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Ensaios Simplificados do Concreto



Pesquisadores estão estudando um novo método de ensaio que poderá no futuro, fazer parte dos procedimentos de controle tecnológico do concreto. O francês Michel S. Lorrain, professor do Instituto Nacional de Ciências Aplicadas de Toulouse, esteve no mês de outubro em Curitiba para apresentar, no 51o Congresso Brasileiro do Concreto, o desenvolvimento de suas investigações sobre o Pull-out Test, ou Ensaio de Arrancamento.

Procedimento simplificado, o ensaio consiste na verificação da força necessária para arrancar uma barra metálica aderida a um corpo de prova. As pesquisas mostram que existe uma forte correlação entre esta força de arrancamento e a resistência à compressão do concreto. A vantagem é que, sendo menos complexo e mais barato que os tradicionais ensaios de rompimento de corpos de prova, seria possível aos construtores realizar mais testes e acompanhar mais facilmente a evolução da resistência do concreto.

Quando os conhecimentos sobre o assunto estiverem consolidados, pesquisadores acreditam que o ensaio possa ser normalizado, inclusive pela ABNT. Coordenada pela professora Mônica Pinto Barbosa, do Departamento de Engenharia Civil da UNESP (Universidade Estadual de São Paulo) Ilha Solteira, uma rede de pesquisadores brasileiros também está investigando o Pull-out Test. Participam da iniciativa a UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), a PUC (Pontifícia Universidade Católica) Campinas e o Cefet-MG (Centro Federal de Educação Tecnológica).

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Capeamento de Blocos

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Concreto Armado

Estão fazendo concreto armado...




E como pagar um mico:                                                                                                                                    



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Video Alvenaria Estrutural com Blocos de Concreto/ABCP

Vídeo alvenaria Estrutural com Blocos de Concreto/ABCP :

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Video de Assentamento de Paver/ABCP

Confira abaixo o vídeo da ABCP sobre execução de pavimento intertravado:
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Planilha com 2700 Composições de Preços Unitários

2.700 composições de preços unitários

Link:http://www.ebah.com.br/content/ABAAAgDx8AH/2700-composicoes


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Abacos Montoya

Exemplos de cálculos de pilares, com o livro e ábacos em anexo, de Montoya






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Kaizen


4.1 O QUE É?

Uma ferramenta de redução de custos através da melhoria contínua das rotinas empresariais pela correção das causas das falhas verificadas no produto ou serviço.

4.2 RESULTADOS ESPERADOS

Redução de custos pelo envolvimento de todo o pessoal na melhoria contínua das rotinas, transformando todo o quadro de funcionários em "resolvedores" de seus próprios problemas. Aumento do senso de responsabilidade do pessoal.

4.3 CARACTERÍSTICAS

A palavra japonesa Kaisen significa uma contínua melhoria e se aplica à melhorias incrementais nos processos de uma empresa ou organização. Ela se aplica e se confunde com a ferramenta principal de promoção e geração de melhorias, o tratamento das "anomalias" do trabalho.

Chamamos "anomalia" a qualquer resultado indesejado de um serviço ou tarefa, de modo que os principais alvos para a geração de melhorias através do Kaisen podem ser, por exemplo:
· Atrasos;
· Defeitos;
· Inutilização de materiais;
· Desperdícios de toda sorte;
· Paradas imprevistas;
· Faltas de materiais.

Em todos os casos, se bem aplicada a técnica, cada causa será eliminada e os resultados serão os melhores possíveis e, muitas vezes, surpreendentes!

Através do Kaisen, autorizamos as pessoas a agir na correção de problemas e lhes ensinamos como fazê-lo corretamente. As pessoas aprendem a buscar as causas, ao invés dos "culpados" , conseguindo-se com isto soluções efetivas e, de quebra, um ambiente de maior entendimento e melhores relacionamentos entre a equipe.

Com o Kaisen, abate-se a cultura de "varrer a sujeira para debaixo do tapete", a cultura da tolerância com as falhas e perdas de todo tipo.

Mobiliza-se toda a equipe para o combate aos erros e aos desperdícios, em todos os aspectos e por toda a organização.

Ao contrário do que se supõe normalmente nas empresas, os erros são muito mais de responsabilidade da chefia e gerência, que simples descuido ou indolência do pessoal operacional. Notoriamente, verifica-se que as causas estão, na maioria absoluta dos casos, numa destas categorias:
· Falta de treinamento no método.
· Método inadequado de trabalho;
· Falta de treinamento no método.

O que se revela ao implantarmos o Kaisen, como de resto ao implantarmos qualquer programa de gerenciamento participativo é que, na realidade, todas as pessoas gostam, apreciam e têm grande orgulho em fazer corretamente o seu trabalho, e se decepcionam quando este não apresenta os resultados esperados. E que só deixam de desempenhar corretamente o serviço quando uma das três condições acima ocorre.

E mais: revela-se que, como as pessoas apreciam e buscam a satisfação do trabalho bem feito, é na verdade muito fácil as mobilizar para contribuir para a melhoria, através da identificação das causas e da criação dos mecanismos necessários para que as falhas e erros não tornem a ocorrer.

Desta forma, temos um duplo efeito benéfico: além de contribuírem para a solução dos problemas da empresa ou organização, os funcionários também passam a se sentir mais satisfeitos, o que os torna mais produtivos e mais interessados em contribuir, num círculo virtuoso em que todos ganham, e que se acelera continuamente.

Passe a contar com a contribuição de todo o seu pessoal para a melhoria dos processos da organização através do Programa Kaisen de Melhoria Contínua
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