1 2 3 4

Pavimentos Industriais - JUNTAS

Juntas em Pisos Industriais: o detalhe que separa um piso durável de um piso cheio de manutenção
Clube do Concreto • Pisos Industriais

Juntas em Pisos Industriais: o detalhe que separa um piso durável de um piso cheio de manutenção

Muita gente olha para o piso e pensa apenas na espessura da placa e na resistência do concreto. Só que, na prática, muitos problemas começam justamente onde duas placas se encontram: na junta.

Em pisos industriais, a junta não é um simples corte ou uma linha no concreto. Ela é um detalhe técnico que precisa permitir movimentações da placa, controlar a retração, manter a transferência de carga e preservar o conforto de rolamento. Quando isso não é bem resolvido, surgem esborcinamentos, desníveis, desconforto operacional e manutenção precoce.

Em resumo: junta boa não é a que apenas “separa” placas. Junta boa é a que permite movimentação sem perder desempenho estrutural e sem transformar a borda da placa em ponto de fragilidade.

Por que as juntas são tão importantes?

Todo piso industrial em concreto está sujeito a variações volumétricas e a esforços de serviço. Há retração do concreto, variações térmicas, empenamento, cargas móveis e cargas estáticas. Em algum momento, essas solicitações vão se concentrar nas regiões mais sensíveis do piso. E uma dessas regiões é exatamente a junta.

Quando a roda de uma empilhadeira ou outro equipamento passa perto da borda da placa, a junta passa a trabalhar intensamente. Se não houver uma transferência de carga adequada entre as placas vizinhas, a borda começa a sofrer mais do que deveria. O resultado costuma aparecer em forma de esborcinamento, perda de planicidade e desconforto de rolamento.

Junta serrada em piso de concreto
Junta serrada em piso de concreto. O corte em si é apenas uma parte da solução; o desempenho depende do projeto, do momento de execução e do comportamento da placa em serviço.

O que uma junta precisa fazer de verdade?

Em linguagem simples, a junta precisa cumprir quatro funções ao mesmo tempo:

Permitir movimentação

O concreto retrai, dilata e responde às variações do ambiente. A junta deve absorver esse comportamento sem travar a placa.

Transferir carga

Quando há roda próxima à borda, a placa vizinha precisa participar do trabalho. Sem isso, a borda sofre demais.

Manter a regularidade

Uma boa junta ajuda a preservar planicidade, nivelamento e conforto de rolamento ao longo da vida útil.

Reduzir manutenção

Juntas mal pensadas costumam virar ponto recorrente de reparo, perda de selante e quebra de bordas.

Principais tipos de juntas em pisos industriais

1. Junta longitudinal de construção

É a junta criada pelo próprio processo executivo do piso, normalmente entre faixas de concretagem. Seu espaçamento depende da logística de execução, dos equipamentos disponíveis, da geometria da área e das exigências de planicidade do piso.

Nessas juntas, a transferência de carga pode ser feita por barras de transferência. Em aplicações industriais, isso tende a ser mais confiável do que soluções do tipo macho-e-fêmea, especialmente quando se busca maior durabilidade e menor ocorrência de patologias nas bordas.

2. Junta serrada

É a junta transversal de retração obtida por corte após o acabamento do concreto. O objetivo é induzir a fissuração em local previamente definido, reduzindo o risco de fissuras aleatórias.

O desafio prático está no momento certo do corte. Cortar cedo demais pode danificar as bordas; cortar tarde demais pode permitir que o concreto fissure fora do local desejado. Em termos práticos, é um daqueles detalhes que se resolvem com experiência de obra, não apenas com teoria.

Ilustração de barras de transferência em junta de concreto
Ilustração de barras de transferência. A eficiência da junta depende muito do correto posicionamento e do alinhamento desses dispositivos.

3. Junta de expansão ou isolamento

Sua função principal é separar o piso de outros elementos estruturais, como pilares, blocos, baldrames, bases de máquinas e paredes. A lógica é simples: o piso deve poder trabalhar sem ficar rigidamente preso a elementos que restringem sua movimentação.

Em torno de pilares e pequenas interferências, aparecem detalhes clássicos que ajudam a aliviar concentrações de tensão, como as conhecidas juntas em formato de losango.

4. Junta de dilatação entre placas

Não é o tipo mais comum em pisos industriais internos, mas pode ser necessária em situações especiais. Quando prevista, deve permitir a movimentação horizontal sem perder a capacidade de transferência de carga.

Transferência de carga: onde a junta ganha ou perde o jogo

Quando a carga atua no interior da placa, a situação estrutural tende a ser mais favorável. Mas quando a roda se aproxima da borda livre ou da junta, a solicitação cresce. É exatamente por isso que os mecanismos de transferência de carga são tão importantes.

Em pisos industriais modernos, o objetivo é evitar que a junta funcione como uma borda solta. Barras de transferência bem dimensionadas e bem posicionadas ajudam a fazer as placas vizinhas trabalharem juntas, reduzindo deformações diferenciais e protegendo as bordas do piso.

Painel de concreto com barras de transferência expostas
Barras de transferência expostas em painel de concreto. A posição e o paralelismo dos dowels são decisivos para o bom desempenho da junta.
Ponto crítico: barra de transferência mal alinhada é uma forma silenciosa de comprometer a junta. Às vezes o piso até nasce bonito, mas a patologia começa a aparecer com o tráfego.

O que mais faz uma junta falhar?

  • ausência de transferência de carga em regiões com tráfego intenso;
  • mau alinhamento das barras de transferência;
  • corte serrado fora do tempo ideal;
  • detalhamento geométrico ruim, com encontros desfavoráveis de juntas;
  • falta de isolamento adequado junto a pilares, bases e paredes;
  • selante inadequado para rodas rígidas ou tráfego pesado;
  • execução sem controle de posição, profundidade e alinhamento.

Cuidados geométricos que fazem diferença

Além do cálculo, o projeto geométrico das juntas precisa ser bem pensado. Muitos problemas aparecem não porque o conceito da junta estava errado, mas porque o seu traçado no piso foi mal resolvido.

Alguns cuidados práticos costumam fazer enorme diferença:

  • alinhamento coerente das juntas com a geometria da área;
  • evitar trechos muito curtos e terminações ruins;
  • fazer as juntas encontrarem cantos internos de maneira organizada;
  • evitar encontros com ângulos desfavoráveis;
  • compatibilizar o traçado com estantes, pilares, portas e rotas de tráfego.
Detalhe de conexão com slots para barras de transferência
Exemplo de detalhe construtivo com encaixe e barras de transferência. Em juntas, o detalhe executivo vale tanto quanto a intenção do projeto.

Selantes: pequenos no detalhe, grandes no desempenho

O selante é outro ponto frequentemente subestimado. Em piso industrial, ele não serve apenas para “fechar um vazio”. Ele participa da proteção da junta contra entrada de materiais, ajuda a reduzir deterioração das bordas e precisa ser compatível com o tipo de tráfego.

Em áreas com rodas rígidas, pequenas e muito solicitantes, o material escolhido precisa apresentar suporte adequado às tensões geradas nas bordas da junta. Escolher o selante errado é abrir caminho para manutenção precoce.

Controle de qualidade: junta não pode ser “no olho”

Juntas de piso industrial precisam ser recebidas com critérios. Posição das barras, alinhamento da junta e profundidade do corte são itens que não deveriam ficar apenas na percepção visual da equipe.

Quando a obra tem exigência técnica maior, a junta precisa ser tratada como elemento de desempenho e não como detalhe secundário de acabamento.

Conclusão

Em piso industrial, a junta é uma das regiões mais exigidas e mais sensíveis do sistema. Ela precisa permitir movimentação, garantir transferência de carga, proteger a borda da placa e manter a funcionalidade do piso ao longo do tempo.

Quando a junta é bem projetada e bem executada, o piso trabalha melhor, dura mais e exige menos manutenção. Quando a junta é negligenciada, o problema geralmente não demora a aparecer.

Em outras palavras: quem quer piso industrial durável precisa olhar para a junta com o respeito técnico que ela merece.


“Muita manutenção em piso industrial começa exatamente onde duas placas se encontram. Veja por que as juntas merecem tanto cuidado e como elas influenciam transferência de carga, conforto de rolamento e durabilidade.”
Comentário do Engenheiro

O que a experiência ensina sobre juntas

Na prática, muita gente só percebe a importância da junta quando o piso começa a pedir reparo. E quase sempre o problema aparece do mesmo jeito: borda quebrando, junta abrindo demais, desnível incomodando o tráfego e a operação reclamando.

Eu gosto de insistir num ponto simples: junta não é detalhe de acabamento. Junta é parte estrutural e funcional do piso. Se ela for mal resolvida, não adianta o concreto ser bom, o acabamento ficar bonito ou a espessura parecer robusta. Mais cedo ou mais tarde o problema aparece.

Em piso industrial, o bom projeto não é só aquele que calcula a placa. É também aquele que entende onde o piso vai movimentar, onde a roda vai castigar mais e como essas bordas vão se comportar com o tempo. E aí a junta deixa de ser um risco e passa a ser uma solução.

No fim das contas, piso bom é aquele que trabalha sem chamar atenção. E, muitas vezes, isso só acontece quando as juntas foram pensadas com seriedade desde o início.

Assinatura
Eng. Ruy Serafim de Teixeira Guerra

Clube do Concreto • Projetos Estruturais em Concreto Pré-fabricado e Tecnologia do Concreto

Créditos das imagens Base técnica consultada
Ler Mais

Pavimentos Industriais - Planicidade e Nivelamento

Clube do Concreto • Pisos Industriais

Planicidade e Nivelamento em Pisos Industriais: o que os números F revelam

Um piso industrial pode parecer bom a olho nu e ainda assim comprometer a operação. Entenda como a planicidade e o nivelamento afetam a produtividade e a segurança.

A construção de pisos industriais de concreto não deve ser analisada apenas pela resistência do material. Em operações logísticas, a qualidade geométrica do piso — medida pelos números FF e FL — passa a ser decisiva.

Em termos práticos: um piso bem executado ajuda a operação a rodar com mais segurança, maior velocidade e menor custo de manutenção de empilhadeiras.

O que significam planicidade e nivelamento?

Embora muita gente trate os dois termos como se fossem a mesma coisa, eles possuem definições técnicas distintas:

Planicidade (FF)

Refere-se às pequenas ondulações da superfície. Define se o piso está "liso" ou com "nervuras".

Nivelamento (FL)

Refere-se à inclinação global do piso em relação à referência geométrica do projeto.

Preparo de piso de concreto em galpão industrial com foco em controle geométrico e nivelamento
Preparo de piso de concreto em galpão industrial. O controle geométrico rigoroso é a chave para um piso de alta performance.

Conclusão

Piso industrial de alta especificação não se resolve apenas com bom concreto. Ele depende de projeto, equipe experiente e medição técnica rigorosa dos números F.

Comentário do Engenheiro

O que a prática ensina sobre números F

O piso pode parecer perfeito ao olhar, mas a empilhadeira não mente. Quando os números FF e FL estão fora do padrão, o custo operacional sobe e a segurança desce. Medir é a única forma de garantir qualidade.

Assinatura
Eng. Ruy Serafim de Teixeira Guerra

Clube do Concreto • Projetos Estruturais em Concreto Pré-fabricado e Tecnologia do Concreto

Ler Mais

Pavimentos Industriais -Considerações

Clube do Concreto • Pisos Industriais

Piso Industrial de Concreto: o que define a alta performance

Um bom piso industrial não depende apenas da resistência do concreto. Ele nasce do projeto certo, da base bem preparada e da execução cuidadosa para evitar fissuras e desgaste precoce.

Fábricas e centros logísticos exigem mais do que um piso “forte”. Exigem um piso funcional, estável e capaz de manter desempenho ao longo do tempo sob tráfego intenso de empilhadeiras.

Resumo direto: um piso industrial de qualidade é resultado de alinhamento entre proprietário, projetista e executor. Quando cada etapa é tratada com seriedade, o piso responde melhor às cargas diárias.

O que define um bom piso industrial?

Um bom piso industrial é aquele que atende ao uso previsto, suporta as cargas de serviço e entrega durabilidade real.

Antes da concretagem

Definir o uso real, as cargas concentradas e a exigência de planicidade e nivelamento.

Durante a execução

Controlar a base, a espessura, o lançamento e garantir uma cura eficiente para evitar perdas.

Preparo de base e armação para piso industrial de concreto em galpão logístico
Preparo de piso de concreto em galpão industrial. A base bem preparada é o alicerce de um piso durável.

Conclusão

Piso industrial bem executado não nasce por acaso. Ele é fruto de decisões técnicas corretas tomadas desde a fase de projeto até o acabamento final.

Comentário do Engenheiro

O que a prática ensina sobre pisos industriais

Piso industrial mal planejado custa caro na operação. Quando bem feito, ele se torna um ativo invisível que garante a fluidez e a segurança do negócio por décadas.

Assinatura
Eng. Ruy Serafim de Teixeira Guerra

Clube do Concreto • Projetos Estruturais em Concreto Pré-fabricado e Tecnologia do Concreto

Ler Mais

Pavimentos Industriais: O Planejamento da Execução

Planejamento e execução de piso industrial de concreto: equipe trabalhando no nivelamento e acabamento
Clube do Concreto • Planejamento e Execução

Piso industrial de concreto: erros que causam fissuras e como evitar

Do projeto ao corte das juntas, veja os cuidados que realmente fazem diferença no desempenho e na durabilidade de um piso industrial.

Resumo: um piso industrial de qualidade não depende apenas do concreto. Ele depende de projeto, base bem executada, concretagem controlada e corte correto das juntas.

1. O bom piso industrial começa no projeto

O projeto de um piso industrial precisa considerar o controle da fissuração, a prevenção de empenamentos e as tolerâncias superficiais. Um piso bem executado nasce de um projeto bem pensado.

2. A placa-teste ajuda a evitar prejuízos

Executar uma placa-teste funciona como um ensaio geral. Com ela, a equipe valida o desempenho do concreto, o nivelamento e o ritmo correto de corte das juntas antes da produção definitiva.

3. O subleito e a sub-base

Não existe piso de qualidade sobre uma base mal preparada. O subleito precisa de compactação adequada e a sub-base deve garantir a uniformidade de apoio da placa de concreto.

4. Concretagem e Acabamento

O acabamento mecânico deve ocorrer no momento certo. Um erro comum é aspergir água sobre a superfície durante o acabamento, o que pode prejudicar seriamente a qualidade final e a resistência ao desgaste.

5. Cura e Juntas

A cura mínima de 7 dias é essencial para evitar retração excessiva. Já o corte das juntas deve ser feito o mais cedo possível para induzir a fissuração nos locais previstos e evitar trincas aleatórias.

Conclusão

No piso industrial, planejamento e execução caminham juntos. Quando há alinhamento técnico e respeito ao método executivo, o resultado é um piso durável, seguro e econômico.

Comentário do Engenheiro
O que a prática ensina sobre planejamento

Piso bom começa antes da concretagem. Começa no projeto, na base e no alinhamento da equipe. Respeitar a sequência executiva é o que garante que o investimento não vire custo de manutenção depois.

Assinatura
Eng. Ruy Serafim de Teixeira Guerra

Clube do Concreto • Projetos Estruturais em Concreto Pré-fabricado e Tecnologia do Concreto

Ler Mais

Como fazer para amarrar o arame?

Temos abaixo seis tipos de amarrações com arame recozido. Seu uso varia de acordo com o tipo de produto que está sendo fabricado.


1. Laço Rápido: Trata-se de passar na diagonal de arame em torno dos dois ferros, com os dois pontos para cima, para, em seguida, torcê-los com uma torques até que eles são apertados, cortando as pontas sobras ou curvá-los para dentro. Este tipo de laço é o mais comum em lajes e peças planas.

2. Duplo fio de amarração: é uma versão semelhante à anterior, mas neste caso, o arame é dobrado utilizado para suportar os ferros de maior diâmetros , os mais pesados

3. Amarre de abraçadeira: este de um tipo muito eficaz, mas relativamente complicado, mas não tem o mesmo efeito de torque nas travessas, é utilizado em armaduras de tubos de concreto e em vigas para pontes. Neste tipo de amarração, o fio é passado em torno do meio de um dos ferros, causando uma abraçadeira com meia volta para ambos os lados, em seguida, ambas as extremidades suportar no outro ferro, puxando-os para a frente e abraçar o primeiro ferro, onde as extremidades são torcidas para cortar o excesso.

4. Amarre de Paredes : É um laço em que você passar o fio ao redor da barra vertical do cruzamento, dando-lhe voltas e meia, passando diagonalmente em torno da interseção e torcendo as duas extremidades juntos, até que a união fique firme para depois fazer o corte.

5. Amarra torcido: Uma variedade do amarre de abraçadeira, mas mais firme e é usado, geralmente em grades ou grelhas pesados onde devem ser levantados por uma grua ou de outro equipamento. Neste caso, o fio faz uma volta completa em torno de uma barra, em seguida, proceder a rodear o cabo de amarração e que deve passar sobre a outra barra, em paralelo ou em diagonal e torcendo as duas extremidades para dar o corte.

6.Laço transversal: Este laço em forma de 8, tem a vantagem de causar pouco ou nenhum escorregamento das barras.

3779
Ler Mais

Control-CA Versão basica

 

Chegamos agora à fase final do lançamento do Control-CA , o aplicativo de blog para gerenciamento de controles de aceitação de materiais estruturais .

Antes de encerrar esta apresentação, quero dar a vocês a oportunidade de experimentar o aplicativo em primeira mão , sem qualquer compromisso.

A partir de hoje, você pode baixar a versão BÁSICA gratuitamente.

Disponibilizei uma versão BASIC gratuita do Control-CA , projetada para:

  • Explore a interface do aplicativo;
  • Compreender a lógica de funcionamento ;
  • Avalie se a ferramenta é adequada à sua forma de trabalhar.
A versão BASE pode ser baixada gratuitamente e usada como ambiente de avaliação. Você pode acessar o download gratuito e direto através do seguinte link :

Baixe a versão BASE do Control-CA (clique aqui) >>


Control-CA Base vs. Premium: Eis as diferenças

A versão Básica inclui recursos limitados em comparação com a versão Premium . A versão Premium, objeto da oferta introdutória, inclui:

  • Gestão completa dos controles de aceitação em concreto e aço;
  • Geração automática de relatórios em formato PDF;
  • geração de modelos de relatórios de amostragem ;
  • Gestão avançada do arquivo de controle e dos resultados dos testes laboratoriais ;
  • Sistema de licenciamento com transferência autônoma entre dispositivos;
  • Todas as funcionalidades que mostrei nas newsletters dos últimos dias (você pode encontrá-las listadas na página oficial do aplicativo ).
A versão BÁSICA é para avaliação , a versão Premium é para uso real .

Últimos dias antes do término da oferta de lançamento

Estamos realmente ficando sem tempo . Lembro que a oferta de lançamento da Control-CA é válida somente até 5 de janeiro . Você pode aproveitá-la no seguinte link:

Baixe o Control-CA (clique aqui) >>

Se você está pensando em usar o aplicativo, agora é um bom momento para experimentá-lo e tomar uma decisão informada.
No meu próximo e-mail, na segunda-feira, 5 de janeiro, encerrarei oficialmente a fase de lançamento.

Até breve,
Marco
Ler Mais

Control-CA : o novo aplicativo

 

Faltam apenas alguns dias para o lançamento do Control-CA , o novo aplicativo para gerenciar as verificações de aceitação de materiais estruturais em canteiros de obras.

Antes de revelar outros recursos da mais recente adição ao blog, neste e-mail quero abordar um tópico relacionado a testes de aceitação concretos, especificamente os testes do tipo B. Analisaremos em detalhes quando eles são necessários e como realizá-los.

Boa leitura!

Controles do tipo B em concreto: o elemento discriminante

Os controles de aceitação em concreto estrutural são divididos em dois tipos: tipo A e tipo B. A característica distintiva que permite identificar o tipo de controle a ser realizado é o volume de mistura homogênea de concreto necessário para a construção de toda a obra .

O Regulamento Técnico estabelece o volume limite que permite identificar o tipo de controle em 1500 m³ . Em resumo:
  • Se a construção de toda a obra exigir um volume de mistura de concreto homogêneo menor ou igual a 1500 m³ , serão realizadas várias verificações do tipo A , cada uma realizada em um máximo de 300 m³ ;
  • Caso a construção de toda a obra exija um volume superior a 1500 m³ , serão adotados controles do tipo B.
Um volume de concreto igual ou superior a 1500 m³ é geralmente alcançado em obras estruturais de grande escala , não se aplicando à construção comum .

Vou dar alguns exemplos de obras que podem ser caracterizadas por volumes de concreto desse tamanho:
  • Infraestrutura ( pontes, metrô, túneis, etc. )
  • Obras hidráulicas ( barragens, bacias de retenção, tanques industriais, docas portuárias, etc. )
  • Obras industriais ( usinas de energia, estações de tratamento de água ou de resíduos, etc. )
  • grandes edifícios de vários andares ( arranha-céus de média a alta altura, hospitais, centros comerciais, etc. )

Controles de aceitação do tipo B: como usar a abordagem estatística

Na construção de obras estruturais que requerem o uso de mais de 1500 m³ de mistura homogênea de concreto. O controle estatístico de aceitação é obrigatório.

Os resultados experimentais podem ser interpretados utilizando métodos abrangentes de análise estatística , assumindo a lei de distribuição mais apropriada. Normalmente, adota-se uma distribuição probabilística normal (ou gaussiana) — o clássico gráfico em forma de sino , por assim dizer.

A partir dos valores de resistência à compressão obtidos nos ensaios de compressão dos corpos de prova de concreto, são calculados o valor médio , o desvio padrão , o coeficiente de variação ( razão entre o desvio padrão e o valor médio ) e os valores de resistência correspondentes aos percentis de 5% e 1% da distribuição normal.

Verificações do tipo B: execute-as rapidamente no Control-CA

Graças ao aplicativo Control-CA , você pode realizar testes estatísticos de aceitação automaticamente , fornecendo como entrada os resultados dos testes de resistência realizados nos corpos de prova de concreto.

Você receberá um relatório detalhado sobre o controle de volume, a adequação de cada retirada e o resultado geral da verificação de aceitação.

Você também poderá visualizar o gráfico da distribuição normal ( ou gaussiana ) calculado com base nos resultados dos seus testes e os histogramas das distribuições de densidade de probabilidade reais.

Faltam poucos dias: Control-CA está chegando!

Estamos quase lá. Faltam apenas 4 dias para o lançamento do novo aplicativo Control-CA. O download estará disponível em breve. A partir de segunda-feira, 22 de dezembro . Reserve a data!

Graças ao Control CA, você pode gerenciar verificações de aceitação tanto para concreto do tipo A quanto do tipo B.

Você poderá arquivar os resultados dos testes de resistência para cada verificação realizada e analisar os resultados utilizando a abordagem estatística para verificações do tipo B.

Um assistente irá orientá-lo no processo de determinação do número de testes e verificações a serem realizados de acordo com as normas técnicas vigentes, evitando assim erros .

Na segunda-feira, 22 de dezembro, você receberá um e-mail com um link exclusivo para download e poderá aproveitar a oferta de lançamento, válida por apenas alguns dias.

Como sempre, fique de olho na sua caixa de entrada.

Falaremos novamente em breve.
Marco
Ler Mais

Control-CA

 

Bom dia Ruy Guerra,

Esta semana, vamos discutir os testes de concreto fresco na obra. Especificamente, abordaremos um teste simples e rápido: o teste de abatimento . Descobriremos o que é, como realizá-lo e por que ele pode ser muito útil para avaliar a adequação do concreto na obra.

Antes de abordarmos o tema desta semana, vou dar uma breve prévia de uma novidade que estará disponível em breve.

Simplifique suas tarefas de gerenciamento de construção: Control-CA estará disponível em breve!

Tenho o prazer de anunciar que o Control-CA , o novo aplicativo para gerenciar verificações de aceitação de concreto e aço em canteiros de obras, registrar resultados de testes de resistência e gerar relatórios de amostragem e outros relatórios , será lançado em breve.

A gestão das verificações de aceitação pela Gestão de Construção é um tema que me é particularmente caro. Nos últimos meses, tenho trabalhado num novo recurso concebido para simplificar o trabalho dos técnicos que gerem a Gestão de Construção e são responsáveis ​​por garantir a correta execução das verificações de aceitação dos materiais estruturais na obra. Darei mais detalhes no final deste e-mail.

Teste de abatimento: a consistência do concreto medida em alguns passos simples.

ensaio de abatimento é um teste rápido , simples e barato que pode revelar a consistência do concreto fresco. Ele permite determinar se o concreto que chega à obra está de acordo com o traço especificado e se é adequado para os elementos estruturais a serem construídos.

Para realizar o ensaio de abatimento , utiliza-se o cone de Abrams . Cone metálico truncado padronizado com 30 cm de altura, diâmetro da base de 20 cm e diâmetro do topo de 10 cm.

Para realizar o teste o cone está preenchido três camadas sucessivas , compactando cada camada com 25 tiros do pilão.

Em seguida, o cone é removido verticalmente e mede-se o abatimento do concreto, ou seja, a diferença de altura entre o cone e o ponto mais alto do concreto desmoronado, para avaliar sua consistência e trabalhabilidade .

A subsidência medida permite identificar a classe de consistência do concreto. Abaixo estão as possíveis classes de consistência e as faixas de subsidência relativas no cone que as definem:
  • S1 (Úmido) : 0-40 mm
  • S2 (Plástico) : 50-90 mm
  • S3 (Semifluido) : 100-150 mm
  • S4 (Fluido) : 160-210 mm
  • S5 (Superfluido) : >220 mm
Identificar a classe de consistência do concreto fresco permite determinar se ele é adequado para uma aplicação específica. Por exemplo, a concretagem de rampas inclinadas ou telhados exigirá um concreto de consistência semifluida (S3), enquanto a concretagem de vigas com armadura de baixa folga ou juntas viga-pilar com altos níveis de armadura exigirá um concreto de consistência superfluida (S5).

Control-CA: o novo aplicativo para gerenciar verificações de aceitação em materiais estruturais.

O novo aplicativo Control-CA estará disponível para download na segunda-feira, 22 de dezembro .

Na newsletter da próxima semana, contarei em detalhes todas as novidades, mas já posso adiantar que será possível:
  • Registrar testes no local de forma rápida e organizada;
  • Arquiva automaticamente os cheques e baixa relatórios claros;
  • Tenha sempre à mão os valores de referência e os requisitos regulamentares .
Chega de folhas espalhadas , planilhas desorganizadas ou dados perdidos em alguma pasta do seu computador. Você terá todas as suas informações organizadas e armazenadas de forma orgânica e sistemática.

Um assistente irá orientá-lo no processo de determinação do número de testes e verificações a serem realizados de acordo com as normas técnicas vigentes, evitando assim erros .

Por enquanto, não vou revelar mais nada, mas se você trabalha com verificações de aceitação em canteiros de obras, garanto que o Control-CA será muito útil.

Até segunda-feira que vem. Revelarei mais detalhes.
Tenha uma boa semana!

 SUA ÁREA PRIVADA
Para baixar todos os recursos gratuitos que enviei aos assinantes até o momento, você pode acessar a área privada do blog se já for um usuário registrado. Caso contrário, será necessário se cadastrar primeiro.
Entrar | Cadastrar-se
Logo_Riflesso_rev01
Marco De Pisapia
Ler Mais
 
Clube do Concreto . | by TNB ©2010