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Abacos Montoya

Exemplos de cálculos de pilares, com o livro e ábacos em anexo, de Montoya






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Kaizen


4.1 O QUE É?

Uma ferramenta de redução de custos através da melhoria contínua das rotinas empresariais pela correção das causas das falhas verificadas no produto ou serviço.

4.2 RESULTADOS ESPERADOS

Redução de custos pelo envolvimento de todo o pessoal na melhoria contínua das rotinas, transformando todo o quadro de funcionários em "resolvedores" de seus próprios problemas. Aumento do senso de responsabilidade do pessoal.

4.3 CARACTERÍSTICAS

A palavra japonesa Kaisen significa uma contínua melhoria e se aplica à melhorias incrementais nos processos de uma empresa ou organização. Ela se aplica e se confunde com a ferramenta principal de promoção e geração de melhorias, o tratamento das "anomalias" do trabalho.

Chamamos "anomalia" a qualquer resultado indesejado de um serviço ou tarefa, de modo que os principais alvos para a geração de melhorias através do Kaisen podem ser, por exemplo:
· Atrasos;
· Defeitos;
· Inutilização de materiais;
· Desperdícios de toda sorte;
· Paradas imprevistas;
· Faltas de materiais.

Em todos os casos, se bem aplicada a técnica, cada causa será eliminada e os resultados serão os melhores possíveis e, muitas vezes, surpreendentes!

Através do Kaisen, autorizamos as pessoas a agir na correção de problemas e lhes ensinamos como fazê-lo corretamente. As pessoas aprendem a buscar as causas, ao invés dos "culpados" , conseguindo-se com isto soluções efetivas e, de quebra, um ambiente de maior entendimento e melhores relacionamentos entre a equipe.

Com o Kaisen, abate-se a cultura de "varrer a sujeira para debaixo do tapete", a cultura da tolerância com as falhas e perdas de todo tipo.

Mobiliza-se toda a equipe para o combate aos erros e aos desperdícios, em todos os aspectos e por toda a organização.

Ao contrário do que se supõe normalmente nas empresas, os erros são muito mais de responsabilidade da chefia e gerência, que simples descuido ou indolência do pessoal operacional. Notoriamente, verifica-se que as causas estão, na maioria absoluta dos casos, numa destas categorias:
· Falta de treinamento no método.
· Método inadequado de trabalho;
· Falta de treinamento no método.

O que se revela ao implantarmos o Kaisen, como de resto ao implantarmos qualquer programa de gerenciamento participativo é que, na realidade, todas as pessoas gostam, apreciam e têm grande orgulho em fazer corretamente o seu trabalho, e se decepcionam quando este não apresenta os resultados esperados. E que só deixam de desempenhar corretamente o serviço quando uma das três condições acima ocorre.

E mais: revela-se que, como as pessoas apreciam e buscam a satisfação do trabalho bem feito, é na verdade muito fácil as mobilizar para contribuir para a melhoria, através da identificação das causas e da criação dos mecanismos necessários para que as falhas e erros não tornem a ocorrer.

Desta forma, temos um duplo efeito benéfico: além de contribuírem para a solução dos problemas da empresa ou organização, os funcionários também passam a se sentir mais satisfeitos, o que os torna mais produtivos e mais interessados em contribuir, num círculo virtuoso em que todos ganham, e que se acelera continuamente.

Passe a contar com a contribuição de todo o seu pessoal para a melhoria dos processos da organização através do Programa Kaisen de Melhoria Contínua
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Manual de Aplicação de Pavers de Euroadoquin

Manual para aplicação de pavers:


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Planilhas Tabelas Calculos Lajes

Planilha com dados para cálculos de lajes:


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5'S


O Programa dos 5 S's, como é conhecido no Japão; Housekeeping, nos países de língua inglesa; Teoria da Escova ou da Vassoura, em espanhol;consolidou-se no Japão a partir da década de 50.

Inicialmente buscava-se a reconstrução daquele País, e os 5 S's basicamente representam um programa, um método que busca a eliminação de desperdícios.

Podemos, modestamente, definir que desperdício é tudo aquilo que consome algum tipo de recurso, porém não agrega o mínimo valor que seja a qualquer processo.

A partir deste movimento, de reconstrução do País, a manutenção do Programa nas indústrias foi simplesmente a confirmação de que aquilo que é bom, que traz benefícios e melhorias deve permanecer.

3.1 OS 5Ss

Seiri Senso de Utilização
Seiton Senso de Ordenação
Seisou Senso de Limpeza
Seiketsu Senso de Saúde
Shitsuke Senso de Autodisciplina

· Senso de Utilização é ter noção da utilidade dos recursos que temos a nossa volta e separar que é útil de o que não é. Ficar só com o que é útil.
 · Senso de Ordenação é colocar as coisas no lugar certo; é fazer as coisas na ordem certa.
· Senso de Limpeza é tirar o lixo, a poluição; evitar sujar, evitar poluir.
· Senso de Saúde é padronizar comportamento e valores de modo que tenhamos saúde. Física e mental para nós e também no ambiente. Saúde também da escola que cumpre seu papel sem traumas, da empresa que mantêm seu fluxo de caixa sempre positivo.
 · Senso de Autodisciplina é a autogestão, cada um se cuidando, não se esquecendo de praticar os 5 S’s para ficar cada vez melhor.

3.2 VANTAGENS DO 5S

· Se ocupará menor espaço;
· Haverá espaço para ser ocupado com outras coisas;
· Eliminação do excesso de ferramentas, formulários, gavetas, armários, prateleiras, depósitos, estantes, etc.
· Descarte de objetos obsoletos, permitindo um melhor controle da vida útil de cada um deles;
· Se eliminam partes e peças de reposição de modelos obsoletos;
· Ganho de tempo na procura e localização de material necessário a execução do trabalho;
· Ganho de tempo com inventários, menor quantidade de itens a inventariar;
· Redução dos estoques e dos espaços destinados a almoxarifado e armazéns;
· Menores recursos de mão de obra para manter controlar estoques e almoxarifados;
· Queda constante nos níveis de desperdício até eliminá-lo totalmente;
· Melhora no ambiente de trabalho, tanto se falando do aspecto físico como do aspecto de relacionamento humano;
· Redução no número de acidentes; elevação do aspecto moral das pessoas;
· Crescimento da iniciativa das pessoas com relação aos processos do negócio;
· Germinação da administração participativa;
· Desenvolvimento da criatividade das pessoas envolvidas com o negócio;
· Aumento dos ganhos com o aumento da produtividade e a redução dos desperdícios; baixíssimo custo de implantação;
· Quase nenhum custo operacional de manutenção do programa;
· Não necessita de uso de máquinas, computadores e programas de computação complicados ou sofisticados;
· Germinação e florescimento do processo de melhoria contínua ( kaizen );
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Pavimentação com Blocos Intertravados - SENAI

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Pavimento Intertravado: Uma solução Universal


 A história dos pavimentos de peças pré-moldadas se confunde com a história do primeiro pavimento que se construiu com superfície durável, há cerca de 30 séculos: a cobertura do terreno com a colocação de pedras em estado natural, que foi a origem dos pavimentos. Mas, os veículos de tração animal exigiam uma superfície de rolamento mais uniforme. Passou-se, então, a talhar as pedras para conseguir um melhor ajuste entre elas. Pode-se dizer que assim se construiu o primeiro pavimento de peças pré-moldadas. Com a invenção do automóvel, tornou- se pouco econômico e nada prático talhar as grandes quantidades de pedras que o ritmo de pavimentação exigia. Começou-se, pois, a utilizar a argila cozida para a fabricação das peças, com resultados aceitáveis apesar do rápido desgaste. Após a 2ª Guerra Mundial, a reconstrução da Europa estimulou a substituição dos blocos de argila por peças de concreto. No Brasil, essa técnica surge nos anos 70, mas sua aplicação muitas vezes não obedeceu aos critérios técnicos mínimos necessários, prejudicando a imagem dos blocos de concreto para a pavimentação. Enquanto isso, em diversos outros países, crescia o emprego do pavimento com peças pré-moldadas de concreto, notando-se um grande desenvolvimento nas técnicas de dimensionamento, construção, materiais e também na normalização.

Características funcionais

As vantagens e a simplicidade dos processos de construção e controle destes pavimentos são conhecidas pelo meio técnicas: qualidades estéticas, versatilidade do material, facilidade de estocagem e homogeneidade. No entanto, algumas de suas propriedades merecem ser ressaltadas: permitem a utilização imediata do pavimento; impedem a transmissão e o aparecimento na superfície do pavimento de eventuais trincas das camadas de base; têm a capacidade de manter a continuidade do pavimento mesmo quando sujeitos a acomodações do subleito; permitem fácil reparação quando ocorre assentamento do subleito que comprometa a capacidade estrutural do pavimento; há facilidade de acesso às instalações de serviços subterrâneas e posterior reparo, sem marcas visíveis; permitem a reutilização das peças de concreto; são de fácil execução; as peças de concreto são de alta qualidade, o que lhes confere durabilidade e resistência à abrasão, indispensáveis aos pavimentos industriais e portuários; resistem ao ataque de óleos e ao derramamento de combustíveis; requerem pouca ou nenhuma manutenção; não exigem mão-de-obra especializada e nem de equipamentos especiais, o que permite criar várias frentes de trabalho e economia de tempo de construção; os materiais utilizados na construção chegam à obra já pronta para aplicação, sem necessidade do emprego de processos térmicos ou químicos; podem ter simultaneamente grande capacidade estrutural e valor paisagístico; facilitam a incorporação de sinalização horizontal pela utilização de peças coloridas; o controle de qualidade dos materiais empregados (peças de concreto, areias etc.) pode ser feito em seus próprios centros de produção; propiciam visibilidade superior à das superfícies de asfalto, tanto à luz do dia quanto à luz artificial, independentemente de sua coloração; as peças de concreto apresentam menor absorção de a luz solar, o que evita o desconforto da elevação exagerada da temperatura ambiente como ocorre com os pavimentos de cores escuras; é o pavimento mais permeável, propiciando micro drenagem das águas pluviais.

Intertravamento

Os pavimentos intertravados têm a seção transversal típica mostrada na Figura 1, abstraídos eventuais abaulamentos ou caimentos e dispositivos de drenagem. A construção dos pavimentos intertravados é simples: basta assentar os blocos sobre uma camada de areia grossa, compactar a superfície e, em seguida, espalhar areia fina para o preenchimento das juntas. Depois, devem-se compactar as peças novamente até que as juntas estejam totalmente preenchidas com areia. Dessa forma, consegue-se o intertravamento das peças, estado desejável para o bom desempenho do pavimento. Para alcançar o travamento adequado, este tipo de pavimento requer sempre algum tipo de contenção lateral, comumente meios-fios. No pavimento, as peças pré-moldadas de concreto comportam-se como uma camada flexível e única devido à propriedade de intertravamento. É o intertravamento que proporciona resistência a estes pavimentos e os diferem dos demais. Depois de intertravadas, as peças de um pavimento adquirem a capacidade de resistir a movimentos de deslocamento individual, seja ele vertical, horizontal, ou de rotação em relação a suas vizinhas. Um bom travamento confere às peças de concreto a capacidade de transmitir as cargas superficiais aplicadas em pequenas áreas, ampliando-as a áreas mais extensas nas camadas de base, mantendo as tensões no subleito dentro de limites admissíveis.

Desempenho com o tempo

A propriedade de distribuição das cargas vai melhorando com a utilização do pavimento, que produz progressivamente um estado de travamento total chamado intertravamento. A camada de rolamento vai adquirindo maior rigidez, e as peças pré-moldadas de concreto deixam de constituir uma mera camada de rolamento para transformar-se numa camada estrutural. O preenchimento das juntas com areia promove diminuição das deflexões e aumento da capacidade de suporte do revestimento do pavimento. É necessário que exista uma capacidade adequada de suporte da base para o desenvolvimento do intertravamento. No entanto, há indicações de que uma rigidez muito elevada da base possa inibir a ocorrência do fenômeno. Há algumas evidências de que o intertravamento possa ocorrer mais rapidamente em pavimentos cujas juntas entre as peças de concreto são mais estreitas (há, no entanto limites a serem observados quanto a esta largura das juntas). Normalmente especifica-se que a largura das juntas entre as peças de concreto esteja compreendida no intervalo de 3 mm ± 1 mm. Os valores típicos adotados são 2,5 mm - 3 mm.

Fatores para o desempenho

Peças pré-moldadas - A propriedade de distribuição de esforços das peças intertravadas depende essencialmente de seu formato, arranjo e espessura. A resistência à compressão das peças tem, neste aspecto, pouca influência. Não há um consenso entre os pesquisadores quanto à influência do formato das peças, como se verá mais adiante; no entanto, há uma concordância quanto ao comportamento do pavimento em função da espessura e do arranjo de assentamento das peças.

Arranjo - Tanto a aparência estética como o desempenho dos pavimentos intertravados são afetados significativamente pelo arranjo de assentamento adotado. Há consenso entre pesquisadores quanto à hierarquia dos melhores arranjos. Em condições de tráfego intenso, o arranjo. A espinha-de-peixe é considerada o mais adequado, devido à sua boa resposta frente ao fenômeno de escorregamento analisado em relação ao travamento horizontal. A Figura 2 mostra os tipos de arranjos mais utilizados.

Formato - O formato das peças de concreto também influi no desempenho do pavimento. Alguns formatos típicos são mostrados na Tabela 1. O processo de seleção de um formato para as peças pode ser problemático e controverso. A seleção do tipo ótimo de peça deve ser guiada pelas seguintes considerações:a melhor capacidade de distribuição de tensões; facilidade de assentamento.

Espessura - Recomenda-se que as peças devam ter espessuras mínimas de 6 cm, para pavimentos com tráfego leve, 8 cm para aqueles submetidos ao tráfego de veículos comerciais e 10 cm para casos especiais. Resistência Mecânica - Estudos mostram que a resistência à compressão uniaxial das peças, dentro de uma faixa de 35 Mpa a 55 Mpa, não tem influência no comportamento estrutural dos pavimentos sob carga de veículos comerciais de linha. Outros fatores, referentes à durabilidade são os que influem na fixação de resistências mínimas. Na Europa e nos EUA, as resistências exigidas variam de 50 Mpa a 60 Mpa, valores que estão associados diretamente aos fenômenos de congelamento descongelamento e à ação de sais descongelantes. Na Austrália e África do Sul, que têm climas mais amenos, aceitam-se resistências menores. No Brasil, a norma NBR 9781 (Peças de Concreto para Pavimentação - Especificação) estipula que a resistência característica estimada à compressão das peças, calculada de acordo com a NBR 9780 (Peças de Concreto para Pavimentação. Determinação da Resistência à Compressão. Método de ensaio), deve ser 35 Mpa para as solicitações de veículos comerciais de linha ou 50 Mpa quando houver tráfego de veículos especiais ou solicitações capazes de produzir acentuados efeitos de abrasão. Ao considerar que tanto Austrália como África do Sul é alguns dos países com maior experiência neste tipo de pavimento e que têm afinidade climática com o Brasil, é lógico acolher, neste aspecto, recomendações semelhantes às destes países. As resistências características à compressão exigidas na Austrália são de 35 Mpa para tráfego leve e 45 Mpa para os demais. Na África do Sul, estes valores são, respectivamente, iguais a 25 Mpa e 35 Mpa.

Camada de areia  - A camada de areia serve de base para o assentamento das peças pré-moldadas de concreto. Ela deve proporcionar uma superfície regular onde se possa assentar as peças e acomodar suas tolerâncias dimensionais de fabricação e aquelas relativas à regularidade da superfície de rolamento do pavimento. A camada de areia funciona também como uma barreira à propagação de eventuais fissuras da base e como fonte de areia para preencher as partes mais baixas das juntas. Ensaios e análises feitos no Japão mostram que o aumento da espessura da camada de areia de assentamento não contribui para o efeito de dispersão das cargas atuantes. Uma espessura excessiva torna-se uma fonte potencial de deficiências e assentamentos. Recomenda- se que a camada de areia tenha de 3 cm a 4 cm de espessura após a compactação das peças.

                Reportagem: Abdo Hallack

                Engenheiro, especialista em Pavimentação                        da ABCP






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Planilha Calculo de Aduelas

Eis abaixo o link para calculo de aduelas:



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