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Símbolos arquitetônicos (In Auto Cad)

Símbolos arquitetônicos (Em Auto Cad)

arquivo cad Auto com o conteúdo mostrado acontinuación


  • ·         Alfabeto de linhas
Borda visível
Parede sem-teto
Dimensões ou tamanho
Projeção
Machados ou centros
Fraque
Ruptura curta
Longa pausa
  • ·         Materiais de Construção.
Cimento bruñado
Parquete
Telha
Cerâmico
Tijolos cerâmicos
Tijolo
Concreto
 Parquete
Pântano
Estrelas

  • ·         Escadas
Direto pausa
U Forma
Forma helicoidal
  • ·         dispositivos urinário e outra
  • ·         Tabela de spans
  • ·         Vano ou aberturas
  • ·         Quarto Andar
  • ·         móveis
Baixe aqui:http://minhateca.com.br/clubedoconcreto/simbologia,635300744.rar(archive)


http://www.ingenieriacivil21.com/2012/04/simbologia-arquitectonicaen-auto-cad.html

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Cobrimento Nominal

Cobrimento é a camada de proteção da armadura, é a camada de concreto que fica no meio da armadura e a face externa do componente estrutural. É o cobrimento que impede a penetração da água ou da umidade do meio externo para dentro da laje, viga ou pilar evitando, assim, a oxidação da armadura.
Em uma estrutura de concreto armado, quem resiste aos esforços de tração não é o concreto mas sim a armadura. Quanto maior o esforço de tração mais ferro é colocado na estrutura. Mas o ferro enferruja com facilidade na presença de umidade. Então a armadura precisa ser protegida contra a penetração da umidade.
Veja o que pode acontecer com um cobrimento deficiente:
Em um pilar, a deficiência no cobrimento da armadura permitiu a fácil penetração de água da chuva.A umidade permitiu a oxidação da armadura longitudinal que, expandindo, causou o destacamento do cobrimento.

O mesmo problema ocorreu nas vigas
Causando a oxidação foi total nos estribos.

Tabela de cobrimento mínimo conforme a norma NBR-6118:
Classe de agressividade ambientalAgressividadeClassificação geral do tipo de ambiente para efeito de projetoRisco de deterioração da estruturaCOBRIMENTO [mm]
Laje 4)VigaPilar
IFracaRuralInsignificante202525
Submersa
IIModeradaUrbana 1), 2)Pequeno253030
IIIForteMarinha 1)Grande354040
Industrial 1), 2)
IV 5)Muito ForteIndustrial 1), 3)Elevado455050
Respingos de maré

NOTAS:
1) Pode-se admitir um microclima com uma classe de agressividade mais branda (um nível acima) para ambientes internos secos (salas, dormitórios, banheiros, cozinhas e áreas de serviço de apartamentos residenciais e conjuntos comerciais ou ambientes com concreto revestido com argamassa e pintura).
2) Pode-se admitir uma classe de agressividade mais branda (um nível acima) em: obras em regiões de clima seco, com umidade relativa do ar menor ou igual a 65%, partes da estrutura protegidas de chuva em ambientes predominantemente secos, ou regiões onde chove raramente.
3) Ambientes quimicamente agressivos, tanques industriais, galvanoplastia, branqueamento em indústrias de celulose e papel, armazéns de fertilizantes, indústrias químicas.

4) Para a face superior de lajes e vigas que serão revestidas com argamassa de contrapiso, com revestimentos finais secos tipo carpete e madeira, com argamassa de revestimento e acabamento tais como pisos de elevado desempenho, pisos cerâmicos, pisos asfálticos e outros tantos, as exigências desta tabela podem ser substituídas por 7.4.7.5, respeitado um cobrimento nominal ≥ 15 mm.

5) Nas faces inferiores de lajes e vigas de reservatórios, estações de tratamento de água e esgoto, condutos de esgoto, canaletas de efluentes e outras obras em ambientes química e intensamente agressivos, a armadura deve ter cobrimento nominal ≥ 45 mm.

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CAPILARIDADE (Espanhol)


CÁLCULO DO CABELO DE RÁDIO E VELOCIDADE DA ASCENSÃO DO AGREGADO



CONTEÚDO


               I.      TEÓRICO
O CAPILAR
O capilar define o conjunto de fenômenos que ocorrem na interação de espessura pequena líquidos e sólidos, de forma mais clara como capilaridade pode definir a maneira em que a água é atraída para as paredes das lajes através poros low-dimensional. 
O capilar é a qualidade que tem   uma substância para absorver o outro. No caso de tubo fino, um líquido é sugado contra a força da gravidade. Ocorre quando as forças intermoleculares adesivas entre o líquido e o sólido são mais fortes do que as forças intermoleculares coesivas entre o líquido. Isto faz com que um menisco côncavo para formar em que o líquido está em contacto com uma superfície vertical. Este é o mesmo efeito que faz com que os materiais porosos absorver líquidos.
 Um aparelho comum usado para demonstrar o capilar é o tubo capilar . Quando o fundo de um tubo de vidro é colocado verticalmente em um líquido, tal como água, um menisco côncavo é formado. A tensão superficial puxa a coluna de líquido até que o peso do líquido é suficiente para que a força gravitacional sobrepor as forças intermoleculares. O peso da coluna de líquido é proporcional ao quadrado do diâmetro do tubo, de modo que um tubo de sucção estreito acima do líquido chupar um tubo grande
A.  Capilar Águas Subterrâneas
Tomando a massa de solo como um grande conjunto de poros, que são comunicadas, teria uma grande rede de vasos capilares, que permitem que o efeito capilar das águas subterrâneas.Elevar a água através de um tubo capilar, esta produz tensões de tracção na parte superior da água no interior do capilar. Como nós vamos para dentro da água, a pressão aumenta de forma linear, de modo que se obteve o nível onde a água está em contato com o ar, a curva de pressão segue da mesma forma, dando uma tensão de tração nas partes onde está acima deste valor de referência, o que coincidiu com as partes em que capilar água.
Por capilaridade da água de superfície num andar, estão presentes Deve notar-se que o chão deve ser fino, de modo  que os poros entre os elementos sólidos é solo, é tão pequeno como um tubo capilar. Se temos um solo cascalho grosso como o fenômeno capilar não irá ocorrer, tornando estes solos grosseiros muito apreciados  na construção quando há lençol freático alto.
B. A contração do solo fino por ação capilar
       Damp C.
D. a infiltração de umidade de lateral

TENSÃO SUPERFICIAL
      Interação Intermolecular
COESÃO em líquidos
            GRIP

Desenvolvimento de uma prática
PROCEDIMENTO DE PRÁTICA
CÁLCULOS
PRIMEIRO TESTE (Belas Aggregate)

SEGUNDO   TESTE (Grosso Aggregate)
TEST TERCEIRO (Mescla de agregado graúdo e multa)

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Sapatas para pilares Pré-fabricados


Esta é uma obra da Inbrac Ltda em Abreu e Lima PE, veja as formas para as sapatas e o seu acabamento,










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Calhas Pré-Fabricadas

Projeto que realizei bem simples e eficaz para atender o pedido do cliente, calha para galerias elétricas. Esta foi uma realização para o cliente  Premoldados Moreno Ltda, as formas foram fabricadas para esta encomenda,veja abaixo:




  
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Ligação viga-pilar

Esta é uma obra que projetei, veja um dos desenhos e fotos da obra. A industria que está fazendo esta obra é a Premoldados Moreno Ltda, as lajes desta obra são alveolares e foram adquiridas da Inbrac Ltda. Um conceito um pouco diferente do que vem sendo realizado em obras deste porte. Só para constar não temos Sismo na região.

Veja bem o detalhe da ligação viga-pilar nas imagens abaixo.








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Quickjet - Itália

Um novo, rápido e fácil de um sistema de formas  para o local de construção QuickJet ajuda a empresas de construção para economizar tempo e dinheiro QuickJet é um sistema de cofragem projetado para ajudar o empreiteiro para ser mais eficiente e reduzir custos, economia de tempo, . trabalho, materiais e lucros crescentes 

QuickJet é ideal para antepara, sapatas, paredes de fundação, muros de contenção, fundações em geral, ou onde quer que a remoção da cofragem é difícil; QuickJet também pode ser usada para banhos e piscinas, poços de elevador, túneis, reservatórios de líquidos, etc.






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O que é uma Sapata Excêntrica

Trata-se de uma estrutura de fundações de utilização bastante restrita. Temos trabalhado em muitos casos de insucesso, que exigiram procedimentos de reforço.

As causas mais comuns que temos observado são:

             a) Escavações vizinhas próximas ao calcanhar.
             b) Grande sensibilidade a qualquer vazamento de aguas na área de entorno.
             c) Erro no detalhamento da armadura.
             d) Erro na geometria do posicionamento do pilar em relação a sapata.
             e) Falta de um atirantamento para compor o equilíbrio externo.

Pelo exposto, fica para o engenheiro a responsabilidade de escolher a sapata excêntrica somente para casos que lhe pareçam adequados para a utilizar o sistema. Normalmente para obras de pequeno porte e respeitando as condições de detalhamento e equilíbrio estrutural.    


A mais antiga e eficiente sapata excêntrica que se tem conhecimento é o pé humano.

Vamos, portanto, nos basear nela para definir nosso modelo e como pode ser usado nas construções.
Primeira observação: a  dimensão  Hs da sapata é semelhante a dimensão Hp do pilar, acompanhem as figuras a seguir:

Este erro caracteriza uma anomalia geométrica de posicionamento do pilar em relação  a sapata.


Voltando ao nosso modelo (o pé humano), vamos observar como deve ser a armação da sapata.
 Segunda observação: músculos e tendões formam um reforço contínuo que liga a perna (nosso pilar) e o pé (nossa sapata).

Vamos agora abrir um parêntesis para tecer alguns comentários:

1 – Temos visto poucos casos de utilização da sapata excêntrica em obras novas.
      É em reformas que encontramos maior aplicação deste tipo de fundação.

      Os casos mais comuns são os  reforços de paredes limites de  pequenas
      construções, nas quais a razão mais comum  é a operação para aumentar
      pavimentos.

      Vamos ver o caso que foi mostrado como modelo de arquitetura estrutural .

2 – Não devemos mais fazer sapatas (excentricas ou não), com o formato chanfrado:
É assim o modelo que vemos apresentado na literatura e nos programas de cálculo e dimensionamento de estruturas de concreto armado.

Este é um formato antigo, que acompanha o nosso modelo fundamental que é o pé humano.  Este procedimento visa economizar concreto, posto que os esforços máximos ocorrem no calcanhar e atingem o zero na outra ponta.

Acontece que no passado o atual Fck era um valor bastante reduzido em relação a resistência do concreto de hoje. Para mostrar este fato, lembro que quando começamos a calcular a resistência comum para o concreto era o que se chamava de tensão de ruptura e o valor típico era 90 Kgf/cm2 (9 MPa).

Para atingir a resistência utilizada hoje, é fundamental que o concreto, seja eficientemente adensado, difícil tarefa para operacionalizar com a superfície livre inclinada.
http://boaengenharia.blogspot.com.br/2012/03/bate-papo-com-o-engenheiro-sapata.html

Nota: É aconselhável ver e estudar  a norma NBR6118 e 6122 onde trata do assunto de sapatas excêntricas.
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