poka Yoke na situação em que uma peça usinada vai receber um furo em formato de cilindro de altura igual a X cm e raio Y cm na etapa A do processo e após será tratada em uma etapa B. Usando o processo de Poka Yoke para evitar que a peça passe da etapa A para a B sem estar adequada, cria-se uma etapa intermediária, de verificação, para que se certifique de que o furo foi realizado.

Outra situação em que o Poka Yoke vai cumprir o seu objetivo de diminuir custos é quando uma embalagem com um produto deve conter um equipamento A, um manual B, um cabo de energia C e mais um kit de segurança D, onde o peso total é de 2,45 Kg. Para evitar a montagem de uma embalagem sem todos os itens necessários, o kit deve passar por uma balança antes de ir para a expedição.

Para a segurança o Poka Yoke também é muito útil, em especial, em indústrias que os operadores usam máquinas perigosas, como uma prensa. Uma maneira de evitar que o trabalhador perca a mão ou os dedos com um descuido é colocando na máquina um dispositivo que a faça ser acionada apenas utilizando as duas mãos.



Por Vivian Fiorio e Fábio Henrique
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10 "Erros" que podem quebrar uma empresa

Veja os 10 erros mais comuns que podem “quebrar” sua empresa sem antes mesmo dela completar seu primeiro ano de vida. Veja algumas dicas de como evita-los.
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“É mais fácil uma empresa ir à falência por conta de uma série de pequenos erros, do que por um único grande erro.”
Os 10 erros que citaremos são os mais comuns e acontecem principalmente dentro de pequenas e médias empresas.
Darei também algumas dicas que praticamente são o “arroz com feijão” para quem está começando um negocio ou trabalha na administração de uma empresa. Embora estes erros possam parecer fáceis de serem evitados e solucionados, exige um pouco de habilidade do gestor. A demora na correção destas falhas pode levar a empresa a grandes dificuldades e consequentemente sua falência.
Vale destacar que segundo o SEBRAE 27% das empresas paulistas que abrem as portas acabam fechando as portas antes mesmo de completar um ano e este numero chega 64% a empresas de até seis anos.
1 – Não ter um plano de negócios
Talvez este seja um dos principais erros por ser um passo fundamental antes de abrir a empresa. A falta de um plano de negócios pode levar você a tomar decisões erradas tanto financeiramente e perda tempo, um plano de negócio bem desenvolvido faz com que você tome mais conhecimento do negócio, resulta em uma analise mais profunda de sua viabilidade.
Dica: Faça ou peça para alguém fazer um plano de negócios detalhado, nele você deve colocar seus objetivos, produtos a serem vendidos, quais serão seus fornecedores, qual a localização do seu negócio, concorrentes e capital necessário inicias o negócio. Uma dica é procurar o SEBRAE de sua cidade para receber ajuda dos consultores para desenvolver o seu Plano de Negócios.
2 – Desconhecer o mercado que irá atuar
Muitas pessoas acabam por deixar seu emprego para empreender, nada contra apoio esta decisão, porém deve-se tomar cuidado com o nicho de mercado, não é porque seu primo lá na Bahia está ganhando dinheiro vendendo água de coco que você vai abrir o mesmo negócio em porto alegre que vá ganhar dinheiro também.
Dica: Se você trabalha em uma determinada empresa como vendedor de maquinas agrícola, é mais complicado abrir e tocar um negócio para vender embalagens plásticas do que você abrir um negócio para vender peças para maquinas agrícolas, pois é um mercado que você tem um conhecimento e com isso maiores chances de sucesso.
3 – Misturar as finanças da empresa com as pessoais
Você deve manter sempre bem claro que suas finanças pessoais são uma coisa (Pessoa Física), e da sua empresa é outra (Pessoa Jurídica). Considere que você é um colaborador de sua empresa com um pró-labore estipulado. Não confunda pró-labore com o lucro da empresa. É normal a empresas terem vantagens em empréstimos e benefícios de compra de carros e outros equipamentos, porém não utilize desta vantagem para beneficio próprio, você tem que focar na empresa antes de qualquer coisa, gerar lucros e destes lucros fazer seus investimentos pessoais.
Dica: Não utilize recursos do caixa da empresa para fazer extravagâncias pessoais, este dinheiro deve ficar reservado para manter um fluxo de caixa positivo no caso de queda nas vendas, crises econômicas e outros eventos. Leia mais sobre: Entenda o que é capital de giro e como calculá-lo
4 – Contratar pessoas sem competência necessária
Este também é um dos erros mais graves e ocorre muito quando se contrata amigos e familiares para cargos e confiança e responsabilidade, sem que os mesmos estejam preparados para isso.
Seja qual for atividade dentro da empresa seja administrativa ou na produção o colaborador deve este capacitado para isso.
Erros na produção podem ser diagnosticados e reparados rapidamente, já erro administrativos são mais difíceis de diagnosticar e quando se descobre já está crônico com pequenas chances de ser reparado. Tenha em mente que a empresa precisa sobreviver, e no mundo competitivo que vivemos temos que ter os melhores à frente dos cargos chaves da empresa.
Dica 1: Para capacitar aquele que está na produção talvez seja mais fácil é rápido uma vez que exige menor habilidade quanto à gestão do negócio por um todo. Já para cargos de gerência e direção o treinamento é mais longo, exige várias habilidades e dependendo do tamanho e velocidade de crescimento do seu negócio é mais interessante contratar uma pessoa já qualificada e com experiência.
Dica 2: Nunca deixar de investir em capacitação de seus colaboradores. Pessoas capacitadas produzem mais e com qualidade, trabalha motivada e aumenta seus lucros. De oportunidades aos amigos e familiares mais exija deles o comprometimento nas atividades e deixe bem claro “amigos, amigos e negócios a parte”.
5 – Não estabelecer metas aos colaboradores
Não estabelecer metas aos gestores e colaboradores pode ser também um erro, pois é através destas metas que você conseguirá tonar sua empresa mais eficiente e competitiva. Metas são essenciais para o ser humano, metas ajudam a desenvolver novas habilidades das pessoas o que vai refletir na qualidade de produtos e serviços e sua empresa.
Dica: Estabeleça metas com objetivos alcançáveis para seus colaboradores. De um suporte como treinamentos e bolsas de estudo para ajudar no desenvolvimento e cumprimento destas metas. Lembre-se nunca estabeleça metas inatingíveis, pois seu colaborador pode se frustrar e acabar desistindo e produzir menos a cada dia.
6 – Tomar decisões sem planejamento e conhecimento dos riscos
Este erro é muito comum entre pequenos empresários principalmente aqueles que não têm certo grau de conhecimento sobre administração de negócios. Decisões precipitadas e falta de planejamento pode gerar prejuízo enormes e deixar sequelas por muito tempo na empresa. Erros na tomada de decisão principalmente quando envolve recursos financeiros pode afundar a empresa em dividas atrapalhando resultados e gerando prejuízos.
Dica: Se você sente que seu negócio esta crescendo ou já cresceu, e não tem o devido conhecimento para realizar um bom planejamento e saber tomar decisões com o mínimo de risco possível chegou a hora de ser humilde e pedir ajuda e opinião das pessoas, ou melhor, ainda contratar um profissional com conhecimento e experiência. Uma decisão precipitada na contratação de pessoas compra de maquinas ou lançamentos de produtos sem um planejamento e pesquisa de mercado, pode levar a quebra de sua empresa rapidamente.
7 – Tomar empréstimo e fazer financiamento sem receita suficiente para pagar.
Fazendo um gancho do tópico acima a falta de planejamento, mais a tomada de decisão precipitada, somada com um financiamento sem uma analise profunda sobre retorno suficiente para arcar com estes investimentos é um erro grave. Muitas empresas com poucos meses de existência acabam entrando em grandes financiamentos de maquinas sem que se tenham dados sobre venda e como anda o mercado. Muitas delas compram maquinas que ficam meses paradas, ociosas não rendendo o suficiente para que ela mesmo se pague.
Dica: Quando começar sua empresa faça o mínimo de financiamento possível. Só acredite no mercado após uma pesquisa com fundamento. Leia jornais, compre revistas relacionadas às suas atividades, fique atendo ao mercado.
Tendo necessidade de investir em maquinas faça um bom planejamento e levante todos os custos, lembre-se maquinas mesmo que financiadas tem que ser paga. Assuma a compra de novos equipamentos quando você não tiver mais como estender turnos, maquinas são feitas para trabalhar 24 horas, é mais vantagem você ter uma maquina trabalhando em três turnos contratando mais dos colaboradores do que você desembolsar milhares de reais para compras três maquinas para trabalhar 8 horas por dia e ficar 16 horas desligada. Tenha em mente que dependendo do valor do equipamento é viável a aquisição de mais equipamentos do que gerar horas extras, por isso é de extrema importância colocar tudo no papel.
8 – Perder o respeito pelos seus colaboradores
Perder o respeito com seus colaboradores pode ser muito prejudicial para o sucesso do negócio, é como perde o respeito com sua esposa ou esposo, isso gera descontentamento das partes e acaba trazendo uma série de problemas, e com isso o fraco desempenho e prejuízos significantes. Seu colaborador também é seu cliente (interno), pois é seu principal aliado e deve ser valorizado e respeitado sempre.
Dica: Mantenha sempre um bom relacionamento profissional com seus colaboradores, porém não tome cuidado para que o mesmo não confunda com uma grande amizade, tem que ser profissional dentro e fora da empresa. Estabeleça limites para este relação seja parceiro do seu colaborador, saiba ouvi-lo e elogie sempre seu trabalho. Tenha em mente “cliente interno satisfeito é cliente externo satisfeito”.
9 – Colocar todos os ovos em uma cesta só
Tenha cuidado em colocar todos os ovos em uma cesta só, ela pode quebrar e você prejudicar o negócio. Realizar investimentos ou aquisições pensando em apenas um determinado cliente ou segmento pode ser perigoso e deve ser feito com bastante cautela.
Dica: Nunca aposte somente em um tipo de cliente ou segmento, tente ter vários clientes e um mix de produtos, o mundo dos negócios é cheio de surpresas já vi empresas que dependiam de um único cliente ir à falência da noite para o dia, pois seu cliente lhe tirou os pedidos ou também acabou fechando as portas. Tente trabalhar com um mix de produtos ou serviços, pois em uma eventual queda no mercado ou na sazonalidade você consiga gerar receita com e manter a empresa viva.
10 – Achar que saber tudo e pode tudo
Este talvez seja um dos piores erros que um empresário ou alguém que queira começar a empreender pode cometer. Achar que sabe tudo e pode tudo pode levar você à falência mais rápido que você imagina.
Você pode se um expert em várias áreas mais com certeza alguma área você não terá um com desempenho e seu ego falará mais alto, cometerá vários erros que irá prejudicar a empresa.
Achar que pode tudo também é péssimo pensamento, apesar do Brasil ter falhas em suas leis uma hora você pode achar pode da um jeitinho e resolver as coisas, porém não está tão fácil assim. As leis trabalhistas estão mais rígidas e o governo está e cima com fiscalização de tributos e impostos, um exemplo é a Nota fiscal eletrônica que está fechando todo o sistema para que não escape nenhum centavo.
Dica: Você pode conhecer muita coisa mais nunca saberá de tudo, se fossem assim, grandes empresários de sucesso não contratariam executivos altos salários para a gestão da empresa. Seja humilde e reconheça quando a coisa não é mais para seu gabarito, contrate pessoas competentes.  Não seja arrogante ou fique vangloriando suas conquistas e fingir simplicidade entre as pessoas. Nem tudo que funcionou no passado vai funcionar hoje.
Dica: Hoje em dia poder não é querer as leis estão ai e cada dia que passa uma novidade surge para evitar o não cumprimento das mesmas. No passado se podia muita coisa, que tinha influencia realmente tinham certo poder, porém hoje isso está mudando, o cerco está fechando as pessoas estão estudando mais e por dentro das leis, o governo está implantando novas tecnologias para evitar fraudes então este poder de sempre dar um “jeitinho” está cada vez mais difícil.
Temos sempre que agir com responsabilidade e transparência, pois administrar uma empresa mesmo que pequena com apenas um colaborador não é brincadeira e muito menos tarefa fácil. Se for uma média ou grande empresa, lembre-se de que você é responsável por dezenas ou centenas de pessoas que dependem dela para sobreviver.
Trabalhe com seriedade e seja humilde para discutir com todos da empresa desde o faxineiro até o mais alto executivo. Saiba a hora de passar o bastão para quem realmente tem competência de dar continuidade ao negócio e valorize seu colaborador e seu cliente acima de tudo.
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Você faz a diferença?

Se você é o cara que faz a diferença, você consegue explicar o que você faz que as pessoas apreciam como algo bastante peculiar e difícil de ser imitado?
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OK. De que se trata? Você já ouviu alguém dizer que fulano faz a diferença, que não é “apenas bom” no que faz? Já parou para pensar um pouco nisso? O que querem dizer com esta afirmação?
Se você é o cara que faz a diferença, você consegue explicar o que você faz que as pessoas apreciam como algo bastante peculiar e difícil de ser imitado? Ou você não sabe o que faz de tão especial, foi golpe de sorte?
Pessoas que fazem a diferença podem ser aquelas que “carregam o piano” e fazem com que as coisas funcionem. São as pessoas que mantém as organizações e sustentam a vantagem competitiva que uma empresa desenvolveu. Sem estas pessoas, com seus processos, suas disciplinas e seus olhares atentos as empresas não seriam confiáveis e consistentes.
Mas um tipo menos comum de pessoas que fazem a diferença são aquelas que apresentam evidências de competência estratégica. São pessoas que antecipam as mudanças da sociedade e do mercado, iniciam movimentos que estabelecem vantagens competitivas determinantes nas empresas, produzem uma execução que vence concorrentes dentro da mesma estratégia.
No primeiro caso, as pessoas que fazem a diferença produzem a competência operacional da empresa mantendo a consistência das coisas positivas. No segundo, são pessoas que fazem a diferença ao produzirem a competência estratégica, mudando o estado das coisas.
Os sinais e as evidências da competência estratégica são mais difíceis de serem identificadas, pois são eventos que não ocorrem com frequência e podem levar anos para serem comprovados por um resultado sólido e duradouro.
Uma visão do negócio que antecipou uma mudança importante no mercado pode ser sinal de uma visão superior, mas ela só pode ser considerada competência estratégica se esta idéia gerar ações inéditas para a empresa, chame-se de inovação ou qualquer outro nome, e estabelecer uma vantagem significativa que outras empresa não conseguem imitar prontamente.
Um exemplo poderia ser de alguém que percebeu a oportunidade de negócio envolvendo a importação de automóveis chineses para o Brasil, onde se acreditava que este tipo de produto não seria aceito. Uma vez implementada com sucesso, esta ideia altera o mercado e faz com que outros tenham que “correr atrás” deste modelo de negócio. Fez a diferença!
Outro exemplo poderia ser de um executivo que adotou um plano de crescimento diante da crise de mercado, que fez com que seus concorrentes suspendessem os investimentos temporariamente, e criou uma vantagem significativa para a empresa.
Em muitos negócios, ser o líder de mercado é a melhor garantia de bons resultados. Ser o segundo ainda permite desfrutar do mercado e obter bons resultados, às vezes melhores do que o próprio líder, se tiver uma clara estratégia de “follower”. Já o terceiro e os outros, normalmente estão mais sujeitos a riscos e são mais suscetíveis às mudanças. Quase nunca ganham muito.
Ser líder pode ter sido apenas uma questão de “timing”, antecipando o mesmo investimento que se fosse realizado mais tarde, proporcionaria na melhor hipótese o segundo ou o terceiro lugar no mercado.
Muitas vezes quem “faz a diferença” estabelece a posição de líder num novo nicho ou num novo segmento de mercado e obtém uma grande vantagem. Ainda que a empresa não seja o líder, estabelecendo novos negócios em que ela se torna líder, vai ganhando terreno para inverter a posição.
A competência estratégica produz resultados superiores e contribui para a aproximação ao líder, no caso de um follower, ou para o distanciamento ainda maior dos seguidores, no caso de um líder.
Podemos dizer, na terminologia de hoje, que “quem faz a diferença” estabelece vantagens sustentáveis e duradouras para o seu negócio?
É por aí que caminham aqueles que percebem que se não tomarem este risco, se apenas “tocarem o barco” não será suficiente e nem interessante. Assim, de vez em quando, atiram-se a uma investida significativa que ao ser realizada, traduz-se numa vantagem importante.
Seria interessante imaginar quantas vezes um bom executivo produz um grande momento de competência estratégica num prazo de 10 anos? Como comentei, estas iniciativas são mais raras e pela minha experiência e observação do mercado, se um bom executivo produzir 3 ou 4 “cases” em 10 anos, já fará uma grande diferença.
Este é o diferencial que as empresas muitas vezes procuram no mercado, em busca de executivos que possuem a característica de “fazer a diferença” ou que produzem um “Quantum Leap”.
Um fator essencial é a visão que o executivo ou empreendedor tem da sociedade, da economia, da indústria do país, do timing, etc. Em resumo, é fundamental um conhecimento, uma leitura avançada do ambiente em que faz negócios e principalmente a capacidade de antecipar as mudanças.
Cada indústria ou setor de negócios tem a sua velocidade de evolução e seus parâmetros de inovação. O “Quantum Leap” é diferente em cada uma delas, mas em todas, há profissionais que “fazem a diferença”. Estes definem novas tendências, mudam a direção do setor, forçam todos a acelerar os investimentos e correr atrás, antecipam modelos de negócios e contribuem para o desenvolvimento da sociedade.
A definição destes profissionais poderia ser de “sonhadores práticos”, capazes de imaginar uma solução inédita e de executá-las com precisão. Muitas vezes a diferença entre o possível e o impossível é apenas a capacidade de execução, que torna viável uma ideia impossível.
E então, você faz a diferença?

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Este vídeo ensina passo a passo como construir um pavimento de concreto

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