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Cuidados da coleta, moldagem, transporte e armazenamento dos corpos de prova.




Quais os cuidados necessários na coleta do concreto, na moldagem do corpo de prova, transporte e armazenamento?


 A coleta de amostras de concreto fresco deve ser realizada conforme estabelece a ABNT NBR NM 33, para que seja representativa do lote em análise. Essa Norma estabelece que as amostras devem ser tomadas do terço médio da betonada (quantidade de concreto preparado em uma betoneira ou caminhão-betoneira), de forma a evitar alguma heterogeneidade do início ou final da descarga do material.

Para as operações de moldagem dos corpos-de-prova a serem submetidos ao ensaio de ruptura, seu transporte, armazenamento e ruptura à compressão, devem ser seguidas as prescrições das normas ABNT NBR 5738 e ABNT NBR 5739.

A norma de moldagem determina que o diâmetro do corpo-de-prova cilíndrico deve ser igual ou maior a quatro vezes a dimensão máxima característica do agregado graúdo utilizado, ou seja, quando for usado agregado maior do que 25 mm, não se deve empregar moldes cilíndricos de 10 cm x 20 cm, mas sim moldes de 15 cm x 30 cm. As formas devem ser estanques e ter suas dimensões e configuração geométrica conforme as exigências estabelecidas nesse documento.

Nas primeiras idades, os corpos-de-prova devem ficar em local abrigado de intempéries e não devem ser submetidos a nenhum tipo de vibração, impacto ou outra solicitação que possa gerar imperfeições em sua estrutura. Vale salientar que os corpos-de-prova devem permanecer nas formas até no máximo a idade de 48 h.

É fundamental que o transporte dos corpos-de-prova até o laboratório de ensaios seja realizado de forma racional, sem submeter o concreto ainda jovem a condições desfavoráveis que possam interferir em sua integridade. A Norma recomenda o uso de caixas com areia ou materiais que diminuam a possibilidade de choques e evitem a perda de umidade dos corpos-de-prova.

Após a desforma, os corpos-de-prova devem ser mantidos em câmara úmida, com umidade relativa de 95% e temperatura de laboratório (23 ± 2)ºC até o momento do ensaio, que deve ser realizado em prensa classe 1 (conforme a ABNT NBR NM ISO 7500-1) calibrada na escala que será utilizada no ensaio de ruptura prescrito pela ABNT NBR 5739.

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Torquês prática

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rogerio@lavarda.com.br

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Pessoas por metro quadrado





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Cimento omo receber e armazenar - Por cimento Itambé

a) Recebimento do cimento adquirido
No recebimento do cimento na obra, antes da descarga do caminhão, devem ser observados os seguintes itens: * nota fiscal: local de entrega, empresa, quantidade, tipo de cimento, data;
* se a carga está devidamente protegida;
* condições dos sacos: se não estão rasgados e/ou molhados;
* condições do cimento: se não está empedrado ou apresenta sinais de que entrou em contato com a umidade.
Caso ocorra alguma irregularidade, deve-se registrar no verso do conhecimento de frete, solicitar ao motorista que assine a mesma e comunicar a Cia. de Cimento Itambé para que as providências sejam tomadas.
b)- Armazenamento do cimento
O cimento ensacado deve ser armazenado sobre estrados de madeira, mantendo as pilhas de cimento afastadas das paredes e do piso. O empilhamento máximo de sacos é de 10 (dez) unidades (figura 09). Poderão ser empilhados 15 (quinze) sacos, se o período de estocagem não ultrapassar quinze dias. O local de estocagem deve ser coberto e protegido das intempéries, sem umidade excessiva e outros fatores que prejudiquem a qualidade do cimento. As pilhas deverão ser formadas de maneira que permita com que os sacos de cimento mais velhos sejam utilizados primeiro.
Figura 09 – Armazenagem

c)- Prazo de validade
Observar o prazo de validade do cimento. Segundo as normas brasileiras, o cimento armazenado a granel ou contêiner por mais de seis meses, ou armazenados em sacos por mais de três meses, deve ser reensaiado. A Itambé recomenda o consumo dentro do prazo de sessenta dias, atendendo às condições climáticas da região.
d)- Utilização

O cimento não poderá sofrer contaminação, mesmo que seja com os agregados e outro material que venha a ser utilizado para obtenção do concreto e da argamassa. Se o cimento ensacado entrar em contato com a umidade, este se hidratará e perderá resistência, o que comprometerá o seu uso.
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Como armazenar o cimento em saco? (2)

Esta é uma publicação da http://civilgeeks.com:

Somente quando o cimento está bem protegido pode manter suas qualidades e assegurar a utilização máxima da sua qualidade.


Conservação dos Sacos de Cimento
  • Os depósitos devem ser ventilados para evitar o acúmulo de umidade. Ao nível do teto é aconselhável se ter janelas para circulação do ar (uma boa prática é usar exaustores).
  • Radier do piso deve ser em concreto, azulejos ou rebocados. Se este depósito é de madeira, as placas onde ficam o cimento devem ser de 10 cm. solo. O afastamento das paredes deve permitir que os sacos de fiquem afastados em pelo menos 50cm.
  • Não se deve estocar mais do que 12 sacos por fiada para evitar a compactação do concreto e facilitar o manuseamento.
  • Você deve manter o controle de recepção e despachar os sacos antigos para evitar que estes antigos fiquem para trás. Recomendamos a utilização do método FIFO (PEP).(primeiro que entra é o primeiro que sai)
  • Não guarde cimento durante o inverno por mais de 30 dias.
  • Não guarde mais do que 3 paletes em altura.
  • Em caso de estocagem de longa duração no depósito, uma recomendação é feita para as medidas acima, rode periodicamente a posição dos sacos.
  •  Cobrir os sacos com uma folha de polietileno no nível do chão.
http://civilgeeks.com/2010/11/12/%C2%BFcomo-proceder-para-un-efectivo-almacenamiento-del-cemento/
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Cimento em saco como armazenar?


O cimento é um produto perecível, portanto é preciso estar atento com os cuidados necessários durante o seu transporte e armazenamento, para conservação de suas propriedades, pelo maior tempo possível, no depósito ou no canteiro de obras. Por esse motivo, a Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) preparou algumas dicas sobre o tema.
Durante o transporte, os sacos devem ser protegidos, por meio de lonas de cobertura e bem acondicionados para evitar rasgos, mas é na armazenagem que a atenção deve ser redobrada. “A estocagem correta do produto é fundamental não só para impedir a perda do produto, mas, principalmente, para evitar alterações das características e propriedades do produto (pega e perda de resistência), o que pode afetar as estruturas e levar a acidentes”, afirma Arnaldo Battagin, técnico responsável pelos laboratórios da ABCP.

O cimento é embalado em sacos de papel kraft de múltiplas folhas. Trata-se de uma embalagem usada no mundo inteiro, sendo adequada para o transporte e para aplicação rápida. Além disso, o saco de papel é o único que permite o preenchimento com o material ainda bastante aquecido, por ensacadeiras automáticas imprescindíveis ao atendimento do fluxo de produção (ao contrário de outros tipos de embalagem já testados, como a de plástico). Mas o saco de papel, apesar de todo o cuidado e adequação da embalagem, não impede a ação direta da água.
“Se o cimento entrar em contato com a água durante o transporte inadequado, sem proteção da chuva, por exemplo, ou durante a estocagem, ele vai empedrar ou endurecer antes do tempo, inviabilizando sua utilização na obra, fábricas de pré-moldados e artefatos de cimento, etc”, explica Arnaldo.
A água é o maior aliado do cimento na hora de elaborar as argamassas e os concretos e depois da obra pronta por ocasião das operações de cura. Mas é o seu maior inimigo antes da aplicação. Portanto, é preciso evitar a todo custo que o cimento estocado entre em contato com a água. A água não vem só da chuva, de uma torneira ou de um cano furado; também se encontra, sob forma de umidade, no ar, na terra, no chão e nas paredes.
Por esse motivo, o cimento deve ser estocado em local seco, coberto e fechado, bem como afastado do chão, do piso e das paredes externas ou úmidas, longe de tanques, torneiras e encanamentos, ou pelo menos separado deles.

Dica – Recomenda-se iniciar a pilha de cimento sobre um tablado de madeira, montado a pelo menos 30 cm do chão ou piso e não formar pilhas maiores do que 10 sacos. Quanto maior a pilha, maior o peso sobre os primeiros sacos da pilha. Isso faz com que seus grãos sejam de tal forma comprimidos que o cimento contido nesses sacos fique quase endurecido, sendo necessário afofá-lo de novo, antes do uso, o que pode acabar levando ao rompimento do saco e à perda de boa parte do material. A pilha recomendada de 10 sacos também facilita a contagem, na hora da entrega e no controle dos estoques ou na aplicação final e está prescrita pelas normas da ABNT (Associação Brasileira de Norma Técnicas).
É recomendável utilizar primeiro o cimento estocado há mais tempo, o que evita que um lote fique estocado por tempo excessivo, já que o cimento, bem estocado, é próprio para uso por três meses, no máximo, a partir da data de sua fabricação Toda sacaria estampa a data de fabricação, de acordo com o Código de Defesa do Consumidor.
Nas regiões de clima frio, a temperatura ambiente pode ser tão baixa que ocasionará um retardamento do início de pega. Para que isso não ocorra, convém estocar o cimento em locais protegidos de temperaturas abaixo de 12ºC.
Fabricação – A fabricação do cimento processa-se rapidamente. O clinquer de cimento Portland sai do forno a cerca de 80ºC, indo diretamente à moagem, ao ensacamento e à expedição, podendo, portanto, chegar à obra ou depósito com temperatura de até 60 ºC. Não é recomendável usar o cimento quente, pois isso poderá afetar a trabalhabilidade da argamassa ou do concreto com ele confeccionados. Deve-se deixá-lo descansar até atingir a temperatura ambiente e, para isso, recomenda-se estocá-lo em pilhas menores, de cinco sacos, deixando um espaço entre elas para favorecer a circulação de ar, o que fará com que eles se resfriem mais rapidamente.
Cimento comprometido – Tomados todos os cuidados na estocagem adequada do cimento para alongar ao máximo sua vida útil, ainda assim alguns sacos de cimento podem estragar. Às vezes, o empedramento é apenas superficial. Se esses sacos forem tombados sobre uma superfície dura e voltarem a se afofar, ou se for possível esfarelar os torrões neles contidos entre os dedos, o cimento desses sacos ainda se prestará ao uso normal.
Caso contrário, ainda se pode tentar aproveitar parte do cimento, peneirando. O pó que passa numa peneira de malha de 5 mm (peneira de feijão) pode ser utilizado em aplicações de menor responsabilidade, tais como pisos, contrapisos e calçadas, mas não deve ser utilizado em peças estruturais, já que sua resistência pode ter ficado comprometida.

Link desta publicação:http://www.abcp.org.br/conteudo/imprensa/como-armazenar-cimento

No outro link abaixo um fasciculo da ABCP de armazenagem de cimento com uma planta baixa de um depósito:


Link deste fascículo: http://www.ebah.com.br/content/ABAAAgFdwAH/deposito-cimento
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Concreto como manter a qualidade no controle tecnológico?


 O que construtores, concreteiras, projetistas e laboratórios podem fazer para manter a qualidade no controle tecnológico dos concretos?
 A conscientização do meio técnico sobre as prescrições normativas e a melhor comunicação entre os diversos intervenientes no processo construtivo são os primeiros (e acredito que mais importantes) passos para manter a qualidade desejada do concreto em suas diversas aplicações.

Mundialmente o controle tecnológico do concreto é estabelecido por normas técnicas. No Brasil, a ABNT NBR 12655 estabelece o procedimento para preparo, controle e recebimento do concreto e referencia normas específicas para a retirada de amostras do material e para os ensaios a serem realizados de forma a se comprovar sua qualidade.





A atual complexidade das construções modernas, função do avanço tecnológico e das inúmeras solicitações da sociedade dos nossos dias, impossibilita que todos os profissionais conheçam a fundo todas as áreas do conhecimento. Assim, é fato que projetistas estruturais sejam mais afeitos à norma de projeto de estruturas de concreto (ABNT NBR 6118), construtores tenham como base para seu trabalho a norma de execução de estruturas (ABNT NBR 14931), empresas de serviços de concretagem tenham como principal instrumento de trabalho a norma de especificação de concreto dosado em central (ABNT NBR 7212) e tecnologistas de concreto conheçam a fundo a ABNT NBR 12655 e suas referências normativas.

No entanto, todas essas Normas Brasileiras foram elaboradas focando as melhores práticas e as peculiaridades de cada elo da cadeia construtiva e inter-relacionando suas atribuições, deixando claros os aspectos a serem observados para se chegar ao melhor resultado em cada caso.

As normas de projeto e execução, por exemplo, estabelecem explicitamente a necessidade de atendimento à norma de preparação e controle do concreto, tendo-se na primeira (ABNT NBR 6118) a base para os parâmetros de qualidade que são mais profundamente avaliados na outra (ABNT NBR 12655).

Com base nesses documentos, constata-se que cabe aos projetistas decidirem sobre a classe de agressividade ambiental em que se insere a estrutura a ser projetada, de comum acordo com seus contratantes, ponto inicial para se tomar decisões sobre o concreto a ser usado na obra. A partir dessa decisão, cabe a esse profissional a escolha da resistência característica à compressão do concreto (fck) em função da classe de agressividade ambiental e do tipo de concreto (armado ou protendido) a ser usado. O projetista deve registrar o fck em todos os documentos do projeto estrutural e, a partir desse parâmetro, obter a resistência de projeto com que irá trabalhar (fcd = fck/c).

A ABNT NBR 6118 estabelece adicionalmente a relação água/cimento máxima para cada classe de resistência do concreto e classe de agressividade ambiental, tendo em vista cumprir com as exigências de durabilidade da estrutura. Muitos projetistas estruturais já registram essa informação, dada pela Norma, nos documentos emitidos, assim como a dimensão máxima característica do agregado graúdo, considerando o espaçamento mínimo das barras da armadura. Seria desejável que todos adotassem essa prática, que reforça o compromisso do profissional de projeto com as questões de qualidade e durabilidade da estrutura projetada e homogeneíza as informações entre partes, facilitando o trabalho de construtores e tecnologistas de concreto.

Às construtoras cabe tornar real o projeto elaborado pelo projetista, a partir das informações recebidas. Assim, é fundamental que os profissionais envolvidos em cada uma dessas tarefas mantenham uma estreita comunicação e que o máximo de detalhes seja fornecido aos construtores, para que tenham êxito nesse trabalho. A compra de materiais e a contratação de empresas para participarem do processo construtivo é também papel das construtoras, que devem ter em mente os preceitos da ABNT NBR 14931, que aborda algumas questões relacionadas ao projeto e outras do campo da tecnologia de materiais, referenciando sempre as normas usadas em cada caso e dando as diretrizes para que as etapas construtivas sejam executadas buscando tirar o máximo proveito do material concreto.

A Norma de execução de estruturas citada (ABNT NBR 14931) é contemporânea das normas brasileiras desenvolvidas focando a durabilidade e traz em seu bojo cuidados que visam o melhor desempenho da estrutura e sua execução respeitando as propriedades do concreto. A referência aos padrões estabelecidos para o recebimento do concreto está objetivamente definida nessa Norma e o atendimento aos procedimentos prescritos pela ABNT NBR 12655 é item obrigatório.  

Simples à primeira vista, de uso difundido e custo acessível pela disponibilidade de seus materiais constituintes, o concreto guarda grande complexidade no desenvolvimento de suas inúmeras propriedades, muito importantes para a construção civil, o que tem garantido seu lugar como material de construção mais usado em todo o planeta.

A partir do conhecimento dos materiais e do resultado de diversas misturas elaboradas e testadas previamente, o responsável pela dosagem do concreto deve preparar o traço (proporcionamento de materiais) e inferir sobre seu desempenho mecânico após 28 dias, atendendo a todas as disposições normativas das ABNT NBR 7212 e ABNT NBR 12655.

No entanto, pela diversidade de materiais que podem entrar em sua composição, as propriedades e a inter-relação entre esses materiais em função do proporcionamento escolhido, o concreto pode ter características e propriedades distintas. Considerando as inúmeras variáveis que entram nessa complexa equação, apenas ensaios de desempenho atestam de forma definitiva o desempenho do concreto.

Para o recebimento do concreto na obra, as diretrizes normativas que registram as boas práticas experimentadas e comprovadas ao longo dos anos, estabelecem dois ensaios:

  • Consistência, para assegurar a possibilidade de lançamento do concreto (preenchimento das formas)
  • Resistência à compressão axial aos 28 dias, para comprovar o atendimento às premissas de projeto relativas à segurança estrutural.




São esses os parâmetros que devem ser medidos e avaliados para liberação da estrutura. Para sua determinação os documentos normativos trazem uma série de prescrições, que visam a obtenção de resultados confiáveis, sendo imprescindível a realização dos ensaios por laboratório capacitado, dotado de equipamentos calibrados, pessoal treinado, controles das condições ambientais (temperatura e umidade relativa) e outras tantas exigências que garantam a rastreabilidade de todo o processo.



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Artista ensina como esculpir em concreto





(A peça acima é em cimento)

Geralmente você não esculpe em cimento ou concreto, e sim faz um processo que chamamos de MOLDE PERDIDO: 

Você produz uma peça em argila e tira um molde de gesso (este molde é em algumas partes, pelo menos duas), é o que chamamos molde perdido (argila e gesso trabalham bem juntos), pois provavelmente você não se preocupará que tudo no molde tenha "saída", então conforme você tira o original (seu modelo) do molde, a argila vai quebrando. Eu gosto de fazer este molde antes da argila secar totalmente.

Depois você limpa o molde, fecha ele e enche de cimento (cimento e gesso também trabalham muito bem juntos). A mistura do cimento é mais forte que a utilizada em construção, podendo chegar em até 1 de cimento para 1 de areia. Recomendo utilizar o mínimo de agua possível e bater, vibrar a forma para o cimento assentar.

Depois de seco você quebra o gesso, por isso "molde perdido"

A peça de cimento ainda deverá ter um acabamento, sugiro uma nata de cimento = cimento + cola branca, e por último um verniz, existem vernizes especiais para cimento em lojas de construção.

O resultado final fica lindo, é uma excelente forma de finalizar uma escultura com custos muito baixos e inclusive é uma obra que pode ficar no tempo, como um jardim por exemplo.


http://fcardoso.blogspot.com.br/2010/03/como-esculpir-em-cimento-ou-concreto.html
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