Dosagem do concreto Abrams versus Ruy - parte 2

7 de outubro de 2013

Agora vejamos porque onde está a curva de Fuller dentro das 27 curvas de Abrams, primeiro olhe o gráfico da página 19 da tradução do livro de Duff Andrew Abrams pelo professor Eduardo C. S. Thomaz, “Design of Concrete Mixtures” ( Projeto de misturas de concreto ) o Link é: http://aquarius.ime.eb.br/~webde2/prof/ethomaz/cimentos_concretos/abrams_dosagem_rev11.pdf

As 27 curvas de Abrams são :


Agora estas curvas das 27 granulometrias enquadradas com as curvas de máximo e minimo da DIN1045:

E agora estas curvas das 27 granulometrias com as da Din1045 e a curva de Fuller:


Pode-se observar que a curva de Fuller é a média dos máximos e mínimos das curvas da Din1045. Com exceção na área dos finos.(entre as curvas verde e laranja, zona 3 da DIN1045)

Existem muitas curvas para sugestão de enquadramento mas, todas elas se baseiam na curva "MÃE" de FULLER.

Cuvas de blocos da Besser: http://www.clubedoconcreto.com.br/2013/08/faixas-granulometricas-para-que.html


Faixas de tubos Pfeiffer: http://www.clubedoconcreto.com.br/2013/06/tubos-curvas-pfeifferfuller.html

As de Lobo Carneiro também são, as farei posteriormente.

Então todas os máximos e mínimos teem como média a curva "MÃE" de FULLER.

Fica então como lógico se procurar uma menor dispersão para se enquadrar a curva da mistura a curva de Fuller, este enquadramento é por meio do comando SOLVER. O ajuste a curva da mistura a curva de Fuller é feita de forma muito simples e matematicamente com a menor dispersão possível. 

Eng. Ruy Serafim de Teixeira Guerra


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