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PMI e as Comunidades de prática: turbine seu aprendizado




Nosso caminho vai ser por uma CdP, entenda como funciona:

Comunidade de prática (CdP) é a reunião, pessoal ou virtual, de pessoas com o mesmo interesse, nas quais elas discutem maneiras de melhorar um determinado conhecimento ou prática. Essas trocas de informações entre os membros podem ocorrer de forma sincronizada ou não. 

Os grupos de estudo de certificação dos Chapters do PMI (Project Management Institute), grupos de estudo dentro de empresas, reuniões entre gestores de projetos, associações ou fóruns virtuais internet, grupos no Facebook e no LinkedIn, desde que sejam identificadas os fatores que determinam o que é comunidade de prática, podem trazer grandes benefícios e novos conhecimentos Falemos agora dos fatores que compõem uma CdP: a comunidade, o domínio e a prática. 

A comunidade é formada pelas pessoas envolvidas no processo. São os membros que aprendem, ensinam e interagem, não bastando uma simples interação ou uma passagem de conhecimento. Os membros têm de ter um grau elevado de engajamento e compromisso com o interesse comum. A passagem de conhecimento tem de ser uma “via de mão dupla”, onde discussões e debates levam a um ponto onde se aprende em conjunto. 

O domínio é o interesse comum entre os membros onde existe um arcabouço de competências comuns. É o assunto compartilhado. 

O terceiro fator é a prática, ou seja, é o objeto no qual eles se engajam para aprenderem em conjunto, no nosso caso é o gerenciamento de projetos, na qual praticamos e trocamos informações pessoalmente ou virtualmente. Os conhecimentos além de serem passados, os envolvidos têm de praticá-lo, havendo um compartilhamento de ferramentas, experiências e instrumentos. 

Apos entender o que é uma CdP e os elementos que a compõem, percebe-se que podemos, dentro do contexto de gerenciamento de projetos, nos engajar numa CdP. Um exemplo são os grupos de estudo dos PMI, que tem o objetivo de difundir as melhores práticas de Gestão de Projetos (GP) e auxiliar os candidatos em seu processo de preparação para tirar as certificações do PMI. Os grupos de estudo não são cursos, são encontros entre os participantes, para discussão dos temas específicos do PMBoK (Project Management Body of Knowledge). 

Outro exemplo de CdP, dessa vez virtual, são os grupos na rede social profissional LinkedIn. Nele, os membros compartilham cursos, planos de estudo, dificuldades encontradas no exercício da prática, experiências e ferramentas, tornando os membros mais bem informados e criando um aprendizado mais natural e mais engajado. 

Agora sabendo o que é uma CdP e ciente de seus benefícios podemos agir de forma a nos proporcionar mais aprendizados dentro do contexto de gestão de projetos com a possibilidade de aprender ferramentas e construir novos conhecimentos em conjunto com outros membros. 

Espero que esse texto sirva de como um estimulo para o engajamento em algum grupo (virtual ou físico) e que além de ler e absorver o conhecimento compartilhado por outras pessoas, possamos dar a nossa contribuição afinal como diria o filósofo e pedagogo John Dewey “Aprendemos quando compartilhamos experiências“.”

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Faço desse jeito porque sempre foi assim....Slump x Peixe?

"Havia uma receita tradicional de peixe assado em uma família. A receita era maravilhosa, e o gosto pelo tal peixe era tanto, que a receita foi passando de mãe pra filha. Detalhe: Ao preparar o peixe, a vó, que ensinou a receita, cortava o rabo dele. A mãe aprendeu fazer do mesmo jeito, toda vez que preparava a receita, o rabo do peixe era cortado. 
Certa vez, a neta, que aprendeu com a mãe, estava preparando o peixe para a família, quando resolveu perguntar para a sua avó:
- Mas vó, por que é que tem que cortar o rabo do peixe? Que diferença isso faz?
Foi quando a vó respondeu: 
- Nenhuma, minha neta. É que quando eu aprendi a receita, meu forno era pequeno. E não cabia o peixe inteiro, por isso, eu cortava o rabo."

O que quero falar pra vocês com essa metáfora que eu conheci há alguns dias é justamente sobre o quanto estamos acostumados a sempre fazer a mesma coisa, sem nos questionarmos a respeito do porquê daquilo. 
Costumamos ligar o nosso modo automático, e vamos fazendo as coisas, e às vezes, pensando que aquele é o melhor jeito de fazermos, afinal, aprendemos assim. 


Esse vício nós tendemos a carregar conosco porque, é sempre mais fácil fazermos tudo do mesmo jeito que alguém nos ensinou, ou vimos sendo feito, não é mesmo? Temos mania de dizer que ~não temos tempo~ pra criar algo novo ou tentar diferente. 


E o que eu tenho a lhes dizer, é: tente! Pense em novas formas de fazer as coisas que você já está acostumado a fazer. Isso, além de estimular a criatividade, contribui também para a melhoria de processos, e até mesmo, para a inovação. 


Nas empresas é uma coisa muito comum, que os velhos processos perdurem por anos e anos, simplesmente porque "-Ah, foi sempre feito assim e sempre deu certo. Por que eu deveria mudar?" 


Mas a questão é que se era feito de tal forma, pode ter muitos motivos: não havia tecnologia suficiente para tal, a demanda era outra, o contexto era outro. Mas isso não quer dizer que a empresa continua estática. As coisas mudam mais rapidamente do que podemos imaginar. Por isso, é importante que fiquemos atentos para não nos apegarmos a velhos modelos porque ~simplesmente sempre foi assim~.


Pense nisso, e reflita se o rabo do peixe não está sendo cortado simplesmente porque você aprendeu assim, e nem sabe o motivo...

Nota do administrador:

Eis alguma variáveis:

O slump é realizado em obras para o recebimento do concreto.
Com o ensaio do Slump tem-se ajustado em algumas obras o teor de água da mistura.
Mais água tem-se adicionado para Slump baixo.
Slump varia por norma até 50%.
Existe queda de Slump por perdas de água

E aí?

O ensaio de Slump deve ser realizado somente em laboratório para se conferir o teor de argamassa, coesão da mistura entre outros.

Há 100 anos não havia tecnologia suficiente para outro ensaio mas e agora nós temos e porque não FAZEMOS? 

Eng. Ruy Serafim de Teixeira Guerra

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Escultura (3)


O artista plástico Antonio Rizzo, mostra neste vídeo seu processo de criação e execução, técnica que desenvolve a mais de 20 anos. Em seu extenso curriculo esta registrado obras em espaço público de várias cidades brasileiras e na europa.


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Passo a passo - Treinamento Concreto Estampado


Treinamento prático que ensina passo a passo como o concreto estampado é feito.Mais informações sobre cursos e treinamentos confira no site:
www.concretoestampado.com.br
A tecnologia do concreto estampado foi desenvolvida nos EUA, onde é utilizada há mais de 60 anos. 
No Brasil a técnica começou a ser utilizada em 1995, quando algumas empresas aplicadoras importavam todos os produtos, estampas e ferramental necessário para aplicação em suas obras.

O concreto estampado é um pavimento de concreto monolítico, executado “in loco”, que recebe um tratamento na superfície, no mesmo instante em que é feita a sua concretagem.

O Sistema de Pisos em Concreto Estampado é a perfeita combinação entre a arte, criatividade e tecnologia, que revoluciona o conceito tradicional de pavimentos rígidos de concreto, adicionando uma aparência decorativa que realça e embeleza a obra ao combinar a beleza, arte e criatividade de nosso sistema com a durabilidade do concreto, valorizando a obra a um baixo custo com alto rendimento e permitindo um pavimento com características idênticas aos pisos de pedras, lajotas, tijolos e até madeira. Consiste num processo de acabamento In loco, úmido sobre úmido, onde a superfície do concreto ainda no estado líquido, é submetida a um aumento de resistência, pigmentação, forma e texturização. Visando custo x beneficio.



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Passo a passo - Alvenaria com Blocos de Concreto


Este vídeo explica o passo-a-passo do processo construtivo, além de indicar equipamentos necessários na obra e destacar a importância de um planejamento eficaz para a gestão da alvenaria estrutural.



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MS Calc

O  MSCalc é um software para dimensionamento de lajes, vigas, pilares e fundações.

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Pilares - Rigidez KAPA e Flexão Composta Oblíqua
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